Esse conto é real mas foi minha única experiência com incesto e decidi contar aqui após ler várias experiências.
Meu nome é Rafael Alcântara, tenho 28 anos, na época eu tinha 26, sou moreno, de 1,85m, peso 97 kg, sou corpudo, musculoso e peludo, amo malhar. Eu e meu sobrinho viajamos para Manaus, fomos visitar o pai dele que morava lá com um tio e primo nossos. Meu sobrinho, Mateus, tinha 18 anos na época, é um moleque branquelo, com 1,81 m de altura e um corpo magro mas meio definido.
Nós chegamos do aeroporto e o pai dele estava lá para nos receber, nos falamos e fomos de carro até a casa onde ele estava. Para minha surpresa, nosso tio e primo não estavam lá, tinham viajado também.
- Vocês vão ficar no quarto do tio, ele tem cama de casal, a cama do Rogério está quebrada- Meu irmão disse.
-Tudo bem, a gente divide- Eu falei passando a mão no cabelo de Mateus. Ele é meio tímido mas temos uma boa relação, e ficaria ainda melhor.
Desarrumamos as malas, já era noite e tudo que eu queria era deitar. Jantamos e o pai de Mateus disse que ia dormir na casa da namorada hoje, não podia faltar pois o próximo dia seria o aniversário de namoro. Eu sabia que ele ia foder, mas só concordei e disse que não tinha problema.
Mais tarde, eu peguei logo no sono e meu sobrinho ficou no computador, em uma mesinha no quarto. De madrugada eu acordo, quando olho para o lado, vejo meu sobrinho batendo punheta vendo pornô de dois caras de comendo. Meu coração quase salta do peito. Ele estava de costas para mim e não viu que tinha acordado. Eu fiquei sem saber o que fazer, ver meu sobrinho batendo uma com pornô gay. Eu fiquei ali olhando e quando menos percebi, estava olhando para o pau dele. Ele estava meio de lado e dava para ver o cacete dele, era grande, uns 19 cm e bem grosso, como a maioria dos magrelos. O pau estava bem vermelho enquanto ele passava a mão com vontade.
Caralho, aquilo me excitou. Eu sou gay, sempre curti homens, mas nunca tinha sentido nada pelo meu sobrinho, mas naquele momento ele era um macho roludo socando uma bronha gostosa. Eu fiquei logo de pau duro. Sentia um nervosismo danado, minhas mãos tremiam, mas o tesão foi mais forte. Peguei no meu cacete, estava só de shortinho azul e comecei a me acariciar vendo a cena. Logo, saquei minha rola fora, tinha 22 cm, morena e grossa também, pau grande é de família. Comecei a bater uma também, vi Mateus respirando pesado e lotado de tesão, até que uma hora ele vira e me flagra com a rola de fora e se assusta.
- CARALHO...TIO_ Ele levanta assustado, por ter sido pego no flagra e de me ver daquele jeito. Eu levanto de supetão da cama, sentido o mesmo. Eu não sabia o que falar, afinal, quem saberia em uma hora dessas. Nós dois guardamos o pau, mas nosso cacetes duros faziam um volume enorme.
-Eu... eu...desculpa...- Ele se desculpou envergonhado pelo flagra. Eu só fiquei encarando ele, não tinha palavras, meu peito subia e descia e meus olhos estavam fixos no volumão dele. Ele ficou ali também calado, e quando notei, ele estava encarando meu volume também. Senti o corpo ferver com um tesão da porra.
Tomei então a iniciativa, peguei na mão dele a coloquei no meu pau duro. -Que isso, tio??- Ele tentou tirar mas forcei a mão dele. Fiz com que ele acariciasse meu pau duro através do short e com o tempo, acho que ele começou a gostar. Caralho, nós estavamos fazendo aquilo mesmo.
-Você gosta desse meu cacete??- Digo ofegante. Ele só acena com a cabeça que sim. Eu pego ele, me entregando de vez ao tesão e resolvo começar a putaria. Jogo Mateus na cama, tiro meu short e o dele e fico por cima, iniciando o beijo mais quente, proibido e ousado da minha vida. Eu chupo aquela boquinha carnuda com afinco e esfrego meu pau no dele. Mateus geme e eu também, enquanto devoramos a boca um do outro. Eu mudo para o pescoço, dando chupões e vou logo afoito ao cacete dele, estava faminto.
O fato dele ser meu sobrinho me dava mais tesão ainda, eu coloco o cacete dele até a metade da minha boca e começo a chupar, Eu abocanho aquele mastro grosso com vontade, deixando os olhos abertos para ver meu sobrinho se contorcer de tesão. Porra, que cena gostosa do caralho. Eu começo a chupar mais rápido, fazendo muito barulho molhado para excitar ele ainda mais. Enfio o mais o cacete até tocar na garganta e fazer os olhos lacrimejaram, s=chupando o pau dele todinho. Mateus jogou a cabeça para trás, gemendo feito um animal. Eu paro para respirar, deixando fios de saliva escorrendo.
-Tá gostando, filho da puta??- Eu bato o pau dele no meu rosto e vejo ele sorri pela primeira vez naquela noite. - Agora é minha vez- Não queria que ele gozasse ainda, pretendia me divertir muito mais com aquele muleque safado. Eu deito na cama, deixando as pernas bem abertas e Mateus veio sem demora, ficando entre elas e com o rabo empinado.
- Chupa o cacete todo do tio... vai tomar muita porra hoje- Eu agarro o cabelo dele com força e boto minha nova putinha pra mamar. Porra, a boca dele era bem úmida e quentinha, eu urrei de prazer logo. Eu movo o quadril, fodendo a boca dele como se fosse um cu, Mateus não aguentou o tamanho, ele engasgava muito e ja estava com a carinha toda vermelha, mas o puto não parou, ele segurou na base no meu caralho duro e continuou a me mamar.
- AAH PORRA...- Eu grito alto gemendo, eu estava um vulcão de tesão. Ele ficou me mamando sem parar, sentia a boca descendo e subindo pelo meu talo grosso, parando para lamber meu saco e lamber também meu pau
- Que cacete gostoso - Ele falou com a carinha de puta safada - Mete em mim, tio- Não demorei nem cinco segundos. Coloquei a puta de quatro, lambi aquele cuzinho rosado dele e tratei de ir colocando meu cacete nele bem devagar. Ele empinou de dor, mas forcei até entrar tudo
- Porra, tio! Tá machucando- Eu empurro as costas dele para ele empinar mais e deixar o rabo bem pra cima
-Machucando uma porra, muleque. Queria levar rola no cu? - Assim começo as estocadas fortes. Deslizo meu caralho dentro dele, espancando o rabo branco. Dava tapões fortes - Vai sua puta!!! - Digo metendo com mais força e espancando o rabo do Mateus. Nunca senti tanto prazer na minha vida, que cuzinho gostoso. Mateus gemia alto, o que me enchia mais e mais de prazer. Empurrei com força, sentindo o interior dele apertar meu pau e ser arrombado.
Fodi com Mateus até começar a suarmos. Mudei de posição, coloquei ele no meu colo e o fiz cavalgar no meu cacete. Enquanto ele fazia isso, lambia o peito e o mamilo dele e apertava o rabo daquela puta. Eu sinto meu ápice chegar
- CARALHOOO- Eu urro de tesão e encho o rabo dele de leite. O orgasmo foi tão forte que joguei a cabeça para trás zonzo. Mateus me abraça apertado, ele me beija de língua sem nem me dar tempo de recuperar o fôlego, Eu bato uma para ele enquanto nos beijamos até ele gozar e jorrar o leite dele por todo o meu corpo.
Ele sai do meu colo e fica ali deitado, todo suado e cheio de porra escorrendo do rabo. O que eu tinha feito? Fodi meu sobrinho. Aliso a barriga dele e sorrio, satisfeito com a aventura, mesmo me sentindo culpado pelo ato proibido.
-Não...não conta pra ninguém, ouviu?- Ele balança a cabeça que sim sorrindo. Fiquei tranquilo por saber que ele ia ficar de boca fechada. Depois de um tempo trocando beijos e carinho na cama, levantamos, ele sem andar direito e com o rabo todo vermelho. No banho, meu pau ainda estava vivo, meia bomba, Mateus sedento, me faz um boquete gostoso, gozo outra vez e voltamos a dormir, depois de trocar os lençóis.
No outro dia, meu irmão não apareceu e comi Mateus de novo, quem iria imaginar que uma das melhores fodas da minha vida seria com meu sobrinho. Eu nunca perguntei a ele se era a primeira vez dele dando o cu ou se era gay, decidi apenas curtir o momento. Nunca mais tive a oportunidade de comer Mateus de novo, sempre tem alguém perto, mas garanto que vai se repetir de novo e ele vai sentir meu cacete naquele rabo mais uma vez.