Vacina, tesão e porra demorada

Um conto erótico de ThomasBBC
Categoria: Heterossexual
Contém 1616 palavras
Data: 14/01/2026 12:09:21

Meu nome é Carla, sou de Goiânia. Tenho 32 anos, casada há oito com o meu amor, o João. Ele é um fazendeiro daqueles típicos daqui, forte, bronzeado pelo sol das plantações de soja, com um sotaque gostoso que me faz derreter. A gente levava uma vida tranquila, sabe? Trabalho durante o dia, churrasco nos fins de semana com os amigos, e uma transa gostosa de vez em quando pra manter o fogo aceso. Mas tudo mudou depois daquela bendita vacina da COVID. Eu tô aqui no site pra contar isso tudo, porque, gente, virou uma loucura erótica que eu nunca imaginei.

Se você curte histórias reais de casais, continua lendo. Ah, e aviso: é longo, mas vale cada palavra.Tudo começou em 2021, no auge da pandemia. Aqui em Goiás, as coisas tavam feias, com hospitais lotados e todo mundo com medo. O João e eu decidimos tomar a vacina logo que liberou pra nossa faixa etária. "Vai ser bom pra gente voltar à vida normal, amor", eu disse pra ele enquanto a gente esperava na fila do posto de saúde. Ele riu, apertando minha mão: "É, Carla, e quem sabe a gente não comemora depois com uma cervejinha e algo mais?". A gente era assim, sempre brincando. Tomamos a primeira dose, depois a segunda, e no começo não sentimos nada além de um braço doendo.

Mas umas duas semanas depois da segunda dose, o João começou a agir estranho. Ele acordava no meio da noite suando, com o pau duro como pedra. "Carla, acorda, amor. Tô precisando...", ele murmurava, me cutucando. No começo, eu achava que era estresse, ou talvez o calorão de Goiás que tava deixando ele animado. A gente transava mais do que o normal, e era bom, viu? Mas logo percebi que não era só tesão acumulado. Ele tinha ereções o dia todo, tipo, sem parar. No café da manhã, enquanto comia pão de queijo, eu via o volume na calça dele. "João, de novo? Você tá bem?", eu perguntava, rindo nervosa. Ele coçava a cabeça: "Tô, mas... é como se eu precisasse gozar o tempo todo. Se não, dói, Carla. Dói pra caralho".

Fomos ao médico, claro. Um urologista em Goiânia, daqueles que atendem particular porque o SUS tava lotado. O doutor examinou, pediu exames, e no final disse que era um efeito colateral raro da vacina. "Já vi casos assim. O sistema imunológico reage de um jeito que afeta os hormônios. Ele vai precisar de alívio frequente, senhora. Pelo menos até estabilizar". Alívio frequente? Eu pisquei, confusa. "Tipo, quantas vezes?". O médico deu de ombros: "Sempre que precisar. E olha, pode demorar pra ele ejacular. O corpo tá resistindo, como se quisesse prolongar". João saiu de lá vermelho como um tomate maduro. No carro, ele virou pra mim: "Carla, me desculpa. Não queria te envolver nisso". Eu segurei a mão dele: "Amor, a gente é casado. Pra melhor ou pior, né? Vamos dar um jeito".

E foi aí que nossa vida virou um conto erótico. No começo, era constrangedor. João trabalhava na fazenda, mas voltava pra casa no almoço só pra se aliviar. Eu, que trabalho home office como contadora, virava a "ajudante oficial". Uma tarde, ele chegou suado do campo, os músculos definidos brilhando sob a camisa aberta. "Carla, não aguento mais. Tô duro desde as 10 da manhã". Eu tava na cozinha preparando um arroz com pequi, mas larguei tudo. "Vem cá, amor". Levei ele pro sofá da sala, que dá vista pro quintal com as galinhas ciscando. Ele sentou, abrindo a calça jeans apertada. O pau dele pulou pra fora, grosso, latejando como se tivesse vida própria. Era maior do que o normal, inchado pelo tesão acumulado.

Eu me ajoelhei entre as pernas dele, sentindo o cheiro de suor e terra que sempre me excitava. "Deixa eu te ajudar, João". Comecei devagar, lambendo a cabeça vermelha, sentindo o gosto salgado do pré-gozo que escorria. Ele gemeu alto: "Ah, Carla... assim... chupa devagar". Eu obedeci, envolvendo a boca ao redor dele, sugando enquanto minha mão subia e descia no tronco. Mas o doutor tava certo: demorava. Passei 15 minutos chupando, alternando com lambidas nas bolas peludas dele, e nada de gozar. Ele se contorcia: "Mais forte, amor. Aperta as bolas". Eu apertei gentilmente, sentindo elas pesadas, cheias. Minha boceta tava molhada só de ver ele assim, vulnerável e necessitado.

Depois de uns 20 minutos, eu tirei a blusa, deixando meus peitos médios, com mamilos escuros, balançarem livres. "Quer foder minha boca, João?". Ele assentiu, segurando minha cabeça e empurrando devagar. Eu engasgava um pouco, mas aguentava, sentindo o pau dele bater no fundo da garganta. "Porra, Carla, você é incrível... continua...". Mas ainda nada. O relógio marcava 40 minutos quando eu decidi mudar. "Vem, amor, me fode". Tirei a saia florida que eu usava, revelando a calcinha de algodão já encharcada. Sentei no colo dele, guiando o pau pra dentro de mim. Ah, que delícia! Ele era tão grosso que me esticava toda, preenchendo cada centímetro da minha boceta quente.

Comecei a cavalgar devagar, sentindo as paredes internas pulsarem ao redor dele. "Assim, João? Tá gostando?". Ele grunhiu: "Tá perfeito, amor. Rebola mais". Eu rebolei, girando os quadris como uma goiana dançando forró. Meus peitos batiam no rosto dele, e ele chupava os mamilos, mordiscando levemente. "Você tá tão molhada... me aperta com a boceta". Eu contraí os músculos internos, apertando ele lá dentro. Passaram mais 10 minutos assim, eu suando, gemendo alto: "Ah, João, você me enche tanto...". Finalmente, depois de 50 minutos no total, ele tensionou: "Tô gozando, amor! Porraaa!". Gozou forte, jatos quentes enchendo minha boceta, escorrendo pelas coxas. Eu gozei junto, tremendo no colo dele. "Meu Deus, amor... isso foi intenso".

Mas isso era só o começo. As ereções vinham a qualquer hora. Uma noite, a gente tava assistindo novela na TV, comendo pipoca. De repente, João se mexeu inquieto. "De novo, Carla. Desculpa". Eu ri: "Não pede desculpa, bobinho. Vamos pro quarto". Lá, eu o deitei na nossa cama com lençóis floridos que eu comprei no mercado de Goiânia. Tirei a roupa dele devagar, beijando o peito peludo, descendo pela barriga até o pau ereto. Dessa vez, decidi masturbar ele primeiro. Peguei óleo de coco da cozinha e espalhei nas mãos. "Relaxa, amor. Deixa eu cuidar de você".

Comecei a punhetar devagar, a mão escorregadia subindo e descendo no pau dele, que brilhava sob a luz do abajur. "Olha como tá duro... grosso...". Ele gemeu: "Carla, varia o ritmo... aperta a base". Eu apertei a base, impedindo o fluxo por um segundo, depois soltei, fazendo ele pulsar. Com a outra mão, massageei as bolas, rolando elas entre os dedos. "Quer que eu lamba enquanto bato?". "Quero". Inclinei-me, lambendo a cabeça enquanto a mão trabalhava. O gosto era viciante, uma mistura de suor e desejo. Passei 25 minutos assim, alternando velocidades, parando quando sentia ele perto pra prolongar – mas ele já demorava naturalmente. "Tá demorando, né? Mas eu adoro isso", eu disse, rindo. Ele sorriu: "Você é demais amor. Preciso muito te foder agora".

Montei nele de costas, sentindo o pau entrar fundo na posição cowgirl reversa. Minhas nádegas batiam nas coxas dele enquanto eu quicava. "Ah, João... assim você me pega no ponto certo". Ele segurou minha cintura: "Rebola, amor. Faz esse cuzinho piscar pra mim". Eu rebolei mais forte, sentindo o pau roçar no meu ponto G. Gozei duas vezes antes dele, gritando: "Tô gozandooo!". Depois de 55 minutos totais, ele explodiu dentro de mim: "Carla, caralho... te amo!". Caímos exaustos, rindo. "Isso virou nossa rotina, hein?", eu disse. Ele beijou minha testa: "E eu tô amando cada segundo".

Com o tempo, a gente incorporou isso na vida diária. No carro, voltando de uma viagem pra Brasília, ele dirigia e de repente parou no acostamento. "Não dá mais, Carla". Eu ri: "Aqui? No meio da BR?". Mas desci o zíper dele e comecei a chupar ali mesmo, no banco do passageiro. Carros passavam buzinando, mas a gente não ligava. Lambi devagar, sugando as bolas, punhetando com saliva. "Mais fundo, amor... engole tudo". Engoli o máximo que pude, sentindo as veias pulsarem na língua. Demorou 45 minutos exatos até ele gozar na minha boca, eu engolindo tudo: "Delícia, João... salgadinho como sempre".

Em casa, experimentamos brinquedos. Comprei um vibrador online – discreto, né, porque aqui em Goiânia a gente é conservador. Uma tarde, enquanto ele tava com ereção no escritório, eu usei o vibrador nas bolas dele enquanto chupava. "Sente isso, amor? Vibra gostoso". Ele gemeu: "Porra, Carla... isso acelera... mas ainda demora". Passei 30 minutos alternando vibrador e boca, até montar nele e foder forte, as paredes da casa ecoando nossos gemidos. "Me fode mais rápido... me enche!". Gozamos juntos depois de uma hora.

Mas nem sempre era só prazer. Teve dias que ele tava exausto da fazenda e ainda precisava. "Carla, me ajuda a bater uma?". Eu sentava do lado dele na cama, guiando a mão dele no pau enquanto beijava o pescoço. "Assim, amor... devagar no começo". Descrevia pra ele: "Olha como a cabeça incha... tá vermelha de tesão". Ele acelerava: "Me conta algo safado". Eu sussurrava: "Lembra quando a gente transou no milharal? Eu de quatro, você me comendo por trás...". Isso ajudava, mas ainda demorava 50 minutos até o jorro de porra nas minhas mãos.

Hoje, anos depois, os efeitos diminuíram um pouco, mas nossa vida sexual nunca mais foi a mesma. Virou mais intensa, mais conectada. João me diz sempre: "Você salvou minha sanidade, Carla". E eu respondo: "E você me deu os melhores orgasmos da vida". Se você leu até aqui, espero que tenha se excitado tanto quanto eu me excito lembrando.

Beijos quentes de Goiânia!

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