FLAGREI MEU MARIDO DANDO O CU MAS ACABEI COMPREENDENDO E AJUDANDO PT 2

Um conto erótico de tatianapolastro
Categoria: Grupal
Contém 1752 palavras
Data: 14/01/2026 10:26:53
Assuntos: amante, Anal, Grupal, marido, Sexo

Meu Deus, eu mal conseguia piscar, os olhos fixos naquela rola colossal de Leonardo, balançando semi-ereta como uma arma carregada, a pele escura esticada sobre veias grossas que pulsavam levemente, a cabeça inchada brilhando com um pré-gozo sutil. Meu coração martelava no peito, uma mistura de choque e um calor traiçoeiro que subia pelo meu ventre. Como Jean tinha aguentado aquilo na boca? Parecia impossível, grotesco e ao mesmo tempo hipnotizante. O quarto cheirava a suor fresco e tensão, a luz do abajur projetando sombras longas nos músculos definidos de Leonardo, que estava ali parado, nu da cintura pra baixo, os olhos escuros nos observando com uma mistura de hesitação e desejo contido. Jean, ao meu lado, respirava pesado, o peito subindo e descendo, e eu sentia o ar elétrico, carregado de algo que eu nunca imaginei viver.

Antes que eu pudesse processar ou dizer qualquer coisa, Jean quebrou o acordo na cara dura. Ele se jogou pra frente como um viciado em abstinência, caindo de boca naquela rola meia bomba, os lábios se abrindo ao máximo pra engolir o que cabia. "Jean, para!", eu rosnei, mas ele ignorou, chupando como um bezerro faminto no úbere da mãe, a boca esticada ao limite, saliva escorrendo pelo queixo enquanto ele sugava com uma fome desesperada. Leonardo gemeu baixo, surpreso, a mão indo instintivamente pro cabelo de Jean, guiando o movimento. Meu marido lambia a base, subia pela extensão, os olhos fechados em êxtase, como se aquilo fosse o ar que ele precisava pra viver. O pau de Leonardo começou a endurecer mais, inchando na boca dele, e eu senti uma pontada de ciúme misturada com raiva. "Sai daí, Jean! Era minha vez, quem manda aqui sou eu agora!", eu ordenei, puxando o ombro dele com força. Ele relutou por um segundo, os lábios reluzentes de saliva, mas finalmente largou, ofegante, o rosto corado de vergonha e tesão. "Desculpa, amor... é que... eu não resisti."

Meu turno. Aproximei-me devagar, as pernas tremendo um pouco, e toquei naquela rola pela primeira vez. Meu Deus, era quente como ferro em brasa, a pele macia sobre a rigidez absoluta, e no instante em que meus dedos envolveram a base grossa, senti ela pulsar e endurecer de verdade, virando uma pedra viva, latejante, erguendo-se pra mim como uma cobra pronta pro bote. Tentei chupar, abrindo a boca o máximo que pude, mas era imenso – mal cabia a cabeça, que eu lambi devagar, sentindo o sabor salgado e almiscarado na língua. Jean tinha conseguido chupar mais que eu, esticando a boca como um profissional, e aquilo me irritou. Arrisquei tudo: enfiei com força na garganta, forçando quase metade pra dentro, ignorando o reflexo de vômito que subia. Leonardo gemeu alto, um som gutural que ecoou no quarto, as coxas dele tensionando. Eu engasguei, os olhos lacrimejando, saliva escorrendo, e puxei pra trás, tossindo. Todos rimos então – um riso nervoso, descontraído, o primeiro momento de leveza naquela loucura. "Vai devagar, Evelyn", Leonardo disse, a voz rouca, com um sorriso torto que mostrava dentes brancos. Jean riu também, limpando o queixo, e eu me senti mais à vontade, o gelo quebrando um pouco.

Leonardo sentou na beira da cama, as pernas abertas, o pau ereto apontando pro teto como um monumento. Aproximei-me devagar, o coração acelerado, e comecei a beijá-lo – primeiro na boca, os lábios dele macios e quentes, a língua invadindo a minha com uma possessividade sutil que me fez arrepiar. Desci beijando o peito largo, sentindo os músculos firmes sob a pele escura, os mamilos endurecendo sob minha língua enquanto eu lambia e mordiscava levemente. Ele respirava pesado, as mãos nas minhas costas, guiando. Continuei descendo pelo abdômen definido, traçando as linhas dos gomos com os lábios, o suor salgado na minha boca, até chegar na rola. Chupei só a cabeçinha, girando a língua ao redor, deixando tudo bem molhado, saliva misturada com o pré-gozo dele escorrendo pela extensão. Ele gemeu de novo, os quadris se mexendo levemente, implorando por mais.

Não aguentei esperar. Subi no colo dele, as coxas cruzando com as dele, grossas e musculosas, e posicionei aquela rola na entrada da minha buceta, que já latejava de desejo. Sentei devagar, sentindo a cabeça grossa me abrindo, esticando as paredes internas com uma pressão intensa, deliciosa e dolorida ao mesmo tempo. Só a cabeça entrou, mas já era o suficiente pra me fazer ofegar, o corpo tremendo como se eu fosse virgem de novo. "Ah, Leo... é grande demais", murmurei, as unhas cravando nos ombros dele. Jean observava tudo, sentado ao lado, batendo uma punheta devagar, o pau dele – que eu sempre achei normal – parecendo pequeno em comparação, os olhos vidrados na cena. Comecei a cavalgar, subindo e descendo devagar, sentindo que nem metade tinha entrado ainda, mas aquilo me preenchia como nunca, me abrindo por dentro, uma vara quente como brasa rasgando caminhos novos no meu corpo. Cada movimento mandava ondas de prazer pelo meu ventre, os nervos latejando, a umidade escorrendo pelas minhas coxas.

Jean estava frenético na punheta, a respiração acelerada, e eu precisava humilhá-lo um pouco, fazê-lo sentir o que eu senti ao flagrá-lo. Gemi mais alto, rebolando os quadris, provocando: "Ah, Jean... olha isso... ele me abre tanto... você nunca me fez sentir assim." Leonardo ria baixo, as mãos nas minhas nádegas, apertando enquanto eu me movia. Soltei-me de vez, empurrei Leo pra trás na cama, ele caindo de costas com um grunhido surpreso, e cavalguei como se ele fosse um cavalo selvagem, subindo e descendo com força, metade daquela rola enorme me invadindo, esticando, preenchendo cada centímetro interno. O prazer subia como um fogo incontrolável, algo novo, diferente de tudo que eu conhecia – não era só tesão, era uma loucura que me consumia. Perdi o controle, o corpo convulsionando em orgasmos involuntários múltiplos, um atrás do outro, as paredes da buceta apertando em espasmos, leiteando aquela rola. "Meu Deus... ahhh... não para!", gritei, os olhos revirando, e então veio o squirt – um jato alto e forte da minha vagina, esguichando longe, molhando o peito de Leo e a cama toda. Caí do lado dele, ofegante, o corpo mole, o prazer absoluto me deixando tonta. "Preciso... de cinco minutos... pra me recuperar", sussurrei, o peito arfando.

Jean não perdeu tempo. "Eu te substituo, amor", disse ele, os olhos brilhando de desejo. Aproximou-se de Leo, que ainda respirava pesado, e começou a chupar a porra minha do pau dele, lambendo cada gota, a língua limpando a extensão com devoção. "Quero tentar no cu agora", Jean murmurou, a voz trêmula de excitação. Leo balançou a cabeça, sério: "Não, Jean. Eu já te disse, não como cu. É questão de controle... não quero perder isso." Jean insistiu, pegando o lubrificante da nossa gaveta, passando no pau de Leo e no próprio cu, os dedos tremendo. "Eu aguento as consequências, Leo. Por favor." Ele se posicionou, guiando a cabeça grossa pro buraco apertado, e quando entrou, gritou alto: "Nossa... não imaginava que dar o cu era assim... dói pra caralho!" A dor contorcia o rosto dele, suor escorrendo, mas ele empurrou mais, gemendo misturado com choro.

Leonardo, perdendo a paciência, levantou e virou Jean de costas na cama, as mãos fortes segurando os quadris dele. Começou a meter forte, sem piedade, a rola grossa invadindo o cu apertado, esticando ao limite. Jean gritava como um animal no abate, o corpo se debatendo, as unhas cravando no lençol. "Para... dói demais!", ele choramingava, mas Leo metia mais forte, os quadris batendo com um som molhado e cruel. Pra não acordar a vizinhança, levantei da cama, ainda zonza, e enfiei um travesseiro na boca dele, abafando os gritos. "Você não queria vara? Agora aguenta 25cm no cu", Leo rosnou, os músculos das costas flexionando enquanto socava. Eu pensei: "Meu Deus, 25cm? Será que eu aguento isso tudo?" Depois de uns cinco minutos de metidas brutas, Leo socou tudo de uma vez, o cu de Jean se abrindo violentamente, e meu marido quase desmaiou, o corpo convulsionando, lágrimas escorrendo, mas um gemido de prazer misturado à dor escapando pelo travesseiro.

Jean implorou pra parar, o cu ardendo, provavelmente sangrando um pouco – eu via o inchaço vermelho ao redor. Leo tirou devagar, o pau ainda duro como pedra, reluzente de lubrificante e suor. "Jean, chupa ele agora. Deixa bem limpinho", eu ordenei, sentindo um prazer sádico em vê-lo sofrer. Ele obedeceu, de joelhos, chupando e limpando tudo, a língua removendo o gosto amargo do lubrificante, os olhos cheios de submissão.

Mas eu queria mais. "Cu eu ainda não vou te dar, Leo... mas minha bucetinha quer de novo. Desta vez, tudo." Fiquei de quatro na cama, as nádegas empinadas, a buceta latejante de desejo. Ele veio por trás, as mãos nas minhas ancas, e meteu como um animal selvagem – de uma vez só, sem gradualidade, a rola inteira invadindo, me rasgando por dentro. Gritei alto, a dor explodindo em prazer, o corpo se arqueando. "Ahhh... fode... me fode forte!" Jean batia punheta ao lado, frenético. "Vem cá, Jean. Deita na minha frente e coloca o pau aqui", eu mandei. Ele obedeceu, o pau dele – agora parecendo tão pequeno, uns 13cm que sempre me satisfizeram, mas que perdiam o brilho perto de Leo – na minha boca. Chupei enquanto levava vara na buceta, as metidas fortes me sacudindo, o pau de Leo me preenchendo até o útero, latejando quente. Jean tremia todo, o tesão o consumindo.

Depois de uns cinco minutos de pancadas ritmadas, Jean gozou na minha boca – litros, bem mais que o normal, jatos quentes e espessos que eu engoli tudo, chupando até o saco, o pau inteiro na garganta. Ele saiu, gemendo, e eu me ajoelhei na frente de Leo, chupando vorazmente. Ele gozou ainda mais, enchendo minha boca de porra grossa, salgada, tanto que transbordava pelos cantos, meu estômago quase cheio enquanto eu sugava pra sair mais e mais. Caí na cama, exausta, o corpo mole de prazer. Jean do outro lado, ofegante, e Leo se vestindo rápido. "Preciso ir, minha esposa chega de viagem hoje. Mas semana que vem... quero mais disso", ele disse, com um sorriso safado, saindo porta afora.

Jean tentou levantar, mas cambaleou, a mão no cu inchado, arrombado, uma careta de dor no rosto. "Amor... eu te amo, mas isso foi insano." Coloquei a mão na buceta latejante, sentindo o inchaço delicioso, e suspirei: "Agora eu entendo por que você quis tanto dar pra ele..." Mas no fundo, eu sabia que isso era só o começo – o que viria na semana que vem?

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