Bom irei começar me apresentando, me chamo Natália, curso psicologia, moro em Curitiba, atualmente tenho 22 anos, 50 kg, 1,68m, branquinha, cabelos médios de cor escura, uma bundinha redondinha e bem arrebitada e seios pequenininhos mas bem desenhados e uma cinturinha fininha.
Namoro um rapaz chamado Matheus, ele tem 25 anos, nos conhecemos na faculdade e namoramos a 3 anos.
Ha uns a meses atrás, estávamos em um churrasco na casa dos pais do meu namorado quando de relance vi no celular dele oque parecia ser um porno, na hora fiquei puta de raiva, puxei ele pro lado e perguntei oque era, ele me jurou de pés junto que não era pornografia, que não baixava esse tipo de material e que aquele vídeo tinha sido mandado em grupo e ele abriu sem saber oque era, no momento relevei para não gerar estresse na casa dos meus sogros.
Mais pro fim da tarde deste mesmo dia, devido às cervejas meu namorado foi tirar um cochilo, aproveitei esse tempo parar vasculhar o celular dele, e de fato tinha um grupo, de ex colegas de faculdade dele onde só mandavam bobagem. Comecei a ver as mídias do grupo e tinha muito vídeos pornos, mas não era pornô de XVIDEOS, era tudo vídeo dos meninos transando com as meninas, que eles filmavam e botavam lá. Fui atrás do vídeo que tinha visto de relance e vi que quem tinha enviado era um amigo dele chamado de Neto, ele era o mais ativo do grupo o que mais mandava vídeos, quando abri fiquei impressionada, ele tinha a rola imensa, grande e grossa, tinha tranquilamente mais de 20cm e com toda certeza era mais grosso que uma coça de 600ml e todos os vídeos era dele debochando das meninas, falando “essa piranha ai aguentou na ppk chorando, nem deixou eu tentar por no cuzinho” e em outros “coitada, botei metade na buceta da vadia e ela saiu correndo” e em outro “será que n vou arranjar nenhuma mulher que aguente no rabinho”. Não vou negar que fiquei excitada em ver aquilo, e seu jeito escroto mexia ainda mais comigo.
Passou-se uns 3 meses dês desse dia, e a empresa para qual trabalhava iria fazer um seminário na cidade de Londrina, já estava tudo articulado com meu namorado que me levaria de carro na quarta à noite (o seminário ia ser quinta, sexta e sábado) quando perto do horário de sairmos a firma dele entrou em contato, tinha aparecido uma demanda em São Paulo e ele teria que ir urgentemente para lá, na hora me desesperei, fui atrás de passagem de ônibus, blablacar e não encontrava nada, meu namorado começou a ligar para seus amigos habilitados para ver se alguém tinha disposição para me levar até lá, até que conseguiu um.
Passou-se uns 15 minutos e chega o Neto, seria ele que iria me levar até Londrina, na hora já gelei, só de lembrar dos vídeos já senti minha calcinha ficando molhada. Meu namorado rapidamente passou o dinheiro do combustível e pedágios e saímos.
Nos primeiros momentos da viagem, ficamos em total silêncio, e aos poucos fomos conversando sobre futilidades, em um dado momento começamos a falar sobre o meu relacionamento e os vários relacionamentos dele, e ele se queixando que não encontrava ninguém que “suportasse” ele. Eu sabia que ele tava falando da sua pica enorme, mas pra desbaratinar eu falei;
Eu: Nossa mas tu é tão insuportável assim?
Ele: Não, eu sou de boa, mas oque elas não suporta é o que tá aqui no meio das pernas.
Eu: Uai, como assim elas não suportam?
Ele: É que o bixo é ignorante, parrudo taligado
Eu: Deixa de conversa menino, nem deve ser tão grande e mesmo se for nos estamos preparadas pra passar um bebê por ali, n é um piruzinho que vai fazer estrago.
Nessa hora deu pra ver que eu atinge o ego dele falando que não era tão grande. Que ele falou
Ele: não é tão grande? 23cm não é grande pra tu?
Eu: para de mentir menino, tu nem tem estrutura pra tudo isso
Ele: não acredita, bora apostar? Se não tiver 23 cm te pago 500 reais, no pix agr
Ele: mas se tiver tu vai ter q me fazer gozar no tempo que falta pro nós chegar em Londrina.
Eu sabia que aquele pau tinha tranquilamente 23cm, sabia que perderia a aposta, mas eu estava excitadíssima, minha calcinha só de conversar esses assuntos já estava ensopada, eu nunca fui de trair meu namorado, mas aquele caralho mexia comigo. Então falei
Eu: fechado, vai ser os 500 mais fácil da minha vida
Foi eu falar e ele já foi abrindo o zíper da calça, e botando aquele membro, mole pra fora e começou a se masturbar, e aquele trem foi crescendo, foi ficando largo e não parava de crescer.
Mesmo com o enorme tesão que eu estava , antes de ficar completamente ereto, falei para ele guardar aquilo, que eu não tinha falado sério sobre a aposta, e que tinha namorado, que aliás era seu amigo. Falei isso mas não conseguia tirar o olhar daquele cacete.
Ele apressadamente retrucou, dizendo que aposta é aposta, e que nada doque acontecesse ali iria sair dali caso eu cumprisse o combinado.
E já emendou dizendo que faltava 250 km para chegarmos e esse era o meu tempo pra fazer ele gozar e que se não conseguisse ele iria me explanar.
Na hora, mesmo morrendo de vontade de agarrar aquele pau, eu me fiz de difícil e falei que não era possível ele estar falando sério, e ele só respondeu que não brinca com assuntos sérios, deu uma risadinha e me lembrou que só faltavam 248km.
Então eu ainda mantendo o personagem de quem não queria, levei minha mão de encontro aquele caralho como se estivesse fazendo por obrigação, segurei, minha mão não fechava e comecei uma punheta meio tímida nele enquanto ele dirigia.
Já tinha se passado uns 15 minutos, eu já alternava as mãos porque estava cansativo quando ele falo que daquele jeito ele não iria gozar nunca, que estava muito seco e pediu para eu dar uma babada. Realmente estava muito seco e áspero acho que estava até desconfortável para ele, mas ainda mantendo a personagem falei que se ele achava que eu fosse mamar o pau dele ele estava muito enganado, no fundo era oque eu mais queria mas não queria deixar transparecer que eu estava morrendo de tesao.
Ele logo em seguida falou, “você que sabe, mas se eu não gozar até Londrina vou espalhar que nem pra punheta tu serve”.
Eu vendo que não iria conseguir fazer ele gozar daquele jeito, cuspi na minha mão e voltei a punhetar aquele mastro e voltava a cuspir na mão e levar minha babá até aquele cacete, até que em um momento já estava com a babá escassa de fazer isso, tirei a mão do pau dele e passei na minha língua, ele viu e falou, “ porra Natália, já tá sentindo o gosto da minha pica por tabela, oque custa dar uma mamada, além de que vou gozar bem mais rápido com tua boquinha”. Perguntei para ele quantos km faltavam e ele respondeu que só faltavam 160km, e perguntei se realmente ele iria gozar rápido e ele respondeu com um jeito esnobe que só se meu boquete fosse bom, falei para ele que ia mamar, mas que não era para ele gozar na minha boca.
Tirei meu cinto, me coloquei de joelhos no banco e avancei abocanhando aquele caralho que custava entrar a cabeça na minha boquinha, comecei um boquete bem babado, passa a língua por todo o caralho e dava um bela cuspida na cabeça, e que cabeça, rosada e enorme, enquanto punhetava com as duas mãos o tronco daquela pica.
Estava me deliciando, babava, mexia com a língua, engolia o que podia, lambia as colossais bolas, estava me empenhando para satisfazer aquele homem. Senti que o carro começou a ir mais devagar, logo imaginei que ele iria gozar mas me enganei. Já estava mamando a uns quarenta minutos, estava com câimbra no maxilar e nada desse homem gozar, por um instante pensei que minha chupada não fosse boa, mas ao escutar seus gemidos tinha certeza que ele estava gostando e estava se esforçando para judiar de mim e me fazer ficar com a boca ocupada até o fim da viagem. Como eu estava de vestido, em um dado momento senti sua mão puxando meu vestido e como estava de quatro sobre o banco ficava com minha bundinha com uma calcinha preta quase que totalmente na janela, como era de noite não me importei e continuei mamando e quando ele alisava minha bucetinha, ora por cima da calcinha, ora por dentro.
Já estava chupando a umas duas horas, quando sinto ele fazendo movimentos de vai e vem, forçando até onde dava aquele pau na minha boquinha, quando do nada segurou minha cabeça contra seu pau e começou a gozar dentro da minha boquinha, eram jatos e jatos, e ele falando para eu engolir para não sujar o carro do meu namorado. E ali, sem ter muito oque fazer fui engolindo oque conseguia, cheguei a me engasgar, foi transbordando pelos lados, seguramente foram uns 8, 9 jatos enormes era uma quantidade gigante de porra, densa, espessa e quente, com gosto forte, gosto de homem bruto, nem me importava mais se tinha falado para não gozar na minha boca, só pensava em engolir tudo oque podia e deixar aquele macho satisfeito. Ele soltou minha cabeça, muita porra tinha escorrido e descido até a base do seu pau se misturando com seus pentelhos, sem precisar de ordem comecei a lamber, aquela porra no meio dos pelos e engolindo tudinho até deixar aquele cacete limpinho e reluzente.
Dei um selinho na cabeça do pau dele, me levantei, abaixei meu vestido, coloquei meu cinto e falei, “tá precisando comer abacaxi, pensa num leite amargo”, falei isso e caímos na risada.
Faltava pouco mais de 20km para chegarmos em Londrina, ele a todo momento falando de como minha boca era maravilhosa e coisas do tipo, já era pôr volta das 21h quando chegamos no hotel, onde eu ficaria hospedada e onde seria o seminário, comentei que precisaria fazer o cadastro no seminário primeiro e depois fazer o chek-in no hotel, e pedi para ele aguardar um pouco para só descer a minha mala e as caixas com os matérias da empresa na hora que eu fosse fazer o chek-in do quarto e parti em direção ao credenciamento.
Tinha uma fila considerável para se credenciar então resolvi ligar para Neto avisando que talvez demorasse um pouquinho, e ele de imediato se propôs a ir fazer o chek-in do quarto para mim e já levaria a mala e as caixas para o quarto e depois me entregaria a chave do quarto, aceitei já que iria poupar um tempo, eu poderia descansar um pouco mais e ele pegar a estrada para nao chegar tão tarde em Curitiba, já que ele iria voltar naquela noite.
Quando acabei o cadastro fui de encontro ao Neto que estava na recepção do hotel, ele sem muitas palavras me passou o cartão-chave do quarto e falou com um tom sarcástico que tinha amado a viagem com tratamento especial e falou que quando eu quisesse fazer outra viagem eu já sabia como era o pagamento, eu agradeci e falei “essa foi a primeira e a última vez” dei um sorrisinho e completei “teu leitinho é muito amargo”. Vi que na hora ele ficou maluco que se pudesse me devoraria ali mesmo, mas se controlou e falou que se meu namorasse não desconfiasse ele ficaria ali mesmo e saiu em direção ao estacionamento do hotel.
Eu subi para meu quarto, tinha uma cama de casal, televisão, banheiro e um frigobar.
Meu namorado mandou msg, perguntando como tinha sido a viagem, se tinha chegado bem e perguntando se poderia me ligar, eu respondi que a viagem foi tranquila (mal sabe que estava com a boca quase dormente de tanto chupar o amigo dele) e falei que iria tomar um banho e depois ligaria para falar com ele.
Tomei um banho de uns 15 minutos, coloquei apenas uma camisa de manga longa preta e uma calcinha preta e me joguei na cama. Liguei para meu namorado por vídeo chamada e comecei a contar um história inventada sobre a viagem e sobre a programação dos dias de seminário, quando ele me interrompeu e falou que o Neto estava ligando para ele e que como ele tava na estrada poderia ser algo sério e que iria atender e depois de me ligaria de volta, consenti meio apreensiva e desliguei.
Na hora me bateu um desespero, comecei a pensar que o Neto iria contar oque tinha acontecido no carro, falar que a namorada dele é uma vadia bebedora de porra e até cogitar que fosse tudo planejado, tipo um teste de fidelidade que eu teria reprovado, foram 5 minutos intermináveis ate que meu namorado volta a me ligar, atendo e pergunto oque era, ele com a maior tranquilidade falou que Neto tinha ligado pra avisar que já estava voltando, mas que parou em um posto porque sentiu sono, além de falar sobre o consumo e os gastos da vinda e perguntou se poderia ficar com o carro até domingo já que meu namorado só voltaria domingo à tarde e meu namorado consentiu, falei que entendi, disse que realmente o Neto deveria estar cansado e era melhor parar e meu namorado me perguntou se ia precisar que o Neto, viesse me pegar no sábado e eu responsdi, “precisar não precisa, mas se ele puder me “pegar” seria maravilhoso, meu namorado bobinho nem imaginava que o pegar que eu queria era outro.
Ficamos conversando por uns minutos, meu namorado falando da sua tarefa em Sampa, quando percebo a porta do quarto lentamente abrindo e Neto adentrando o quarto. O safado tinha planejado tudo, ele fez o chek-in, pegou 2 cartaos-chave, fingiu que saiu, ligou pro meu namorado, mas estava ali parado ao lado da porta fazendo a ação de silêncio com o dedo na frente da boca. Olhei pra ele com cara de espanto, sem saber direito oque estava acontecendo e tentando não dar bandeira pois estava em chamada com meu namorado. Nisso Neto viu que não esbocei reação e veio se aproximando em silêncio na cama, e começou a alisar minhas pernas, eu tentava focar na conversa com meu namorado, mas estava ficando difícil, enquanto isso Neto avançava com sua mão em direção a minha bucetinha e em silêncio se botou no meio das minhas pernas arrastou minha calcinha pro lado e de leve começou a me chupar.
Eu me segurava para não gemer enquanto meu namorado não parava de falar, até que não aguentei e o cortei falando que estava cansada, que amanhã o dia começaria cedo e que o amava, ele falou mais algumas coisas e desligou, e eu já falei, “caralho Neto, tu é muito doido, que porra você tá fazendo aqui?”, ele de imediato respondeu que tava doido era por mim e que fez toda uma encenação pra meu namorado não desconfiar do nada, e que iria dormir lá, falando que iria me foder como eu nunca tinha sido, e já foi se levantando ficando ao lado da cama, tirando seu short e apontando aquele pau pro meu rosto, não me fiz de desentendida e comei a chupa-lo, eu de 4 na cama e ele começou a dar estocadas na minha boca, me fazendo engasgar várias vezes, com brutalidade, sem piedade, me chamando de tudo que era nome, enquanto bolinava minha bucetinha e meu cuzinho.
Em vários momentos eu perdia o ar, e ele continuava forçando minha cabeça contra seu pau, me fazendo engolir até aonde conseguia, falando pra eu babar bastante se não minha xaninha ia sofrer e com certeza ia, ficou fodendo minha boquinha por uns 10 minutos, me botou de frango assado se encaixou no meio e botou a cabeça da pirocona na entrada da minha grutinha, olhei pra baixo e vi o quanto era desproporcional e falei “nem fudendo que isso vai caber aí”, ele riu e respondeu “é só fundendo que vai caber” e começou a forçar a entrada.
Não entrava de jeito nenhum, eu estava mega excitada, mas a cabeça batia nas bordas e não entrava e a baba ajudava pouco na lubrificação, e a todo momento eu agradecia e lamentava, agradecia porque sabia que aquilo iria me rasgar inteira e lamentava porque o que eu mais queria era sentir aquela jeba me rasgando.
Ficamos ali, tentando de tudo que é jeito fazer aquele troço entrar na minha bucetinha, até que lembrei que tinha um óleo de argan pro cabelo na minha mochila, peguei lambuzei minha pepeka e aquele caralho todo de óleo, achei que iria deslizar fácil pra dentro mas nada, e ele começou a tirar onda daquele jeito escroto, dizendo:”ué vcs não aguentam um filho”, “sorte tua que não tá entrando pq tu ia chorar na minha pika”, “foda que eu fiquei aqui só pra te fuder e nem isso vou conseguir contigo”. Eu já estava desesperada, necessitava daquele caralho dentro de mim e ele me humilhando daquele jeito me dava ainda mais tesão, não sabia oque fazer, não podia perder essa oportunidade, queria tê-lo dentro de mim, sem pensar nas consequências falei: “se na minha bucetinha não tá indo, porque você não tenta arrombar meu cu”, ele me olhou e riu com cara de deboche e falou: “tu magrinha assim, não aguenta nem a cabeça nesse teu rabinho, se na buceta não tá entrando no teu cuzinho que não vai entrar”, eu supliquei “no cuzinho n tem osso, vem, fode ele, poe esse caralho em mim, arrebenta meu cu, preciso sentir esse pau dentro de mim de qualquer jeito”.
Ele se levantou e me mandou mamar, disse que mulher muito mais encorpada correu na hora dele fuder o cuzinho,que se eu quisesse realmente iria ter que implorar pra ele fuder meu rabinho e que só ia tentar meter nele se eu deixasse ele filmar ele me enrabando. Na hora nem pensei, falei que ele podia fazer oque quisesse de mim, implorei, pedi por favor, supliquei para que ele colocasse aquele cassete em algum buraco meu, eu só queria sentir ele dentro de mim.
Ele me botou de quatro, lambuzou meu cuzinho com o óleo, passou no seu pau e sem muita cerimônia foi empurrando, ele me segurava pelas ancas com uma das mãos e fazia força de um jeito meio truculento, parecia que ele sabia que eu não iria aguentar e só queria que eu admitisse e pedisse pra parar, mas eu me mantive firme, até que senti que meus preguinhas começaram a ceder, senti uma queimação insana, e uma dor descomunal ele começou a acreditar que eu seria capaz de aguentar e começou a falar “aguenta putinha, a cabeça já começou a entrar”, eu só sabia segurar as bandas da minha bunda com as mãos e chorar de dor com a cara no travesseiro enquanto sentia aquele braço ir entrando cm a cm no meu rabo.
Neto parecia não acreditar, disse que era o primeiro cuzinho que tava aguentando o pau dele, que eu teria que dar o cu pra ele sempre.
E em uma estocada deu uma forçada e o cogumelo da cabeça passou, eu me contorcia, meu rabinho queimava, chorava, meu cuzinho piscava desesperadamente tentando expulsar aquela tora de dentro de mim.
E aos poucos, pouco a pouco ele foi enfiando o restante do seu imenso cacete, sem contar tempo para me acostumar, sem nenhum pingo de carinho, sem nem me dar um beijo sequer, ele foi socando cm a cm, milímetro a milímetro, até que senti suas bolas batendo na minha pepeka. Pronto, estava tudo dentro, meu rabinho parecia que ia explodir.
Ele ficou ali, com a pika enterrada até o talo no meu rabo, falando sacanagens, “esse cuzinho nunca mais vai ser o mesmo”, “nunca mais vai sentir tesão dando o rabinho pro corno do teu namorado”, “só vai se sentir completamente satisfeita com minha pika”, ficou falando coisas assim, eu n tinha forças pra nada, nem para falar, minhas pernas tremia e sentia que só estava de 4 ainda porque estava presa naquela piroca.
E então ele começou a mexer, tirava tudo, contemplava o estrago feito no meu rabo, colocava e empurrava com força novamente, sem se preocupar se eu estava sentindo dor ou prazer, fazendo eu ter que me acostumar na marra, e começou um vai e vem frenético e aos poucos eu fui deixando de sentir dor e começando a sentir prazer, ele ficou ali me enrabando de 4 por uns 20 minutos, e começou a me perguntar onde que eu ia querer levar leitada, entre gemidos e soluços falei com a voz manhosa pra ele enxer meu cuzinho de porra, foi eu terminar de falar ele botou até o talo e senti seu caralho inchar e expelir vários jatos de porra quente, parecia que não tinha espaço pra porra e pro pau, sentia seu leite lavando minhas entranhas, meu cuzinho não não parava de piscar e apertar aquele cacete.
Após me inundar ele ficou parado dentro até seu pau começar a amolecer e sair naturalmente de dentro de mim, quando saiu senti como se tivesse arrancado um pedaço, passei a mão por ele e levei um susto, estava enorme, e nem se fechava mais por completo fazendo com que a porra escorresse e caísse no lençol formando uma poça. Ele de maneira bruta me pegou pelos cabelos e forçou minha cabeça contra a poça de porra, falando para eu engolir e não desperdiçar nada, fiquei com nojo mas não tinha forças pra lutar contra e só fiz oque ele pediu e desabei na cama.
Acordei no outro dia com meu celular tocando, era meu namorado, já eram 11:30 da manhã, tinha perdido toda a primeira parte do dia de seminário, meu corpo inteiro doia, Neto não estava mais lá, só deixou um bilhete, dizendo que iria voltar pra Curitiba e que queria me enrabar várias outras vezes. Decidi ficar no quarto, tentar me recuperar do estrago e me bateu um sentimento de arrependimento, estava toda destruída, meu cuzinho provavelmente nunca mais iria se recuperar e tinha traído meu namorado com um de seus amigos, mas logo esse sentimento se esvaiu e acabei batendo uma lembrando da enrabada maravilhosa que levei.
Após o fim do seminário no sábado optei por voltar de ônibus para Curitiba, não sabia se já estava recuperada e preparada caso fosse o Neto que viesse me buscar.
Passou-se uns 15 dias dês do seminário, era um domingo estava em casa assistindo um filme com meu namorado, quando o Neto liga para ele por chamada de vídeo, viu que eu estava junto de Matheus, achei q ele fosse fazer alguma piadinha ou algo do tipo mas não fez nada, falou rapidamente sobre um assunto aleatório e desligou, logo em seguida cai uma mensagem no celular do meu namorado, rapidamente olhei, meu namorado não percebeu que eu estava prestando atenção na notificação, que era do Neto no dito grupo que eles mandavam putaria, era um vídeo com a legenda “rapaziada, até que enfim encontrei uma putinha no Tinder que aguentou no cuzinho”. Vi que meu namorado viu, mas não percebeu que eu vi, disse que iria fazer uma pipoca e levou o celular junto, alguns minutos depois voltou e continuamos vendo o filme, após uns instantes ele foi no banheiro e deixou o celular, na hora já peguei e abri o grupo, e dito e feito o vídeo era dele me enrabando, não mostrava meu rosto, só mostrava ele socando até o talo no rabo, meu namorado já tinha visto mas nem desconfiou que ali de 4 levando ferro no rabo era sua namoradinha.
O relato ficou longo porque eu lembro demais desses fatos e ainda me dá um tesão desgramado, vou anexar umas fotos tiradas do vídeo que ele mandou no grupo