Capítulo 6: A festa
Lucas estava cada vez mais preso a mim, e eu adorava isso. Depois que me deixou foder o cu dele no hotel, gozando dentro e lambendo tudo depois, eu sabia que ele estava pronto pra qualquer coisa. Aos 20 anos, com meus seios GG, bunda redonda e pernas torneadas, eu tinha aquele homem de 53 anos, grisalho, com um pau de 18 cm, comendo na minha mão. Quando sugeri irmos a uma festa privada num loft, uns amigos sempre faziam esse tipo de festa, algo “mais liberado”, ele não hesitou. “Se você vai estar lá, eu topo,” disse, com os olhos verdes brilhando de tesão. Eu sorri, sabendo que a noite seria um espetáculo de sexo, desejo e putaria.
Lucas passou pra me buscar umas 10 horas, fomos tomar umas cervejas, nos beijamos longamente, e o tesão entre nós já era palpável. Chegamos ao loft à meia-noite, o lugar lotado, luzes neon azuis e rosas piscando, o ar cheirando a suor e perfume. Eu usava um vestido preto colado, sem calcinha, meu pênis preso contra a coxa, os seios quase pulando do decote. Lucas estava de camisa preta, o peito peludo aparecendo, o pau já marcando a calça. Foi aí que a vi: Clara, uma ruiva de uns 30 anos, curvilínea, com seios médios e uma bunda farta, num vestido vermelho que gritava sexo. Ela nos olhou, sorriu, e eu soube na hora que seria ela e acho que ele também soube.
“Quer se divertir com a gente?” perguntei, direta, e ela riu, se aproximando. “Com vocês dois?” Perguntou mordendo os lábios, respondi com um aceno “Claro, vamos brincar” respondeu, a voz rouca. Puxei Lucas e Clara pra um canto do loft, uma área com sofás de couro e um tapete macio, a luz neon refletindo na nossa pele. “Vamos brincar, velho,” sussurrei pro Lucas, e ele me beijou, a língua com gosto de uísque, enquanto Clara se ajoelhava na nossa frente abrindo a calça de Lucas.
Clara e eu caímos de boca no pau de Lucas, que já estava duro, 18 cm, veias pulsando, a cabeça rosada brilhando. Minha língua lambia um lado, a dela o outro, o som molhado dos nossos lábios enchendo o ar. Eu engolia a cabeça, a garganta apertando, enquanto Clara chupava as bolas, o saco pesado na boca dela. Lucas gemia, a mão no meu cabelo, puxando forte, o couro cabeludo ardendo. “Porra, suas safadas,” grunhiu, e eu sorri, a baba escorrendo pelo queixo, misturando-se com o gloss rosa, enquanto beijava Clara, o gosto de batom e pau misturado.
Tirei o vestido, meu pênis pulando livre, duro e brilhante, e Clara arregalou os olhos surpresa, mas sorriu, excitada. “Quero essa buceta,” Lucas disse, puxando Clara pro sofá. Ela se deitou, pernas abertas, a buceta molhada brilhando sob a luz neon. Lucas caiu de boca chupando e lambendo aquela buceta que já estava encharcada, então entrou nela com força, o pau desaparecendo, o som da pele batendo alto. Clara gemeu, e eu me posicionei na frente dela, bati com o pênis na cara. “Chupa,” mandei, e ela obedeceu, engolindo meu pênis, a boca quente e molhada. Eu gemia, os seios balançando, enquanto Lucas socava a buceta dela, o ritmo bruto. O som dos gemidos, da pele, do couro rangendo, era uma sinfonia. Minha mão agarrou o cabelo ruivo dela, puxando, e ela chupava mais fundo, a baba pingando nos seios.
“Quero mais,” disse Clara, ofegante, e eu sabia o que ela queria. Lucas saiu da buceta dela, o pau brilhando com os líquidos dela, e se posicionou atrás, lambendo o cu dela como fazia comigo, confesso que fiquei com um pouco de ciúmes. Ele Entrou devagar, o cu apertado engolindo o pau, e ela gritou, o rosto vermelho. Eu me abaixei, a língua na buceta dela, lambendo o clitóris, o gosto salgado me excitando. Minha língua girava, chupando com força, enquanto Lucas socava o cu dela, o som molhado misturando-se aos gemidos. “Goza, sua vadia,” provoquei, e Clara gozou, o corpo tremendo, a buceta pulsando na minha boca, o gozo escorrendo pelo tapete.
Mas eu queria mais. “Agora é minha vez,” disse, empinando minha bunda pro Lucas. Ele veio chupar meu cu, o lubrificante quente escorrendo, e entrou com força, o pau de 18 cm me preenchendo. Gemi alto, o som ecoando, enquanto me posicionava atrás de Clara, que estava de quatro. Cuspi no cu dela, espalhando com os dedos, e enfiei meu pênis, 23 cm, devagar, sentindo o aperto. Ela gritou, e eu comecei a socar, o ritmo sincronizando com Lucas fodendo meu cu. Era um caos de prazer, meu pênis batendo no cu dela, o pau de Lucas no meu, os seios balançando, o cabelo grudado na pele suada. “Fode, Sofia,” Clara gemeu, e eu puxei o cabelo dela, socando mais forte, o neon refletindo no gozo que pingava do meu pênis.
Estávamos no limite. “Quero gozar na cara dela,” disse Lucas, e eu assenti, saindo do cu de Clara. Ela se ajoelhou, o rosto vermelho, a boca aberta. Lucas masturbou o pau, a cabeça brilhando, e eu fiz o mesmo, meu pênis pulsando. Gozamos juntos, jatos grossos e brancos acertando o rosto de Clara — meus jatos fartos, quentes, cobrindo a testa, os lábios, o queixo; o sêmen de Lucas, denso, pingando no nariz e na boca. Ela gemeu, o rosto brilhando, o gozo escorrendo pelo pescoço. Me abaixei, lambendo o rosto dela, o gosto salgado dos nossos sêmens se misturando na minha língua. Beijei a boca dela, a língua girando, compartilhando o gozo, enquanto Lucas nos olhava, ofegante, o pau ainda meio duro.
Caímos no sofá, os corpos suados, o cheiro de sexo e gozo no ar. “Vocês são loucos,” Clara disse, rindo, limpando o rosto. Eu sorri, olhando pro Lucas, que parecia exausto, mas com um brilho nos olhos. “Gostou, velho?” provoquei, e ele puxou-me pra um beijo, o gosto do gozo ainda na minha boca. A noite terminou com nós três rindo, os corpos colados, sabendo que tínhamos cruzado mais um limite.
