Como meu neto comeu sua mãe

Um conto erótico de velhasafada
Categoria: Heterossexual
Contém 2250 palavras
Data: 14/01/2026 08:08:14

Ser uma velha safada pode nos trazer muitas surpresas inesperadas. E se meu filho foi uma escolha acertada pra ter um pouco de prazer incestuoso, meu neto foi uma grata surpresa, desde o começo.

Ele me surpreendia pela energia, pelo bom humor e um tesão que parecia nunca ter fim. E o safado nunca se cansava de me foder... ou, mais recentemente, o avô, que adorava ficar de quatro pro neto meter no seu cu. Outro dia fizemos uma pequena festinha, quando a Glória veio nos fazer uma visita. Nossa, e o garoto não fez feio e deu conta de duas velhas safadas!

Fico imaginando se a mãe dele descobrisse o que fazíamos quando ela não estava. E, por falar nela, uma ideia que o garoto não tirava da cabeça era aquela de seduzir sua mãe. Bem, quem era eu pra julgá-lo? Acho que todo garoto tem uma fantasia incestuosa de comer sua mãe. E, depois de algum tempo, e de tantos conselhos e dicas, acho que acabei me esquecendo disso.

"Como andam as coisas entre você e sua mãe?", eu perguntei por acaso.

"Você não vai acreditar, vó!", ele me sorria.

"Conta de uma vez!"

E com uma carinha de sonho, ele começou a me contar o que aconteceu aquela semana. Aos poucos, ele foi ficando mais e mais ousado com a sua mãe. Primeiro, mostrando mais o corpo, revelando que ele não era mais um menino. Depois, ficando mais íntimo dela, como escovar os dentes com ela. Até dar um presente erótico.

"Ontem eu fui ver um filme com ela, no quarto dela", ele foi contando. "E no meio tinha umas cenas meio fortes, o que deixou ela meio sem jeito, de tá na cama comigo assistindo um filme com cena de sexo."

"Mas passou, depois até vimos o começo de um outro, daqueles da madrugada, que passam um depois do outro. Só que eu peguei no sono, e acho que ela também. Mas eu acordei no meio da noite, e vi que ela tava segurando a minha mão. Eu tava de conchinha atrás dela, e na hora acabei ficando de pau duro."

"Eu sentia a bunda dela e não conseguia evitar. Ela então soltou a minha mão e, nossa, vó, de repente ela começou a se tocar! Deve ter sido o meu pau roçando nela, porque ela tava batendo uma siririca!"

"Mas não ficou nisso! Ela se mexeu e eu fingi que tava dormindo. Até que ela se virou de frente pra mim, e colocou a mão no meu pau. Tava duro e eu só tinha vontade de gemer. Mas fiquei quieto."

"Depois ela tomou coragem de meter a mão por dentro do meu moleton. Vó, ela tava segurando o meu pau, e eu nem acreditava que ela tava batendo uma punheta em mim!"

"Eu tava quase gozando, e só queria gemer. Mas, ainda fingindo que tava dormindo, eu botei a mão no peito dela. E aí não teve jeito de segurar, e eu acabei gozando. Nossa, vó, eu gozei muito com a minha mãe batendo uma pra mim! E não deu mais pra fingir que tava dormindo."

"A gente se olhou e ela não sabia o que dizer. Eu ainda tava com a mão no peito dela, respirando ofegante, e ela também. Na hora que ela tirou a mão lambuzada de porra, eu pensei que ia sair correndo pro banheiro. Mas fiquei ali deitado, olhando pra ela."

"Acho que na hora eu nem pensei direito; eu só queria retribuir do mesmo jeito, aquilo que ela fez. Eu botei a mão no meio das pernas dela, e senti a buceta dela. Nossa, e como era macia! Depois meti a mão por baixo da camisola dela, por dentro da calcinha, e comecei a bater uma pra ela também."

"Acho que na hora ela nem acreditava! Mas começou a gemer baixinho, pra ninguém ouvir. E você nem imagina, vó, mas enquanto eu fodia ela com o dedo, ela não aguentou e começou a chupar os dedos, provando a minha porra!"

"Não sabia que a minha mãe era tão safada!"

"Deve ser de família!", eu sorri.

"Nossa, vó, ela não se continha! Mas começou a gemer baixinho, chupando os dedos!"

"E quando eu tirei a mão, também fiz o mesmo que ela, e comecei a lamber e chupar o dedo, provando o gozo dela. Eu disse a ela que era gostosa a xoxota dela, mas que tinha que provar mais pra ter certeza. Ela então sorriu bem safada e puxou de novo a camisola."

"Mas dessa vez eu não meti o dedo. E ela nem acreditou quando eu fui me ajeitando entre as pernas dela. Eu levantei a cabeça mais uma vez e então puxei a calcinha dela. Ela nem reagiu, e ficou olhando o que eu fazia. E eu nem acreditava, mas a buceta da minha mãe é muito linda! Ela mãe é igualzinha a você, vó, peluda e greluda, e eu comecei a beijar, chupar e lamber a buceta dela."

"Caramba, vó, ela meteu o travesseiro na cara e começou a gemer, enquanto eu chupava ela! E enquanto fodia ela com a língua, eu pegava nos peitos dela por baixo da camisola. Chegou num ponto que ela tava segurando a minha mão, mantendo nos peitos dela. Mas umas vezes ela não aguentava e levantava os quadris, forçando a buceta na minha cara. Foi uma delícia chupar a minha mãe!"

"E depois?", eu já tinha o dedo metido na calcinha.

"Depois disso, eu só podia dar o que ela queria."

"Eu me levantei e fiquei de joelho na cama. Nossa, mesmo depois de ter gozado eu ainda tava de pau duro! Ela tinha mesmo me deixado doidinho de tesão. E quando eu baixei o meu moleton, ela ficou olhando pro meu pau na cara dela."

"Desde aquela vez no banheiro, eu senti que ela tava doida pra pegar nele. E eu só perguntei se era aquilo que ela tava querendo ver. Mas ela não disse nada e pegou no meu pau e começou a bater uma pra mim. Não sei quanto tempo fazia que a minha mãe não pegava num pau, mas ela segurava forte. E, do jeito que tava, todo melado de porra, deslizava na mão dela gostoso."

"Ela então tomou coragem de estender a língua e lambeu a cabeça do meu pau. E quando ela me olhou daquele jeito de safada, eu quase chamei ela de puta e mandei ela mamar de uma vez."

"Menino, isso não se faz numa primeira vez."

"Eu sei, vó. Você que me ensinou."

"Não é porque sua vó gosta disso que vai ter o mesmo efeito com tudo o que é mulher."

"Na hora eu me segurei, mas quando ela começou a me chupar eu quase não aguentei. Nossa, vó, minha mãe faz um boquete gostoso!"

"Isso não fui eu que ensinei a ela!", eu brinquei.

"Eu tava adorando foder a boca dela, mas antes que eu gozasse, ela não agüentou e precisou recobrar o fôlego. ’Calma, filho, tá muito afobado!’, ela sussurrava. ’Deixa comigo’, e ela me chupou por mais uns cinco minutos."

"Mas eu queria mesmo era ver os peitos dela. Na hora eu pensei que tava pedindo demais e ali era o limite dela, mas acho que eu tava muito enganado com a minha mãe, o tempo todo. E ainda bem, porque ela é muito gostosa, vó!"

"A gente tava sentado na cama, ela de camisola e eu de pau duro. A calcinha eu já tinha tirado, e pelo jeito como tava piscando o biquinho do peito dela, tudo o que a gente fez tinha mexido com ela. E quando ela puxou a alça da camisola e baixou, eu senti o meu pau pulsar na mão dela, mas ela largava de jeito nenhum."

"’A gente tá brincando de mostra o seu que eu mostro o meu?’", ela sorriu pra mim, enquanto eu pegava no peito dela. E quando eu pedi pra ela mostrar o outro, ala baixou a outra alça da camisola. Ela tem umas tetas lindas, vó, e eu ficava roçando o polegar no biquinho, só pra ver ela gemer. Mas ela sorriu pra mim de novo e disse brincando: ‘Sua vez!’"

"E como ela não largava o meu pau, eu só pude levantar os braços e tirar a camisa. Aquilo tava começando a parecer um strip poker. Mas eu tava adorando! Então chegou a vez dela. E como agora só tinha a camisola pra ela tirar, eu pensei que a brincadeira terminava ali. Mas ela me surpreendeu de novo."

"Ela só tirou a mão do meu pau pra pegar na barra da camisola e puxar pra cima, levantando os braços e tirando pela cabeça. Caramba, vó, ela tava peladinha na minha frente, e eu na hora congelei!"

"Eu sonhei tanto com aquilo, e na hora eu não sabia o que fazer. Foi preciso ela pegar na minha mão e levar no peito dela. Eu nem acreditava que ela queria que eu tocasse nela. E não só isso, ela me queria do mesmo jeito que ela tava, e começou a tirar a minha calça de moleton."

"Se um dia eu sonhei com a minha mãe nua na minha frente, acho que eu não esperava tanto. Ela me olhava de pau duro e eu não sabia o que fazer, vendo como isso deixava ela excitada. E como ela já tinha o que queria, dali pra frente eu resolvi fazer o que ela queria, do jeito que ela queria."

"Claro que era uma fantasia minha, mas acho que talvez também fosse uma fantasia dela. E eu só queria realizar pra ela. Na hora não pensei em mais nada, nem camisinha, nem no meu pai."

"Eu deitei por cima dela e ela foi abrindo as pernas, com meu pau na entradinha da xoxota dela. Nossa, vó, ela tava tão molhada que quando eu meti eu nem senti, e já tava todinho dentro dela. Na hora ela soltou um gemidinho fraco, e agarrou a minha bunda enquanto eu fodia ela."

"Acho que já fazia algum tempo que a minha mãe não trepava, porque pela força que ela fazia me puxando, parecia que ela queria muito o meu pau dentro dela. Nossa, eu fodi muito ela aquela noite, vó! Eu bombeava dentro dela, mandando ver. E ela queria mais, com as pernas em volta de mim e gozando sem parar!"

"Não sei por quanto tempo a gente ficou naquela foda, mas teve uma hora que ela fez uma coisa que ainda não tinha feito a noite toda. Não sei se pra uma mãe isso é um tabu mais forte do que abrir as pernas e deixar um filho te foder, mas ela ainda não tinha me beijado."

"Foi a primeira coisa que eu fiz com seu tio!", eu lhe confidenciei.

"Acho que pra ela isso era uma coisa especial, que significava mais do que tesão. E numa hora que eu acariciei o rosto dela, isso foi como apertar o botão certo. Ela puxou o meu rosto e colou a boca na minha, de um jeito que eu nunca imaginei beijar a minha mãe."

"Quando eu senti ela enfiar a língua na minha boca eu fiquei louco. Acho que aquilo ligou o meu 220, porque eu comecei a foder ela com mais força ainda. E de repente eu não aguentei mais ficar de beijinho de namorado; eu queria chupar a língua dela, e deixar que ela chupasse a minha."

"Daí eu comecei a chupar ela toda, e fui descendo da boca pelo queixo, pelo pescoço. Até parar no peito dela, que eu chupava feito um neném. Nossa, vó, é muito bom chupar o peito dela! E eu mamei muito! Até umas mordidinhas de leve nos mamilos dela eu dei, deixando ela maluquinha."

"Eu só queria ter aguentado mais tempo, mas acho que fiz ela gozar bastante. E quando eu gozei dentro dela foi a melhor coisa do mundo. Nem sei se ela ainda pode engravidar, mas eu enchi muito ela de porra. Nunca gozei tanto!"

"No final, eu fiz o mesmo que eu faço quando eu tô com você, vó. Eu abri as pernas dela e chupei muito a buceta dela. Acho que ninguém nunca fez isso com ela, pelo menos pelo jeito como ela gemia e me agarrava pelo cabelo. Depois eu levantei e levei na boca dela um pouco do gozo misturado de nós dois. Nossa, meu novo tesão agora é gozar na boca dela! Acho que ela ficou viciada na minha porra."

"Depois, a gente dormiu de conchinha, do mesmo jeito que antes; só que dessa vez a gente tava sem roupa em baixo do lençol. Mas de madrugada eu ainda perdi o sono e fodi ela de novo, dessa vez por trás. E de manhã cedo, antes dela levantar pra ir trabalhar, a gente fez de novo. Caramba, vó, tô fissurado nela!"

"Calma, menino!", eu tentava segurar o fogo dele.

É claro que, depois que o meu neto terminou de relatar a sua pequena aventura com a mãe de madrugada, eu tava tão excitada que fiz ele botar o pau pra fora e chupei muito... até ele gozar na minha boca.

"Sua mãe tava certa, amor!", eu sorria pra ele. "Sua porra é mesmo uma delícia!"

Naquela noite, a minha curiosidade me fez levantar e ir de fininho até o quarto da minha filha. Gente, se eu me considerava uma velha safada, descobri que a minha filha não ficava nada atrás. Depois eu conto tudo o que eu vi.

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