Feriado Prolongado - Parte VI

Um conto erótico de Lucas
Categoria: Grupal
Contém 2266 palavras
Data: 14/01/2026 03:21:20

Atenção, o capítulo abaixo e o próximo irão conter cenas bissexuais entre os homens dos contos. Caso não goste deste tipo de conteúdo, sugiro não seguir lendo o conto.

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O sol da tarde ainda batia forte na piscina interna, vapor subindo da água quente, corpos nus brilhando com gotas e suor. O tesão tava no ar, pesado, depois das brincadeiras de chupar Luana vendada. As meninas se beijavam na água, peitos colados, mãos descendo pelas costas, e eu e Gabi encoxando por trás, paus duros roçando as bundas delas. Ninguém falava em parar — o dia tava pedindo mais.

Mari se afastou do beijo com Luana, olhou pra mim por cima do ombro, voz rouca:

— Vamos pro sofá? Aqui tá bom, mas aqui as coisas estão um pouco limitadas.

Luana assentiu, gemendo baixo quando Gabi apertou a bunda dela.

— Vamos… Tô louca pra sentir mais.

A gente saiu da piscina sem se secar direito, água escorrendo pelos corpos nus, pingando no piso de madeira. A sala tava ali do lado, lareira apagada, mas o ar ainda quente do dia. Caímos no sofá de couro macio, molhados mesmo, lençóis da noite anterior embolados no chão.

Luana não perdeu tempo e puxou Mari pra cima dela.

— Você me deixou com vontade de chupar buceta, vem aqui vem....

Ambas deitaram no sofá, Mari por cima, buceta na cara da Luana, boca na buceta dela. Começaram a chupar devagar, línguas rodando nos grelos inchados, gemidos que eram abafados, peitos se esfregando, mãos apertando as bundas e abrindo pra língua entrar mais fundo.

Eu e Gabi ficamos olhando, paus duros pulsando no ar, pré-gozo escorrendo. Gabi riu rouco:

— Porra, brother… isso é melhor que qualquer pornô.

Eu assenti, já batendo uma leve punheta.

— Vamos entrar nessa.

A gente foi pros lados delas. Eu me ajoelhei atrás da Mari, pau roçando a bunda dela enquanto ela chupava Luana. Meti devagar na buceta da Mari, sentindo ela apertar forte ao redor do meu pau. Ela gemeu na buceta da Luana, vibrando o grelo dela.

Gabi fez o mesmo com Luana, metendo nela enquanto ela chupava Mari. Os gemidos viraram um caos: Mari e Luana se contorcendo no 69, nós dois bombando devagar, trocando olhares cúmplices por cima delas.

— Topa trocar? — perguntou Gabi, voz grossa.

— Bora — respondi.

A gente trocou: eu fui pra Luana, Gabi pra Mari. Meu pau entrou na buceta da Luana devagar, sentindo o aperto diferente, mais quente. Ela gemeu alto na buceta da Mari. Gabi metia na Mari, apertando a bunda dela.

As meninas gozaram assim, gemendo alto na boca uma da outra, corpos tremendo. A gente continuou bombando, mas sem gozar ainda — o álcool e o cansaço da noite anterior ajudando a segurar.

Elas se separaram do 69, ofegantes, e Mari puxou Luana pra ficar de quatro no sofá, lado a lado. Bundas empinadas, bucetas inchadas e molhadas brilhando.

— Vem, meninos… — disse Mari, olhando pra trás.

Eu e Gabi nos posicionamos atrás. Eu meti na Mari primeiro, Gabi na Luana. Bombando forte, mãos nas bundas, gemidos enchendo a sala. Troquei depois: fui pra Luana, Gabi pra Mari. O pau entrava e saía fácil, molhado, o barulho de pele contra pele misturado com os gemidos delas.

Quando percebia que estava próximo de gozar, sugeria a troca para que fizesse uma pequena pausa, acho que a estratégia estava funcionando e as meninas gemiam cada vez mais.

Mari e Luana se beijavam de lado, mãos se tocando, apertando peitos uma da outra enquanto eram fodidas. Era uma verdadeira suruba: trocas rápidas, beijos entre as garotas, mãos por todo lado. Eu beijei a boca da Luana enquanto metia nela, Gabi chupava o pescoço da Mari.

No auge, Luana olhou pra Mari, voz tremendo:

— Amiga… depois de ver você ontem, quero tentar o cu. Mas… quero o Lucas sendo o primeiro hoje. E quero os dois ao mesmo tempo. Você deixa amor?

Gabi arregalou os olhos, pau pulsando dentro dela.

— Sério, amor? Você quer dupla penetração? Acho que é justo, ontem eu comi o cu da Mari...

Meu pau pulsou na hora pensando na possibilidade de comer o cu de Luana, apesar dela não ser virgem do cu, era como se fosse, Mari se empolgou na hora, gemendo enquanto Gabi metia nela.

— Vai, Lu! É delícia, você vai amar.

Luana assentiu, corpo tremendo de tesão e nervoso.

Gabi se deitou no sofá, pau duro apontando pro alto. Luana montou nele devagar, buceta engolindo o pau dele, gemendo baixo. Mari foi por trás dela, abrindo as nádegas da Luana com as mãos, expondo o cuzinho rosado e apertado. Inclinou-se e chupou o cu dela devagar, língua rodando o anel, enfiando a pontinha pra lubrificar.

— Ah… Mari… isso… — gemeu Luana, rebolando no pau do Gabi.

Mari enfiou um dedo devagar no cuzinho dela, depois dois, abrindo com cuidado, cuspindo pra lubrificar mais. Luana gemia alto, corpo tremendo.

Enquanto isso, eu me sentei na borda do sofá, pau duro na cara da Luana. Ela pegou na mão, lambendo a cabeça devagar, deixando ele todo babado de saliva, chupando forte pra preparar.

— Isso, Lu… deixa ele bem molhado pro teu cuzinho — disse Mari, ainda dedando o cu dela.

Mari parou, olhou pra mim.

— Tá pronta, amor. Vem devagar, mas acaba com essa putinha.

Eu me posicionei atrás da Luana, meu pau babado encostando no cuzinho dela. Empurrei devagar, mas tava difícil — o anel apertado resistindo. Luana teve medo, corpo tenso, mesmo com o tesão.

— Ai… devagar… tá doendo um pouco… — murmurou ela.

Gabi chupou os peitos dela, lambendo os mamilos duros, pra distrair. Mari passou as mãos nos peitos do Gabi e da Luana, apertando, chupando o outro peito da Luana.

— Relaxa, amiga… respira fundo… — sussurrou Mari, beijando o pescoço dela.

Luana relaxou um pouco, gemendo. Nos movimentos de ir pra frente, o pau do Gabi desencaixou da buceta dela. Eu mesmo peguei e recoloco, sentindo o pau dele quente na minha mão por um segundo. Gabi olhou pra mim por cima do ombro da Luana, com um sorriso cúmplice. Mari viu e deu uma risadinha baixa, mas ninguém comentou. Luana, no tesão, só sentou de novo.

— Tenta mais uma vez… — pediu ela, voz tremendo.

Empurrei devagar, dessa vez a cabeça passou. Luana deu um gemido alto:

— AI MEU CU CARALHOOOOO, ESPERA UM POUCO!

Fiquei parado, pau latejando dentro dela, sentindo o aperto insano na cabeça do meu pau. Ela respirou fundo, relaxando devagar, depois começou a se mexer sozinha, rebolando levemente, abrindo mais a bunda com as mãos e jogando o corpo aos pouco para trás.

— Ah… isso… tá entrando… — gemeu ela, acelerando.

Eu estava parado, Gabi metia por baixo, sincronizando, os dois paus enchendo ela ao mesmo tempo. Mari assistia, masturbando a própria buceta, gemendo baixo.

— ISSOOO... AHHHH... FODEE... MINHA BUCETA... MEU CUUUU... QUE DELICIAAAAAAA — gemia ela, acelerando cada vez mais.

Logo ela mesma aumentou o ritmo e eu me empolguei, demorou um pouco mas conseguimos sincronizar. Para quem sempre reclamou de sexo anal, Luana estava fazendo uma atuação digna de um Oscar Pornô dando o cu e a buceta ao mesmo tempo.

O ritmo aumentou, gemidos altos, corpos suados.

Luana gozou forte, senti o cuzinho dela apertando meu pau, dava para sentir a buceta pulsando no pau do Gabi e escorrendo pelas minhas bolas e coxas do Gabi.

— Aiii… eu to gozando… pooorraaaa... com dois paus… porra... caralhoooo!

Eu e Gabi não estávamos aguentamos mais. Mari falou que queria leite também, e se ajoelhou no chão, Luana não perdeu tempo e ficou ao lado dela. Gozamos juntos, jatos quentes na cara delas, escorrendo pelos lábios, pingando nos peitos, caiu no cabelo, no sofá, foi uma verdadeira bagunça.

Elas se beijaram devagar, lambendo a porra uma da outra, depois se viraram pra nós, beijando nossas bocas. Senti um misto de gosto de porras e bucetas na boca da Mari, mas sinceramente não ligava — o tesão era maior que tudo, meu pau não tinha diminuído um milímetro após a gozada e o do Gabi também não.

— Tô me sentindo uma verdadeira vagabunda, dessas mais bartas possíveis. — disse Luana.

Realmente era digno de um filme pornô, do mais clichê possível, mas foda-se, o tesão estava no talo e ninguém estava nem aí.

Mari se levantou devagar, olhando pra gente.

— Amiga, você arrasou, mas agora bora pra um banho? Todos juntos.

O banheiro do chalé era espaçoso pra um lugar de montanha, aqueles banheiros de casa antiga, mas com quatro pelados era apertado pra caralho.

O vapor subia do chuveiro grande, água quente caindo forte, espelhos embaçados, azulejos quentes sob os pés. Entramos os quatro, rindo baixo, corpos ainda suados e brilhando do sexo na sala. Ninguém falou em dividir turno ou quem ia primeiro — só entramos, como se fosse a coisa mais natural do mundo.

A água caiu em cascata, molhando tudo. Eu entrei primeiro, seguido de Mari que ficou no centro comigo eu atrás dela, Gabi atrás da Luana. Era um sanduíche das meninas. As mãos começaram a passear devagar: eu ensaboando as costas da Mari, espuma escorrendo pelos peitos dela, dedos roçando os mamilos duros de leve. Ela virou o rosto, me deu um beijo lento, língua tocando a minha, gosto de cerveja, vinho e sexo misturado. Minhas mãos desceram pela barriga dela, sabão escorrendo até a buceta inchada, lavando devagar, sentindo ela se arrepiar.

Gabi fazia o mesmo com Luana, mãos grandes ensaboando os peitos siliconados dela, polegar rodando nos mamilos. Luana gemia baixinho, encostando a bunda no pau dele, que já tava meia-bomba de novo. Ela virou, beijou o Gabi, depois esticou a mão pra Mari, puxando ela pro meio, rolando um beijo triplo, que era mais bochecha do que linguas.

Nessa hora acabamos rodando e trocando de posições diversas vezes, rolaram alguns beijos triplos, duplos, mas somente com as duas meninas e um de nós rapazes. Confesso que em determinado momento que estava sobrando quase pensei em um beijo quadruplo, mas me segurei, fiquei com medo das reações.

As meninas se abraçaram de frente, peitos colados, água escorrendo entre elas, mãos se tocando, ensaboando as costas uma da outra. Mari beijava o pescoço da Luana devagar, Luana respondia com um beijo na boca, línguas se encontrando de leve, sem pressa.

Eu e Gabi ficamos olhando, paus roçando de leve nas bundas delas quando nos aproximamos, mas nada direto — só o calor dos corpos, o vapor, as respirações pesadas.

Minhas mãos foram pros peitos da Luana, apertando devagar, sabão escorrendo. Gabi fez o mesmo com Mari. Nossos paus se roçaram por acidente em algum momento quando nos inclinamos mais, durante alguma troca, tentando achar espaço naquele box pequeno para os quatro, era pau duro no pau duro por um segundo, mas ninguém comentou — só continuamos lavando as meninas, mãos descendo pelas bundas, coxas, voltando pros peitos. Era um banho tranquilo, carinhoso, cheio de toques suaves, beijos leves, risadas baixas.

Mari sussurrou no ouvido da Luana:

— Tá gostando do banho coletivo, amiga?

Luana riu, beijando ela de novo.

— Tô adorando… nunca tomei banho com três pessoas.

Gabi riu rouco.

— Eu também não. O dia está cada vez melhor.

Eu beijei o pescoço da Mari, mão descendo pela barriga dela, lavando a buceta devagar.

— Melhor banho da vida.

A gente ficou assim um tempo, lavando uns aos outros, mãos passeando sem pressa, paus roçando bundas, peitos colados, beijos trocados entre todos — eu beijei a Luana de leve, Gabi beijou a Mari, as meninas se beijando de novo. Nada de meter, nada de gozar — só carinho, entre namorados e amigos, talvez mais que amigos naquele momento, água quente lavando o suor e o resto da noite anterior.

Quando a água começou a esfriar, Mari desligou o chuveiro.

— Bora pro quarto? Tô morta.

Todo mundo concordou. Saímos pingando, pegamos toalhas grandes, mas ninguém se secou direito — só jogamos por cima dos ombros.

Inicialmente, cada casal foi pro seu quarto. Eu e Mari entramos no nosso, Gabi e Luana no deles. Mas mal fechamos a porta, Mari parou, olhou pra mim com um sorrisinho safado.

— Amor… e se a gente dormisse todos juntos hoje? A cama do quarto deles é king size também. Vamos invadir?

Eu ri, meu pau que estava meia bomba após a gozada, já dava pequenos solavancos de vida apesar do cansaço.

— Você que manda, safada.

Ela pegou minha mão, me puxou pelo corredor. Bateu na porta do quarto deles, entrou sem esperar resposta.

Gabi e Luana tavam lá, já deitados, lençol na cintura. Gabi ergueu a cabeça.

— Que foi?

Mari sorriu, puxando o lençol deles.

— Bora dormir todos juntos? A cama cabe, e a gente já tá acostumado com proximidade.

Luana riu, abrindo espaço.

— Entra aí, Mari. Vamos fazer bagunça.

A gente entrou. A cama king size era grande o suficiente pros quatro, com espaço pra se mexer. Mari se jogou no meio, eu do lado dela, Gabi do outro lado, Luana fechando. Corpos nus colados de novo, braços e pernas entrelaçados, calor humano misturado.

Apesar de tudo, Mari se aninhou no meu peito, mão na minha barriga.

— Boa noite, galera… ou bom dia, sei lá.

Gabi riu baixo.

— Boa noite. Ou bom dia. Tanto faz.

Luana se aconchegou no Gabi, mão no peito dele.

— Melhor feriado da vida.

Eu beijei a testa da Mari.

— E ainda tem mais um dia inteiro…

A gente riu baixinho, o cansaço venceu a gente e realmente dormimos. A cama virou um emaranhado de corpos quentes, respirações sincronizando devagar. Ninguém falou mais nada — só o som da serra lá fora, vento nas árvores, e o calor dos quatro juntos.

Dormimos assim, pelados, abraçados, sabendo que o feriado ainda não tinha acabado e que, quando acordássemos, ia ser tudo de novo.

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