Os planos iniciais pro dia eram curtir outra trilha na mata, explorar mais a serra com aquela vista louca de montanhas e cachoeiras escondidas. Mas depois da noite insana, ninguém tava a fim de esforço.
"Foda-se a trilha, vamos ficar aqui mesmo", disse Gabi, bocejando e esticando os braços pelado na cozinha. Todo mundo concordou na hora. A piscina nos chamava, com água quente, vapor subindo, e ainda tinha cerveja gelada no freezer, garrafas de vinho e frisante que as meninas trouxeram, além de carne pra churrasco que sobrou.
Fui acender a churrasqueira na área externa, coloquei só um avental por cima — daqueles de cozinha, curto, que mal cobria o pau e deixava a bunda toda de fora — para se proteger e não me queimar. O sol batia gostoso, ar fresco da serra misturado com o cheiro de carvão. Minha bunda pelada foi logo motivo pra piadas.
— Olha o chef bundão! — zoou Gabi, rindo alto enquanto saía pelado atrás de mim.
Luana assobiou.
— Que bunda gostosa, Lucas. Rebola aí pra gente ver.
Mari piscou, tomando um gole de frisante.
— Ele sabe rebolar, meninas. Mostra, amor.
Dei uma leve rebolada de brincadeira, sentindo o avental subir, pau balançando por baixo. Todo mundo riu, mas o clima tava leve, sem forçar — só que a tensão sexual pairava no ar, como uma eletricidade sutil. Os olhares demoravam um segundo a mais nos corpos nus, toques casuais viravam carícias, e o tesão da noite anterior ainda latejava em todo mundo.
Começamos a beber de novo. As meninas no vinho e frisante, eu e Gabi na cerveja gelada. O churrasco foi saindo aos poucos: picanha na grelha, linguiça, coraçãozinho, queijo coalho derretendo.
Sentamos na beira da piscina, pés na água quente, conversando sobre bobagens no começo — o tempo perfeito, planos pro almoço —, mas logo o papo deslizou pra picante, como sempre.
Gabi foi o primeiro a tocar no assunto, tomando um gole de cerveja.
— Meninas, os beijos de ontem… caralho, foi quente pra porra.
Luana corou um pouco, mas riu, boiando na piscina com os peitos flutuando.
— Foi sim. Eu já beijei algumas meninas em balada, tipo brincadeira bêbada, mas não me considero bi. Foi só diversão.
Mari assentiu, nadando até ela e dando um selinho rápido de brincadeira.
— Mesma coisa aqui. Beijar garota é gostoso, mas prefiro pau. Confesso que já me masturbei algumas vezes assistindo um pornô lésbico, mas nunca tive vontade... Mas ontem… nossa, com vocês olhando, ficou melhor ainda.
Gabi riu, dando outro gole na cerveja.
— Vocês duas se beijando foi o melhor pornô da vida. Eu e Lucas ficamos loucos.
O papo virou pras experiências sexuais. Mari perguntou pra gente:
— E vocês, meninos? Já tiveram alguma experiência bi?
Gabi coçou a barba rala, rindo envergonhado.
— Quando moleque, toquei punheta com um primo. Nada de se tocar, só no mesmo quarto vendo vídeo no xvideos aleatório. Gozamos olhando pro teto, rindo depois. Nunca mais tocamos no assunto. Eramos só dois adolescentes no auge da puberdade querendo gozar pra qualquer coisa.
Todo mundo riu, mas o clima esquentou um pouco mais. Eu dei de ombros.
— Eu não tenho vontade específica, mas se rolasse em algum momento de muito tesão… não sei se recusaria. Tipo, com o clima certo, vai saber.
Mari piscou pra mim.
— Interessante, amor… anotei mentalmente.
Luana riu.
— Vocês são uns safados.
O papo seguiu pro silicone da Luana. Gabi elogiou:
— Amor, seus peitos são perfeitos. Mas conta, como foi a cirurgia?
Luana flutuou de barriga pra cima, peitos boiando.
— Foi tranquilo. Doeu um pouco depois, mas valeu. Agora todo mundo quer apertar.
Mari riu.
— Verdade. Bora comparar?
Houve um momento em que todos apertavam os peitos da Luana e da Mari, sentindo a diferença.
Os peitos naturais da Mari macios, balançando naturais, mamilos duros na mão. Siliconados da Luana firmes, empinados, mas ainda sensíveis — ela gemia baixinho quando apertavam o mamilo.
— Olha a diferença… o da Mari é mais macio — disse Gabi, apertando com carinho.
Luana gemeu:
— Ah… Caralhoo...
Dava pra perceber todo mundo começando a ficar com tesão de novo. Os bicos dos peitos das meninas cada vez mais durinhos e arrepiados. As bucetas brilhando na água, molhadas não só da piscina. Nossos paus ficando em riste, meia-bomba subindo devagar.
Mari apertou o peito da Luana, depois o dela própria.
— O silicone fica mais firme, mas o natural balança gostoso. Olha…
Ela balançou os peitos, rindo, e todo mundo olhou.
O churrasco continuou, mas o tesão tava crescendo. Eu ficava encantado como tudo fluía naturalmente, não era algo forçado, não era algo combinado, mas todos estávamos na mesma sintonia. Bebidas fluindo, toques virando apertos, olhares fixos nas bucetas molhadas e nos paus duros. Luana saiu da piscina, água escorrendo pelo corpo nu, e sentou na borda, pernas abertas de leve.
— Que calor galera..
Gabi se aproximou, pau duro roçando na coxa dela.
— Quer resolver agora, amor?
Luana riu, mordendo o lábio, olhando pro pau dele brilhando dentro da água.
— Quero… mas vamos brincar um pouco primeiro. Que tal uma brincadeira?
Gabi ergueu a sobrancelha, sorriso safado.
— Tipo o quê?
— Quero experimentar os dois, não igual a Mari, mas eu quero. Me vendem e me chupem. Vocês dois. Eu adivinho a ordem. Quero saber a diferença.
Todo mundo ficou ansioso na hora com a ousadia de Luana. Mari piscou, animada.
— Adorei! Eu cronometro.
Gabi riu.
— Vamos nessa. Mas sem trapacear, hein, Lu.
Luana assentiu, já abrindo as pernas mais na borda da piscina, a buceta brilhando com água da piscina e da sua lubrificação.
Mari correu pelada pra fora da piscina, pegando uma camiseta velha pra vendar.
— Pronto! Regras: 1 minuto cada, duas vezes cada um. Depois você adivinha a ordem. Sem mãos, só boca. E Lu, não pode se mexer ou tocar neles.
Vendou Luana com a camiseta, cobrindo os olhos dela bem. Luana riu nervosa, pernas tremendo de leve, buceta exposta, brilhando.
Gabi fez sinal pra eu ir primeiro. Me aproximei devagar, próximo da borda, beijei a parte interna da coxa dela, sentindo o gosto de piscina misturado com o suor doce. Subi devagar, língua roçando a buceta lisa, lambendo o grelo inchado. Luana gemeu baixo, quadril se mexendo de leve.
— Ah… isso… — sussurrou ela.
Mari cronometrava na piscina, 1 minuto eterno. Chupei devagar, língua rodando no grelo, sentindo ela molhar mais. Era um gosto adocicado, mas forte, dava água na boca e vontade de ficar saboreando por horas, mas eu só tinha um minuto. Na verdade, minha real vontade era abrir ela inteira e meter o pau ali, mas segurei.
Deu o tempo. Gabi foi, chupando ela devagar, gemidos dela aumentando. Ele já conhecia os atalhos, o que ela gostava.
Luana gemia cada vez mais alto. Dava pra ver a respiração pesada, peito subindo e descendo rápido.
Quando deu o tempo pra voltar pra mim, Mari fez sinal de silêncio e foi no meu lugar. Eu e Gabi ficamos quietos, olhando a cena: Mari entre as pernas da Luana, língua lambendo devagar. Luana gemeu diferente, quadril arqueando.
— Ah… isso tá… diferente… — murmurou ela, entre gemidos.
Todos demos risadas baixas, tentando fazer silêncio. Mari chupava suave, língua rodando no grelo, Luana se contorcendo.
Deu o tempo, Gabi voltou e chupou de novo.
Quando acabou, Mari mandou ela esperar um pouco e tirar a venda. Luana tirou, piscando pros olhos se acostumarem.
— Fui primeiro o Lucas, depois Gabi… mas a terceira foi diferente, mais suave… parecia que não era o Lucas.
Todo mundo rachou o bico. Mari se acusou, rindo:
— Fui eu, amiga! Não aguentei de vontade e quis experimentar também.
Luana não acreditou, olhos arregalados.
— Sério? Você me chupou?
Mari assentiu, ainda rindo.
— Sério. Não resisti e fiquei com vontade de experimentar. Se duvida me dê um beijo e sinta o gosto da sua buceta na minha língua.
Já puxou Luana pra dentro da piscina, as duas se beijaram empolgadas, línguas se tocando, corpos colados na água quente. Eu fui pra trás de Mari, Gabi pra trás de Luana, beijando os pescoços delas devagar, mãos descendo pelas costas, apertando as bundas.
O beijo delas esquentou, gemidos baixos, peitos se esfregando na água. Meu pau duro roçando a bunda da Mari, Gabi encoxando Luana. O clima tava gostoso, leve, mas o tesão subindo devagar, como uma onda que ninguém queria parar.
Mari se afastou do beijo, olhou pra mim por cima do ombro e puxou Gabi para um beijo enquanto eu ia pra cima de Luana, por cima do ombro de Mari, que também não perdia tempo enquanto beijava Gabi.
A sensação era diferente, estávamos alcoolizados, mas não tão bêbados quanto ontem e agora o dia estava mais claro. O beijo de Luana era mais selvagem, como se ela tivesse beijando a última pessoa da vida dela. Senti a mão dela indo em direção ao meu pau de forma tímida que estava prensado entre nossos ventres.
— Prontos pro próximo round?
Luana riu, saindo dos meus braços e beijando o pescoço de Mari.
— Eu tô…
A piscina virou nosso playground, e o dia tava só começando.