Romance na sala dos professores

Um conto erótico de Mira
Categoria: Heterossexual
Contém 1989 palavras
Data: 13/01/2026 14:21:17
Assuntos: Heterossexual

Arranjei um emprego para dar aula de artes para crianças do primário, não gosto de crianças e muito menos de artes, mas é preciso pagar contas e bancar a vida de uma mulher de 28 anos e gostos refinados. Logo no meu primeiro dia eu tenho certa dificuldade de estacionar graças a uma motocicleta muito mal parada, eu jurei mentalmente que estava enviando uma praga para o dono do veiculo e autor de tamanha escatologia automobilística, o dia já começa bem, não é mesmo?

Ao entrar na sala da diretora sou apresentada para toda equipe pedagógica, uma moça muito simpática com ares de tia legal me leva para conhecer os demais professores na "nossa" sala, coloquei aspas porque a Luiza colocou também e deu uma piscadinha, naquele momento eu não imaginaria outro uso para sala que justificasse aquilo, mas minha inocência estava a três passos de acabar. Na salinha dos professores estavam alguns de meus colegas e no canto perto da cafeteira estava o ilustre professor de física, Cassiano, um moreno careca, com os braços tatuados, óculos de grau e bem forte, o que poderíamos chamar de gostoso, mesmo com uma camisa branca e calça jeans comuns não conseguia disfarçar seus atributos entre eles o mais proeminente, uma aliança dourada na mão esquerda.

Fiz amizade com Monique a professora de português que sussurrou no meu ouvido de forma jocosa que o apelido de Cassiano era Snape, os alunos diziam que ele era carrasco e levemente depressivo, eles atribuíam o mau humor e a rigidez em sala a uma vida sexual apática, eu ri e olhei para ele enquanto tomava café, acidentalmente ou talvez não uma expressão lasciva me escapou enquanto olhava aquele moreno gostoso com carinha de mandão, com uma mão forte que certamente enforcava muito bem estava nessa situação? Que judiação! Meus pensamentos direcionaram meu olhar para ele e ele no ar pegou a enxurrada de feromônios que eu emanava, viu minha expressão, era luxuria e ele reparou, em menos de 3h de convivência eu já estava olhando pro Cassiano com cara de tarada e ele mesmo que por um micronésios de segundo, retribuiu meu olhar, estamos a poucos metros do precipício moral que eu colapsei, bem na pica do Snape, que nem era tão rígido assim, estava precisando gozar mesmo, mas vamos por partes...

Cassiano não era simpático, mas adorava puxar assuntos e enveredar com discussões intermináveis na sala com os demais professores, certa feita eu fiz alguns biscoitos em casa porque além de professora eu também cozinho muito bem, resolvi oferecer alguns na rodinha de debate de Cassiano, esse por sua vez comeu um e encasquetou que precisava da receita, me afastou da roda me levando para mais perto da cafeteira, segurando meu braço e me arrastando, aquilo foi bruto e estranhamente natural, ele parecia um homem das cavernas arrastando a mulher pelos cabelos, simbolicamente claro, eu acho que ovulei naquele instante, Cassiano pegou o bloco de notas na bolsa e ficou me olhando, ele sabia o que eu senti? Acho que não, ele pareceu muito natural, mas aquela puxada de braço "inocente" dele me fez sentir tesão de verdade, antes era uma admiração boba, agora era desejo, mas antes ele iria precisar tirar aquele bambolê do dedo!

Eu passei a receita toda e ele ficava me fazendo perguntas e aos poucos os professores foram saindo, ele não tinha aula depois do recreio e nem eu e continuamos ali falando sobre o que poderíamos acrescentar nos biscoitos e entre esse assunto eis que eu solto a perola: Se quiser passa lá em casa um dia, eu faço uns fresquinhos pra você com açúcar de fava tonka. Por que eu disse isso? Não sei também, minha boca mexeu sozinha provavelmente comandada pela minha buceta que estava piscando muito enquanto conversava com aquele gostoso, que usava um perfume que também não me ajudava a me controlar, ele anotou o numero dele em um pedaço de papel e me deu, mandou adicionar no WhatsApp que ele iria naquele mesmo dia! Tudo bem que o comentário não foi tão despretensioso assim, mas ele atacou rápido demais, a gente nem teve tempo de conversar sobre nada, iria ser assim? Talvez fosse melhor, a ignorância muitas vezes é uma benção.

As 17:20 minha ultima aula com o terceiro ano, eu tinha cola colorida no cabelo e no meu vestido amarelo de camponesa, como os alunos falam, entrei na sala dos professores já vazia, na saída geralmente os outros professores se apressam, como não tenho ninguém a minha espera a não ser meus cactos, que são de baixíssima manutenção, eu me dediquei a me limpar, quando abro a porta certa que estaria sozinha, em silencio na porta estava Cassiano com uma flor amarela na mão, esse ato tão delicado me assustou um pouco, mas agora eu realmente estava curtindo, ele me estendeu a flor e me puxou pra ele com a mesma mão que me entregou a flor, me segurou pela cintura e me beijou, foi um beijo delicioso com algumas mordidas intercaladas e um sabor de adolescência e o proibido que é gostoso, quando soltamos do beijo ele falou: Vamos fazer biscoitos hoje meu amor? Eu não podia mais dizer que não, estava entregue e com os pneus arriados pelo professor chato de física que torturava os alunos.

Entrei no meu carro e ele no dele, ele me acompanhou até meu apartamento, chegando lá subimos de elevador nos beijando e rindo como namorados de longa data, ao entrar na minha casa eu fui logo jogando ele no sofá, sentei no colo dele e me entreguei aos beijos e caricias, Alexia fez a gentileza de tocar "Gorilla - Bruno Mars.mp3" e estávamos ali, ambos estranhos que convivem há seis meses no trabalho e agora enveredam uma trilha de paixão sórdida com muitos pedaços faltando, tudo isso me girou na mente mas o perfume amadeirado dele inebriava meus sentidos o toque dele era forte, firme, tinha um quê de animalesco, eu me deixei levar. Ele soltou meu cabelo com a mão direita e bagunçou meus cachos, me pegando pelo rosto para mais um beijo molhado e faminto, ele me olhava nos olhos enquanto me beijava, fazia expressões de prazer e isso estava me deixando louca, sem pensar muito deixei que ele afastasse minha calcinha rosinha de renda para o lado e me fodesse, ainda com roupa, sem nem olhar de perto, sem trocar muitas palavras, ele não sabia nem meu nome, que é Samira, mas todos me chamam de Mira. A foda mais estranha e envolvente que eu já tive sem duvidas, até o pau dele era diferente, era curvado para cima, como um anzol, eu sentada nele de frente senti que ele batia exatamente no meu ponto G, eu fechei os olhos quando senti isso e todas as minhas duvidas e questionamentos sumiram por um instante e eu só me concentrei que aquele era o pau mais gostoso da minha vida, uma quicada bem aproveitada e molhada, duas, três...o Cassiano me abraçou forte com um braço e puxou meu cabelo com a outra mão olhando firme nos meus olhos e soltou: Tô gozando! Na minha mente só passava: JÁ!?!? Aproveitei que ela estava pulsando forte eu dei mais três quicadas rápidas e também gozei molhando ele todo igual um chafariz, ele se assustou um pouco mas como estava gozando também seguimos o fluxo. Agora sim, passada a primeira onda de desejo fulminante o cérebro começou a voltar a pensar com mais de 2 neurônios, eu sentei no sofá do lado dele e o silencio inundou a sala, era uma mistura de satisfação e culpa, prazer e dor, gêmeos siameses emocionais em casos como o nosso, eu nunca tinha feito sexo com um desconhecido dessa forma, e pelo silencio e respiração acelerada do Cassiano acho que ele também não e vivia um dilema moral um pouco maior que o meu.

Cassiano se recompôs e se virou pra mim, pegou na minha mão e disse: Acho que precisamos conversar um pouquinho...

Eu disse: Não precisa se você não quiser, a gente pode seguir daqui e fingimos que nada aconteceu, por mim tranquilo! Cassiano não quis essa opção de jeito nenhum, ele disse que foi a melhor foda da vida dele e que faziam três anos que ele não transava, sim, os alunos estavam certos, ele era casado com uma mulher com problemas de saúde mental que ficou assim depois de receber o diagnostico de esterilidade após um aborto nos primeiros anos de casamentos, como ela é religiosa acredita que não existe motivos para o sexo, Cassiano não pensa em separação devido a saúde frágil da esposa, mas segundo ele depois de 6 meses sem sexo com a esposa ele começou a alucinar durantes determinadas madrugadas com uma mulher morena com o cabelo solto e bagunçado que quando surge no quarto senta em seu pau e extrai dele toda porra acumulada e incrivelmente eu me parecia com essa mulher demoníaca que aliviava as noites frias do nosso professor Severus Snape.

Já havia sido chamada de demônio, mas em contextos completamente diferentes, eu não tenho vergonha de dizer que meu deus é o dinheiro, não dou a mínima importância para religiosidade, mas aparentemente o Cassiano acreditava em coisas muito "Invocação do Mal" e isso agora estava começado a me assustar, ele continuou me contando sobre sua sôfrega vida matrimonial de aproximadamente 8 anos, dos quais quase quatro ele não trepa! Me deu um aperto no peito em pensar nele sofrendo, mas continuei ouvindo sem falar nada enquanto a porra dele escorria da minha buceta, eram litros e eu estava sentindo vazar quente bem na minha manta do signo de sagitário, meu signo!

Cassiano disse que quando me viu entrando na sala no inicio do ano letivo com os cabelos bagunçados, ondulados, vestido primaveril e com aquele ar provocante ele sabia que eu era a súcubos dele, eu dei uma gargalhada barulhenta nesse momento, eu não queria zombar das crenças dele, mas era totalmente absurdo um acadêmico de FISICA, pós graduado em sei lá o que acreditar em vampiras sexuais e pior ainda afirmar que eu era uma delas, ele era completamente doidinho e eu gostava muito disso, não acreditava em nada, mas me achei um pouco mais foda me imaginando essa demonia devoradora de homens.

Era sexta-feira e o papo evoluiu para uma garrafa de vinho, um banho gostoso, uma foda como se deve na cama em meio aos meus lençóis com estampa de galáxias, nesse momento eu pude chupar o pau dele e entender aquele formato extraordinário dele, sem medir muito bem as consequências eu deixei ele gozar dentro de mim na sala, eu não conseguia tirar quando ele falou que estava gozando, parecia que eu estava presa nele, tudo isso me faz ficar tonta de novo e Cassiano me tirou do meu boquete distraída entre o prazer daquela rola babada e a culpa das duvidas e entregas impulsivas, ele disse que estava muito tempo sem mulher e era muito sensível, iria gozar se eu continuasse chupando, ele descreveu como "A flor da pele", eu deitei de costas pra ele e deixei meu pescoço a mostra para ser beijado, ele atendeu a meu pedido silencioso, os beijos e caricias foram direcionando a rola dele para dentro de mim novamente, começo com movimentos leves e contrações pra ele se acostumar e em poucos minutos a velocidade aumentou e ele segurou minha perna pra cima pra poder entrar um pouco mais, ele se movimentava rápido mas com um movimento de cintura delicioso, de costas a rola dele dentro de mim causava outras sensações e eu estava prestes a gozar de novo e molhar tudo mais uma vez, não deu outra, quando ele soltou minha perna a agarrou me pescoço e começou a sussurrar obscenidades no meu ouvido enquanto socava lento, fundo e forte eu esguichei de novo e ele gozou dentro de mim de novo.

Continua...

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Comentários

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Você escreveu um conto foda. Transas inesperadas e até impulsivas como essa são muito deliciosas. E você relatou tudo com maestria.

A cereja do bolo é a coisa da vampira sexual. Eu como um bom amante de terror adorei a colocação.

3 estrelas garantidas. Pena eu não poder dar mais estrelas.

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