O grande negócio da madrasta safada

Um conto erótico de feminive
Categoria: Heterossexual
Contém 1704 palavras
Data: 13/01/2026 14:09:22

Capítulo 55

Meu pai tinha se separado há algum tempo. Não pense que sou ciumento ou que guardo mágoa por ele ter largado minha mãe. Nada a ver. O problema mesmo é essa madrasta safada que ele trouxe pra casa. Ela é vadia na cara, vadia no jeito de se vestir, vadia nas conversas que só giram em torno de dinheiro. Mas, caralho, que madrasta safada gostosa. Uma quarentona que malha todo santo dia, corpo seco e definido, pele bronzeada brilhando, curvas que hipnotizam qualquer um. Coloca ela do lado do meu pai e a diferença salta aos olhos: ele é bem mais velho, coroão mesmo, mas não é idiota. Sabe perfeitamente que tá comendo uma safada de primeira linha e aproveita cada segundo enquanto ela dura.

E ela? Me odeia com todas as forças. Sabe que eu faço de tudo pra arrancar ela da vida do meu pai. Eu estava quase conseguindo, mais uns dias e ele ia mandar essa vadia embora de vez. Ela tentou todas as jogadas comigo. Primeiro fingiu ser minha amiga, depois bancou a madrasta carinhosa, quando viu que não colava partiu pro ataque direto, tentando virar meu pai contra mim — coisa que nunca ia rolar, ele me conhece desde sempre. Quando entendeu que nenhuma tática funcionava, a madrasta safada resolveu jogar a última carta: mostrou na prática o quanto era puta mesmo.

Meu pai viajou no fim de semana pra pescar com os amigos. Não tinha motivo nenhum pra essa piranha aparecer lá em casa. Mesmo assim, no sábado de manhã ela chegou. Passou o dia inteiro de biquíni minúsculo, rebolando devagar por todos os cômodos como se a casa fosse dela. Cada rebolada era provocação calculada, cada balanço de quadril era um convite explícito. Chegou ao ponto de tirar a parte de cima na piscina, os peitos durinhos de silicone empinados pro sol, sem vergonha nenhuma, me encarando de lado enquanto espalhava óleo devagarinho na pele, os dedos deslizando nos mamilos, descendo pela barriga, pelas coxas.

Eu confesso sem rodeios: eu comeria aquela mulher sem pestanejar. Só não partia pra cima porque, no fundo, ela ainda era minha madrasta. Safada pra caralho, mas minha madrasta.

O que eu vou contar agora é inacreditável. Eu estava no meu quarto, deitado na cama, mexendo no notebook, quando ouvi batidinhas leves na porta. A gente mal se falava — só o básico por educação, porque a briga entre nós estava no auge. Meu instinto gritava que tinha treta vindo, que essa vadia ia aprontar alguma. Sem pensar duas vezes, ajeitei o notebook na mesinha de cabeceira, posicionei a câmera virada pro quarto inteiro, dei play na gravação discreta e fui abrir a porta.

Não foi surpresa nenhuma. Lá estava ela, ainda de biquíni minúsculo, corpo todo brilhando de óleo, pele dourada reluzindo sob a luz do corredor. Deslumbrante como sempre, mas com aquela cara de puta escancarada — a única cara que ela realmente tinha. Os olhos semicerrados, lábios entreabertos, um sorrisinho safado engessado de botox.

— A gente pode conversar um minutinho? — perguntou, voz melosa, quase ronronando.

Abri a porta sem dizer nada, indiquei a única cadeira do quarto pra ela se sentar e me joguei na cama, de frente pra ela, braços cruzados, esperando o show. Ela entrou rebolando devagar, fechou a porta com o calcanhar e ficou parada um segundo, me medindo de cima a baixo como se já tivesse decidido o que fazer comigo. O ar estava pesado, tenso, carregado de tesão e raiva misturados.

— Olha… eu sei que você me odeia — começou ela, sentando na cadeira e abrindo as pernas de leve, o tecido do biquíni marcando tudo. — Mas eu quero ficar com o seu pai. Quero mesmo. E eu vou fazer qualquer coisa pra isso.

Eu levantei uma sobrancelha, já sentindo o sangue pulsar mais forte.

— Qualquer coisa tipo o quê?

Ela se inclinou pra frente, os peitos quase escapando do top, mamilos duros marcando o tecido fino. O olhar dela desceu pro meu colo, depois subiu devagar, lambendo os lábios.

— Eu sei que você é doido pra me comer. Eu vejo como você me olha, como fica duro só de me ver rebolando pela casa. Não adianta fingir. — Ela deu uma risadinha baixa, safada. — Então vamos resolver isso do jeito mais simples. Você me deixa em paz, para de encher o saco do seu pai pra me mandar embora… e eu te dou o que você quer. Agora. Aqui mesmo.

Antes que eu pudesse responder, ela se levantou da cadeira num movimento fluido, veio até a cama e se ajoelhou bem na minha frente, entre minhas pernas. As mãos dela subiram pelas minhas coxas, unhas arranhando de leve por cima do short, enquanto ela me olhava nos olhos com aquela expressão de puta sem vergonha.

— Deixa eu te mostrar o quanto eu posso ser boazinha quando quero… — murmurou, já puxando o cós do short pra baixo, devagar, libertando meu pau que já estava latejando. Ela lambeu os lábios de novo, devagar, e sem mais enrolação, abriu a boca e engoliu tudo de uma vez, quente, molhada, gulosa. A língua dela rodopiava na cabeça enquanto a cabeça subia e descia, ritmada, sem dó, mamando com vontade, gemidinhos abafados saindo da garganta dela a cada engolida funda.

Eu estava ali, gravando tudo escondido, sentindo a boca da mulher do meu pai me devorar como se fosse a coisa mais natural do mundo, e o pior: eu não conseguia — nem queria — parar, foda-se o meu pai para largar de ser burro.

Eu mal conseguia acreditar no que estava acontecendo. A boca da vadia subia e descia no meu pau com uma fome absurda, gemendo baixinho enquanto engolia até a garganta, saliva escorrendo pelos cantos da boca. Mas eu não ia deixar ela controlar o ritmo. Não era ela quem mandava aqui.

De repente, agarrei os cabelos dela com força, puxei pra trás e tirei meu pau de sua boca com um estalo molhado. Ela me olhou surpresa, ofegante, lábios inchados e brilhando.

— Levanta — ordenei, voz rouca.

Ela obedeceu rápido, ainda de joelhos, mas eu não esperei. Puxei ela pelos braços, virei de costas com brutalidade e empurrei o corpo dela contra a cama, de quatro. O biquíni minúsculo mal cobria nada; agarrei a calcinha de lado com dois dedos e arrastei pro lado sem cerimônia, expondo a buceta molhada e o cuzinho apertado. Ela arqueou as costas instintivamente, empinando a bunda pra mim.

Sem preliminares, sem aviso, segurei firme na cintura dela e meti tudo de uma vez, fundo, sem pena. Ela soltou um grito abafado, meio dor, meio prazer, as unhas cravando no lençol.

— Caralho… — gemeu ela, voz tremendo.

Comecei a socar forte, ritmado, cada estocada fazendo a carne da bunda dela tremer. O som dos corpos batendo ecoava no quarto, alto, obsceno. Ela gemia alto agora, sem se importar, voz rouca e barulhenta.

— Eu te como melhor que o meu pai, não é? — rosnei no ouvido dela, apertando mais a cintura.

Ela virou o rosto de lado, olhos vidrados, boca aberta em um gemido constante.

— Sim… ah, porra… você mete muito melhor… ele não chega nem perto… — respondeu entre gritos, voz entrecortada pelas estocadas.

— Então repete, fala mais alto. Quase eu complemento: Mais alto para a câmera!

Eu acelerei ainda mais, metendo com raiva, sem dó. Levei uma mão pra frente, enfiei dois dedos no cuzinho dela sem avisar, forçando entrada enquanto continuava socando a buceta. Ela arregalou os olhos, corpo todo tremendo, e começou a gritar mais alto, descontrolada.

— Vai… mete assim… enfia tudo… — implorava ela, rebolando contra mim.

Os dedos no cu dela entravam e saíam no mesmo ritmo das estocadas, abrindo caminho, sentindo ela apertar em volta. Não demorou muito: o corpo dela convulsionou inteiro, as pernas fraquejaram, e ela gozou forte, gritando meu nome misturado com palavrões, buceta pulsando no meu pau, apertando como se quisesse me sugar pra dentro. Eu continuei metendo durante o orgasmo dela, prolongando, sentindo cada espasmo até ela desabar de bruços na cama, ofegante, suada, destruída.

Eu não deixei barato. Assim que ela terminou de gozar, ainda tremendo de bruços na cama, agarrei ela pelos cabelos e pelo pescoço com uma mão só, puxando com força pra trás. Ela gemeu alto, surpresa, mas não resistiu. Virei o corpo dela de frente pra mim num movimento brusco, ajoelhando-a na cama. Meu pau ainda latejava, duro pra caralho, e eu comecei a me masturbar rápido bem na frente do rosto dela, a outra mão apertando o pescoço com firmeza, controlando cada respiração.

— Toma leite, piranha — rosnei, voz baixa e carregada. — Eu sei que você gosta disso.

Ela abriu a boca instintivamente, língua pra fora, olhos vidrados me encarando enquanto eu gozava forte. Jatos grossos e quentes espirraram na cara dela toda: nas bochechas, no nariz, nos lábios inchados, escorrendo pelo queixo e pingando nos peitos. Ela piscou devagar, lambendo o que conseguia alcançar, um sorrisinho safado surgindo mesmo com o rosto coberto de porra. Parecia satisfeita, como se tivesse ganhado o que queria.

Quando terminei, soltei o pescoço dela e empurrei de leve o ombro, fazendo-a cair de lado na cama.

— Trato fechado — falei, limpando o pau na coxa dela. — Fica tranquila. Você fica com o meu pai, eu fico de bico calado… por enquanto.

Ela se levantou devagar, ainda ofegante, ajustou o biquíni pro lado com os dedos melados e me deu um último olhar cúmplice antes de sair do quarto rebolando, a porta fechando atrás dela com um clique suave.

Eu sabia que ia comer ela mais vezes. Sabia que aquilo não tinha acabado ali.

Quando ela saiu, fechei a porta à chave e fui direto no notebook. Parei a gravação, assisti os primeiros segundos: ela ajoelhada, mamando gulosa, depois de quatro tomando tudo sem dó, gritando que eu metia melhor que o velho. Tinha áudio cristalino, imagem nítida. Perfeito.

Eu sabia que ela ia inventar pro meu pai que eu tinha dado em cima dela, que eu era o vilão. Mas agora eu tinha a prova. Se ela tentasse virar o jogo, bastava mostrar o vídeo. Ela era minha. Pelo menos por enquanto.

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