Ruivinha capitulo 4

Da série Ruivinha
Um conto erótico de henrique casado
Categoria: Heterossexual
Contém 1285 palavras
Data: 13/01/2026 12:40:35

Duas semanas se passaram desde a noite do gerente. Nossa rotina ganhara um novo ritmo, uma respiração mais profunda, como se o ar em casa carregasse agora uma eletricidade silenciosa. Ruiva estava mais solta, mais brincalhona, e eu, mais atento a cada nuance dela.

Naquela terça-feira à noite, estávamos deitados na cama, ela com a cabeça no meu peito, traçando círculos na minha barriga com a ponta dos dedos.

“Amor”, ela disse, voz suave, mas com um fio de hesitação. “Tô pensando numa coisa.”

“Fala, princesa.”

“O Luciano… me chamou de novo. Disse que quer me ver semana que vem.”

O coração deu um salto, mas não de angústia — era aquele frio na barriga, familiar, quase viciante.

“E você quer?”, perguntei, tentando manter a voz neutra.

Ela se virou, apoiou o queixo no meu peito e me encarou. Seus olhos verdes pareciam mais escuros à luz do abajur.

“Quero. Mas quero que seja diferente.”

“Como assim?”

“Quero que você saiba tudo antes. Quero combinar cada detalhe com você. E… quero que você me deixe pronta.”

A frase ecoou na sala silenciosa. Me deixe pronta.

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Na sexta-feira à noite, o combinado começou. Ela tomou um banho longo, e eu a esperei na sala, com uma taça de vinho na mão, o coração batendo forte. Quando ela saiu, envolta apenas num roupão de seda vermelho, o ar pareceu rarear.

“Vem”, eu disse, e ela veio, pés descalços no piso frio.

Comecei devagar: desamarrei o cinto do roupão, que se abriu como uma casca, revelando seu corpo leitoso, salpicado de sardas. A luz suave da sala acentuava as curvas, a cintura fina, os quadris arredondados. Ela ficou parada, respirando fundo, enquanto minhas mãos percorriam seus ombros, desciam pelas costas, apertavam suas nádegas.

“Você é linda”, sussurrei no ouvido dela. “Ele vai ficar maluco com você.”

Um arrepio percorreu seu corpo.

Peguei o perfume dela — aquele mesmo, doce e leve — e pulverizei nos pulsos, atrás das orelhas, no vale entre os seios. Depois, a lingerie: um sutiã de renda preta, quase transparente, e uma calcinha fio-dental do mesmo tom. Ela se vestiu com movimentos lentos, como se estivesse se exibindo para mim — e estava. Cada gesto era um espetáculo.

“Agora a roupa”, eu disse, e ela vestiu um vestido vermelho, curto, justo, que parava bem acima dos joelhos. Decotado nas costas, deixando a alça da lingerie à mostra. Nos pés, salto agulha preto.

“Como está?”, ela perguntou, girando devagar.

“Perfeita. Irresistível.”

Ela sorriu, um sorriso pequeno, quase tímido, mas os olhos brilhavam com uma centelha de malícia.

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O encontro seria num apartamento de um amigo do Luciano, num bairro tranquilo. Combinamos que eu ficaria num café a duas quadras dali, com o celular à mão. Ela não sabia, mas eu tinha pedido — nervoso — que ela me mandasse uma mensagem quando chegasse, e outra quando saísse.

Às 21h, ela partiu de táxi. Eu fiquei em casa, tentando me distrair, mas cada minuto era uma eternidade. Às 21h40, chegou a mensagem: “Cheguei, amor. Tô nervosa.”

Respondi: “Tudo vai dar certo. Te amo.”

Peguei o carro e fui até o café combinado. Sentei numa mesa no fundo, com vista para a rua, e pedi um café que não conseguiria beber.

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Lá no apartamento, ela me contaria depois, com detalhes que me fariam tremer:

O Luciano abriu a porta já com um sorriso de quem sabia o que queria. Estava de camisa social aberta no colarinho, jeans, descalço.

“Entra, ruivinha. Tô te esperando há uma semana.”

Ele a puxou para dentro e a empinou contra a porta, beijando-a com uma urgência que ela retribuiu imediatamente. As mãos dele subiram pelas suas costas, acharam o zíper do vestido e o desceram num movimento fluido. O tecido caiu aos pés dela, e ele recuou um passo, olhando.

“Caralho. Você é um espetáculo.”

A lingerie preta contrastava com sua pele clara, os cabelos ruivos soltos sobre os ombros. Ele a levou até o sofá, grande, de couro preto, e a fez sentar. Ajoelhou-se entre suas pernas e começou a beijar suas coxas por dentro, subindo devagar, enquanto ela recostava a cabeça e fechava os olhos.

“Abre os olhos”, ele ordenou. “Quero que você me veja te comendo.”

Ela obedeceu. Ele puxou a calcinha para o lado e caiu de boca nela, com uma voracidade que a fez gemer alto. A língua dele era firme, rápida, e em minutos ela estava se contorcendo, as mãos enterradas nos cabelos dele.

“Assim… assim…”, ela gemia, e ele sorria contra sua pele, sentindo o corpo dela tremer no primeiro orgasmo.

Mas ele não a deixou descansar. Levantou-se, tirou a camisa e o jeans. O pau já estava duro, imponente, curvado para cima. Ele a virou de quatro no sofá, arrancou a calcinha de vez e entrou nela num movimento contínuo, profundo, fazendo-a gritar.

“É isso, putinha. Agora é minha.”

Ele metia com força, segurando seus quadris, cada estocada ecoando no silêncio do apartamento. Ela apoiava as mãos no encosto do sofá, os seios balançando, o cabelo colado no rosto suado.

“Fala quem é dono dessa buceta”, ele exigiu, puxando seu cabelo para trás.

“Você… é você…”

“E o corno, onde tá?”

“No café… me esperando…”

Ele riu, um som rouco e satisfeito, e acelerou o ritmo. Ela gozou de novo, mais forte, e ele a puxou para cima, contra seu peito, continuando a foder.

“Vou gozar dentro de você, pode?”, ele sussurrou no ouvido dela.

Ela apenas assentiu, ofegante.

Ele soltou um gemido abafado e explodiu, quente, profundo, enquanto segurava ela com força. Por um minuto, ficaram assim, parados, a respiração pesada.

Depois, ele se retirou e se jogou no sofá. Ela desabou ao lado dele, as pernas trêmulas.

“Não acabou ainda”, ele disse, ainda arfando. “Vem limpar.”

Ela deslizou para o chão, entre as pernas dele, e começou a chupar seu pau ainda melado, com uma mistura de saliva, porra e o próprio suco dela. Ele fechou os olhos, relaxado, guiando a cabeça dela com uma mão na nuca.

Quando ele gozou de novo, foi na sua boca, e ela engoliu sem hesitar.

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Às 23h15, meu celular vibrou: “Tô saindo, amor.”

Fui até o ponto combinado. Ela apareceu na esquina, andando devagar nos saltos, o vestido vermelho de novo no corpo, o cabelo levemente despenteado. Quando me viu, sorriu, mas parecia cansada, vulnerável.

Sem trocar palavras, a abracei. Senti o cheiro dele nela — um perfume amadeirado, suor, sexo.

No carro, ela começou a chorar baixinho.

“Amor, o que foi?”

“Não sei… foi muito intenso… e eu senti falta de você.”

Apertei sua mão. “Eu tô aqui. Sempre.”

Em casa, a levei direto para o banho. Lavei seu corpo com cuidado, passando a esponja em cada centímetro, como se estivesse limpando não apenas o suor, mas também as emoções da noite. Ela ficou quieta, os olhos fechados, deixando-se cuidar.

Depois, envolvi ela numa toalha macia, sequei seus cabelos, passei o creme de sempre — aquele de amêndoas doces — em suas costas, pernas, pés. Vestimos pijamas macios e fomos para a cama.

Ela se encolheu ao meu lado, a cabeça no meu ombro.

“Conta”, eu pedi, suavemente.

E ela contou. Tudo. Cada toque, cada palavra, cada sensação. E enquanto falava, sua voz ia ficando mais leve, como se estivesse se libertando de um peso. No final, ela suspirou.

“Eu te amo, Henrique. Isso só funciona porque é você.”

Beijei sua testa. “Eu também te amo. E amanhã, se quiser, a gente conversa mais. Ou não. Você decide.”

Ela dormiu em minutos, respirando profundamente. Eu fiquei acordado um pouco mais, ouvindo sua respiração, sentindo o calor do corpo dela contra o meu.

Era estranho, contraditório, intenso — mas naquele momento, com ela segura nos meus braços, não havia dúvida: estávamos exatamente onde deveríamos estar.

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Comentários

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Henrique esse conto está muito bom, muito tesudo, mas fica uma pergunta: você não está mais fedendo sua mulher?, não houve mais uma palavra sobre isso, e mais ainda o Luciano estourou o cuzinho virgem da sua putinha, e você não comeu o cuzinho dela depois? Conta pra gente, como está a relação sexual entre vocês.

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