A Putinha da Fazenda

Um conto erótico de Leitora Submissa
Categoria: Grupal
Contém 3225 palavras
Data: 13/01/2026 10:59:14
Última revisão: 13/01/2026 11:19:40

Era meu primeiro dia no novo emprego. A fazenda parecia imensa e silenciosa, e eu ainda estava tentando me acostumar com a ideia de morar tão longe da cidade. A cabana onde eu e meu filho íamos ficar era simples, mas tinha um certo charme rústico. Passamos o dia inteiro arrumando as coisas, tentando transformar aquele espaço em um lar.

O que me confortava era saber que não teria mais que me preocupar com aluguel, mas a desvantagem era clara, ficava muito isolado. Além da mulher do patrão, eu era a única mulher por quilômetros, cercada apenas por homens que trabalhavam na fazenda. Essa consciência me deixava um pouco inquieta.

À noite, exausta da mudança, finalmente pude me sentar e respirar. Ele já dormia profundamente quando ouvi batidas na porta. Meu coração acelerou. Eu estava cansada demais para lidar com qualquer coisa, mas ao mesmo tempo, não podia ignorar. Naquele instante, senti o peso da solidão e da responsabilidade de estar ali, isolada, tendo que decidir se abriria a porta ou não.

Abri a porta, não tinha escolha afinal, e o patrão foi logo entrando sem pedir licença, impondo sua presença de forma autoritária. Eu não tive coragem de reclamar. Até então, ele não havia explicado claramente qual seria meu papel ali.

Quando revelou sua ideia, senti um choque percorrer meu corpo. Ele falava sobre brigas entre os peões, sobre a insatisfação da esposa com o assedio constante, e sobre como havia decidido trazer uma mulher para "resolver" a situação, ou seja, para os peões descontarem todo o tesão deles. Por um instante, pensei em negar. Mas logo me lembrei do salário, da tranquilidade do lugar, da vida sem aluguel. Era como se a balança pesasse contra minha vontade.

Eu disse que iria pensar, mas ele não me deu escolha. Jogou uma sacola em minhas mãos, eu não consegui pegar antes que caísse no chão e ordenou que me preparasse. O coração disparou. Me ajoelhei e com as mãos tremulas a peguei com curiosidade.

Quando finalmente olhei dentro da sacola, percebi que não se tratava de roupas comuns. Eram objetos que deixavam claro o que esperavam de mim, uma lingerie preta, a calcinha fio dental com uma abertura na frente, grampos de mamilo e um tubo de lubrificante, colado nele, tinha um post-it, escrito: acredite, você vai precisar e o ultimo era um rabo de cavalo, na ponta havia o maior plug que já tinha visto na minha vida, minha experiência não era muita. A ideia começou a se formar na minha mente, misturando medo, curiosidade e uma estranha sensação de excitação. Era como se eu estivesse diante de um limite que nunca imaginei atravessar.

O patrão abriu a porta de novo, abruptamente. Sua voz era firme, quase ameaçadora: "Não demore. O pessoal já está ficando agitado. Trate de usar tudo o que tem aí dentro." Senti vontade de chorar. O peso da situação me esmagava, mas não havia espaço para protestos. Ele saiu, fechando a porta atrás de si, e o silêncio voltou a dominar a cabana.

Peguei a sacola com mãos trêmulas. Cada objeto ali dentro parecia carregar uma mensagem, um destino que eu não havia escolhido. Respirei fundo e comecei a me preparar. No espelho, vi uma versão de mim mesma que nunca tinha imaginado. A roupa transformava minha imagem, despertando sentimentos contraditórios, como a vergonha, o medo, mas também uma estranha sensação de poder, eu estava me sentido muito gostosa e fazia muito tempo que não me sentia assim. O sutiã nem cobria meu mamilo, somente contornava o seio. Prendi os grampos ali, um e depois o outro, me olhando com um certo fascínio, eu realmente estava belíssima.

Meu corpo parecia reagir de forma inesperada. A pele estava mais sensível, cada toque parecia um choque elétrico. Eu não entendia por que estava tão sensível. Um gemido baixinho escapou dos meus lábios. Então, encontrei o último objeto da sacola. Hesitei. O coração disparou. A pergunta surgiu na minha mente: "como vou fazer isso caber em mim?".

Passei um pouco de lubrificante nos dedos e fui enfiando no meu cuzinho devagar.

Coloquei um dedo e entrou sem problemas, o segundo também, mas o terceiro começou a doer, fiz algumas tentativas e por fim desisti.

Peguei o plug com cautela e curiosidade, como aquilo ficaria em mim, foi o primeiro pensamento que veio na minha mente. Finalmente criei coragem para tentar enfiar - lo. Somente a pontinha entrou, com os dedos das minhas duas mãos comecei a me abrir para os lados e tento enfiar novamente, e nada de conseguir com que entre. Me assusto ao ver o patrão ali novamente, impaciente com minha demora, ele grita e pergunta o por que estou demorando tanto, explico que não está entrando e ele manda eu me virar, eu hesito, mas obedeço. Ele manda que eu afaste minhas nádegas e assim eu faço.

Ouço ele dizer mais para ele mesmo do que pra mim: "vc tem um cuzinho apertadinho." E sinto um arrepio quando o gelado do lubrificante toca a minha pele quando ele despeja. Ele força a ponta do plug no meu cu e não entra, eu solto um gemido de dor. Ele diz com sua voz grossa e autoritária: "Putinha, se você não aguenta esse plug, com certeza não vai aguentar o pau do Marcelo. A última garota que esteve aqui não aguentou, por isso foi demitida". Eu estremeço e olho para ele assustada. "Os outros peões chamam ele de jumento" ele finaliza dizendo.

Não entendo o motivo, mas sinto como se ele estivesse ferindo meu orgulho. Tomada por uma onda repentina de desejo, deixo escapar em voz alta: Pode forçar, chefe... eu vou aguentar.

Ele acaricia meu cabelo e com um sorriso assustador, diz: "boa garota".

E começa a forçar a entrada do meu cuzinho, eu dou um gritinho de dor e olho para a porta do quarto do meu filho, ele está lá, observando tudo.

Ele está só de cueca e percebo que ele está com o pau duro.

O patrão olha para ele e diz: "Está gostando, garoto? Se acostuma. Esse vai ser o uniforme de trabalho da sua mãe".

O meu filho me olhou de uma forma que me deixou ainda mais excitada. Havia desejo em seus olhos, e isso me confundia. Meu corpo reagia de um jeito que eu não conseguia controlar, como se estivesse dividido entre medo e uma estranha excitação, eu não queria que o patrão o visse, eu não queria que ele me visse daquela forma, tive receio da sua reação, e eu não sabia o que estava de fato passando na cabeça dele naquele momento. Eu temi, e minhas pernas queriam ceder quando ouvi o patrão o chamando para que se aproximasse, sua voz firme cortando o silêncio da cabana: "Vem cá, garoto."

Senti o coração acelerar. Quando meu filho ficou parado próximo, o patrão disse com ironia: "Vai deixar seu filho assim, putinha?"

Antes que eu pudesse pensar, ele me empurrou para perto e ordenou: "Ajoelha. Quero ver o que você sabe fazer."

Olhei de um para o outro, perdida. O olhar do meu filho parecia exigir algo de mim, como se esperasse uma atitude. Eu não entendia o que se passava na minha cabeça naquele momento.

Com mãos trêmulas, decidi obedecer. O gesto foi hesitante no início, mas logo ganhou intensidade, massageei o pau do meu filho com movimentos repetidos, para cima, para baixo, e percebo que a cueca está um pouquinho melada. O silêncio da cabana foi quebrado apenas pela respiração pesada dos dois. Eu sentia que estava atravessando um limite que jamais imaginei. Olho nos seus olhos de forma submissa, e vejo um sorriso de canto de boca surgir dos seus lábios, o que me encoraja a dizer: "Deixa a mamãe cuidar de você, primeiro" e acabo me assustando com minha audácia.

Sem esperar, puxo a cueca dele para baixo, a cabeça do seu pau está brilhando de tão melada. O cheiro me deixa inebriada, lambo a cabeça, sentindo o sabor, e logo abocanho, ouço ele gemer baixinho, olho em direção ao patrão, como se quisesse a aprovação dele, e percebo que ele não está satisfeito, e me esforço para enfiar tudo na boca, sinto o pau do meu filho na minha garganta, e engasgo, mas aguento. Começo a chupar de maneira gulosa, sentido como se tivesse fazendo o melhor boquete da minha vida. Meu filho não aguenta mais segurar e goza na minha boquinha. Olho para o patrão após engoli tudo, e ele tá sorrindo e diz: "Boa garota" e me joga um sobretudo, para que eu me vista e o acompanhe.

O patrão me levou até o galpão onde os homens dormiam. Todos ainda estavam acordados, e quando entrei, senti seus olhares pesados sobre mim, eles me olhavam como se eu fosse um pedaço de carne suculento. Meu corpo reagiu de forma contraditória, senti um medo tremendo, mas também um tesão que nunca havia sentido antes, minha bucetinha piscou. O patrão se inclinou e cochichou no meu ouvido: "Cuida bem deles." Eu senti um arrepio por todo o meu corpo.

Eles começaram a me rodear, me observando de cima a baixo, com expressões malvadas e comentários que me deixavam nervosa e excitada,

"Pequena desse jeito ela não vai aguentar" um deles disse bem pertinho de mim. "Gostosa" disse o outro e logo em seguida outro tocou meu rosto e falou próximo a minha boca: "Vou arregaçar essa putinha". Minhas pernas quiseram ceder, mais me mantive firme e observava atentamente cada um deles. Outro se aproximou e passou os dedos pelo meu pescoço. Um arrepio percorreu meu corpo. Outro, maior e o mais intimidador, tentou avançar, mas foi contido por um companheiro: "Calma, Marcelo. Deixa a gente se divertir com ela antes. Da outra vez você rasgou a garota e acabou com a brincadeira". Eu olhei para baixo e entendi o porque, tinha algo se avolumando ao longo de sua coxa e ia quase até o joelho, parecia muito grosso, e não estava duro.

Comecei a tremer ao ouvi a voz de um deles me chamando: "Vem, garota, deixa a gente ver você". O mais velho começou a tirar meu sobretudo, revelando a lingerie que o patrão havia escolhido. Os olhares se intensificaram, e comentários surgiram: "Olha que bonequinha. O patrão caprichou na lingerie", "Olha, Marcelo. Ela veio fantasiada de eguinha para combinar com você" ouvi outro dizer, todos riram.

Ele me fez debruçar, em seguida ajoelhou atrás de mim e disse: "Eu vou cair de boca nessa bucetinha". Eu senti ele puxando o meu rabinho para cima, fazendo o plug se esticar e gemi de dor, mas logo a dor deu lugar ao prazer quando ele começou a lamber do meu clitóris ao períneo e verbalizar com a boca pertinho da minha buceta: "Essa putinha está muito molhada", seu hálito era quentinho e fiquei pegando fogo, cheia de tesão quando senti sua barba me espetando quando ele começou a me chupar dizendo: "Os mais velhos primeiro". Ele continua me chupando e me tocando em todos os pontos sensíveis, até eu gozar na sua boca. "Olha. Essa putinha goza fácil. A gente vai se divertir muito com ela". Ele disse olhando para os colegas, todos riram quando ele propões uma aposta para ver quem iria meter um filho em mim primeiro, isso me deixou com mais medo, minha atenção foi para um outro cara que está se aproximando e ficou parado de frente para o meu rosto, senti um cheiro de homem, e com um reflexo, encostei o nariz na ereção dele, cheirando com vontade e minha boca se encheu de agua. Ele tirou o pau para fora e nem esperei, fui logo abocanhando, sem nem ver seu rosto, ele começou a foder minha boca, eles nem se importaram em tirar a lingerie, o mais velho foi enfiando o pau na minha bucetinha devagar e quando ele chegou no fim, senti os pelos dele roçarem meu cuzinho e gozei pela segunda vez. Ele me segurou pelos quadris com muita força e começou a me foder muito gostoso, no ritmo certo.

Ele se debruçou sobre mim e falou no meu ouvido: "Vou encher a tua bucetinha de porra, tá bom?" O terceiro orgasmo veio muito forte e minhas pernas amoleceram, desmaiei por um momento e quando senti os jatos de porra baterem no meu útero acordei engasgando, minha boca inundada de porra e tentei engoli o mais rápido que consegui. Atrás de mim, outro homem tomou o lugar do ultimo, me fodendo enquanto puxava meu cabelo, quando o pau do cara que estava na minha boca amoleceu, ele escorregou para fora, me dando tempo para gemer. Outros dois tomaram o lugar dele, enquanto um fodia a minha boca, outro batia com o pau na minha cara, eles ficavam revezando nisso. O cara que estava atras de mim me fodeu por mais tempo, e me virou para cima, segurando na correntinha dos grampos, puxou de uma vez, fazendo eu sentir a dor mais gostosa da minha vida.

O pau do cara que estava na minha boca entra até as bolas, preenchendo minha garganta, e quando o segundo cara gozou na minha buceta, eu já estava completamente mole, e nem metade dos caras tinha gozado ainda. Um deles me puxou para montar em cima dele, já enfiando o pau na minha buceta, me fazendo descer com força. Um outro se posicionou atrás de mim e fiquei até um pouco aliviada, por que finalmente o plug ia ser arrancado do meu cu, mas eu percebi que ele não se incomodou com isso, só puxou o meu rabo para o lado e foi posicionando o pau na minha bucetinha também, senti ele empurrando, foi difícil de entrar, tentei reclamar, mas minha boca estava ocupada e nenhum outro som além de gemidos saia.

Quando a cabeça entrou, senti como se fossem me rasgar e ele foi forçando dentro de mim, me deixando completamente esticada, senti dor, mas eles não ligaram, e voltaram a conversar entre si: "Olha Marcelo, acho que essa talvez te aguente". Marcelo com os olhos desejosos, diz: "Talvez, mas, vão com calma rapazes. Senão são vocês que vão levar ela para o hospital dessa vez." Senti os dois paus pressionando minha buceta, eles entrando e saindo em ritmos diferentes e acabei gozando mais uma vez, e a partir desse momento tudo pareceu passar como flashes na minha cabeça. Quando recuperei meus sentidos, olhei para os lados e vi vários homens nus ao meu redor, alguns com o pau já mole, outros duros novamente. Senti que tinha alguém entre minhas pernas e olhei para baixo para ver e tinha um homem enorme ali. Ele despejou lubrificante no pau e percebi que é o maior que já vi, é absurdamente grande, não caberia, certamente muito mais longo que meu antebraço, e talvez mais grosso. Tentei fugir, mas ele me segurou. Ele pousou o pau dele sobre minha barriga e passava muito do umbigo.

Ele me encarou com um sorriso no rosto, encaixou a cabeça do pau na minha bucetinha e foi forçando devagar, a cabeça parecia ter o tamanho de um punho, a cabeça foi entrando na minha buceta, parecia que ia rasgar e por incrível que pareça, comecei a gostar. Eu estava completamente esticada, mas parecia anestesiada. A dor não veio na intensidade que eu esperava e comecei a desejar mais, queria sentir tudo e comecei a puxar ele para mim com minhas pernas, me sentia completamente preenchida, mas ainda faltava muito pau para entrar, mais da metade e estranhamente não doia. Ansiei cada vez mais para ver até onde aguentava, e pedi "mais". Ele me encarou com estranhamento e perguntou: "Tem certeza, pequena?" Quando escutei ele me chamando assim, eu quase gozei novamente, com a voz manhosa, pedi: "Me fode mais fundo". Ele foi empurrando, e senti meu corpo mais preenchido e a sensação que tinha é que ele foi se moldando ao redor daquele pau, ele forçou meu útero e eu sei que deveria tá morrendo de dor, mas não estava. Ouvi ele dizer: "Ninguém nunca aguentou mais do que isso". Então, pedi mais uma vez, antes de gozar de novo: "Mais... mais fundo". Puxei ele com força com minhas pernas e ele foi socando tudo dentro de mim, senti ele avançando quase até meu peito, quando senti ele por inteiro dentro de mim, gozei loucamente.

Ele começou a se movimentar. Estava sendo melhor foda da minha vida e não queria que acabasse, queria mais. Puxei outro cara para perto, para chupar ele, senti o gosto da minha buceta nele. O Marcelo me puxou para o canto da cama, me virando de bruços sem tirar de dentro, e começou a me foder mais rápido, me puxando pelo rabo, em um momento ele puxou tão forte que acabou arrancando, momento esse que fiquei em êxtase e gozei novamente.

Me sentia vazia, um alívio estranho, mas que fazia falta. Quando percebi, ele começou a me foder mais forte e mais rápido. Disse: Nem pense em gozar já, garotão. Fiz ele sair de dentro de mim e empurrei ele até a cama, fui subindo em cima dele, e admirei o tamanho do pau que estava dentro de mim, achando inacreditável e completamente melado, senti minha buceta larga, vazia, e fui avançando sobre ele. Quando sentei sob o quadril dele, comecei esfregar minha buceta nele para lubrificar bem. Ele perguntou: "O que vai fazer?".

Mordi o lábio completamente maliciosa e me ergui guiando o pau dele até a entrada do meu cuzinho, me abaixei devagar, e fui sentindo a cabeça do pau dele me abrindo, e sem parar fui engolindo o pau dele no meu cuzinho até ele estar todo dentro de mim. Comecei a cavalgar, rápido, com força e os outros caras começaram a festejar. Quando olhei em volta, todos estavam duros novamente e notei que aquela ia ser uma noite longa.

Gozo mais rápido pelo cuzinho, só que ainda queria mais, então me virei, expondo a buceta para quem quisesse. Não demorou até alguém se aproximar e enfiar em mim. O pau do Marcelo rasgando meu cuzinho e os outros revezando na minha buceta. Quando percebi que o Marcelo ia gozar, parei para deixar ele se recuperar, por que não queria que acabasse.

Quando o Marcelo gozou no meu cu, desmaiei novamente, eles não pararam de me foder, mesmo comigo desmaiada. Acordei novamente quando o sol já está nascendo, o corpo todo dolorido, os homens todos nus ao meu redor, tinha porra por todo meu corpo e várias marcas, estava toda esfolada, mas extremamente satisfeita.

Me levantei, ainda meio sem forças para andar. Quando estava saindo pela porta, o mais velho me chamou: "Aonde vai?"

Respondi sonolenta, esfregando os olhos: "Logo vocês têm que trabalhar."

Ele riu baixo e disse: "Hoje é nossa folga. Só vamos fazer o básico. Tome um banho e se prepare, nós vamos te usar de novo o dia inteiro".

Naquele instante, despertei de vez. O coração acelerou e uma onda de sensações tomou conta de mim: medo, ansiedade, mas também uma excitação inesperada, fiquei cheia de tesão com a possibilidade de ser fodida por todos eles repetidas vezes. E o olhar dele deixava claro que não havia escolha. Eu sabia que o dia seria longo, e que minha presença ali tinha um propósito definido, e eu precisava servir todos eles.

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Comentários

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Maravilha, muito bom e grande exitante,tem continuação, caso tenha,por favor me informe ok aosoriorj1950@gmail.com. obrigado

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Muito bem escrito. Você arrasa demais.

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eu sou rico, posso te dar tudo que quiser , fala comigo safada

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Um dia ainda vou ter meu pau, enfiado nessa bucetinha e nesse cuzinho.

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Você tem boas aventuras. Deixa eu cuidar de você? E você faz tudo isso pra mim ver . Vai putinha gostosa.

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