Olá, me chamo Roberto e tenho um fetiche antigo que é sempre que posso andar de calcinha pela minha casa, isso desde a adolescencia e apesar de casado é um habito que mantenho e me dá muito prazer. Sempre tive muito cuidado para não ser flagrado, pois além de ser casado as calcinhas que curto usar são bem indecentes e não ficaria bem um homem do meu tamanho ser flagrado dessa forma. Mas nenhum crime é perfeito e sempre em algum momento acabamos deixando algum rastro. Moro em um condominio onde os muros das casa são altos e os vizinhos passam a maior parte de dia fora e eu sempre controlei bem isso, pois amo tomar banho de sol pelado no quintal quando estou sozinho, meu vizinho se chama André e sempre tivemos uma relação cordial, um belo dia acordei cedo e sozinho em casa resolvi colocar um biquini estampado que eu gosto muito e fui molhar as plantas antes de ir para o trabalho. Eu bem tranquilo curtindo meu momento, quando me viro e deparo com um homem me olhando por sobre o muro, tomei um baita susto e congelei era André me olhando fixamente, eu um homem de 1,80m só de calcinha no quintal. Ele desceu rapidamente eu entrei em casa cheio de vergonha com medo do que isso poderia me ocacionar.
Passaram uns 15 minutos e a campainha toca, era meu vizinho, convidei ele para entrar e já fui tentando me explicar e implorando para que ele não comenta-se o que viu para ninguém, ele me olhou nos olhos e me tranquilizou e disse que adorou me ver de biquini e que não contaria, mas teria uma condição eu teria que fica de biquini na frente dele ali eu tentei dizer que não e que era apenas um fetiche e que eu não era gay, mas ele não aceitou os argumentos e sem saida chamei ele para sala fui no quarto e voltei usando uma tangunha, a mais comportada que eu tinha, ele reclamou que queria uma bem sexy, ainda tentei reclamar, mas esatava nas mãos dele. Voltei com uma calcinha de renda tipo fio vermelha onde minha bunda ficava toda de fora,quando entro na sala me deparo com André completamente nu sentado no meu sofá e mandando eu desfilar para ele, fiquei com uma raiva, mas ao mesmo tempo eexcitado, ameacei reclamar, mas obedeci. Toda vez que passava perto dele tomava um tapa ou um apertão na bunda em momento me colocou sentado sofá e ficou de pé na minha frente, eu nunca tinha tido vontade ter nada com homem, mas aquela proximidade ao pau dele me deixava nervoso e então ele começou a esfregar no meu rosto e ele percebeu que eu acabei ficando excitado, ele riu segurou minha cabeça e começou a passar nos meu lábios eu olhando para ele tentei resistir, mas acabei engolindo ele puxava minha cabeça me deixando sem ar, tirava e batia no meu rosto, colocava novamente e aquilo me deixando maluco ele gemendo na minha sala até que do nada eu gozei sem tocar sequer no meu pau sujei a calcinha toda e ele começou a dizer que eu era muito viadinho e que para sujeito igual a minha era rola no cú, eu sei força não consegui me desvencilhar e aceitei, de quatro no sofá senti ele cuspir na entrada e empurrar, achei que ia doer muito, mas acabou entrando de boa e eu so gemia ele bombou por um tempo e foi ficando gostoso até que ele exploudiu e eu sentido o jato dentro de mim acabei gozando novamente.
Foi embora sem falar nada, mas voltou outras vezes, mas isso conto depois.