Minha Irmã Viu Meu Nude e Agora Tudo Mudou - PARTE 1

Um conto erótico de contradio
Categoria: Heterossexual
Contém 1156 palavras
Data: 13/01/2026 05:57:07

**Contexto importante: todos os personagens têm mais de 18 anos.**

Meu nome é Bruno. Tenho 22 anos, voltei pra casa dos meus pais ano passado depois de me formar na FGV, e tô trabalhando num emprego merda de analista júnior num escritório do Itaim. Tenho 2,03m e peso uns 102kg - obrigado, bolsa de basquete da Mackenzie.

Minha irmã se chama Amanda, mas todo mundo chama de Manda. Ela tem 19, faz faculdade aqui perto, na PUC. Deve ter uns 1,78m e pesar uns 73kg. Ela é meio moleque, sabe? Vive de moletom largo da Nike, calça cargo, boné da New Era virado pra trás.

Em casa somos só eu, a Manda e a mãe. A gente perdeu nosso pai pro câncer há 8 anos. Agora que eu dei o contexto, bora pro que tá rolando aqui em casa.

Isso aconteceu hoje à noite, e eu não sei o que fazer, cara!

Eu tava no meio de uma ranked fudida de Valorant com a galera do Discord quando a Manda apareceu na porta do meu quarto. "E aí, babaca, a mãe disse que você tinha aquela receita de rocambole de carne que ela curte pra fazer hoje," ela falou, os olhos escaneando o quarto como se tivesse procurando alguma coisa.

"Ah é, tá no meu celular," respondi distraído, sem tirar os olhos da tela onde nosso time tava tentando desesperadamente segurar o rush do adversário.

"Deve ser a foto mais recente da galeria." A Manda acenou com a cabeça e entrou. Ela veio até mim e pegou meu celular da escrivaninha. Segurou na frente do meu rosto pra desbloquear com o Face ID. Enquanto ela scrollava as fotos, percebi que ela ficou com o celular por mais tempo que o esperado.

"Beleza, achei," a Manda disse depois de um momento, devolvendo o celular com uma expressão estranha no rosto que eu não consegui decifrar direito. "Valeu, Bruno".

"De boa, agora faz um rocambole pra mim," respondi ausente enquanto focava de novo no jogo, tentando ignorar aquela sensação incômoda de que tinha algo errado. Desde quando ela me chama de BRUNO de verdade? Geralmente é "mano", "arrombado", ou qualquer outra coisa que irmãos falam um pro outro…

*Porra, ele nem percebeu. Caralho. Aquilo era... grande. Tipo, muito grande. Merda merda merda, por que eu continuei scrollando?*

Talvez uma hora depois, saí do jogo. Peguei o celular pra checar as notificações. Pra minha surpresa e horror, quando a tela desbloqueou, a galeria tava aberta - revelando uma das minhas fotos de nude que tinha tirado ontem à noite pra mina que eu tava conversando no Tinder.

Meu coração afundou quando a ficha caiu como uma bigorna: a Manda tinha acabado de ver. Minha irmã moleque, que nunca deu a mínima pra corpo de cara ou sexualidade em geral, agora sabia detalhes íntimos da minha vida que ela nunca deveria saber. Ela me viu de pé na frente do espelho do banheiro que a gente divide, pau duro na mão.

Desci as escadas tentando agir casual apesar dos pensamentos acelerados. A Manda tava na cozinha, mexendo no celular e parecendo agitada.

"E aí, vai sair com alguma das suas amigas durante o recesso?" perguntei pra Manda casualmente enquanto ela mexia o purê de batata na panela.

Ela deu de ombros, ainda sem olhar nos meus olhos. "Talvez. Se elas não tiverem outros rolês já".

Nesse momento a mãe chegou do trabalho e nos deu um sorriso caloroso. "Oi, meus amores! Como foi o dia de vocês?"

A gente trocou amenidades com ela por alguns minutos antes de eu direcionar a conversa de volta pra Manda.

"Então, a gente ainda vai assistir La Casa de Papel depois do jantar?" perguntei, tentando soar despreocupado apesar da minha crescente inquietação sobre o que minha irmã pode ter visto no meu celular.

A Manda mexeu nos cordões do moletom, evitando contato visual de novo enquanto um rubor profundo subia nas bochechas dela. "Ah... tipo... se você quiser," ela murmurou.

Eu acenei, fingindo não notar o jeito que o olhar dela continuava descendo pro meu pau. Era como se ela não conseguisse se controlar de olhar a cada poucos segundos. A mãe se ocupou guardando o casaco, a bolsa e sei lá mais o quê, e não pareceu perceber o comportamento estranho da Manda.

*Puta merda, para de olhar. Ele vai perceber. Mas tipo... aquilo era do tamanho de uma Coca-Cola de 600ml? Não, maior. Jesus.*

Mas eu definitivamente percebi - e isso só aumentou meu desconforto conforme a noite avançava...

Depois do jantar fui até a geladeira pegar uns refrigerantes. "Manda, cê quer uma Coca ou Guaraná enquanto a gente assiste La Casa de Papel?" perguntei enquanto abria a geladeira. Ela ainda tava na mesa da cozinha scrollando no celular, meio perdida nos pensamentos. Com minha pergunta, ela voltou pra realidade. "Aaah Coca... não... Guaraná... Coca... Coca... Vou ali colocar uma calça de pijama, não começa sem mim".

Fui pro meu quarto e me joguei na cama, a Manda chegando só alguns minutos depois. A gente se acomodou pra assistir a Parte 2 da última temporada de La Casa de Papel. Nossas pernas esticadas lado a lado enquanto bebíamos os refrigerantes. Conforme o episódio rolava, a Manda parecia distraída - os polegares voando pela tela do celular de vez em quando antes de ela guardar de novo. Tentei focar nas reviravoltas do plot e nas cenas de ação se desenrolando na TV, mas me peguei prestando atenção na minha irmã.

De vez em quando, um pensamento aleatório aparecia na minha cabeça sem ser convidado - tipo como a Manda ficava bonita com aquele coque bagunçado e as roupas largas. Tentei afastar esses pensamentos, mas eles só pareciam se intensificar conforme a noite avançava.

Quando terminamos o Episódio 5, peguei a Manda roubando olhares furtivos pra mim cada vez mais frequentemente. As bochechas dela ficavam vermelhas brilhantes cada vez antes de ela rapidamente desviar o olhar de novo, mas não antes dos nossos olhos se encontrarem por um momento fugaz.

"Bruno, a gente pode parar por hoje?" a Manda perguntou de repente, a voz mal acima de um sussurro, como se tivesse medo de quebrar o encanto da série.

Apertei pause e virei pra olhar minha irmã. "Beleza, tá tudo certo?"

A Manda bocejou amplamente, cobrindo a boca com uma mão. "Só fiquei cansada do nada mesmo... acho que vou deitar".

Ela se levantou e se espreguiçou languidamente antes de seguir pela porta pro banheiro que a gente divide, fechando a porta atrás dela.

Esperei pacientemente pelo que pareceu uma eternidade até finalmente ouvir o clique suave da porta do quarto da Manda se fechando. A casa ficou silenciosa mais uma vez, exceto pela minha mente rodando com pensamentos sobre a Manda e nossa noite estranha juntos...

*Ele tava sem cueca no sofá. Eu conseguia ver o volume através da bermuda. Porra, Manda, para. Ele é seu irmão. Mas... caralho.*

Vou atualizar se acontecer mais alguma coisa.

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