DEMÔNIO COLORIDO 😈😈 Capítulo 7

Um conto erótico de Dan
Categoria: Gay
Contém 1337 palavras
Data: 13/01/2026 00:19:33

Dante bate na janela do quarto de Daniel como se fosse a coisa mais natural do mundo entrar ali às 7 da manhã.

— “Acorda, meu humano preferido. Hoje é dia de… passeio!”

Daniel pisca, confuso.

— “Passeio? Você sabe o que é isso?”

Dante ergue uma sobrancelha perfeita.

— “Eu… tenho uma ideia. Acho.”

E com um estalar de dedos, veste uma roupa humana estilosa, cabelos brilhando em um azul elétrico que certamente não existia dois minutos atrás.

Daniel o leva para o parque da cidade.

Dante entra como quem está atravessando um portal místico… só que tropeça no primeiro tapete de borracha.

— “O QUE É ISSO? Ele tentou me atacar! Essa coisa é viva?!”

— “É só um tapete, Dante…” — Daniel segura a risada.

Dante decide fingir que sabia disso o tempo todo.

🎢 Montanha-russa

Eles entram na montanha-russa. Dante, muito confiante:

— “Eu já enfrentei criaturas feitas de fogo líquido. Isso aqui vai ser fácil.”

Primeira descida. Dante solta um grito tão agudo que até Daniel se assusta. Quando a montanha-russa para, Dante está agarrado no banco, tremendo.

— “Isso… é coisa de gente normal?! Vocês fazem isso POR DIVERSÃO?!”

Daniel ri até ficar sem ar.

🍦 Sorvete

Dante prova sorvete pela primeira vez. Ele adora — mas não sabe como aquilo funciona. Dante morde uma bola de sorvete. Congele instantâneo. Ele fica com a boca aberta, língua para fora:

— “EU ESTOU MORRENDO! MEUS PODERES DESAPARECERAM!” - Daniel chora de rir.

O sorvete derrete na mão de Dante e ele se lambuza inteiro.

Ele tenta limpar com o braço… só piora.

Agora o braço forte e o peito peludo dele estão com creme, chocolate e granulado.

Daniel pega um guardanapo e ri enquanto limpa o rosto dele.

E aí… o clima surge. Dante fica quieto, observando Daniel de perto, olhos brilhando em tom esmeralda.

— “Você sorri pouco, Daniel… devia sorrir mais.”

Daniel engole a seco.

— “É que… quase não tenho motivo…”

Dante o encara.

Longo demais.

Forte demais.

Por um momento, nenhum dos dois respira.

👻 Trem Fantasma

No trem fantasma, Dante se assusta com cada boneco animatrônico.

Quando aparece um demônio de plástico assustador:

— “NA BOA… POR QUE OS HUMANOS ACHAM QUE EU PAREÇO ASSIM?! EU NÃO SOU… NADA DISSO!”

Daniel berra de rir.

É o melhor dia do menino em meses.

No dia seguinte, o treinador chama Daniel para uma reunião.

Dante não está incorporado — agora é o treinador real.

— “Daniel… você é um talento natural. Quero que assuma a direção do time comigo.”

Robinson, atrás da porta, escuta e sente o estômago virar.

Daniel tenta recusar, mas o treinador insiste. E, a contragosto… Daniel aceita. Para piorar, o treinador diz algo que destrói Robinson:

— “Robinson… você vai continuar no time, mas não como capitão. Daniel assume por enquanto.”

Robinson sente o chão sumir ele sai irritado, ferido e com o ego destruído.

E Dante aparece no corredor, sorrindo discretamente com o cabelo agora verde-menta:

— “E o jogo começa.”

🎉🔥 A FESTA DE KÁTIA — O CAOS COLORIDO

Dante aparece no quarto de Daniel à noite, com roupas espalhadas pela cama.

— “Você vai chegar deslumbrante.” - Os olhos dele brilham roxo. O cabelo fica lilás brilhante. Ele passa a mão no ombro de Daniel e — puf! — uma roupa surge.

Moderna.

Bonita.

Sedutora.

Daniel fica irreconhecível, Lindo. Dante sorri.

— “Vai lá, arrasa. E… tenta não se perder.”

🎊 CHEGADA NA FESTA

Daniel entra e a música baixa por um segundo.

Vários olhares viram na hora.

— “Gente! O Daniel tá lindoooo!” — uma menina comenta.

Kátia o abraça:

— “MEU DEUS, você tá perfeito! E esse perfume… eu AMO!”

Daniel entrega o presente dela, ela vibra. Robinson, no canto da sala, observa tudo. Sem entender a sensação quente e desconfortável que sente no peito: Ciúmes, mas ele ainda não aceita isso.

Dante aparece vestido de garçom. Olhos cor-de-rosa, cabelos prateados.

— “Quer ver uma mágica?”

Ele despeja discretamente um líquido brilhante no ponche.

DOIS MINUTOS DEPOIS:

🌈 Pessoas rindo demais

🌈 Gente abraçando postes

🌈 Uma menina conversando com a árvore

🌈 Duas amigas se beijando na piscina

🌈 Um grupo dançando quadrilha no meio do jardim

E…

Um professor que Daniel odeia entra na festa para “repreender a turma”. Um gole de ponche depois…Ele está:

de sunguinha prateada

óculos de coração

um boá rosa brilhante

dançando I Will Survive em cima da mesa

Kátia:

— “MEUS ÓCULOS!!!”

Alunos filmam tudo. Viraliza na hora. Daniel chora de rir.

Dante dá uma piscadinha:

— “Eu disse que traria diversão.”

A música está alta, a casa um caos. Daniel sobe para beber água no quarto, todos os garotos da festa dão em cima dele, tirando Robinson do sério mesmo sem ele saber o porque...Robinson, irritado, sobe atrás. A tensão explode.

— “Por que você tá assim?” — Daniel pergunta.

— “Assim COMO?!”

Robinson se aproxima demais. O cheiro dele. O calor dele. Tudo confunde Daniel.

Robinson toca o rosto de Daniel. A respiração se mistura. O momento acontece. Não é explícito — mas é quente.

Quente o suficiente para ambos perderem o fôlego.

Mas…Robinson afasta, nervoso, assustado consigo mesmo.

— “Se você quer… isso…” — ele gesticula entre os dois— “Vai ter que sair do time. E pedir pro treinador me colocar de volta.”

Daniel não entende.

— “Por quê? Eu nunca faria nada pra te prejudicar!”

Robinson fala sem pensar:

— “Ah, claro… você vira capitão do nada e quer que eu acredite que não tá fazendo… favores… pro treinador?”

Silêncio mortal.

Daniel sente o coração quebrar. A dor é física.

E sem pensar…

DANIEL DÁ UM TAPA NA CARA DE ROBINSON.

Um tapa forte, merecido.

Robinson fica imóvel, chocado. Daniel, com lágrimas nos olhos:

— “Eu nunca… nunca faria isso. Eu gostava de você.”

E sai do quarto.

Robinson fica ali, com a mão ardendo no rosto…e o coração ardendo ainda mais.

Daniel chega em casa com o rosto ainda quente de lágrimas.

A porta bate atrás dele. Ele tenta não fazer barulho, mas Dante já aparece sentado na cama dele, pernas cruzadas, cabelo num tom azul-escuro misterioso.

— “Você voltou cedo da festa…” — Dante comenta, examinando a expressão do menino.

Daniel respira fundo e… desaba. Ele amassa a camiseta contra o rosto, tentando segurar o choro. Dante se aproxima devagar.

— “Ele te machucou… não foi?”

Daniel não responde.

Só chora. Dói. Muito.

Dante passa a mão no cabelo dele, lentamente — quase como se estivesse aprendendo a consolar alguém pela primeira vez.

— “Daniel… me conta.” E Daniel conta tudo. A humilhação. A acusação. O tapa. A quebra.

Quando termina, Dante o olha com algo raro nos olhos: empatia, mas aí… Daniel endurece o queixo.

— “Dante… você disse que faria ele gostar de mim. Mentiu.”

Dante ergue o olhar, sério, muito sério.

— “Eu nunca menti. Você é quem entendeu errado.”

— “Você disse que podia fazer!” — Daniel grita, ferido.

Dante respira… e fala a verdade pela primeira vez:

— “Daniel… para forçar alguém a te amar, eu teria que conduzi-lo pelos Sete Pecados. É assim que magia emocional funciona. Eu achei que você nunca aceitaria.”

Silêncio.

Daniel afasta a mão de Dante, com o peito incendiado.

— “Então… então você SEMPRE soube que não podia fazer!”

— “Eu nunca disse que não podia. Eu disse que não devia.”

— “É a MESMA coisa!” — Daniel explode.

Ele vira o rosto, ofendido, machucado…

E Dante o observa em silêncio — algo feroz e ao mesmo tempo triste brilhando no olhar.

Daniel levanta de repente, com um olhar que Dante nunca viu nele.

— “Sabe de uma coisa? Eu vou conquistar o Robinson.”

Dante pisca.

— “…Por vingança?”

Daniel finge que não hesita:

— “SIM. Só pra esfregar na cara dele. Só isso.”

Mas o coração dele lateja outra resposta e Dante percebe. Ele sempre percebe.

— “Você ainda gosta dele.”

— “CALE A BOCA.”

Daniel está vermelho, irritado, ferido… e completamente apaixonado.

Dante se aproxima, a voz baixa:

— “Daniel… se você realmente quer fazer isso… tudo bem.”

— “Quero.”

— “Mas você precisa entender: os pecados devem vir dele. Espontâneos. Você NÃO pode obrigá-lo. Isso corromperia você.”

Daniel aperta os dentes.

— “Então me ajuda a criar… situações.”

O sorriso que surge no rosto de Dante é perigoso e lindo.

— “Ah… isso eu sei fazer.”

CONTINUA...

VEM AÍ..."A Lira da Ira" 😈

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Foto de perfil de DanizinhoDanizinhoContos: 233Seguidores: 138Seguindo: 5Mensagem Autor Paraibano de 29 anos, escrevo na casa dos contos desde 2017, com experiência em contos voltados ao público jovem (embora tenha um público cativo maduro também), não tenho nada contra o maniqueísmo embora nos meus contos eu sempre prefira mostrar personagens humanizados que cometem erros, acertos e possuem defeitos e qualidades, meu maior sucesso foram os contos

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AMOR FORÇADO NÃO VALE A PENA DANIEL, APRENDE ISSO.

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