Oi! Eu sou o MasoquistaLixo.
Entre o Natal e o ano novo o trabalho tinha rareado, eu também nao tava muito afim de correr atrás, mas o tesão não me abandona, e o dia 29, segunda feira, foi um daqueles dias em que o tesão chegava antes da racionalidade. Abri o site de acompanhantes com o coração acelerado, o dedo já sabendo exatamente onde clicar. Fui direto escolhendo os filtros: trans, Rio de Janeiro, disponível agora. Com Fotos. Passei por várias até que...
- É essa!.
Cliquei o dedo no anúncio e vi a Trans perfeita! "Lara". Rosto de anjo, olhos que prometiam te destruir. Corpo perfeito: cintura fina, silicone nos seios empinados, quadril largo, pernas que pareciam não acabar. E na última foto, de lado, a calcinha minúscula mal escondendo a grossura do que eu já sabia que ia me deixar louco.
Salvei o número no celular e mandei mensagem no Zap. Ela respondeu rápido com uma voz doce no áudio, mas com aquele tom de quem já manda: "me fala o que você quer de verdade, safado". Perguntei se era ativa e ela respondeu: "Sou versátil meu anjo!". Perfeito, pensei comigo. Só perguntei o valor do atendimento, que para o que se apresentava até que estava barato, e marquei pra esse dia mesmo!
Combinamos num Motel da Rod. Washington Luiz, ali pertinho do Shopping Grande Rio, numa suíte às 13h.
Cheguei cedo. Banho rápido, perfume, cueca boxer preta bem justa. Deitei na cama, rolando o celular, coração na boca.
Às 13:05 a campainha tocou.
Abri e quase caí de joelhos ali mesmo.
Lara era mais linda do que nas fotos. Vestidinho preto colado, sandalinha vermelha, batom escuro, cabelo liso escorrendo pelos ombros. Ela entrou, fechei a porta e ela me olhou de cima a baixo.
— Então é você que tá louco pelo meu pau, né? — disse, já sorrindo de lado.
Nem respondi. Avancei, segurei a nuca dela e enfiei a língua na boca dela com força. Ela retribuiu mordendo meu lábio, chupando minha língua. De repente ela segurou meu rosto com as duas mãos, abriu minha boca com os polegares e cuspiu direto na minha língua, um cuspe grosso e quente.
— Engole — ordenou.
Eu engoli. O gosto dela me deixou com ainda mais tesão.
Ela riu baixo, me empurrou contra a parede e me deu um tapa firme na cara. Não muito forte, mas o bastante pra arder e fazer meu pau pulsar dentro da cueca.
— De joelhos, agora.
Ajoelhei sem pensar duas vezes. Ela levantou o vestido, puxou a calcinha de renda preta pro lado e deixou aquele pau maravilhoso saltar livre. Grosso, comprido, veias marcadas, cabeça brilhando. Uma perfeita obra de arte da natureza.
Eu abri a boca e ela segurou minha cabeça com as duas mãos. Cuspiu de novo, direto na minha língua, antes de enfiar o pau até o fundo da garganta. Engasguei, minha baba começou a escorrer pelo queixo, meus olhos já começavam a lacrimejar. Ela segurava firme, fodendo minha boca devagar, depois mais rápido.
— Isso, engole tudo, sua putinha... chupa esse pau como se fosse sua religião.
Eu chupava com desespero, lambendo as bolas, voltando pra cabeça, babando tudo. Ela gemia alto, batendo a cabeça no espelho atrás dela.
Depois de uns minutos, ela me puxou pelos cabelos, me levantou e me virou de frente pro espelho grande.
— Olha pra gente — mandou.
Eu olhei. Meu rosto tava vermelho, molhado de suor e cuspe, olhos vidrados. Ela atrás de mim, linda, dominante, eu sentia seu pau duro encostando na minha bunda.
Ela deu um tapa forte na minha bunda, o som ecoou no quarto. Depois outro. E mais outro. Eu já sentia a pele ardendo, e a cada tapa eu gemia mais alto.
— Pede, vai. Pede o que você quer.
— Me come, Lara... me arromba com esse pau... por favor...
Ela cuspiu na mão, passou no pau, depois cuspiu direto no meu cu, dois dedos entrando sem dó, abrindo caminho. Quando encaixou a cabeça e empurrou, eu soltei um grito rouco. O pau dela entrou inteiro de uma vez, fundo, sem piedade.
— Isso... aguenta, caralho.
- Fala pra mim o que você é..
- Eu sou um viadinho de merda!
- Você é um viadinho que gosta de tomar no cú né?!
- Sou!! Come o cú desse viadinho! Me bate!!
Ela começou a meter mais forte, segurando minha cintura com uma mão, a outra subindo pro meu pescoço, apertando de leve. De vez em quando dava outro tapa na cara, outro na bunda, alternando, marcando o ritmo. Cada estocada fazia meu corpo tremer, minha rola babando no chão sem nem ser tocada.
Ela se inclinou, mordeu meu ombro e cuspiu na minha boca de novo, bem aberto, enquanto metia mais fundo.
— Abre a boca, engole meu cuspe enquanto eu te fodo.
Eu abria a boca, ela cuspia, eu engolia, gemia. O tesão era insano.
— Vou gozar dentro desse cu gostoso... quer?
— Quero... goza, enche meu cú de porra...
Ela acelerou, dava estocadas mais brutas, eu gemia. Batia cada vez mais forte na minha bunda, até que gozou. Eu sentia seu pau pulsando dentro de mim, enchendo tudo. Sentia o calor, a pressão. Eu também gozei, e sem encostar a mão no meu pau, a porra ia escorrendo devagar enquanto ela ainda metia devagarinho, prolongando a sensação.
Depois ela me abraçou por trás, ainda dentro, beijando minha nuca suada.
— Gostou da surra, safado?
Eu ri e disse:
— Quero mais.
Ela mordeu minha orelha e sussurrou:
— Então marca de novo. Porque esse cu já é meu.