Sozinho em casa eu me fudi

Um conto erótico de MasoquistaLixo
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1260 palavras
Data: 12/01/2026 20:43:31
Assuntos: Anal, Sadomasoquismo

Oi, eu sou o MasoquistaLixo!

Primeiro, desculpem por desabafar tudo isso aqui. Minha psicóloga diz que eu não sou tão "esquisito" como penso, ela diz que eu devo me ver como uma pessoa que tem desejos intensos, que teve uma infância rígida, de muita religiosidade, e que as surras acabaram virando gatilho pro prazer na dor... Isso é comum em quem descobre masoquismo. Muita gente passa por isso e encontra formas seguras de viver. Bem, então é isso que sou, um esquisitão que gosta de sentir dor rsrsrsr

E só pra deixar claro, eu não sou escritor, então se não estiver bem escrito, dentro das regras gramaticais, me desculpem, também não é ficção, eu só escrevo o que realmente vivo e faço. Eu posso até aumentar em alguma coisa, mas não invento rsrsrs

Hoje, 12/01, foi um dia daqueles aqui no Rio, sol rachando, 40 graus fácil, e minha mulher não está em casa, explico: ontem ela foi com umas amigas pra um show de pagode no Rio Centro (não suporto pagode, sou roqueiro), e como a best friend dela mora lá perto e o show terminou tarde foi mais fácil e menos perigoso ela ficar lá na casa da amiga. E, como o condomínio dela tem piscina, já ficou pra curtir essa segunda feira de sol.

Com isso, fique com a casa vazia, só eu, o ventilador girando preguiçoso e o tesão que não parava de crescer desde cedo. Acordei já com o cu latejando, lembrando da última vez que pude me auto sodomizar rsrs, quando enfiei o cabo de vassoura até onde dava e bati com o cinto até a pele ficar roxa. Ou quando encontro com meu cunhadinho e ele me arrebenta. Mas infelizmente, hoje estou sozinho. Um lixo que adora se machucar pra gozar.

Tirei a roupa devagar, fiquei pelado na sala, tirei o espelho grande que fica pendurado na parede e o coloquei em pé pra ver tudo.

Peguei o cinto de couro grosso, aquele que uso no trabalho, e dei as primeiras chicotadas na bunda. Pá! Pá! Cada uma o som ecoava, na quinta eu já sentia a ardência, a pele queimando, ficando cada vez mais vermelha. Gemi baixo, sentindo o pau endurecer. Depois troquei pela colher de pau da cozinha — madeira dura, bate mais concentrado. Bati forte nas nádegas, mirando o mesmo lugar até arder como fogo. "Porra, que delícia...", falei sozinho, rindo nervoso. Doía pra caralho, mas era o tipo de dor que me fazia querer mais.

Virei a bunda pro espelho e vi o quanto já estava vermelho. Nossa, que viadinho de merda eu sou!!

Fui até a área de serviço buscar meu kit de auto flagelação (rsrs)pro quarto: álcool 70%, estilete novo (lâmina afiada, esterilizada), agulhas grossas (comprei um pacote de 18G, as mais grossas que achei), meu grampeador Rocam grande (aqueles de tapeçaria, que mordem forte), e a coleção de objetos: tubo de desodorante roliço, garrafa de Veja velha (aquela que já rasgou uma vez), cabo de vassoura, e do meu quarto, um frasco de lubrificante KY. Tudo desinfetado, bunda também, lavada com sabonete antisséptico.

Voltei pra sala, parei de frente pro espelho e comecei me arranhando. Estilete na mão esquerda fazendo traços leves na bunda, sentindo a pele abrir fininho, aos pouquinhos o sangue brotava em linhas vermelhas. Senti um arrepio gostoso. Aumentei a pressão em alguns lugares, arranhando mais fundo, gemendo alto quando o corte pegava mais carne. "Vai, seu lixo, seu viadinho, sangra mais...", falei pra mim mesmo, o meu pau babando no chão.

Depois as agulhas. Peguei quatro grossas, esterilizadas. Primeiro, na nádega esquerda: enfiei devagar, sentindo a resistência da pele, depois o músculo cedendo. Sentia uma dor aguda, tipo queimadura, mas deliciosa. Enfiei até o fundo, deixei ali, tremendo. Outra do lado, mais fundo. Duas na direita, formando um desenho torto. Cada picada era um choque de prazer, o cu piscando sozinho, querendo coisa dentro. Gozei um pouco de pré gozo só com isso.

Agora o principal: auto sodomia até o limite. Comecei com o desodorante, o roliço azul que uso desde moleque. Lambuzei de lubrificante, peguei uma cadeira, apoiei o desodorante e sentei com o cú nele. Entrou devagar, esticando as preguinhas, doendo na entrada. "Caralho... dói... mas vai...", forcei mais, sentindo rasgar um pouco. Fui metendo e tirando, punhetando devagar, imaginando uma piroca grossa me comendo sem dó.

Troquei pro cabo de vassoura, meu favorito desde os 15 anos. Lembrei da primeira vez, na área de serviço, com meus pais dormindo, manteiga da geladeira pra lubrificar... hoje é lubrificante mesmo, mas a sensação é a mesma: pressão enorme, profundidade testando o limite. Encostei a ponta redonda no cu, empurrei devagar. Entrou uns 20cm fácil, depois forcei mais. Senti uma dorzinha quando chegou no fundo, tipo soco na barriga, mas continuei. Vai e vem forte, meu pau tava super duro, batendo no abdômen. Eu gemia alto, suava, já tinha lágrimas nos olhos.

Mas queria mais grosso. Peguei a garrafa de Veja, do mesmo tipo que já me rasgou antes. Revesti com camisinha grossa, enchi de lubrificante. Sentei devagar, sentindo a parte larga pressionar. Cada centímetro era um sofrimento, sentia cada preguinha se rasgando, a ardência, as lágrimas escorrendo. "Porra... aguenta, seu viadinho... você gosta disso...". Forcei mais, a parte grossa entrou de uma vez, meu cu se abriu ao máximo. "Ahhhh!!!" Que dor! Puta que pariu!!! Gritei, mas não tirei. Fiquei ali, meu cú pulsando, a dor virando prazer. Devo ter ficado assim, com a garrafa dentro de mim por uns 3 ou 4 minutos até tentar tirar.

Tentei a primeira vez e não consegui. Passei a mão no cú pra sentir como tava, e tava muito aberto, mas não era o suficiente para parte grossa da garrafa sair.

Tentei de novo, a dor pra tirar era quase tão intensa quanto a de quando entrou, cheguei a ficar com medo de não sair. "Vai sei viadinho...você consegue!".

Comecei a puxar e ao mesmo tempo fazer força como se fosse cagar. Foi saindo devagar, senti uma dor gostosa, meu cu ficou aberto, vazio, sangrando um pouco. Mas eu sou um Lixo mesmo, não satisfeito, coloquei de novo, dessa vez entrou mais fácil, e sentei metendo até o limite, já não doía tanto, era mais aquela dor gostosa e o sentimento de saber que tem uma coisa enorme dentro de você. Nossa, eu não sabia que meu cú aguentava tanto.

Tirei a garrafa de Veja e coloquei de lado, agora eu quero outro tipo de dor: peguei o grampeador Rocam encostei na nádega esquerda e pressionei, "TÁÁÁ", fez aquele estalo e o grampo mordeu a carne vermelha da minha bunda. Dois de cada lado, puxando a pele. Senti a dor constante, latejante, passei a mão pela pele e senti os grampos encravados na bunda. "Eu sou um Lixo mesmo, um viadinho de merda!!", falei pra mim.

Peguei o saco plástico preto, coloquei na cabeça e amarrei na base do pescoço, senti a respiração ficar um pouco mais difícil, as sensações mais vívidas. Enquanto isso, metia os dedos no meu cú, primeiro três, depois quatro. Empurrava, forçando o punho, sentindo o cu ceder aos poucos, pena que não consigo enfiar a minha própria mão toda no meu cuzinho.

Finalmente gozei forte, meu corpo tremia, meu cu tava destruído, a bunda cheia de marcas, sangue, suor, lágrimas. Depois, tirei tudo devagar, limpei com cuidado, passei pomada, olhei no espelho: um lixo feliz, um viadinho satisfeito.

Mal posso esperar pra ficar sozinho em casa de novo.

O pior é não ter ninguém pra brincar comigo

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Comentários

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Não é minha praia, mas posso imaginar o prazer. Minha esposa me fistando já me levou às núvens.

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eu não sei se alguém pode se sentir feliz tendo esse grau de masoquismo. Mas se você quisesse mudar, talvez fosse difícil porque existem razões profundas pra você sentir essas vontades masoquistas que sente. Mas talvez você faça isso pra aliviar a depressão e a ansiedade, mas existem remédios que diminuem a depressão e a ansiedade.

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Eu entendo e agradeço por sua opinião, mas é a forma como gosto de buscar prazer e me sinto bem com isso.

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se você se sente bem, então eu acho que está tudo certo. Cada pessoa tem que encontrar seu próprio caminho pra se sentir bem, porque cada pessoa é diferente.

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