Roberto que após o sexo quente que teve com Guguh e o professor João.
- “Bom menino… você é uma delícia mesmo.” A voz dele estava baixa, ainda rouca de prazer. Ele ajeitou a bermuda, fechou o zíper e olhou para João com um sorriso cúmplice. - “Vou deixar vocês dois aproveitarem o resto da tarde. Tenho umas coisas pra resolver na cidade.”
Sem mais palavras, Roberto se afastou, os passos pesados ecoando na borda da piscina enquanto ele desaparecia em direção à casa.
O sol da tarde batia forte agora, refletindo na água e iluminando os corpos suados que ficaram para trás.
Só restavam João e Guguh.
O silêncio caiu por um instante, quebrado apenas pela respiração ofegante dos dois. João se aproximou devagar, o pau ainda meio duro balançando pesado entre as pernas, brilhante de saliva e restos de porra. Ele passou a mão grande pelas costas de Guguh, descendo até a cintura, sentindo a pele quente e úmida de suor.
-“Olha pra mim, menino.”
Guguh se virou devagar, as pernas ainda fracas, o rosto corado e manchado de porra seca, os lábios inchados e vermelhos de tanto chupar. Os olhos castanhos estavam vidrados, cheios de tesão e insaciável. Ele se encostou no peito largo de João, sentindo os pelos grisalhos roçarem sua pele lisa, o cheiro familiar do professor — madeira, suor, autoridade — invadindo tudo de novo.
- “Professor… você não tá com ciúme?” A voz dele saiu baixa, quase um sussurro, enquanto esfregava o rosto no ombro de João como um gatinho precisando de carinho.
João soltou um riso baixo, abraçando-o com força, uma mão descendo para apertar possessivamente a bunda arrombada. Os dedos dele deslizaram pelo rego, sentindo o buraco sensível e escorrendo, ainda quente do pau de Roberto. Guguh estremeceu inteiro, gemendo baixinho com o toque.
- “Ciúme? Não, putinho. Eu trouxe você aqui sabendo que isso podia acontecer. Ver você sendo usado por outro homem… só me deu mais vontade de te ter só pra mim agora.”
Ele empurrou o putinho de costas contra a borda da piscina de novo, mas dessa vez com mais calma, mais intimidade. As mãos grandes seguraram o rosto do garoto, os polegares limpando suavemente as marcas de porra no queixo e nas bochechas. Depois, João se inclinou e beijou Guguh fundo, lento, a língua invadindo a boca ainda com gosto de sexo, misturando-se ao dele num beijo molhado e possessivo.
Enquanto se beijavam, João posicionou o pau duro de novo na entrada escorrendo do garoto. Não precisou forçar — o cuzinho estava tão usado, tão molhado de porra alheia, que a cabeça grossa deslizou para dentro com facilidade, num movimento único e profundo. Guguh gemeu dentro da boca do professor, as unhas cravando nas costas largas dele, as coxas se abrindo mais para receber tudo.
João começou a meter devagar, quase carinhoso no início, sentindo cada contração do buraco ao redor do pau, o calor viscoso da porra de Roberto servindo de lubrificante perfeito. “Sente isso, viadinho… agora é só meu pau te preenchendo. Só eu te fodendo como você merece.”
As estocadas foram ficando mais fortes, mais profundas, mas ainda havia uma ternura bruta nelas — João segurando a nuca do garoto, olhando fundo nos olhos dele enquanto socava, vendo cada gemido, cada tremor, cada lágrima de prazer que escapava.
“Você é meu, tá ouvindo? Pode dar pra quem eu quiser… mas no final, é pra mim que você volta implorando.”
Guguh só conseguia assentir, os olhos revirando, o corpo se entregando completamente outra vez. “Seu… só seu, professor… me fode… me enche de novo… eu te amo tomando meu cu assim…”
João acelerou, os quadris batendo com força agora, a água da piscina espirrando a cada movimento. Ele gozou primeiro dessa vez, fundo, marcando território por cima da porra do outro, enchendo Guguh até transbordar. O garoto veio logo depois, só com o prazer de ser possuído exclusivamente pelo homem que o dominava desde o começo.
Quando terminaram, João não saiu de dentro dele. Ficou ali, abraçado, o pau amolecendo devagar no calor do cuzinho, beijando a testa suada do garoto.
“Boa menino… agora vamos pra dentro. Vou te dar um banho, te limpar todo… e depois te foder de novo na cama, só nós dois, a noite inteira.”
Guguh sorriu fraco, as pernas ainda tremendo, o corpo todo marcado e satisfeito.
“Promete?”
“Prometo.”
A noite já tinha caído na chácara quando a porta da casa se abriu de novo.
Passos pesados ecoaram na varanda. Uma silhueta alta e larga surgiu sob a luz amarelada do poste: Marcos, o irmão mais velho de Roberto, que ninguém esperava. 55 anos bem vividos, ex-jogador de rugby, 1,95m de puro músculo ainda firme, peito largo coberto por uma camisa polo aberta até o meio, pelos grisalhos espalhados, braços tatuados e veias grossas saltando nos antebraços. Barba cheia, olhos escuros e penetrantes, voz de trovão. Ele tinha chegado de surpresa para passar o fim de semana com o irmão e encontrou a cena pela janela da cozinha: João ainda dentro de Guguh, os dois abraçados na sala, o garoto gemendo baixinho com cada movimento lento do professor.
Marcos parou na porta da sala, braços cruzados, observando em silêncio por alguns segundos. O cheiro de sexo ainda pairava no ar quente da noite. Guguh percebeu primeiro — virou o rosto devagar, os olhos castanhos encontrando aquele homem gigantesco. O corpo dele tremeu dentro dos braços de João, não de medo, mas de um tesão imediato e incontrolável.
João sentiu a mudança no garoto, parou o movimento dos quadris e olhou para trás. Sorriu de canto, sem tirar o pau de dentro.
“Chegou na hora certa, Marcos.”
Marcos desceu os degraus devagar, cada passo fazendo o chão vibrar levemente. Ele se aproximou até ficar a poucos centímetros dos dois, o calor do corpo dele irradiando. Olhou para o garoto de cima a baixo — o rosto corado, os lábios inchados, o corpo parrudo e marcado, o cuzinho ainda cheio do pau de João e escorrendo porra.
- “Então esse é o menino que tá deixando meu irmão e você loucos, hein?” A voz dele era grave, rouca de cigarro e anos de comando. Ele estendeu a mão enorme, passou o polegar pelo queixo de Guguh, limpando um resto de porra seca ali. “Bonitinho. Doce. Mas com cara de quem aguenta mais do que parece.”
Guguh arfou, a respiração acelerando de novo. Ele apertou o pau de João dentro de si sem querer, o que fez o professor grunhir baixo.
“Marcos é… maior que a gente em tudo, menino”, João murmurou no ouvido de Guguh, dando uma estocada lenta só para lembrar quem estava ali dentro. “Quer conhecer?”
Marcos já desfazia o cinto da calça cargo, sem pressa. Quando abriu o zíper e puxou para fora, o pau que surgiu era assustador — mais grosso que o de Roberto, mais longo que o de João, pesado mesmo semi-duro, com uma cabeça larga e avermelhada que já brilhava de excitação. Veias grossas como cordas percorriam o comprimento, bolas grandes e baixas, peludas, devia medir 24cm.
Guguh arregalou os olhos, a boca se abrindo num gemido mudo. O cuzinho se contraiu forte ao redor de João só de imaginar aquilo tudo entrando.
“Eu… eu quero”, ele sussurrou, a voz trêmula de carência e tesão. “Quero os dois me disputando… me usando…”
Marcos riu baixo, um som perigoso e safado. Ele se aproximou mais, o pau balançando pesado perto do rosto de puto. João saiu devagar do garoto, deixando o buraco aberto e escorrendo, e deu espaço. Marcos segurou o garoto pela cintura com uma mão só — como se o garoto não pesasse nada — e o virou de frente para si, erguendo-o do chão até que as pernas do menino se enroscassem na cintura larga dele.
“Então vem cá, putinho doce. Vou te mostrar o que é um macho de verdade disputando o que quer.”
Ele posicionou a cabeça grossa na entrada já arrombada de Guguh e desceu o garoto devagar, empalando-o centímetro por centímetro. Guguh gritou — um grito rouco de dor e prazer absoluto — enquanto sentia aquele pau monstruoso esticando tudo ao limite, preenchendo espaços que nem João nem Roberto tinham alcançado.
João observava, o pau duro latejando na mão, os olhos escuros de desejo. Ele se aproximou por trás, beijando o pescoço de Guguh enquanto Marcos começava a bombar devagar, segurando o garoto no ar como se fosse um brinquedo.
“Ele é meu, Marcos”, João murmurou, a voz carregada de posse e excitação. “Mas hoje… a gente divide. E vê quem faz ele gozar mais alto.”
Marcos acelerou, as estocadas profundas fazendo o corpo de Guguh quicar inteiro, os gemidos ecoando na noite.
“Pode tentar, professor. Mas esse cuzinho carente vai lembrar do meu pau por semanas.”
E assim começou a disputa: dois machos experientes, corpos fortes e peludos, pauzões grossos e incansáveis, competindo para ver quem dominava mais o doce e safado Guguh — que só gemia mais alto, se entregando completamente, perdido entre os dois, implorando para nunca parar.