Eu sou a Cat, e eu sempre soube que havia algo errado comigo, ou talvez certo, dependendo do ponto de vista. Sou uma mulher de 20 anos, com curvas que fazem os homens babarem e imaginarem como seria me possuir completamente, peitos fartos e redondos que balançam suavemente a cada passo, uma cintura fina que leva a quadris largos e uma bunda redonda que implora para ser apertada, mordida e fodida até o limite. Meus cabelos longos e pretos caem em ondas selvagens pelas minhas costas, e meus olhos verdes brilham com um desejo proibido que eu carrego desde a adolescência, um fogo que nunca se apagou. Meu irmão mais velho, o Lucas, sempre foi o objeto dos meus sonhos mais sujos. Ele tem 32 anos agora, alto e musculoso, com cabelos castanhos despenteados que eu sempre quis puxar durante o sexo, olhos azuis penetrantes que me fazem derreter por dentro, e um corpo definido de alguém que malha regularmente, com um peito largo e braços fortes que me fazem sentir segura, e excitada. Nós crescemos juntos nessa casa antiga, compartilhando segredos, brincadeiras inocentes que viraram fantasias proibidas, mas nunca cruzamos a linha, até aquela noite de reencontro familiar. Eu queria que ele me desejasse tanto quanto eu o desejava, que me procurasse depois, implorando por mais desse pecado delicioso, mandando mensagens sujas dizendo como não consegue parar de pensar em mim. E eu dei a ele uma noite que o faria gozar só de lembrar, desejando repetir comigo, mesmo sabendo que era errado, imoral, mas irresistível.
Era o aniversário da nossa mãe, e a família toda se reuniu na casa antiga onde crescemos, com tios, primos e vizinhos enchendo o lugar de risadas e conversas. Eu cheguei atrasada de propósito, vestindo um vestido preto curto que abraçava meu corpo como uma segunda pele, o decote profundo mostrando o vale entre meus peitos fartos, os mamilos já endurecendo sob o tecido fino com a antecipação de vê-lo, e a saia subindo pelas coxas a cada movimento, revelando pernas longas e tonificadas que eu sabia que ele admirava. Eu me sentia poderosa, como uma predadora pronta para caçar sua presa familiar. Lucas me recebeu na porta, seus olhos descendo pelo meu corpo como se estivesse me despindo com o olhar, demorando nos meus peitos e nas minhas pernas. "Cat, você está... diferente", ele disse, abraçando-me apertado, seu corpo forte contra o meu, fazendo meu coração acelerar e uma umidade começar a se formar entre minhas pernas. Eu senti um arrepio, lembrando das noites em que eu o espionava no quarto ao lado, ouvindo-o se masturbar e imaginando que era por minha causa, sonhando com seu pau grosso dentro de mim.
Conversamos durante o jantar, mas eu vi o jeito como ele me olhava por cima da mesa, o desejo reprimido nos seus olhos, como se estivesse lutando contra si mesmo. Ele contou sobre seu trabalho, sua vida solitária, mas eu sabia que ele mentia sobre não ter ninguém – eu queria ser essa alguém. Depois que todos foram dormir, exaustos da festa, eu desci para a cozinha por um copo d'água, fingindo insônia, e ele estava lá, sozinho, encostado no balcão, olhando para o nada. O ar entre nós estava carregado de tensão, o cheiro de comida residual misturado com algo mais primal.
"Não consegue dormir?", perguntei, aproximando-me devagar, sentindo o ar condicionado gelado fazer meus mamilos endurecerem ainda mais, visíveis através do vestido fino.
"Não, pensando em você", ele confessou, seus olhos fixos nos meus peitos, descendo para minhas coxas. Eu me inclinei sobre o balcão, deixando meu decote se abrir o suficiente para dar uma visão perfeita dos meus mamilos duros, e ele não resistiu. Suas mãos subiram pelas minhas coxas, apertando a carne macia, dedos cravando levemente, me fazendo gemer baixinho. "Sempre te quis, Cat. É errado, mas porra, você é perfeita", ele murmurou, beijando meu pescoço, sua barba raspando minha pele sensível, enviando arrepios direto para minha boceta.
Eu gemi, sentindo meu corpo reagir instantaneamente, meus mamilos endurecendo ao máximo, minha calcinha ficando úmida com o desejo proibido. "Então me mostra quanto", respondi, mordendo seu lábio inferior com força, sentindo o gosto de sangue misturado com o dele. Ele me beijou com fome, sua língua invadindo minha boca, explorando cada canto, dançando com a minha em um ritmo frenético que imitava o que eu queria fazer com meu corpo. Suas mãos desceram para minha bunda, apertando com força, me puxando contra ele, sentindo o calor da minha boceta molhada através das roupas. Eu senti seu pau pulsar, grosso e quente, pressionando contra minha barriga, e comecei a me esfregar nele, círculos lentos que me faziam gemer na sua boca, imaginando como seria senti-lo dentro de mim, esticando-me, preenchendo-me completamente.
Ele me levantou no balcão da cozinha com facilidade, suas mãos fortes segurando minha cintura, e abriu minhas pernas, o vestido subindo até minha cintura. Puxou minha calcinha preta de renda para o lado, expondo minha boceta depilada, rosada e brilhante de excitação, lábios inchados e clitóris visível, pulsando de desejo. "Porra, olha isso", ele gemeu, passando o dedo pela minha boceta molhada, sentindo o calor e a umidade, mergulhando levemente dentro para provar meu suco. Eu tremi, abrindo mais as pernas, implorando silenciosamente por mais. Ele enfiou dois dedos dentro de mim, devagar, sentindo minhas paredes apertadas se contraírem ao redor dele, curvando-os para tocar meu ponto G, me fazendo arquear as costas e gemer alto, esquecendo que a casa estava cheia de parentes dormindo.
"Você está pingando, irmãzinha. Quer meu pau?", ele perguntou, sua voz rouca, enquanto seus dedos se moviam para dentro e para fora, esticando-me, preparando-me para o que viria.
"Sim, me fode, Lucas. Me fode como sempre sonhei", implorei, minha voz rouca de desejo, minhas mãos agarrando seus ombros, unhas cravando na pele através da camisa. Ele desceu a calça com urgência, liberando seu pau, enorme, veias saltadas pulsando, a cabeça inchada e brilhando com pré-gozo, pelo menos 20 centímetros de puro desejo proibido. Era maior do que eu imaginava nas minhas fantasias, grosso o suficiente para me fazer sentir cheia, e eu queria tudo, queria senti-lo me esticando, me fodendo até eu gritar.
Ele me posicionou na borda do balcão, minha bunda para fora, pernas abertas, e entrou em mim por trás. Devagar no começo, a cabeça grossa abrindo caminho, sentindo minhas paredes se esticarem ao redor dele, um prazer misturado com uma pontinha de dor que me fez gemer mais alto. "Ah, caralho, você é apertada", ele grunhiu, empurrando mais fundo, centímetro por centímetro, até estar enterrado até as bolas, suas mãos segurando meus quadris.
Eu gemi alto, sentindo cada veia, cada pulsação do seu pau dentro de mim, me preenchendo como nunca antes, um tabu delicioso que me fazia tremer. Ele começou a se mover, primeiro lento, saboreando, depois mais rápido, suas bolas batendo contra meu clitóris inchado a cada estocada profunda. Eu me apoiei no balcão, empurrando para trás, querendo mais, sentindo o pau bater fundo, tocando meu ponto G, um ângulo perfeito que me fazia ver estrelas. Suas mãos apertavam meus quadris, dedos cravando na carne macia, deixando marcas vermelhas que eu sabia que doeriam depois, mas que agora só aumentavam o prazer. "Mais forte", pedi, minha voz entrecortada, e ele obedeceu, fodendo-me com força, o som de pele batendo contra pele ecoando na cozinha silenciosa, misturado com meus gemidos e seus grunhidos baixos para não acordar ninguém.
Eu senti o orgasmo se aproximando, um calor crescendo no meu ventre, minhas pernas tremendo ao redor da cintura dele. "Vou gozar", avisei, e ele acelerou, uma mão descendo para esfregar meu clitóris com o polegar, círculos rápidos e firmes que me levaram ao limite. Quando eu gozei, foi como uma explosão de ondas de prazer me inundando, minha boceta contraindo ao redor do pau dele, apertando-o como um vício, sucos escorrendo pelas minhas coxas, pingando no chão da cozinha. Ele gemeu, sentindo isso, o aperto intenso quase o fazendo gozar também, e continuou fodendo, prolongando meu prazer, estocando mais devagar agora, sentindo cada espasmo, cada contração, até eu parar de tremer.
Mas ele não parou. "Agora é minha vez", disse, virando-me de costas no balcão, minhas pernas abertas bem largas, joelhos dobrados. Ele me deitou ali, olhando nos meus olhos enquanto entrava novamente, deslizando fácil agora, lubrificado pelos meus sucos abundantes. "Você é linda gozando", ele murmurou, beijando meus peitos, chupando meus mamilos até ficarem duros como pedras, mordendo levemente, me fazendo arquear as costas e gemer, minhas mãos puxando seus cabelos. Eu passei minhas unhas pelas costas dele, arranhando levemente, sentindo seus músculos se contraírem sob minha pele, um sinal de que ele gostava.
Ele aumentou o ritmo, fodendo-me profundamente, seu pau batendo no meu ponto G a cada vez, um ângulo perfeito que me fazia gritar baixinho, abafando o som com a mão na boca. Eu sentia o suor escorrendo entre meus peitos, o ar pesado com o cheiro de sexo, suor, sêmen, minha excitação se misturado com o aroma residual da festa. "Goza dentro de mim", implorei, minhas unhas cravando mais fundo nas suas costas, deixando marcas que ele carregaria como lembrança, e ele fez, com um rugido baixo, enchendo-me com seu sêmen quente, jato após jato, me fazendo sentir cheia, possuída, como se eu fosse dele para sempre. Eu senti cada pulsação, meu corpo tremendo com outro orgasmo menor, minhas paredes contraindo ao redor dele, ordenhando-o até a última gota, sucos misturados escorrendo pelo balcão.
Nós ficamos assim por um momento, ofegantes, seu pau ainda dentro de mim, pulsando fracamente, nossos corpos suados colados. Mas isso foi só o começo. Ele me levou para o quarto dele, o antigo quarto de infância onde eu o espionava tantas vezes, com pôsteres velhos nas paredes e a cama rangendo levemente. Assim que entramos, ele me empurrou contra a parede, beijando-me com urgência, sua mão descendo para minha boceta ainda molhada, dedos brincando com meu clitóris sensível, inchado do orgasmo anterior. "Quero te provar de novo", disse, descendo de joelhos no chão acarpetado. Ele tirou minha calcinha, a que ainda estava encharcada dos nossos sucos, e abriu minhas pernas, expondo-me completamente, minha boceta rosada e brilhante, lábios inchados implorando por atenção.
Sua língua tocou meu clitóris, lambendo devagar, círculos preguiçosos que me fizeram tremer e gemer, minhas mãos segurando seus cabelos castanhos, guiando-o. "Mais fundo", pedi, minha voz rouca, e ele enfiou a língua dentro da minha boceta, lambendo meu suco doce e salgado, misturado com o dele, um gosto proibido que me fez gemer mais alto, lembrando que era meu irmão me dando prazer. Ele era bom nisso, alternando entre chupar meu clitóris com sucção forte, como se estivesse sugando um doce proibido, e enfiar a língua profunda, fodendo-me com ela enquanto seus dedos ajudavam, dois deles esticando-me, curvados para tocar meu ponto G, me fazendo contorcer contra a parede.
Eu senti outro orgasmo se aproximando, minhas pernas tremendo, meu corpo inteiro vibrando com o tabu. "Não para", implorei, minha voz ecoando no quarto antigo, e ele não parou, chupando com mais força, adicionando um terceiro dedo, esticando-me mais, fodendo-me com os dedos enquanto a boca trabalhava, língua e dedos em sincronia perfeita, me levando ao limite. Quando eu gozei, foi intenso, meu corpo convulsionando, gritando seu nome baixinho, sucos jorrando na sua boca, minhas coxas apertando sua cabeça, um prazer tão forte que minhas pernas cederam, mas ele me segurou. Ele se levantou, beijando-me para que eu provasse meu próprio gosto, salgado e excitante, e eu senti seu pau duro novamente, ereto e pronto, pulsando contra minha barriga.
"Agora é minha vez de te provar", disse, descendo de joelhos na cama. Eu abri sua calça, liberando seu pau, ainda duro, brilhando com nossos sucos misturados, veias saltadas implorando por atenção. Eu o envolvi com a mão, sentindo-o pulsar quente, grosso, e lambi a ponta, provando o pré-gozo salgado, circulando a cabeça com a língua, sentindo-o tremer. Ele gemeu, suas mãos nos meus cabelos, guiando-me suavemente. Eu o levei à boca, chupando devagar no começo, minha língua explorando cada veia, cada centímetro, depois mais fundo, engolindo-o até a garganta, sentindo-o bater no fundo, minhas mãos massageando suas bolas pesadas.
"Porra, Cat, você é incrível", ele grunhiu, empurrando suavemente, fodendo minha boca com movimentos lentos. Eu acelerei, chupando com força, minha mão masturbando a base enquanto a boca trabalhava, alternando entre lambidas na cabeça sensível e sucção profunda, saliva escorrendo pelo meu queixo. Ele tremia, suas bolas apertadas, e eu senti que ele estava perto, o pau pulsando na minha boca. "Goza na minha boca, irmão", pedi, minha voz abafada, e ele fez, jatos quentes enchendo minha boca, eu engolindo tudo, lambendo-o limpo, sentindo o gosto proibido do seu sêmen. Ele desabou na cama, ofegante, mas eu não parei. "Ainda não acabou", disse, montando nele, sentindo seu pau ainda semi-duro contra minha boceta.
Eu me posicionei, guiando seu pau para dentro de mim, deslizando devagar, sentindo-o endurecer novamente dentro da minha boceta apertada. "Ah, sim, me fode", ele gemeu, suas mãos nos meus quadris, apertando. Eu comecei a cavalgar, devagar no começo, rebolando os quadris, sentindo-o bater fundo, depois mais rápido, meus peitos quicando na frente do rosto dele, mamilos roçando seu peito. Ele chupou meus mamilos, mordendo levemente, me fazendo gritar baixinho, o quarto antigo nos lembrando do passado, tornando tudo mais intenso, mais errado e excitante. Eu senti o prazer crescer, meu clitóris roçando nele a cada movimento, um atrito delicioso.
Ele me virou, me colocando de joelhos na cama, minha bunda para cima, exposta e vulnerável, e entrou por trás. Fodendo-me com força, suas mãos batendo na minha bunda, deixando marcas vermelhas que queimavam de prazer. "Mais forte", pedi, e ele deu, estocando profundo, batendo no meu ponto G, suas bolas batendo contra meu clitóris. Eu gemi, empurrando para trás, querendo mais, sentindo o pau bater em ângulos novos, tocando meu ponto G de novo. Ele alcançou ao redor, esfregando meu clitóris com os dedos, círculos rápidos, e eu gozei novamente, minha boceta apertando-o como um torno, sucos escorrendo pelas coxas, pingando na cama.
Mas ele não parou. Virou-me de costas, abrindo minhas pernas bem largas, joelhos dobrados, e entrou novamente, fodendo-me devagar agora, prolongando, sentindo cada contração. "Quero ver você gozar mais uma vez", disse, e eu fiz, com ele dentro de mim, sentindo seu pau pulsar, meu clitóris sendo esfregado por seus dedos. Finalmente, ele gozou, enchendo-me novamente, seu corpo tremendo sobre o meu, grunhindo meu nome.
Nós continuamos a noite toda, o relógio marcando as horas enquanto o prazer nos consumia. Ele me levou para o banheiro antigo, o mesmo onde eu o via sair do banho quando éramos jovens, me encostando na pia fria, abrindo minhas pernas, e me fodeu de pé, minhas pernas ao redor da cintura dele, seu pau batendo fundo enquanto eu me segurava na borda. "Você é insaciável, irmã", ele murmurou, chupando meu pescoço, deixando marcas que eu esconderia no dia seguinte. Eu gemi, concordando, sentindo outro orgasmo se aproximar, minhas unhas cravando nas suas costas. Gozamos juntos, o som ecoando no banheiro pequeno, seu sêmen escorrendo pelas minhas coxas.
De volta ao quarto, ele me amarrou com lençóis velhos, pulsos presos à cabeceira da cama, vendando meus olhos com uma camiseta antiga, me deixando no escuro, dependente dos sentidos. Primeiro, ele usou sua mão como chicote leve na minha bunda, batidas suaves que me excitavam, deixando a pele vermelha e quente. Então, ele me penetrou analmente pela primeira vez, devagar, lubrificado com minha própria umidade e saliva, esticando-me, um prazer doloroso que me fez gritar baixinho, um prazer doloroso que me fez gritar baixinho, abafando o som com o travesseiro. "Sim, assim, Lucas, me fode por trás", gemi, sentindo-o entrar centímetro por centímetro, esticando meu cu apertado, um tabu extra que me fazia tremer de excitação. Ele começou devagar, sentindo minha resistência, suas mãos apertando minha bunda, separando as nádegas para ver melhor. "Você é tão apertada aqui, irmã", ele murmurou, empurrando mais fundo, até estar todo dentro, suas bolas contra minha pele.
Eu senti uma mistura de dor e prazer intenso, meu corpo se ajustando, minha boceta pingando de desejo. Ele acelerou, fodendo-me com estocadas profundas, uma mão descendo para esfregar meu clitóris, círculos rápidos que me faziam gemer incessantemente. "Mais forte", implorei, e ele deu, batendo fundo, o som de pele contra pele ecoando no quarto. Eu gozei intensamente, meu corpo convulsionando, boceta contraindo vazia, mas o prazer anal me inundando, ondas de êxtase proibido. Ele não parou, fodendo-me mais rápido, até gozar dentro de mim, enchendo meu cu com seu sêmen quente, jatos pulsantes que me faziam sentir possuída completamente.
Depois, ele me desamarrou, tirou a venda, e me beijou suavemente, nossos corpos suados colados. "Isso foi... incrível", ele disse, ofegante. Mas eu queria mais, queria prolongar a noite. "Vamos para o chuveiro", sugeri, levando-o para o banheiro antigo, onde o box era pequeno, forçando-nos a ficar próximos. Sob a água quente cascando, ele me encostou na parede fria, abrindo minhas pernas, e lambeu minha boceta de novo, a água escorrendo pelo meu corpo, misturando-se com meus sucos. Eu gemi, segurando seus cabelos molhados, gozando na sua boca mais uma vez, meu corpo tremendo sob o jato.
Então, ele entrou em mim, fodendo-me devagar, a água facilitando os movimentos, nossos corpos escorregadios colidindo. "Você é minha agora, Cat", ele murmurou, e eu gemi, concordando, sentindo outro orgasmo se aproximar. Ele me virou, fodendo por trás, suas mãos apertando meus peitos, beliscando meus mamilos, uma mão descendo para esfregar meu clitóris. Gozamos juntos novamente, o chuveiro testemunhando nossa paixão, água e sêmen escorrendo pelo ralo.
Voltamos para a cama, exaustos mas insaciáveis. Ele me deitou de costas, abrindo minhas pernas bem largas, e entrou novamente, fodendo-me com um ritmo constante, profundo, olhando nos meus olhos. "Diga que me quer", ele pediu, e eu disse, repetindo várias vezes, minha voz rouca. Ele acelerou, batendo fundo, e eu gozei mais uma vez, minha boceta apertando-o. Ele gozou dentro de mim, enchendo-me, seu corpo tremendo.
Pela manhã, eu saí cedo, deixando um bilhete no seu travesseiro: "Isso foi só o começo. Me procure se quiser mais, irmão". Eu sei que ele vai me mandar mensagem, implorando por esse segredo proibido, desejando repetir, gozando só de pensar em mim.
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Espero que tenham gostado do conto, meus amores. 💋
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