Minha irmã não aguenta, mas, eu aguento, transei com meu cunhado História Real

Um conto erótico de Laura18y188
Categoria: Heterossexual
Contém 1843 palavras
Data: 12/01/2026 17:59:15
Última revisão: 12/01/2026 18:03:10

Oi amores, meu nome é **Laura**, tenho 18 aninhos fresquinhos… sou bem magrinha, pele branquinha clarinha, cabelo longo castanho claro que vai até a cintura, seios médios que ficam perfeitinhos na mão, estilo super menininha, delicada e safadinha ao mesmo tempo.

Quer me conhecer melhor? Me chama no Insta: Laura18y188 adoro papo quente!

Vou contar tudinho do que rolou na casa de praia da família… só eu, minha irmã mais velha e o namorado dela. Preparem-se, porque foi uma putaria épica que mudou tudo.

Minha irmã é a **Carol**, 19 anos, um pouquinho mais baixinha que eu, mas com um corpo dos deuses: bundinha redondinha empinada, cintura fina, coxas grossas na medida certa, sorriso angelical que esconde uma vadia safada. E o namorado dela, **Renato**, 26 anos, alto (quase 1,90), corpo todo malhado na academia, tanquinho trincado, braços fortes, aquele cheiro de homem que deixa qualquer uma molhada só de chegar perto. Um macho de verdade.

Estávamos os três sozinhos na casa de praia, sem ninguém pra atrapalhar. Eu estava no meu quarto tentando pegar no sono, deitada de lado com aquela regatinha fininha de algodão (sem sutiã, claro, meus biquinhos marcando), shortinho vermelho curtinho que mal cobria a bundinha e calcinha preta fio-dental por baixo. De repente, uma sede louca me fez levantar.

Ainda meio sonolenta, caminhei pela sala escura até a cozinha. Foi quando ouvi…

“Aiii… aiii… isso, amor… mais forte… me fode gostoso… aiii… caralho!”

Meu coração quase saiu pela boca. “A filha da mãe da Carol tá levando uma surra de rola na piscina”, pensei, já sentindo um calor subindo entre as pernas.

Fui pé ante pé até a porta de vidro que dá pro quintal. A luz da piscina iluminava tudo. Lá estavam eles: Carol de costas pra mim, pernas enroladas na cintura dele, braços apertando o pescoço do Renato, enquanto ele metia com força, a água espirrando a cada estocada profunda. O pau dele — meu Deus — entrava e saía inteiro, grosso, veias saltadas, brilhando com a mistura de água e os melzinhos dela.

Eu fiquei paralisada na penumbra, mas minha mão já tinha ido sozinha pro shortinho. Comecei a me tocar devagar, sentindo a calcinha encharcada, o clitóris inchado pulsando de tesão. Ele metia ritmado, forte, e Carol gemia alto:

“Aiii… amor… tá fundo… aiii… isso… me arromba… aiii… vou gozar… porraaaa!”

De repente, Renato levantou o olhar e… me viu.

Nossos olhos se travaram.

Em vez de parar ou se assustar, ele deu um sorrisinho safado, daqueles que dizem “eu sei que você tá louca pra provar também”. E continuou socando mais forte, segurando a bundinha dela com as duas mãos, levantando e baixando ela no pau dele.

Carol começou a tremer, o corpo todo se contorcendo:

“Tô gozando… tô gozandoooo… aiii… caralho… amor… aiii… issoooo!”

Ele puxou o cabelo dela pra trás com força, expondo o pescoço, acelerou as estocadas violentas e deixou ela gozar gritando enquanto eu quase gozava só de olhar. Depois, ele a colocou com carinho na borda da piscina pra tomar sol, o corpinho dela relaxado, pernas abertas, bucetinha vermelha e inchada. E ele… ficou lá, olhando diretamente pra mim, o pau ainda duríssimo, apontando pro céu, pingando.

Fui pegar meu copo d’água com as pernas bambas, o coração na boca. Mal tinha bebido dois goles, a porta de correr abriu devagar atrás de mim.

“Oi, cunhadinha… tudo bem?”

A voz grave, rouca, cheia de malícia. Virei devagar, sentindo o rosto queimar.

“Oi… Renato… tô bem… e você?”

“Tô ótimo… mas ainda não gozei.” Ele se aproximou devagar, o cheiro dele me invadindo. “Sua irmã não aguenta tudo… acredita que eu tô aqui cheio de tesão ainda?”

Olhei pra sunga molhada dele. Meu Deus… aquilo era um monstro. Uns 20-21 cm de puro tesão, grosso como meu pulso, a cabeça vermelha brilhando, pulsando.

Soltei, com voz baixa e sexy:

“Coitadinho… esse pauzão aí tá sofrendo, né? Precisa de uma boquinha que aguente de verdade…”

Ele chegou colado em mim, o calor do corpo dele contra o meu.

“Você tá se oferecendo, Laura?”

Passei a mão devagar por cima da sunga, sentindo a grossura quente latejar na palma. Mordi o lábio inferior e sussurrei bem pertinho do ouvido dele:

“Quer pegar as duas irmãs, seu safado?”

E então, quase gemendo:

“Me fode AGORA, seu puto… me arromba…”

Ele não esperou mais. Me puxou com força, encostou minhas costas na parede fria da cozinha e me devorou com um beijo faminto. A língua dele invadiu minha boca, eu gemia baixinho enquanto descia a mão e tirava aquele pau pra fora. Pesado, quente, veias pulsando.

Ele me fez ajoelhar ali no chão frio. Segurou meu cabelo com firmeza e falou rouco:

“Faz o que sua irmã não conseguiu… me faz gozar gostoso, sua putinha.”

Eu sorri safada, olhando pra cima:

“Só eu consigo isso direito, amor.”

Segurei a base com as duas mãos, abri a boca e engoli ele inteiro devagar. Senti o gosto salgado misturado com o melzinho doce da buceta da Carol ainda… aquilo me deixou louca. Chupei com vontade, lambendo a cabeça devagar, circulando a língua, descendo até as bolas pesadas, voltando a engolir tudo até sentir a garganta se abrindo.

“Hummmm… que boquinha perfeita, Laura… porra… engole tudo… assim… isso…”

Ele segurou minha cabeça e começou a foder minha boca devagar, entrando até o talo. Lágrimas escorriam pelo meu rosto, baba pingando no queixo, mas eu não parava. Passava a língua nas bolas enquanto ele estava todo enterrado na garganta.

Depois de alguns minutos, ele me puxou pra cima, me sentou na mesa da cozinha, arrancou meu shortinho e jogou a calcinha pro lado. Sem aviso, encaixou a cabeça grossa na entradinha molhada e empurrou tudo de uma vez.

“Aiiiiiiiiiii caralhoooooooooo!” gritei baixinho, cravando as unhas nas costas dele.

“Tá rasgando… tá tão fundo… aiii… dói gostoso… me fode… me fode forte…”

“Sempre quis essa bucetinha apertadinha, Laura… tá molhada pra caralho… que delícia…”

“Agora ela é sua… aiii… me come sempre que quiser… aiii… isso… mais fundo… arromba minha bucetinha…”

Ele metia forte, a mesa rangendo alto, eu gemendo no pescoço dele, mordendo de leve:

“Aiii… aiii… seu pau é perfeito… me enche… aiii… tô gozando… aiii!”

Quando senti que ele tava quase explodindo, segurei o pau dele e guiei pro meu cuzinho apertadinho.

“Quero aqui… enche meu cuzinho de porra quente, vai…”

Ele gemeu alto:

“Aiii porra… tá muito apertadinho… caralho… que cuzinho guloso…”

Comecei a gozar só com a cabeça entrando, tremendo inteira, pernas abertas. Ele foi enfiando devagar, depois mais rápido, rasgando meu cuzinho enquanto eu mordia o ombro dele pra abafar os gritos.

“Aiii… aiii… tá me rasgando… que delícia… aiii… vou gozar de novo… vai… me fode o cu…”

“Tô quase… vou encher esse cuzinho… toma… toma tudo…”

Senti os jatos quentes explodindo dentro de mim, enchendo meu cuzinho até transbordar. Fiquei ali tremendo, beijando ele com desespero, o cuzinho pulsando em volta do pau ainda duro.

Sorri safada, ainda ofegante:

“Hoje à noite eu quero mais… e amanhã… e todo dia, seu gostoso.”

Ele riu rouco:

“Essa rola agora é das duas… mas você é minha putinha secreta favorita.”

---

Ele voltou pra piscina como se nada tivesse acontecido. Eu tomei um banho rápido, coloquei um biquíni vermelho bem cavado e fui me juntar a eles depois de uns 30 minutos. Carol tomando sol toda relaxada, sem desconfiar de nada. Renato me olhando com aquele olhar de cumplicidade, eu rebolando discretamente só pra provocar, sentindo a porra dele ainda escorrendo devagarinho do cuzinho.

A tarde inteira conversamos, comemos petiscos, bebemos cerveja gelada… e o safado flertava comigo com os olhos, passando a língua nos lábios quando Carol não via, eu respondendo com sorrisinhos e passando a mão no cabelo devagar.

À noite, na sala, ligamos um filme qualquer, mas ninguém prestava atenção. Trouxe bebidas fortes, pipoca, e Carol — que fica louca rápido com álcool — já estava soltinha, rindo alto e falando besteira. Sugeri verdade ou desafio. No terceiro round, Renato desafiou a gente a dar um selinho sensual.

Carol veio sorrindo, aquele sorriso lindo e safado dela. Coloquei a mão no rosto dela, acariciei devagar e dei um beijo lento, molhado… a língua dela encontrou a minha e o beijo foi ficando mais quente, mais profundo. Puxei ela pro meu colo, nos pegando com vontade no sofá, mãos nas costas uma da outra, gemidinhos baixos.

Olhamos pra ele juntas, eu perguntei com voz rouca:

“Era isso que você queria, cunhado?”

“Porra… sim… muito mais que isso…”

Carol, toda empolgada e bêbada, falou:

“Quer beijar ele também, mana?”

Mal sabia ela o que já tinha rolado…

A partir dali virou uma putaria completa e sem limites. Carol mostrou o pau dele pra mim de novo:

“Olha só o cacete do meu amor… quer provar, mana?”

Eu sorri e fui direto. Chupei com gosto, engolindo tudo, gemendo alto. Ela se juntou, lambendo do outro lado, nossas línguas se encontrando no pau dele, nos beijando com a cabeça no meio, mãos apertando as bolas dele.

“Que delícia chupar junto com você, mana…” eu gemia.

Fomos pra cama. Ele me colocou de quatro, enfiou na minha buceta bem na frente dela. Eu gemia alto:

“Aiii… tá me comendo… olha sua irmã levando pau, Carol… aiii… que delícia…”

Ela se tocava, batendo na bucetinha:

“Vem cá, Laura… chupa a maninha enquanto ele te fode…”

Fui gemendo até lá, chupei aquela bucetinha lisinha com gosto, sentindo o pau dele me arrombar por trás. Ela gozou gritando na minha boca, eu gozei forte no pau dele.

Depois trocamos várias vezes: ele me fodia enquanto eu sentava no rosto dela, ela me chupava enquanto eu cavalgava ele com força, rebolando loucamente.

No final, eu cavalgando com tudo, sentindo ele pulsar dentro de mim, Carol sentada na cara dele gemendo alto enquanto ele chupava ela.

“Vai Laura… goza no pau do meu namorado… gozaaa… aiii…”

“Aiii… tô quase… aiii… caralho… vou gozar… aiii… tô gozandoooo!”

Ele segurou meu quadril com força, meteu fundo e gozou jorrando dentro do meu útero, enchendo tudo de porra quente. Carol gozou na boca dele ao mesmo tempo. Nós três gritando, tremendo, suados, exaustos.

Deitamos juntos, a porra escorrendo da minha buceta. Carol veio pertinho, olhou nos meus olhos e começou a me lamber toda, limpando cada gotinha com a língua.

“Vem cá, sua cadelinha… sente o gostinho da porra dele misturada comigo…”

Ela veio com a boca cheia, me beijou devagar, e nós dividimos todo aquele leitinho quente, línguas brincando, engolindo juntas, gemendo de prazer.

“Agora essa pica é nossa… das duas irmãs…” eu falei, mordendo o lábio dela.

Ela só fez “uhummmm” enquanto lambia mais.

Aquela noite foi só o começo. Passamos o resto da estadia nos pegando escondido, juntos, em qualquer canto da casa. Agora, toda vez que a gente se encontra, é isso: tesão, segredo e muita porra.

Se vocês curtiram essa putaria toda, me chama lá no Insta: Laura18y188

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