No início do ano de 2005, com os meus 18 anos, ia começar a estudar em uma universidade. Era a primeira vez longe de casa. Inicialmente, eu ia morar na casa de um tio, que sempre nos recebia em sua casa. Originalmente, eu, meu pai, minha mãe e meu irmão morávamos no interior, a cerca de 250 km da capital. Sempre que precisávamos ir para capital, ficávamos hospedados na casa desse meu tio.
Acontece que na véspera de minha mudança, ele anunciou que ia se divorciar de sua esposa, e que ia sair de casa, frustrando a minha hospedagem.
Foi um baque pra família toda, tanto a questão do divórcio, quanto pra minha família em si, por não ter onde eu ficar.
Às pressas, eu e meus pais fomos para capital procurar algum lugar pra eu ficar. No início procuramos alguma pensão ou casa de estudante, mas já estavam lotadas, ou as que tinham vaga eram bem distantes da universidade.
Aos 45 do segundo tempo encontramos uma pequena kitnet de um quarto, que tinha acabado de ficar vaga e era somente a cinco quarteirões de onde eu ia estudar.
Como foi tudo muito surpresa, meus pais compraram só o básico do básico pra eu viver lá. Um fogão e uma geladeira usados, uma cama de solteiro e um ventilador. Já nas primeiras horas, identificamos o principal problema do local... lá parecia um forno de tão quente. A kitnet ficava no piso de cima de um conjunto de kitnets, no final do corredor. Pegava sol na parede do quarto a tarde toda. Era um calor absurdo.
No primeiro dia, eu dormi sozinho na kitnet e meus pais foram para um hotel. Já no dia seguinte meu pai retornou para nossa cidade e minha mãe conseguiu 15 dias de férias para ficar comigo enquanto eu me adaptava.
Seria algo totalmente diferente do que estávamos acostumados, afinal de contas nossa casa de verdade era uma casa grande, espaçosa, confortável, e agora pelo menos por aqueles 15 dias ficaríamos em um lugar que parecia o inferno de tão quente.
Logo nos primeiros dias eu saia de manhã cedo e só voltava no final da tarde. Até que tinha intervalo para almoço, mas preferia ficar na universidade, do que caminhar 5 quarteirões no sol quente.
Enquanto eu estava fora, minha mãe aproveitava pra comprar algumas coisas pra casa (prato, copo, talheres). Cada dia que eu chegava da aula, notava uma coisa nova.
Até que não estava sendo difícil, eu passava o dia fora, e quando chegava em casa ficava conversando com minha mãe, falando como tinha sido as aulas, como era o campus, os professores e ela relembrava o tempo de faculdade dela, contava histórias interessantes, que na época dela era assim, assado...
O ruim mesmo era só o calor. Mesmo dormindo com a janela e a porta do quarto abertas e um pequeno ventilador circulando, o calor era muito intenso. Quase todo dia acordava no meio da noite com o pescoço encharcado de suor.
Minha mãe dormia na cama e eu em um fino colchonete no chão.
Apesar dos pesares, a primeira semana transcorreu tudo tranquilo. Já na segunda semana...
Segunda-feira, 6:30 da manhã, havia acabado de fazer o número 2, de tomar banho, e enquanto escova os dentes minha mãe invade o banheiro, que não tinha tranca. “Tu é lerdo demais... estou quase explodindo e nada de tu sair desse banheiro”. Então ela entrou e sentou no sanitário, que ficava literalmente ao meu lado. Apesar de ter ficado bem constrangido, continuei escovando meus dentes e ouvindo a rajada de xixi. Realmente ela estava bem apertada, pois terminei de escovar os dentes e ela ainda estava lá.
Isso não foi nada sexual, muito pelo contrário, fiquei bastante constrangido, pois o banheiro era pequenino, e as pernas da minha mãe quase encostavam em mim, já que o sanitário ficava ao lado da pia.
Talvez o ideal seria ela pedir pra eu sair, mas acho que ela tava TÃO apertada mesmo que nem pensou nisso. E eu também deveria ter saído e esperado ela terminar, mas não sei porque continuei na minha.
Enfim, devido as circunstâncias, são coisas que poderiam de fato acontecer em uma pequena kitnet.
Essas coisas diferentes continuaram a acontecer... certo dia, eu estava tomando banho, e minha mãe entrou no banheiro para usar o sanitário. Ela não me viu pelado, pois tinha uma cortina como box. O inverso também aconteceu: cheguei da aula muito apertado e minha mãe estava no banho, então fiz da mesma forma que ela havia feito. E claro, também não a vi pelada.
Novamente, essas coisas aconteceram, mas não tinha nada sexual. Eram só as circunstâncias.
Essas circunstâncias começaram a se tornar bem tendenciosas. Até o calor que antes eu só tinha reclamar dela, começou a trazer algumas coisas boas.
Em uma noite qualquer, por volta das 21 h, levanto do meu colchonete e vou beber água, quando retorno pro quarto, vejo minha mãe deitada de bruços, com a parte debaixo do baby-doll entrando na bunda, o que denotava que ela não estava usando calcinha por baixo. Aquilo me chamou muita atenção e fez com que eu fosse novamente beber água, somente para na volta olhar de novo. E de novo, e de novo. Eu não conseguia parar de olhar. E em determinado momento sentei na ponta da cama e fiquei lá quase que hipnotizado.
Minha mãe continuava foleando a sua revista de fofoca, e eu ali sentado próximo aos seus pés olhando para a bunda dela coberta por seu pijama.
“Que porra é essa?!” era a única coisa que eu pensava. Eu tinha plena consciência que aquilo era nojento, que eu estava errado, que deveria sair dali, mas eu não conseguia parar de olhar. Não senti nada sexual, nem fiquei excitado nem nada do tipo, mas simplesmente não conseguia parar de olhar.
Não faço a mínima ideia que doideira foi aquela.
Desde o primeiro dia eu já tinha notado que minha mãe sempre dormia mais à vontade, em virtude do calor. Percebi que quando ela dormia de camisola, ela usava por baixo só calcinha, sem sutiã. E quando era babydoll, não usava nem calcinha e nem sutiã. Até mesmo durante o dia, as vezes era perceptível que ela não usava nada por baixo quando estava em casa.
Aquilo era super compreensível. O calor que fazia lá não exigia menos. As vezes a vontade que dava era andar pelado, ou então ficar dentro da geladeira.
O que me deixou encasquetado, foi que eu já tinha visto ela daquele jeito diversas vezes em outros dias, inclusive naquela mesma noite eu já tinha percebido que ela tava sem calcinha por baixo do baby-doll, mas não sei por que bolas eu fiquei hipnotizado... acho que a água que eu bebi estava batizada, só pode.
O bug no meu cérebro passou. Aquela hipnose não aconteceu nos outros dias.
Chegou o penúltimo dia de minha mãe comigo. Era um sábado de manhã, minha mãe lavava roupa e eu organizava o restante da kitnet, quando ela me chama e me mostra uma cueca minha toda surrada e furada. Isso foi o necessário para irmos ao shopping à noite. Comprei algumas roupas novas e, claro, cuecas.
Por ironia do destino, mais ou menos naquele mesmo horário do bug anterior, em circunstâncias parecidas com àquela, vejo minha mãe deitada de bruços, lendo revista de fofoca. Só que dessa vez ela usava camisola e mostrava um pouco da bunda coberta por uma calcinha. “A senhora falou das minhas cuecas, mas suas calcinhas também estão bem surradas kkkk”. Fiz esse comentário bem inesperado e com o coração dando fortes batucadas. Minha mãe deu um sorriso leve, e desceu sua camisola, cobrindo sua bela bunda.
Assim como daquela vez, sentei na ponta da cama e me dei a liberdade massagear os pés de minha mãe. Ficamos assim por um bom tempo. As vezes ela mudava de posição, ficava com a barriga pra cima, voltava a ficar de bruços, ficava um pouco mais sentada na cama. Diferente dos dias de hoje, não tinha muito entretenimento, como redes sociais, ou até mesmo uma televisão. As nossas noites eram basicamente essa, minha mãe ficava lendo revista, caça palavras e eu ficava em meu celular lanterninha jogando algum joguinho.
Os 15 dias passaram voando. Minha mãe ainda não tinha nem viajado, mas eu já estava ficando com saudade. Tinha que ficar naquela kitnet sozinho, sem nenhuma companhia. O meu consolo era que faltava pouco menos de um mês para chegar o feriado de carnaval, que então eu poderia viajar para minha cidade.
Pra minha sorte, duas semanas depois, minha mãe conseguiu uma folga e uma carona e ficou de quinta a domingo comigo.
Eu nunca imaginei que a solidão e o calor (rsrs) impactariam tanto em minha cabeça. Quando cheguei da faculdade no final da tarde daquela quinta-feira, que vi a minha mãe em meu quarto, dei um longo e apertado abraço nela. Dei diversos beijos nela e fiz várias declarações.
Nada com maldade, era só a saudade e a solidão. Minha mãe também entendeu assim, pois ela me viu quase chorando e quase não soltando dos meus braços.
Foi um dos dias mais felizes aquela surpresa que ela fez. Passamos horas e horas conversando, como dois amigos colocando os papos em dia. Eu contava os detalhes das aulas que assistia e ela pelo menos demonstrava (ou fingia demonstrar) interesse.
Eu não sei o que aconteceu comigo nesses quase 30 dias que me mudei pra aquela kitnet. Naquele mesmo dia, eu fiz uma coisa bem inesperada e impensável.
Acordei de madrugada para tomar água e ir ao banheiro, e lá, vi uma calcinha usada da minha mãe jogada no chão junto a outras roupas usadas. Como se tivesse hipnotizado, peguei aquela calcinha e toquei uma baita punheta.
Só podia ser o calor afetando meus neurônios, pois eu fui dormir sem tesão, acordei sem tesão, naquela mesma noite já tinha visto aquela calcinha no banheiro e em diversos outros dias, já tinha visto calcinha usada da minha mãe e não tava nem com dois dias que tinha me masturbado. Até hoje não sei o que aconteceu direito naquela madrugada. Jamais passou pela minha cabeça me masturbar cheirando calcinha, tanto é que aquela tinha sido minha primeira vez cheirando uma calcinha suada. E tinha que ser logo a calcinha da minha própria mãe. Eca!
No outro dia acordei com uma ressaca moral gigantesca e pensando apenas isso “Eca!”. Pra aliviar um pouco a consciência, fiquei tentando me convencer de que foi um caso de sonambulismo, mas não deu muito certo pois lembrava de tudo e a consciência continuou a acusar. Então mudei o pensamento: “apesar de ter sido com a calcinha da minha mãe, mas essa punheta não foi pra ela, nem pensei nela... não lembro nem a cor da calcinha direito”.
Pronto! Levantei da “cama” com a consciência um pouco mais aliviada. Mas tudo foi por água abaixo quando entrei no banheiro e vi a calcinha novamente. E em um impulso incontrolável, sem pensar em nada, tornei a pegar a calcinha e cheirá-la. “Que cheiro maravilhoso, que boceta cheirosa. Então esse é o cheirinho da boceta da minha mãe.”.
Tudo o que eu tinha planejado foi desmoronou. “Que porra de pensamento é esse?!” Me repreendi ainda segurando a calcinha. “Eca, mano! Que nojo!”. Joguei a calcinha no chão, mas imediatamente pensei “só mais uma cheiradinha”.
Terminei batendo outra punheta cheirando aquela calcinha, com cheirinho de priquito, com aquele cheirinho maravilho de suor de boceta. Foi uma das punhetas mais loucas da minha vida. Não pensei em ninguém, nem em nada, somente curti aquele cheiro. Mal parecia que já tinha me masturbado horas antes, pelo tanto de porra que saiu.
Instantaneamente, logo após gozar, a consciência acusou novamente. Passei o resto do dia com a consciência pesada. Me senti horrível, um lixo. Me questionava o porque eu tava fazendo aquilo, e porque não conseguia me controlar. Antes de me mudar, comi minha antiga vizinha, comi uma ficante que eu tinha. Então eu não estava na seca ao ponto de me masturbar com as calcinhas da minha mãe.
E o pior de tudo foi que quando voltei pra casa, assim que passei pela porta, o primeiro pensamento que veio a mente foi “deve ter uma calcinha nova”. Fui direto pro banheiro e foi dito e feito. Tinha um short jogado no chão naquele mesmo canto de roupas sujas e quando abri o short, tinha uma calcinha branca. O cheiro era perfeito. Parecia que ela tinha tirado a calcinha há no máximo meia hora. O cheiro de boceta, com a manchinha no fundo da calcinha me fizeram gozar rapidamente. A terceira punheta em menos de 24 horas. E novamente, logo após o ato, me veio um grande remorso.
Mas infelizmente, parece que minha mente tinha bugado completamente.
Era noite de sexta-feira, saímos para jantar fora. A todo momento, literalmente, a todo momento, seja comendo, bebendo água, caminhando, mastigando, conversando... eu pensava na calcinha dela: “a calcinha deve tá ficando bem cheirosinha”. As vezes eu dava um tapa no meu rosto pra ver eu parava de pensar nem que fosse por um minuto, mas não adiantava nada.
Ficava era cada vez pior... “que mulher gostosa”, eu pensava enquanto olhava minha mãe.
“Que merda é essa que eu tô pensando”. Vez ou outra vinha um pensamento intrusivo (isso mesmo, o pensamento certo virou a exceção).
Estava difícil até para disfarçar, pois não conseguia tirar os olhos dela. Tenho certeza de que pelo menos em algum momento ela percebeu meus olhares intensos, apesar de não ter reclamado em momento algum.
A partir dali eu mal conseguia olhar ela como mãe, mas sim como uma mulher, e que mulher. Minha mãe mede 1,60m, magrinha, com os peitos pequenos, mas com a bunda arrebitada e até que grandinha, pele morena clara, com cabelo castanho escuro. Uma deusa. Nunca tinha percebido o quanto ela era bonita. Apesar dos seus 40 anos, ela parecia uma mocinha, que gostava de andar bem-vestida, maquiada, com cabelo feito. As vezes o pessoal até brincava com meu pai dizendo que ela parecia filha dele. Eu não sei como eu passei tanto tempo sem notar ela.
Chegamos em casa e já fiquei logo inquieto, aguardando minha mãe ir tomar banho e deixar “minha” calcinha lá naquele cantinho. Não deu outra. Batia minha quarta punheta do dia, com a terceira calcinha diferente. Dessa vez era uma preta. O cheiro não tava tão nítido e gostoso quanto a anterior, mas foi tão rápido que peguei ela que pude sentir um leve calor.
A melhor noite de sono que tinha tido até aquele momento. Apaguei pra valer.
Acordei pensando nas calcinhas que ela ia usar durante o dia, no cheiro que ela ia deixar em cada uma delas, na punheta que ela me proporcionar. E a expectativa só aumentava. Minha mãe começou a fazer faxina na casa e a cada movimento que ela fazia eu pensava “que maravilha, vai ficar bem suadinha, com o cheiro delicioso”.
Já era perto de meio dia quando minha mãe entra no banheiro para tomar banho. Eu já estava a postos para quando ela sair pegar a calcinha ainda quentinha, suadinha, recém tirada. Mas tive uma grande frustração quando vejo ela saindo do banho com todas as roupas e as coloca de molho para lavar. Eu quase tive um treco. A tristeza foi tão grande que, ela percebeu e perguntou se tinha acontecido algo.
Apesar desse baque o dia transcorreu normalmente, me restando esperar a próxima rodada. No final da tarde ainda teve uma calcinha nova, mas acho que ela usou muito pouco tempo e quase não tinha cheiro de xoxota.
À noite, foi quase igual a anterior... após voltarmos do jantar, teria mais uma calcinha usada. A dessa noite ainda não competia com aquela branquinha de dois dias atrás, que até ali estava imbatível, mas ainda assim me rendeu uma boa punheta.
No dia seguinte minha mãe retornou pra casa. Faltava pouco mais de uma semana para o carnaval, dia que eu iria pra minha cidade. Se no início a expectativa era chegar o carnaval pra eu matar a saudade de casa, dos amigos, da família... dessa vez a saudade era só uma: minha mãe.
Eu não tirava ela da cabeça, as vezes batia três punhetas lembrando do cheiro dela, daquela calcinha branca. Fantasiava principalmente chupando a boceta dela, sentindo o cheiro direto da fonte. Aqueles remosos pós gozo, foram diminuindo cada vez mais.
Chegou o tão esperado dia de ir para casa. Ia matar a saudade da cheirosa. Só que não. Logo no primeiro dia que fui vasculhar a suíte dos meus pais, encontro uma calcinha usada, mas não tinha cheiro de nada. Tinha um grude no fundo que demonstrava que tinha passado um absorvente por ali. Minha mãe tava menstruada. A frustração foi tão grande quanto naquele outro dia. Os cinco dias que passei lá, foram cinco dias dela menstruada.
Como eu não tinha coragem de outra abordagem, ou aproximação mais incisiva, não aconteceu nada.
Eu estava tão embriagado por minha mãe, que não consegui sequer beijar outra mulher. Era como se tivesse um bloqueio em mim. Eu tinha algumas ficantes espalhadas pela cidade, e até mesmo nas festas de carnaval apareceram algumas pretendentes, mas não quis nenhuma.
Voltei para o meu forno já na expectativa do próximo feriado, já que minha mãe disse que não saberia quando iria me visitar.
Cerca de duas semanas depois do carnaval, novamente em uma quinta-feira, sou surpreendido pela minha mãe. Assim que cheguei da aula, a encontrei no meu quarto. O que aconteceu nos dias seguintes foi muito semelhante àquela vez.
Me acabava na punheta cheirando as calcinhas dela.
Passaram-se vários meses com essa rotina. Seja quando ela ia me visitar, ou então quando eu ia para casa em algum feriado, ou até mesmo nas férias do meio de ano. Nesse tempo cheirei calcinha de todo jeito. Algumas com o cheiro mais forte, outras com o cheiro mais suave, eu já conhecia TODAS as calcinhas dela. Sabia quais eram as preferidas, quais elas usava mais, quais usava menos... Ela só tinha 3 calcinhas de renda e 2 fio dental, o resto eram todas calcinhas “normais”. Certa vez a presenteei com algumas calcinhas, mas só a “vi” usando-as uma única vez.
Quando ela ia me visitar, eu “furtava” uma calcinha dela. Geralmente passava semanas enchendo essa calcinha de porra. Acho que ela nunca sentiu falta dessas calcinhas que sumiam de vez em quando.
Eu não tinha coragem de dar um passo a frente. Muitas vezes elaborava diversos planos para tentar alguma abordagem, como tentar embebedar ela, ou então ficar bêbado e dar em cima dela, e se desse algo errado, era só colocar culpa na bebida, mas nunca fiz nada de concreto. As vezes pensava até em dopar ela de remédio, quando ela ia me visitar, mas não tinha coragem.
E assim, se passaram dois anos. Eu já estava completamente adaptado à vida na capital. Minha mãe ela só ia me visitar quando tinha algo pra resolver por lá. Nesse intervalo de tempo, aquela minha tara por ela diminuiu muito. As vezes cheirava uma calcinha usada só para sentir o “cheirinho” mesmo, nem chegava a me masturbar.
As coisas já estavam bastante calmas, até que num dia qualquer de maio de 2007, houve uma grande mudança de rota.