Meu nome é Igor, sou professor universitário de biomedicina; tenho 42 anos, 1,85m, pele caucasiana, barbudo, malhado, peludo e dotado. Sempre fui um putão do caralho! Já meti em todo tipo de pessoa, adoro uma boa sacanagem e já vivi uma miríade de aventuras. Nada é mais gostoso pra mim do que botar alguém pra engasgar na minha pica, independente de ser homem, mulher ou até não binário; sou macho dominador desde que perdi a virgindade, um pouco tarde, aos 20 anos. Sou um frequentador assíduo de eventos fetichistas e já tive vários escravos e escravas, mas isso não interessa muito agora.
Bom, em uma certa ocasião, no final do semestre, baixei o Grindr no campus; eu usava uma conta anônima, com nome falso e só mandava foto no pv. Nunca vi problema em ficar com alunos, desde que eles não fossem do meu curso. Naquele dia, um perfil me chamou a atenção; "Boyceta putinho" era o nome no perfil, fui olhar as fotos; era um garoto trans de 23 anos; branquinho, cabelos cacheados cortados em mullet, baixinho, magro, com uma bundinha gostosa, peitos pequenos e firmes presos por um binder e um bigode ralo devido ao tratamento hormonal e o minoxidil. Começamos a conversar, enviei uma foto do meu pau grosso de 22cm: "tô salivando aqui bb" — ele respondeu e liberou seu álbum. Uma delícia, aquele corpinho, a boceta peludinha e o grelo enorme fizeram meu pau latejar na biblioteca. Mandei mais fotos do meu corpo e ele me mandou uma de sua boceta encharcada e seu grelinho durinho esperando para ser estimulado. Era o período da noite e nós marcamos de nos encontrar em uma sala vazia, no último andar de um dos prédios do campus.
Às 20:15, já no horário de aula, deixei a minha sala, com a desculpa de que precisava comer. Subi a escadaria do prédio ao lado, quase correndo, até o último andar, onde entrei na nossa sala de encontro e fechei a porta. O viadinho tava lá, parado, ao lado da janela. Se assustou um pouco quando me viu: — "cê é professor" — ele falou, contido, com uma voz suave e doce de ouvir. —"sou sim, da turma de biomedicina. Vê se guarda esse segredo, hein?" — respondi. —"ah, fica tranquilo prof, eu sei muito bem ficar de boquinha fechada" — ele tava todo manhosinho, praticamente gemia enquanto falava. Ele vestia uma bermuda jeans larga, que passava dos joelhos, meias de cano alto e uma camiseta larga. Me aproximei, coloquei a mão em seu queixo, levantei seu rosto e toquei seus lábios com o polegar: —"qual o seu nome, bebê?" —"Lucca" —" então, Lucca, ajoelha e chupa o meu pau, seu viadinho do caralho" — ordenei. O putinho obedeceu e, segundos depois, já estava no chão, esperando minha rola invadir sua boquinha faminta. Eu esfreguei meu pau em seu rosto, ainda sob a calça. —" Tá sentindo o cheiro de macho, Luquinha?" — "tô sim" — acertei um tapa em seu rosto e puxei seu rosto para trás pelos cabelos: —"'sim' o quê? — "sim, senhor" —"isso, bom menino." Coloquei o polegar em sua boca e meu pau para fora: —"cê quer que eu abuse dessa boquinha, bebê?" —"sim, senhor, usa seu viadinho" — "põe a linguinha pra fora Luquinha" — ele obedeceu, submisso, eu desferi um segundo tapa em sua face e enfiei minha rola com tudo naquela boquinha. Sentia cada pedacinho daquela boca com a glande enquanto forçava cada centímetro para dentro. Ele engasgava, babava e segurava minhas coxas com as mãos. Mandei que colocasse as mãos para trás e, quando consegui encaixar metade do meu pau naquela boquinha, agarrei-o pelos cabelos e fodi aquela boca, me deliciando com os barulhos que o viadinho trans emitia quando engasgava e derramava baba em seu próprio corpo. —"isso, engasga, sua putinha do caralho — eu provocava — não queria rola na boca? Então, toma, viado" — Lucca colocou a mão dentro da bermuda e começou a masturbar seu grelo enquanto engolia minha pica. —"é pra isso que viadinho serve, pra ser depósito de macho" — ele balançava a cabeça, concordando. Sempre que precisava deixá-lo respirar, eu tirava o pau da boca de Lucca e, enquanto ele recuperava o fôlego, eu desferia tapas em seu rosto e apertava seus mamilos com força. Ele gemia alto e, às vezes, até gritava. Então, eu voltava a meter minha rola inteira em sua garganta e bombar, como se estivesse castigando uma bocetinha; ele acelerava a velocidade da ciririca, gemia cada vez mais rápido até que, então, gozou enquanto gritava de tesão. —"eu te deixei gozar, seu viado burro do caralho?" —"me desculpe, senhor, eu não consegui aguentar" — o boycetinha tomou mais quatro tapas ardidos na cara e uma cuspida na altura da boca —"agora eu vou foder sua garganta sem parar até gozar, entendeu?" —"sim, senhor, fode a garganta do teu putinho submisso" — enfiei a rola novamente e fodi sua boca ainda mais intensamente, agarrando seus cabelos com força. Foi um longo facefuck, sem parar, enquanto meu menino derramava uma cascata de saliva. Dei uma bombada forte, enterrei o pau na boca do Lucca e gozei bem fundo em sua garganta. Fiz o viado limpar minha pica com a língua, ele agradeceu, completamente submisso, se levantou e colocou uma jaqueta corta-vento que estava na mochila para cobrir a camiseta babada. Lucca me deu um beijo e se dirigiu à porta, eu o agarrei como força, pela cintura: —"tá achando que vai aonde, puta?"— perguntei enquanto esfregava meu pau ainda duro e salivando em suas coxas. —"Ain, prof, eu tenho que voltar pra aula"—"só vai voltar depois que eu encher essa boceta de leite, seu putinho de merda" —"mas, prof, e se alguém aparecer? O intervalo tá acabando" — ele balbucia —"se aparecer alguém, eu espero que seja um homem, pra eu poder te dividir com ele, seu viado" — eu estava com tanto tesão que já não media as palavras e já o tratava como uma propriedade adquirida. —"Viadinho só serve pra ser usado, ainda mais você que tem três buracos"— ele choramingava, todo submisso enquanto eu abaixava sua bermuda. —"Tá ensopado, né, sua puta estúpida" — eu enfiei dois dedos naquela boceta peluda e ensopada. —"Soca, soca no teu viadinho, abusa de mim" — ele implorava, totalmente ciente do seu lugar. Eu agarrei sua cintura e enfiei meu pau todo de uma vez, socava bem forte e bem fundo no útero do trans-putinho, enquanto ele gemia e dava gritinhos agudos. —"Chora, sua vagabunda, não tá falando que é menino? Então vai apanhar igual menino" — eu o agarrei com força pelos cabelos, ele reclamou de dor e eu desferi um tapa ardido em sua bunda redonda. Lucca foi submetido à uma série de tapas, na bunda, nas coxas, nas costas, até sua pele branquinha se tornar vermelha; o impacto da minha virilha na bunda ardida dele o fazia gritar o tempo todo. —"Castiga a boceta desse viadinho inútil — Lucca pedia — me faz de depósito de porra de macho" — "Quer porra, Luquinha?" —"Sim, esvazia tuas bolas na minha bocetinha de menino" — depois daquele pedido, eu não me segurei, dei-lhe tapas ainda mais fortes, que lhe arrancaram gritos ainda mais intensos, urrei como um animal selvagem, enterrei meu pau no útero da putinha e soltei jatos fartos de leite quentinho e grosso. Ele gemeu, uma última vez, bem alto, igual uma cadela no cio e desfaleceu em meus braços; eu o peguei no colo e o coloquei gentilmente sentado em uma carteira. —" A partir de agora você é meu, entendeu, Luquinha?" -—"Sim, entendi" — ele respondeu baixinho e eu lhe dei um tapinha na face esquerda —"Sim, senhor" — "'Sim senhor' o quê?" —"Sim, senhor, eu sou tua propriedade, teu brinquedinho" — eu beijei seu rosto com uma delicada intensidade e sussurrei em seu ouvido: —"isso, viadinho, você é meu objeto de prazer agora, eu vou te comer e te usar quando, onde e como eu quiser e você só vai obedecer" — acariciei seu rosto, dei-lhe um último beijinho e me dirigi à porta. —"Se você não quiser voltar pra sua aula, pode ficar aqui quietinho que depois eu te levo de carro pra casa, okay?" — "Sim, senhor"— ele só conseguia sussurrar. Deixei-o e voltei à minha sala, esperando ansioso para o término da aula, cheio de vontade de usar meu transviadinho novamente antes de levá-lo para casa, infelizmente (ou felizmente), alguém chegou antes de mim, mas isso fica para o próximo capítuloSe vocês gostaram do conto e querem que eu prossiga, por favor, curtam e comentem, obrigado por lerem :)
