Pois é… demorou, mas quando aconteceu, veio com força.
Ao vivo. Sem filtro. Sem volta.
Foram dois anos inteiros até ela aceitar sair com outro homem. Não por falta de desejo — vontade sempre existiu —, mas porque eu deixei claro: só aconteceria se eu pudesse ver tudo. Cada detalhe. Cada gemido. Cada enfiada.
Depois de tanto tempo, ela cedeu. E quando cedeu… se entregou.
Como sempre, foi ela quem escolheu o macho. Conheceu pelo site onde já tinha cadastro, trocaram mensagens, fotos, fantasias. Tudo combinado. Tudo alinhado.
No dia do encontro, eu já estava excitado antes mesmo de sair de casa, ajudando ela a se arrumar. Salto alto, calcinha fio-dental minúscula, vestido preto colado no corpo, curto demais pra ser discreto. Cada curva gritando sexo. Ela estava absurdamente gostosa. Minha esposa parecia feita só pra provocar.
Seguimos para o Motel Vyss, no ABC Paulista, ponto combinado.
Chegamos antes. Pegamos a suíte. Eu já tinha escolhido meu lugar: bem posicionado, confortável, visão perfeita. Um verdadeiro camarote do pecado.
Ela andava de um lado pro outro, nervosa… mas com os olhos brilhando de tesão.
Então o macho chegou.
Ela foi abrir a porta. Nem olhou pra mim. Ele entrou já puxando ela pela cintura, beijando com fome, língua, mão boba, pegada firme. Em segundos, o vestido estava no chão. Ela ficou só de calcinha, empinando a bunda sem pudor nenhum.
Ela já massageava o pau dele por cima da calça. O volume era grotesco. Dava pra ver que não era pouca coisa.
Ele mandou ela dar uma voltinha. Observou cada centímetro daquele corpo. A bunda, perfeita. Aí olhou pra mim e falou, sem cerimônia:
— Caralho… que esposa gostosa. Que bunda absurda. Vou comer?
Eu só balancei a cabeça.
Meu pau estava tão duro que doía.
Ele puxou ela de volta, beijou de novo, arrancou a camisa, depois a calça, e por fim a cueca. A pica saltou pra fora — grande, grossa, pesada. Exatamente como eu imaginava.
Enquanto se beijavam, ela punhetava ele com vontade, subindo e descendo a mão, ouvindo ele gemer baixo.
De repente, ela se ajoelhou. Começou lambendo o saco, devagar, provocando. Subiu a língua, envolveu a cabeça… e engoliu o pau inteiro, sem dó.
O macho gemeu alto. Aquilo quase me fez gozar ali mesmo. Ver outro homem perdendo o controle com a boca da minha esposa foi insano.
Depois de um tempo mamando, ela se jogou na cama. Ele foi direto pra buceta. Abriu as pernas dela e caiu de boca, chupando com fome, sem parar.
Ela gemia, se contorcia, agarrava os lençóis. As pernas tremiam. Ela gozou forte, molhando a cara dele, sem nenhum pudor.
Sem deixar esfriar, ele se levantou, colocou a camisinha e enfiou o pau nela. Estava tão molhada que entrou fácil, até o fundo.
Começou a meter forte, estocadas secas, sem dó. A cama batia na parede. Ela gritava, chamava, pedia mais.
Eu assistia tudo, hipnotizado, com o pau pulsando.
Ele avisou que ia gozar. Deu um urro, se enterrou nela e gozou. Caiu exausto ao lado dela.
Ficaram ali, conversando, rindo, como se eu fosse invisível.
Depois voltaram a se beijar. Meu tesão só crescia.
De repente, ele levantou de novo. Ela ficou de quatro, rosto afundado no colchão, bunda empinada, oferecendo.
Ele caiu de boca outra vez, chupando a buceta, beijando o cuzinho, provocando. Ela gemia sem parar. Eu estava fora de mim.
Ele se levantou, apoiou a rola grossa na bunda dela e olhou pra mim:
— Posso comer o cu dela? Sonho com essa bundinha desde que ela me mandou foto. Ela disse que só se você deixasse.
O pau dele encostado ali… grande, grosso, devia ter uns 22 cm fácil. Pensei que podia machucar. Mas o tesão falou mais alto.
Autorizei.
Ele passou gel, começou com o dedo, abrindo devagar. Ela gemia, tensa, excitada.
Quando tentou entrar com o pau, ela gritou. Ele parou, esperou, colocou mais gel. Perguntou se podia continuar. Ela deixou.
Foi empurrando aos poucos, até entrar tudo. Ficou parado, deixando ela se acostumar. Depois começou a meter devagar… e acelerou.
Não durou nada. Ele gozou forte, urrando. Quando tirou, a camisinha estava pesada, quase escapando de tanto gozo.
Ela se virou, tirou a camisinha e limpou a rola dele com a boca.
Detalhe: isso ela nunca fez comigo. Depois me contou que tinha combinado com ele antes.
Deitaram de novo. Conversaram. Eu continuava invisível.
Ele disse que precisava ir. Se vestiu. Antes de sair, veio até mim, me abraçou, agradeceu e falou:
— Foi a mulher mais gostosa que eu já comi.
Deu um selinho nela e foi embora.
Eu estava em um tesão doentio. Pedi pra ela me fazer gozar.
Ela se ajoelhou, me mamou… não durou nem um minuto.
E foi assim.
Minha primeira — e até agora única — vez ao vivo e a cores.
Ela já está falando com ele pra repetir.
E se repetir…
eu conto tudo de novo. 😈🔥