A PRIMEIRA DO ANO

Um conto erótico de Corno da Fah
Categoria: Heterossexual
Contém 632 palavras
Data: 11/01/2026 15:05:30

A PRIMEIRA DO ANO

As últimas duas semanas tinham sido de abstinência deliberada. Ela se negou ao marido, guardando cada centímetro de desejo para este momento para Igor. O primeiro do ano não seria do homem com quem dividia a vida, mas do amante que dominava seu corpo.

Igor não perdeu tempo, o vestido foi arrancado com uma urgência animal. Sua boca encontrou os seios de Fah e ele não foi gentil. Chupou, mordeu, deixando marcas roxas que ficariam visíveis por dias. Marcas para o corno ver e lembrar quem realmente é o dono daquele corpo.

Ele vai adorar essas lembranças, rosnou Igor, passando a língua sobre os mamilos endurecidos. Vai ter que olhar e saber que foi minha boca que fez isso. Que meu pau é que te faz gritar.

Fah só conseguia gemer, as pernas já abertas, convidando. A confiança entre eles era absoluta. Nada de camisinha. Sempre no pelo, como ela adorava. Sentir cada centímetro, cada veia, cada pulsação. E a gozada dele, sempre farta, imundando seu útero.

Ele entrou de uma vez, um único movimento profundo que fez Fah gritar. O pau de Igor era maior, mais grosso, e preenchia cada espaço, batendo exatamente onde ela mais precisava. O marido nunca conseguia atingir assim, nunca a fazia sentir totalmente preenchida.

É isso, sua puta, Igor gemeu, começando um ritmo violento e preciso. Me mostra como você goza para mim. Mostra por que você me espera.

As mãos dele seguravam seus quadris, afundando-a ainda mais. Fah perdeu a conta de quantas vezes a onda a atingiu. O primeiro orgasmo veio rápido, um choque elétrico que a fez tremer e gritar. O segundo, quando ele a virou de quatro, arrancando-lhe urros abafados no travesseiro que ainda cheirava a ele. A cada investida, ele atingia um ponto mais profundo, e Fah jurava que sentia a cabeça do pau bater no colo do útero.

Fala,ele ordenou, puxando seus cabelos. De quem é essa buceta?

Sua! É sua, Igor! ela gritou, enquanto outro espasmo a dominava, seu interior contraindo violentamente em torno dele.

Ele a colocou de ladinho, uma posição que permitia penetração ainda mais profunda. Foi quando as lembranças do marido invadiram. Nos primeiros tempos, ele pedia vídeos. Depois, passou a pedir para ser humilhado. Fah, embora o amasse como companheiro, sabia que a verdade era simples: ela sentia mais prazer, gozava mais fácil e mais forte com Igor.

Seu corno manso deve estar em casa agora, tocando uma punheta pensando nisso, sussurrou Igor, acelerando o ritmo. Deve estar imaginando meu pau entrando naquela que é mulher dele. Adorando saber que você está tendo o quinto orgasmo e que nem um único foi por causa dele este ano.

É verdade, Fah gemia, entre lágrimas de êxtase. Ele nunca me fez gozar assim. Nunca! Só você, Igor! Só você!

As medidas ficaram ficou frenéticas, e ela sentia o calor subir, a iminência da gozada dele. Ela implorou: Dentro! Goza dentro, por favor!

Igor não segurou. Com um rugido, explodiu, jatos quentes imundando seu útero, tão abundante que escorreu pelas suas coxas. Ela teve mais um orgasmo simultâneo, um tremor prolongado que parecia esvaziar sua alma.

Ele permaneceu dentro por um tempo, ambos ofegantes. Então, saiu lentamente, e o que havia sido depositado nela começou a escorrer sobre os lençóis.

Igor deitou-se ao lado, passando a mão sobre as marcas roxas nos seios dela.

Que seu marido veja isso, disse, malicioso. Que ele lembre que a primeira do ano foi minha.

Fah sorriu, exausta e completamente satisfeita. Enquanto se limpava com cuidado, já pensava em como mostraria as marcas ao marido. Como contaria cada detalhe. E como, no fundo, ambos estavam vivendo exatamente o que desejavam: ela, o prazer intenso com um amante de confiança; ele, a excursão da submissão e da humilhação.

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Negar a limpeza ao seu marido é maldade demais. Minha esposa sempre me traz leitinho pra limpar quando volta pra casa.

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