Meu Deus, como cheguei nesse ponto? Eu sou Paula, uma esposa evangélica fiel, mãe dedicada, mulher que sempre tentou seguir os caminhos do Senhor, mas agora meu coração e meu corpo parecem travar uma guerra constante. Carlos continua me tratando como se eu fosse invisível, me chamando de velha inútil toda vez que abre a boca, e o Jr... ah, o Jr. me olha com um fogo que me assusta e me aquece ao mesmo tempo. O desejo que sinto quando ele se aproxima, quando me toca, quando insiste... a culpa ainda vem, mas cada vez mais fraca. Engolir o leitinho dele, sentir o pauzão pulsar na minha boca, isso tem se tornado uma espécie de paz estranha – um jeito de satisfazê-lo sem cruzar a linha final que eu ainda tento proteger. Ana não desiste de me cutucar nas ligações, dizendo que eu mereço prazer, que Carlos não me dá valor, que o filho me deseja de verdade. E eu... eu escuto, nego, mas no fundo o corpo responde antes da mente.
Quarta-feira de manhã – academia em casa
Quarta de manhã, Carlos já tinha saído pro trabalho cedo, me deixando sozinha com meus pensamentos. Ana ligou enquanto eu me preparava pro exercício no quintal. "Paulinha, mana, usa aquele short lycra curtinho cavado que te mandei, vai fazer teu bundão suar bonito no treino. Imagina o Jr. te vendo agachando com aquilo entrando no vale... ele vai pirar, querendo meter logo nesse cuzinho virgem. Você já pensou nisso, vadia santa? No pauzão dele abrindo tudo devagar, veias latejando enquanto te enche de porra quente até escorrer pelas nádegas? Como se sente sabendo que ele só quer isso, só o cu, nada de buceta? Quebra essa barreira, mana, você merece ser fodida assim". Eu neguei com voz baixa: "Ana, pelo amor de Deus, eu não penso nisso. Me sinto culpada só de ouvir essas coisas". Mas vesti o short lycra tão curto e cavado que entrava fundo no bundão suado do esforço, deixando quase metade das nádegas empinadas de fora nos agachamentos, o tecido elástico marcando o cuzinho virgem piscando a cada repetição, colando na pele quente e tremendo.
Jr. apareceu logo, dizendo que ia me ajudar como "personal". "Porra, mãe, esse short curtinho cavado no teu bundão suado é demais, deixando quase metade das nádegas de fora piscando toda vez que você agacha. Caralho, minha tara é só o cu da mãe, não quero buceta, só meter nesse cuzinho virgem, ser o primeiro a esticar com meu pauzão grosso, veias pulsando fundo enquanto você treme de dor e tesão, enchendo de leitinho quente o rabão suado. Você pensou nisso hoje, mãe? Sonhou com meu pau abrindo tudo? Como se sente com essa obsessão minha só no anal? Quebra, deixa eu iniciar você ali". Ele colocava as mãos nas minhas nádegas suadas pra "corrigir postura", apertando e separando o vale devagar. "Imagina, mãe, só o cu – cabecinha inchada esticando teu cuzinho apertado, veias latejando enquanto entro tudo, te fazendo gemer baixinho. Pensou? Me diz como se sente, porra, eu insisto nisso".
Eu negava ofegante entre os exercícios: "Jr., não! Eu não penso nisso, filho. Me sinto aterrorizada com essas ideias". Mas ele continuava: "Quebra a resistência, mãe. Sonhou com meu pau só no cu? Como se sente sabendo que eu vivo pensando nisso?". Depois de muita insistência, e vendo que eu estava corada e ofegante, ele pediu com voz rouca: "Tá bom, mãe, se não quer o cu ainda... pelo menos me alivia com a boquinha, como das outras vezes. Meu pau tá doendo de tanto tesão nesse bundão suado, me deixa gozar na tua garganta pra eu me acalmar". Eu hesitei, mas cedi, ajoelhando de quatro no colchonete, chupando o pauzão suado devagar, engolindo fundo até a garganta esticar. Gozou forte na minha garganta, porra espessa enchendo a boca até transbordar, eu engolindo tudo, pensando que boquete era algo que eu conseguia controlar agora, me trazia uma calma estranha depois.
Sexta-feira à noite – filme na sala com Carlos dormindo cedo
Sexta à noite, Carlos subiu cedo pro quarto depois de me chamar de "velha inútil" mais uma vez e caiu no sono pesado. Ana ligou sussurrando: "Paulinha, veste aquela saia jeans curtinha cavada que te dei e senta no sofá com o Jr. pra ver filme. Deixa ele ver o bundão saindo por baixo, mana. Imagina ele roçando o pau ali, insistindo no cuzinho virgem... quebra essa barreira, deixa ele meter devagar, veias latejando fundo enquanto te enche de porra quente. Você já pensou nisso essa semana? Como se sente sabendo que ele só quer o cu, nada de buceta? Quebra, vadia, você tá precisando". Eu neguei baixinho: "Ana, eu não penso nisso, me sinto mal só de imaginar". Mas vesti a saia jeans tão curta que deixava quase metade do rabão de fora ao sentar, o tecido denim cavado entrando fundo no vale suado da noite quente, marcando o cuzinho virgem com o atrito, as bordas subindo revelando as nádegas gordas tremendo.
Sentei no sofá, pernas cruzadas fazendo a saia cavar mais, expondo o bundão. Jr. veio logo, olhos devoradores: "Caralho, mãe, essa saia curta cavada no teu bundão suado me enlouquece, deixando quase metade das nádegas de fora pedindo pra ser arrombada. Porra, minha tara é só o cu da mãe, não quero buceta, só meter nesse cuzinho virgem, ser o primeiro a esticar com meu pauzão, veias pulsando enquanto entro devagar, te enchendo de leitinho quente até transbordar. Você pensou nisso hoje, mãe? Sonhou com meu pau abrindo teu rabão suado? Como se sente com essa obsessão minha, porra? Quebra a resistência, deixa eu foder só o cu". Ele me puxou pro colo durante o filme, pau duro roçando o bundão exposto pela saia curta, mãos apertando as nádegas suadas. "Imagina, mãe, só anal – meu pau sendo o iniciador, cabecinha inchada esticando teu cuzinho apertado, veias latejando fundo te fazendo gemer. Pensou? Me diz como se sente, porra".
Eu negava ofegante: "Jr., não! Eu não penso nisso, filho. Me sinto assustada". Mas ele insistia: "Quebra, mãe, sonhou com meu pau só no cu? Como se sente com minha tara?". Depois de muito roçar e insistência, ele pediu rouco: "Se não quer o cu ainda, pelo menos me alivia com a boquinha, mãe. Meu pau tá latejando de tanto ver esse rabão, me deixa gozar na tua boca pra eu conseguir dormir". Eu hesitei, mas cedi, chupando no sofá escuro, garganta esticando, língua nas veias. Gozou no meu rosto, jatos grossos cobrindo bochechas e boca, porra quente pingando na saia cavada, eu limpando com a língua, pensando que boquete estava virando algo quase rotineiro, me acalmava o corpo e a mente.
Domingo à tarde – prova de roupas novas
Domingo à tarde, depois do culto, Carlos ficou na igreja para uma reunião. Ana apareceu com a sacola de roupas, mas dessa vez sem ficar muito tempo – ela me entregou as saias plissadas curtas, me deu um beijo na bochecha e disse: "Prova tudo sozinha, mana, e depois me conta se o Jr. pirou no teu bundão saindo por baixo. Imagina ele vendo essas saias curtíssimas, deixando quase metade das nádegas de fora... ele vai querer meter no cuzinho virgem na hora. Quebra essa resistência, Paulinha". Ela saiu rápido, me deixando sozinha no quarto com as peças.
Provei uma saia plissada branca tão curta que o tecido leve subia ao menor movimento, deixando quase metade do rabão de fora, o plissado grudando na pele suada da tarde, marcando o fio dental sumindo no vale. Jr. deve ter ouvido barulho, porque bateu na porta e entrou, olhos arregalados: "Porra, mãe! Essa saia curta plissada no teu rabão é foda, deixando quase metade das nádegas de fora, suadas e tremendo. Caralho, minha tara é só o cu da mãe, não quero buceta, só meter nesse cuzinho virgem, ser o primeiro a esticar com meu pauzão grosso, veias pulsando fundo enquanto te encho de porra quente até transbordar. Você pensou nisso essa semana, mãe? Sonhou com meu pau abrindo teu cuzinho suado? Como se sente com essa obsessão minha só no anal? Quebra, deixa eu foder só o cu". Ele se aproximou, mãos na cintura, subindo a saia e apertando as nádegas suadas. "Imagina, mãe, só o cu – cabecinha inchada esticando tudo, veias latejando enquanto entro, te fazendo gemer. Pensou? Me diz como se sente, porra".
Eu negava, voz baixa: "Jr., não! Eu não penso nisso, filho. Me sinto culpada". Mas ele insistia: "Quebra a resistência, mãe. Sonhou com meu pau só no cu? Como se sente com minha tara?". Depois de muito insistir e ver que eu estava corada, ele pediu rouco: "Se não quer o cu ainda... pelo menos me alivia com a boquinha de novo, mãe. Meu pau tá doendo de tanto tesão vendo esse bundão na saia curta, me deixa gozar na tua garganta pra eu me acalmar". Eu hesitei, mas cedi, ajoelhando, chupando devagar, engolindo fundo. Gozou forte na minha boca, jatos quentes e grossos enchendo a garganta, porra salgada transbordando pelos lábios, eu engolindo tudo, pensando que boquete era algo que eu conseguia lidar, me deixava mais tranquila.
Mais tarde, liguei pra Ana e admiti sussurrando: "Mana... eu chupei ele de novo hoje. Engoli tudo. Foi... intenso... Será que agora não tenho mais o que fazer? Estou emparedada a dar o cuzinho para meu próprio filho?". Ela gritou de alegria: "Finalmente confessando, vadia santa! Agora é só o próximo passo – o cuzinho!".