“Manhã Chuvosa no Banheiro”
Quarta-feira, manhã de chuva forte. O céu estava cinza escuro desde o amanhecer, trovões distantes ecoando como um rugido baixo, água caindo em cascata nas ruas, transformando tudo em um caos molhado e barulhento.
Tiago acordou com o barulho incessante da chuva batendo no telhado, um som hipnótico que o fez sorrir preguiçosamente na cama.
Vestiu uma camiseta preta justa que marcava perfeitamente as tetas sensíveis, calça jeans folgada que balançava com o movimento, e tênis impermeável para enfrentar o dilúvio.
Pegou o guarda-chuva grande preto, mochila nas costas, e saiu de casa cedo, pedalando devagar de bicicleta para não se encharcar mais do que o necessário.
A rua virava rio em alguns pontos, poças profundas refletindo o céu carregado e cinzento, carros passando devagar e espirrando água para todos os lados.
Tiago abriu o guarda-chuva, mas o vento forte tentava virá-lo do avesso, gotas grossas batendo forte no tecido como tiros.
Chegou à escola com as pernas encharcadas, sacudiu o guarda-chuva na entrada, deixando um rastro de água no chão. Os corredores ainda estavam vazios, o ar carregado com o cheiro de piso molhado, desinfetante e o café fresco da cantina.
Andava distraído, pingando água do cabelo, quando viu Daniel no corredor principal. O professor estava de camisa social branca colada no corpo pelo suor da caminhada rápida sob a chuva, calça escura marcando as coxas fortes, guarda-chuva ainda pingando na mão.
Daniel sorriu ao vê-lo, um sorriso safado e predador.
— Bom dia, vadia molhada. Veio cedo hoje, hein? Tá ansioso pra me ver?
Tiago se aproximou, água ainda pingando do cabelo curto, olhos brilhando de desejo.
— Bom dia, professor. Chuva forte pra caralho, mas não resisti em vir te ver logo cedo. Queria esse teu peito antes da aula começar.
Daniel olhou ao redor rapidamente, corredores vazios, o som da chuva abafando tudo lá fora.
— Tá todo mundo atrasado por causa desse tempo do caralho. Perfeito pra gente... conversar um pouco. Vem cá, vadia.
Segurou a mão de Tiago discretamente, dedos entrelaçados com força, e o levou pelo corredor lateral até o banheiro dos professores — porta única, tranca interna, espelho grande ocupando a parede toda, box amplo e limpo.
Entraram, Daniel trancou a porta com a chave, o clique ecoando no silêncio.
— Aqui ninguém entra essa hora. Vamos secar você direito... e te molhar de outro jeito.
Daniel começou a tirar a roupa devagar, sensualizando para Tiago como se fosse um striptease particular: desabotoou a camisa branca botão por botão, revelando aos poucos o peitoral claro e definido, músculos saltando com cada movimento lento e deliberado. A camisa molhada colava na pele, destacando cada contorno.
Tirou a camisa completamente, jogou na pia com um gesto casual.
Flexionou o peito devagar, fazendo os músculos dançarem, saltarem um de cada vez.
— Olha esse peitoral, Tiago... duro, largo, grande, todo teu. Quer tocar? Aperta ele, vai. Sente como tá firme hoje.
Acariciou os próprios mamilos com as pontas dos dedos, beliscando até endurecerem como pedrinhas, gemendo baixo.
— Porra, meus mamilos já tão duros só de pensar em você mamando eles.
Abaixou a calça devagar, cueca marcando o pau já meio duro, o volume crescendo visivelmente.
Tirou tudo de uma vez, ficando completamente pelado, pau grosso balançando pesado entre as pernas, peitoral brilhando com suor da chuva e excitação.
Tiago ficou pelado rápido, jogando a camiseta e a calça no chão, pau duro apontando reto para cima, latejando.
Foi para trás de Daniel, os dois de frente para o espelho grande, que já começava a embaçar nas bordas com o calor dos corpos.
Tiago segurou os ombros largos e musculosos, olhando o reflexo com olhos famintos.
— Que tesão, cacete! Olha isso, professor, teu peitoral refletido, tão grande e definido.
Alisava o peitoral com as duas mãos, dedos traçando cada sulco dos músculos, circulando os mamilos devagar, sentindo a pele lisa e quente.
— Esse peito é lindo, Daniel... quero chupá-lo até você chorar... que delícia de músculos, caralho...
Apertava forte, balançando como se fossem tetas macias, mas a carne dura resistia e voltava, dançando no ritmo.
Daniel gemia baixo, olhando o reflexo, flexionando para endurecer mais.
— Aperta mais forte, vadia... balança meu peito como se fosse teu brinquedo... isso, porra, faz ele dançar pra você. Sente como tá duro na tua mão?
Tiago mordiscava a orelha de Daniel, dentes leves roçando a carne, língua lambendo o lóbulo devagar enquanto acariciava o peito sem parar.
— Quero mamar esse peitoral grande o dia todo, professor... tão duro e gostoso na minha mão. Vou te deixar louco só com isso.
Colocou os dois polegares na boca de Daniel, enfiando fundo.
Daniel chupou com vontade, língua molhando bem, rodando ao redor dos dedos, baba escorrendo pelos cantos da boca.
— Chupa eles bem molhados, professor... vou usar tua própria baba nos teus mamilos.
Tiago tirou os polegares encharcados e massageou os mamilos sensíveis, circulando rápido, torcendo leve, sentindo eles pulsarem.
— Sente teus mamilos molhados da tua própria boca... tão sensíveis, tão duros. Olha no espelho como eles brilham de baba.
Tiago segurava um peitoral firme com uma mão, apertando ritmado, a outra deslizava pelo tanquinho marcado e definido, agarrou o pau enorme e duro, sentindo ele latejar na palma.
— Esse pau tá latejando pra caralho... grosso, quente, veiudo. Vou te fazer gozar só brincando com teu peito e batendo punheta devagar.
Apertava o peito com força enquanto masturbava devagar, subindo e descendo a mão no pau, falando putaria rouca no ouvido.
— Teu peito duro enquanto eu bato punheta no teu pau monstruoso... sente minha mão apertando esses músculos, professor? Vou te fazer gozar só apertando essas tetas duras e punhetando esse pau latejante.
Tiago colocou o pau entre as nádegas firmes e redondas de Daniel, simulando penetração, socando devagar, esfregando a cabeça no buraco quente enquanto apertava o peitoral com as duas mãos, balançando forte.
— Sente meu pau no teu rego quente... enquanto eu brinco com teu peitoral como uma vadia... quero te foder olhando no espelho, vendo teu peitoral dançar com cada socada.
Penetrou devagar, pau abrindo o cu apertado de Daniel centímetro por centímetro, gemendo alto.
— Toma meu pau inteiro, professor... teu cu engolindo tudo, tão apertado e quente. Porra, que delícia!
Fodeu com estocadas ritmadas, profundas, massageando os mamilos molhados com os polegares, circulando rápido e torcendo, sentindo Daniel tremer.
Daniel gemia alto, olhando o reflexo, peito flexionado ao máximo, músculos saltando.
— Fode meu cu mais forte enquanto brinca com meu peito... porra, Tiago... isso é bom demais. Aperta esses mamilos, vadia, faz doer de tão bom.
Tiago acelerou, socando fundo, mãos nunca saindo do peitoral, apertando e balançando sem piedade.
— Teu cu apertando meu pau enquanto eu me apodero do teu peito... olha no espelho, professor, teu peitoral vermelho nas minhas mãos.
Tiago gozou forte no cu de Daniel, jatos quentes e grossos enchendo tudo, corpo tremendo contra as costas largas dele, gemendo no ouvido.
— Gozando tudinho no teu cuzinho, professor... toma toda minha porra quente... desgraçado!
Saiu devagar, pau melado pingando, se ajoelhou na frente de Daniel.
Lambeu e chupou o pau até o talo, garganta apertando fundo, engasgando de propósito, enquanto beliscava os mamilos duros com as duas mãos, torcendo forte.
— Chupa o pau do teu macho, Tiago... sente o gosto incomparável da minha pica, vadia. Belisca meus mamilos mais forte, faz doer.
Tiago cospiu no pau enorme de Daniel, esfregou a cabeça inchada nos mamilos rosados, circulando devagar, olhando safado no espelho.
— Teu pau grosso e gostoso nos meu mamilos, Daniel... melado de cuspe e suor. Olha isso no espelho, professor, teu pau roçando nas minhas tetas gordas.
Daniel posicionou o pau entre as tetas de Tiago, apertando elas ao redor, e fodeu forte, espanhola rápida e violenta, pau deslizando no vale suado.
— Fode minhas tetas, professor... usa elas como quiser, filho da puta de merda. Goza nelas, marca meu peito com tua porra quente.
Daniel gozou alto, jatos grossos e quentes no peito, pescoço e rosto de Tiago, gemendo rouco.
— Toma leitinho nas tuas tetas gordas, vadia... puta que pariu, é muita porra!
Tiago sugou os resquícios no pau, limpando com a língua, depois esfregou o pau melado nas próprias tetas, espalhando porra por toda a pele.
Daniel levantou Tiago de uma vez, pressionou a cabeça dele contra o peitoral direito com força.
— Chupa meu peito até gozar de novo, vadia... mama forte, sugando como um putinho faminto. Lambe tudo, não para.
Tiago lambeu, chupou e sugou o peitoral com paixão louca, língua rodando no mamilo sem parar, dentes mordiscando leve enquanto Daniel flexionava, músculo endurecendo ainda mais na boca.
— Isso, mama meu peito duro... sente ele na tua boca, vadia. Flexiono pra você sugar mais forte.
Tiago dava tapas fortes no outro peitoral, som ecoando alto no banheiro vazio, pele ficando vermelha.
— Dá tapas mais fortes, porra... faz meu peito doer enquanto você mama o outro, caralho.
Daniel esfregava a cabeça de Tiago de um lado pro outro no peito largo, Tiago lambia tudo avidamente, baba e suor misturados escorrendo.
— Lambe meu suor, vadia... mama sem parar, engole meu peito inteiro.
Tiago mamava sem parar, sugando como louco, mãos apertando e tapas ritmados, até gozar muito na barriga de Daniel, porra escorrendo pelas coxas, corpo convulsionando contra o peito musculoso.
— Tô gozando de novo só mamando teu peito... porra, Daniel, teu peitoral me destrói!
Eles se beijaram profundamente, línguas se enroscando, Tiago ainda dando tapas fortes no peitoral suado e marcado.
— Teu peito é viciante pra caralho, professor... duro, delicioso, perfeito pra mamar o dia todo.
Daniel sorriu, ofegante, peito subindo e descendo rápido.
— E você é a melhor vadia pra mamar ele, Tiago. Minha putinha particular pro peito.
A manhã chuvosa começava quente e intensa no banheiro dos professores.
E a quarta-feira prometia muito mais.
Continua...