Profundas mudanças - parte 5
Após os últimos retoques na maquiagem, Luana e Vanessa me olharam com um misto de orgulho e malícia. Eu, agora Giulia, me via no espelho como uma mulher completamente transformada: os lábios vermelhos carnudos, os cílios longos, a peruca loira caindo em ondas perfeitas sobre os ombros, o vestido preto curto colado ao corpo, realçando minhas curvas recém-descobertas, e as meias de seda com cinta-liga dando um ar de puta sofisticada. A gaiola rosa no meu pintinho era um lembrete constante da minha submissão, e o plug no cu me mantinha em um estado de tesão permanente, com o cuzinho piscando involuntariamente a cada movimento.
• Tá na hora, Giulinha - disse Luana, ajustando o decote do meu vestido. - O Serjão vai te batizar de verdade agora. Lembra do que a gente te ensinou: empina o rabo, rebola devagar, e obedece sem questionar. Seja uma boa menina, ou ele vai te punir.
Vanessa sorriu, dando um tapa leve na minha bunda: - E se ele punir, você vai amar, putinha. Agora vai, mostra pro teu macho o que aprendeu.Meu coração batia acelerado enquanto saíamos do quarto. A sala estava escura, iluminada apenas pela TV, onde o jogo do Corinthians já tinha começado. Serjão estava sentado no sofá, pernas abertas, ainda vestido com a calça jeans e uma camisa aberta revelando o peito musculoso e negro. Seu pauzão já estava semi-ereto, visível pelo volume na calça, como se esperasse por mim. Ele nem olhou para o jogo quando entramos; seus olhos fixaram em mim imediatamente, devorando cada centímetro do meu corpo feminizado.
• Olha só... - murmurou ele, com um sorriso predatório. - A branquinha virou uma putinha de luxo. Vem cá, Giulia. Mostra pro teu dono o que essas duas te ensinaram.
Eu me aproximei devagar, rebolando como Luana me ensinou, sentindo o vestido subir um pouco e revelar as bordas das meias. Parei na frente dele, de cabeça baixa, as mãos cruzadas na frente como uma boa menina submissa. Luana e Vanessa se sentaram nos braços do sofá, assistindo como espectadoras ansiosas.
• Gira pra mim, cadela - ordenou Serjão, sua voz grave ecoando como um comando irrecusável.
Virei devagar, empinando o rabo, e senti suas mãos grandes e calejadas subirem pelas minhas coxas, apertando a carne macia. Ele puxou o vestido para cima, expondo a calcinha fio dental preta atolada no meu cu, e deu um tapa forte na nádega esquerda, fazendo-me gemer.
• Essa bundinha branquinha é minha agora. Pisca esse cu pra mim, Giulia. Mostra que tá com fome de pau preto.
Obedeci instantaneamente, contraindo o cuzinho em torno do plug, sentindo o tesão subir. Ele riu, satisfeito, e me virou de frente para ele novamente.
• De joelhos, puta. Hora de mamar teu mestre.
Caí de joelhos entre suas pernas, as mãos tremendo enquanto abria o zíper da calça. O pauzão saltou para fora, enorme, negro, veias pulsando, maior do que eu lembrava. O cheiro almiscarado invadiu minhas narinas, e sem pensar, abri a boca, lambendo a cabeça roxa como Vanessa me ensinou. Serjão gemeu baixo, segurando minha cabeça pela peruca e forçando mais fundo.
• Isso, engole tudo, sua sissy branca. Você nasceu pra isso, pra servir pau preto. Chupa como se tua vida dependesse disso.
Eu me esforcei, sentindo a garganta se abrir para acomodar o monstro, lágrimas escorrendo pela maquiagem enquanto engasgava. Luana e Vanessa incentivavam: - Vai, Giulinha, mama gostoso! Faz ele gozar na tua boquinha!Serjão me fodia a boca com ritmo, chamando-me de "puta branca submissa", "cadela do BNWO", aprofundando a dominação verbal. Cada palavra me fazia piscar o cu mais forte, o plug pressionando minha próstata e fazendo meu pintinho babar na gaiola. De repente, ele parou, puxando minha cabeça para trás.
• Ainda não, vadia. Levanta e tira esse vestido. Quero te ver nua, só de lingerie.
Obedeci, tirando o vestido devagar, sensual, como aprendi. Ele admirou meu corpo depilado, a pele branca contrastando com a lingerie preta, e me puxou para o colo dele, sentando-me sobre o pauzão ereto. Senti a cabeçorra roçando na calcinha, e ele afastou o fio dental, tirando o plug com um ploc que me fez gemer alto.
• Agora senta, Giulia. Cavalga teu macho como uma boa esposa.
Meu cuzinho, já preparado pelo dildo, se abriu devagar para o pauzão. Doeu no início, uma queimação intensa, mas o tesão era maior. Desci devagar, sentindo cada centímetro me arrombar, até as bolas tocarem minha bunda. Serjão grunhiu, apertando minhas nádegas e me fazendo rebolar.
• Rebola, puta! Mostra que ama pau preto no cu!
Eu rebolava, gemendo como uma vadia, o pauzão acertando minha próstata a cada movimento. Gozei sem tocar no pintinho, espirrando porra mole na gaiola, enquanto ele ria: - Olha aí, gozando igual fêmea! Você é minha agora, Giulia. Minha sissy branca.Mas aí veio a primeira reviravolta. Serjão parou de repente, me levantando do pau dele como se eu fosse uma boneca. - Ainda não acabou, cadela. Eu disse que ia te batizar direito. Luana, liga pro meu irmão. Diz que a nova puta tá pronta pros rituais do BNWO.Luana sorriu e pegou o celular. Minutos depois, a campainha tocou. Vanessa abriu a porta, e entraram dois negros altos e musculosos: um era o irmão de Serjão, chamado Marcus, com um pauzão visível pela calça esportiva, e o outro era um amigo deles, Jamal, tatuado e com um ar ainda mais dominante. Os dois me olharam como predadores, rindo ao ver minha lingerie e a maquiagem borrada.
• Olha só a branquinha que o Serjão arrumou - disse Marcus, se aproximando. - Tá linda, sissy. Mas vamos ver se aguenta dois paus pretos de uma vez.
Serjão me empurrou para o chão: - Agora você vai servir o clã, Giulia. Isso é o BNWO: branquinhas como você servindo machos pretos superiores. De quatro, vadia!Eu me posicionei de quatro no tapete, tremendo de medo e excitação. Marcus se posicionou atrás de mim, cuspindo no cuzinho e enfiando seu pau grosso sem cerimônia. Gritei de dor e prazer, enquanto Jamal abria a calça na minha frente, forçando sua rola enorme na minha boca.
• Mama, puta! - ordenou Jamal. - Enquanto meu irmão te arromba.
Serjão assistia, masturbando seu pauzão, dando comandos: - Rebola pros meus irmãos, Giulia. Mostra que é uma boa escrava branca. Luana, Vanessa, venham ajudar a putinha.Luana e Vanessa se juntaram, Luana lambendo minhas bolas presas na gaiola enquanto Vanessa chupava as bolas de Marcus. A dominação se aprofundava: eu era o centro de uma orgia de submissão, os três machos pretos me usando como objeto. Marcus gozou primeiro, enchendo meu cu de porra quente, e Jamal trocou de lugar, metendo no meu rabo escorrendo enquanto Serjão finalmente voltava para a minha boca.
• Bebe minha porra, sissy - grunhiu Serjão, jorrando na minha garganta.
Mas a reviravolta maior veio quando eles pararam para "descansar". Serjão pegou uma coleira de couro preto com uma plaquinha "Propriedade de Serjão" e a colocou no meu pescoço. - Isso é permanente agora, Giulia. Você vai morar aqui, servir a gente todo dia. E pra selar, vamos tatuar teu rabo com o símbolo do BNWO. Eu protestei fracamente, mas Marcus me deu um tapa: - Cala a boca, cadela. Você escolheu isso.Eles me levaram para o quarto, onde Jamal tinha uma máquina de tatuagem improvisada. Enquanto Serjão me segurava de bruços, Jamal tatuou um grande "BNWO" na minha nádega direita, com um pau estilizado abaixo. A dor era intensa, mas o tesão me fazia gemer. Luana e Vanessa me consolavam: - Tá ficando linda, amiga. Agora você é nossa pra sempre.Após a tatuagem, a dominação continuou: os três me foderam em rodízio, me fazendo gozar múltiplas vezes como fêmea, sem tocar no pintinho. Serjão anunciou: - Amanhã, Giulia, vamos te levar pro clube. Mais machos pretos vão te usar. Você é a nova rainha das sissys brancas.Exausta, coberta de porra, eu me deitei no colo de Serjão, sentindo o plug de volta no cu e a coleira apertada. A transformação era completa: de macho para escrava submissa, dominada por um clã de machos pretos. Mas no fundo, eu amava cada segundo. O BNWO tinha me conquistado.Continua...