Depois daquela visita insana da tia Alice — quando eu, a mãe e ela transamos loucamente no quarto da mãe, com clap clap ecoando alto, gemidos roucos e porra escorrendo pelos bundões loiros —, a tia não foi embora. Ela tinha dado uma saída rápida durante a tarde (foi pegar algo no mercado, disse), mas voltou antes do jantar e resolveu ficar mais uns dias. “Preciso conversar mais com a Laura”, falou ela com aquele sorriso safado, mas eu sabia que era só desculpa pra mais rodadas de putaria. A mãe fingia normalidade, mas os olhares entre as duas loiras diziam tudo.
E a Karen… ah, a Karen tinha visto tudo. Ela voltou mais cedo naquela noite, ficou parada na porta entreaberta do quarto, olhos verdes arregalados, mão na boca. Não gritou, não entrou, só observou por uns segundos os clap clap ritmados, os gemidos abafados, os três nus na cama. Depois saiu em silêncio. Desde então, ela me evitava o olhar, mas eu sentia: os mamilos marcando o cropped sempre que eu passava perto, as coxas apertando uma na outra quando sentava, o cabelo loiro solto balançando mais devagar, como se estivesse pensando.
Eu sabia que ela sabia. E eu já tinha ultrapassado todas as linhas do incesto com a mãe. O que era mais uma?
Naquela noite de sábado, depois que a mãe e a tia foram “tomar um vinho” na sala (provavelmente pra se pegar de novo sem a gente ver), eu bati na porta do quarto da Karen. Ela abriu devagar, de camisola curta rosa, cabelo loiro bagunçado caindo até os ombros, olhos verdes brilhando na penumbra do abajur.
— Jorge… o que você quer?
Entrei sem esperar convite, fechei a porta atrás de mim. O quarto dela cheirava a perfume doce de baunilha misturado com algo mais quente — tesão reprimido.
— Eu sei que você viu ontem à noite. A porta entreaberta… você ficou olhando.
Ela corou forte, baixou os olhos verdes, abraçou o corpo como se quisesse se esconder, mas os peitos grandes e firmes (36D, pesados e empinados pra um corpo tão magro) pressionaram a camisola fina, mamilos rosados já endurecendo visivelmente.
— Eu… eu não devia ter visto. Foi errado.
Eu me aproximei devagar, sentei na beira da cama dela. Ela ficou de pé, pernas longas e torneadas tremendo um pouco, altura de 1,80m fazendo ela parecer ainda mais imponente e ao mesmo tempo vulnerável.
— Você ficou parada ali. Não gritou. Não saiu correndo. Você viu tudo: a tia chupando meu pau na mesa da cozinha na frente da mãe, as duas ajoelhadas mamando juntas, depois no quarto… clap clap alto, gemidos, eu fodendo as duas na buceta.
Ela mordeu o lábio inferior com força, olhos verdes subindo devagar pro meu rosto, depois descendo pro volume na minha bermuda.
— Eu… eu não sei o que pensar. É minha mãe… minha tia… e você… meu irmão.
Eu sorri devagar, o mesmo sorriso que usava com a mãe quando ela tentava resistir.
— Você é alta, Karen. 1,80m de pernas lindas, cintura finíssima, peitos grandes e firmes que balançam quando você anda… e essa bundinha empinada, redonda, durinha, perfeita. Você é uma ninfetinha safada por dentro, só não admite ainda.
Ela tentou negar, voz tremendo:
— Não… eu não sou assim… para, Jorge. Isso é errado.
Mas o sorriso dela… aquele sorrisinho sutil no canto da boca, os olhos verdes escurecendo de tesão, os mamilos endurecendo visivelmente na camisola fina — tudo dizia o oposto.
Eu levantei devagar, tirei a bermuda sem pressa. Meu pauzão pulou pra fora, duro, veias pulsando grossas, cabeça inchada vermelha brilhando de pré-gozo, gotas escorrendo pela fenda.
Karen arregalou os olhos verdes, mordeu o lábio inferior com força, respirando rápido, peito subindo e descendo, fazendo os peitos grandes balançarem levemente sob a camisola.
— Meu Deus… é enorme…
Ela tentou desviar o olhar, mas não conseguiu. Eu me aproximei, peguei a mãozinha dela e coloquei no pau. Ela apertou devagar, dedos finos tremendo ao redor do tronco grosso, sentindo o calor, as veias pulsando na palma. Masturbou instintivamente, subindo e descendo lenta, olhos fixos no pau, lambendo os lábios sem perceber.
— Não… a gente não pode… você é meu irmão…
Mas ela não tirou a mão. Apertou mais, polegar roçando a glande, espalhando o pré-gozo.
Eu puxei a camisola dela pra cima devagar. Os peitos grandes saltaram livres, mamilos rosados duros como pedrinhas, aréolas grandes e claras contrastando com a pele branca. Apertei devagar, sentindo o peso macio e firme, rolando os mamilos entre os dedos, puxando levemente. Ela gemeu baixinho, cabeça caindo pra trás, corpo arqueando.
— Ai… Jorge… isso é errado… mas… continua…
Desci a mão pela barriga lisa e definida, entrei na calcinha fio-dental. Buceta quente, molhada pra caralho, pelos pubianos loiros bem aparados formando um triângulo perfeito. Dedos deslizando nos lábios inchados e macios, clitóris duro e sensível pulsando sob a ponta do dedo. Esfreguei devagar em círculos, sentindo ela se abrir, molhado escorrendo pelos dedos. Ela abriu as pernas sem querer, quadris subindo pra encontrar minha mão, gemendo mais alto:
— Ai… não… para… ou continua… caralho…
Virei ela de costas, empinei aquela bundinha empinada. Tirei a calcinha devagar, deslizando pelo comprimento das pernas longas. Abri as nádegas pra ver a bucetinha rosada brilhando, lábios pequenos abertos, entrada piscando de tesão. Cuspi na entrada, esfreguei a glande nos lábios devagar, sentindo o calor úmido envolver a cabeça.
Ela empinou mais, gemendo rouca:
— Vai devagar… por favor…
Enfiei devagar, centímetro por centímetro, sentindo as paredes internas quentes e apertadíssimas se abrindo, esticando ao redor do pau grosso, cada veia sendo massageada pelas dobras molhadas. Ela soltou um gemido longo e baixo:
— Aiii… tá me abrindo toda… devagar… meu irmão…
Cheguei ao fundo, pau inteiro dentro, bolas encostando nos lábios da buceta. Parei um segundo pra ela sentir, depois comecei o vai e vem lento, puxando quase todo pra fora, depois empurrando fundo de novo. Cada estocada fazia clap clap suave nas nádegas durinhas, bundinha tremendo levemente em ondas.
Acelerei devagar, ritmo constante, clap clap aumentando de volume, carne batendo carne molhada, som ecoando no quarto. Segurei a cintura finíssima com as duas mãos, puxando ela pra trás enquanto empurrava pra frente, pau batendo no fundo toda vez.
— Isso… fode sua irmãzinha… mete fundo na buceta da Karen… ai, caralho…
Virei ela de frente, levantei uma perna alta no meu ombro — ela é alta, encaixa perfeito —, meti forte agora, clap clap alto e molhado, pau entrando até o talo, batendo no colo do útero, fazendo os peitos grandes balançarem pra cima e pra baixo, mamilos duros roçando no ar. Ela gritava baixo, olhos verdes semicerrados, mãos apertando meus braços:
— Ai… tá me rasgando… mas não para… fode mais forte… me enche toda!
Mudei pra ela cavalgando: sentei na cama, ela subiu em cima devagar, segurando o pau com as mãos pequenas, posicionando na bucetinha inchada e vermelha. Desceu centímetro por centímetro, gemendo alto enquanto se abria toda, sentindo o pau preencher ela completamente, paredes internas se contraindo em volta de cada veia. Rebolou devagar no começo, quadris circulando, clitóris roçando na base do pau, depois acelerou, clap clap ritmado das coxas longas batendo nas minhas, peitos grandes balançando loucamente pra cima e pra baixo, mamilos traçando arcos no ar.
— Ai… irmão… teu pauzão tá me enchendo toda… vou gozar… vou gozar no teu pau!
Ela gozou primeiro, corpo magro convulsionando, buceta apertando forte em espasmos, esguichando devagar em jatos quentes enquanto rebolava loucamente, paredes internas pulsando em volta do pau. Eu segurei a cintura finíssima, meti pra cima forte, clap clap clap clap ecoando no quarto, gozei fundo dentro dela, jatos quentes enchendo a bucetinha até transbordar, porra branca escorrendo pelas coxas longas e pelos lábios inchados.
Caímos na cama, suados, ofegantes. Ela se aninhou no meu peito, cabelo loiro grudado no rosto, olhos verdes brilhando, corpo magro ainda tremendo.
— Ninguém pode saber… mas… eu quero de novo. Todo dia.
Eu sorri, beijei a boca dela devagar.
— Agora você é minha putinha também, Karen. Minha ninfetinha alta, magra, peituda, bunduda.
A casa estava em silêncio — mas agora com mais um segredo ardente. E a tia Alice ainda estava no quarto ao lado, provavelmente ouvindo tudo. Quando ela e a mãe descobrirem que a Karen entrou na dança… a orgia vai ser inevitável.
Fim