PARTE 3 - A VISITA PROIBIDA DA TIA ALICE – MÃE E TIA NO MESMO PAU

Um conto erótico de JORGE
Categoria: Heterossexual
Contém 1370 palavras
Data: 10/01/2026 00:53:03

Meu nome é Jorge, 22 anos. Depois daquela loucura em Floripa com a tia Alice e o Lucas — onde a gente arrombou ela nos dois buracos até ela gritar pedindo mais —, eu voltei pra casa achando que a putaria tinha ficado por lá. Mas há semanas eu e minha mãe, Laura, tínhamos começado nossa própria história secreta. Tudo rolou quando ela descobriu as fotos que a tia mandou: eu metendo na Alice como louco. No começo foi choque puro, mas depois veio o tesão. Agora a gente transava escondido quase todo dia: eu enfiando devagar no bundão dela de quatro, depois acelerando até bater forte, gozando dentro da buceta ou do cu apertado, ela gemendo baixinho pra não chamar atenção da Karen. Ninguém sabia — nem a tia Alice imaginava que eu já tinha comido a irmã mais velha dela.

Numa sexta à tarde, a campainha tocou. Abri e lá estava tia Alice: mala na mão, vestidinho leve florido que grudava nos peitões fartos e no rabão tatuado, cabelo loiro solto, sorriso safado que já dizia tudo.

— Surpresa, sobrinho! Vim passar o fim de semana. A Laura me chamou pra “conversar sobre família”.

Minha mãe apareceu atrás de mim, de shortinho jeans normal e blusa solta, cabelo loiro solto também. Abraçou a irmã demorado, mas eu notei o olhar rápido: cumplicidade misturada com um toque de desconfiança. A tia não sabia ainda que eu e a mãe transávamos. Pelo menos era o que a gente achava.

O dia passou normal na superfície: almoço, conversa banal, Karen rindo inocente na mesa. Mas o vinho veio à noite. Depois que a Karen disse que ia sair com amigas e bateu a porta (ou pelo menos a gente achou que ela tinha saído), a tia Alice chamou a gente pra mesa da cozinha pra tomar um vinho.

Sentamos: eu de um lado, mãe do outro, tia na cabeceira. O vinho subiu rápido. A tia começou a falar das fotos antigas, voz baixa e provocante. Minha mãe corou devagar, tomou um gole longo.

A tia Alice pousou a mão na minha coxa por baixo da mesa, dedos subindo centímetro por centímetro até apertar o volume na bermuda. Desceu o zíper devagar, tirou meu pauzão pra fora já meia-bomba. Minha mãe ficou quieta do outro lado da mesa, olhos verdes fixos na cena, respirando mais pesada, mas sem dizer uma palavra.

A tia abaixou a cabeça devagar. A língua rodou na glande, lenta, molhada, traçando círculos perfeitos ao redor da cabeça inchada, sentindo cada veia pulsar. Depois abriu a boca e engoliu a cabeça inteira, sucção profunda e lenta, lábios esticados ao redor do pau, boca quente e úmida envolvendo cada centímetro. Subia e descia sem pressa, língua pressionando a parte de baixo, babando tudo, lambendo as bolas no ritmo certo, gemendo baixinho na garganta. O som era molhado e ritmado: slurp… slurp… gluck… gluck… enquanto ela engolia mais fundo, garganta apertando a glande no fundo.

Eu olhei pra mãe, tesão louco subindo. Ela levantou devagar, veio pro meu lado da mesa e se ajoelhou ao lado da irmã. As duas loiras ajoelhadas: tia chupando devagar, mãe pegando as bolas com a boca, lambendo lenta enquanto olhava pra cima com olhos verdes cheios de desejo. Ela sugava uma bola de cada vez, língua rodando ao redor, depois subia pra lamber a base do pau enquanto a tia engolia a cabeça.

A tia tirou meu pau da boca, sorriu safada pra irmã. Minha mãe pegou o pau na boca dela agora, sucção perfeita, lábios apertados, engolindo até o talo, garganta contraindo em volta da glande, babando tudo em fios grossos que escorriam pelas bolas. As duas bocas no pau ao mesmo tempo: línguas se enroscando na glande, slurp slurp molhado, gluck gluck alternado, gemidos abafados na garganta, saliva escorrendo pelo queixo das duas.

Minha mãe parou de repente, voz rouca:

— Vamos pro quarto… a Karen pode voltar a qualquer momento.

Subimos os três devagar, escadas rangendo no silêncio da casa. A porta do quarto da mãe ficou entreaberta — esquecemos de trancar na pressa do tesão. Luz do abajur baixa, quarto quente.

Os três nus em segundos: tia tirando o vestido, peitões pesados balançando livres, mamilos rosados duros; mãe abrindo o robe, peitos fartos saltando, bundão firme à mostra; eu com o pauzão duro apontando pro teto.

Começamos devagar: mãe e tia se beijando na cama, línguas devorando uma a outra, mãos apertando peitos, mamilos roçando, gemidos abafados na boca uma da outra. Eu entrei no meio, beijando o pescoço da mãe devagar, descendo pra chupar o peito da tia, sugando o mamilo com força, mordiscando levemente enquanto ela gemia baixo.

A tia deitou de costas, abriu as pernas devagar. Posicionei o pau na buceta dela, esfreguei a glande nos lábios inchados, sentindo o calor úmido, depois enfiei centímetro por centímetro, sentindo as paredes quentes se abrindo, apertando cada veia do pau. Metei ritmado, clap clap suave nas nádegas, cada estocada profunda fazendo os peitões dela balançarem devagar. A tia abaixou a cabeça entre as pernas da mãe, lambendo a buceta devagar, língua plana subindo e descendo nos lábios, depois rodando no clitóris inchado, sugando devagar.

A mãe gemia alto, segurando o cabelo loiro da irmã, quadris subindo pra encontrar a língua. Clap clap ritmado, molhado, aumentando de velocidade, nádegas tremendo a cada batida.

Trocamos posições devagar: eu meti na mãe por trás, de ladinho na cama, pau entrando devagar na buceta encharcada, sentindo cada dobra interna se abrindo, socadas lentas e profundas, clap clap suave no bundão dela. A tia sentou na cara da mãe, rebolando devagar a buceta na boca dela, clitóris roçando na língua enquanto eu apertava os peitos da tia por cima, mamilos entre os dedos.

Clap clap… clap clap… o som ecoava no quarto, carne batendo carne, molhado e ritmado, nádegas vibrando com cada estocada.

Vaginal primeiro, depois anal: tia pediu pro cu. Cuspi no cuzinho rosado dela, esfreguei o dedo devagar na entrada, depois enfiei um dedo, sentindo o anel apertado se abrir, depois dois, curvando pra dentro pra massagear as paredes internas. Ela relaxou, empinou mais o bundão tatuado. Posicionei o pau e empurrei devagar, centímetro por centímetro, sentindo o anel esticar ao redor da cabeça, depois ao redor do tronco inteiro, apertando como um vício quente.

Clap clap ritmado nas nádegas, mais alto agora, o pau entrando e saindo esticando o anel rosado, cada estocada fazendo o bundão tremer em ondas. A mãe chupava a buceta da irmã por baixo, lambendo o clitóris forte, sugando enquanto eu arrombava o cu.

Gemidos altos: “Fode o cu da tia… devagar mas fundo… ai, porra!”

Trocamos pros dois buracos da mãe: eu no cu dela agora, cuspi no anel apertado, enfiei devagar, sentindo ela se abrir centímetro por centímetro, depois metendo ritmado, clap clap ecoando forte no quarto enquanto a tia lambia a buceta dela por baixo, chupando o clitóris forte, língua rodando rápido.

Clap clap clap clap… o som preenchia tudo, nádegas tremendo, carne batendo carne, molhado e intenso, suor escorrendo pelas costas loiras.

As duas gozaram devagar, corpos tremendo em ondas lentas, gemendo juntas: “Ai… caralho… tô gozando devagar… enche a gente!”

Eu não aguentei: gozei devagar no cu da tia primeiro, jatos quentes enchendo tudo, sentindo o anel apertar em espasmos, depois tirei e gozei na buceta da mãe, enchendo até escorrer pelas coxas.

Caímos os três na cama, suados, ofegantes, corpos colados. A mãe e a tia se beijando devagar, lambendo porra uma da outra.

Foi aí que ouvi um barulhinho sutil na porta entreaberta. Levantei a cabeça devagar e vi: a Karen parada ali, olhos verdes arregalados, mão na boca. Ela tinha voltado mais cedo, ouvido os gemidos e os clap clap ritmados. Não sei até onde ela viu — a tia chupando meu pau na mesa na frente da mãe, as duas ajoelhadas mamando juntas, depois o ménage ardente no quarto, vaginal e anal, gemidos altos, corpos loiros colados. Ela não fez nada, não gritou, só ficou olhando por uns segundos, depois virou devagar e saiu em silêncio, deixando a porta entreaberta como estava.

Eu não disse nada pras duas. Só sorri por dentro. A loirinha tinha visto tudo. E agora o segredo ia explodir de vez.

Fim

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