Olá, meu nome é Erika, essa é a história de uma das maiores loucuras que eu e meus amigos já fizemos, olha que não falta competição, mas pelo menos para mim, essa foi a grande e fora de controle…
Vamos por partes, melhor me apresentar primeiro, eu sou uma garota morena clara, de cabelos castanhos clarinhos cacheados e olhos castanhos, não tenho reclamações do meu corpo, magrinha, seios médios, bumbum empinadinho, sempre fui bem liberada entre meus amigos, desde que aprendi a transar.
Mas vamos ao conto… O problema do Ano Novo na praia é o excesso de gente, fogos, luzes por todos os lados, pessoas por todos os lados, mas as vezes, não sei bem como é para vocês leitores, mas eu gosto de ir para a praia para relaxar e ver estrelas também não só para curtir.
Estava com amigos na praia, eu avisei eles de que ia sair e de para onde ia, fui até a praia, não era a noite de ano novo, isso já tinha ficado para trás, mas ainda tinha todos os quiosques abertos, dezenas de pessoas, na praia estava tendo um show, já começando o esquenta do carnaval.
Começo a andar um pouco a esmo quando encontro o Diego um dos amigos que estava com a gente na praia, Diego é um cara bonito, de cabelos escuros, barba cheia, ele estava de bermuda e camiseta e eu de biquíni e canga enrolada na cintura.
“Achei que ia estar na praia.”, eu olho para ele e sorrio, vendo como ele olha para mim e repara no meu corpo quase todo à mostra, “A praia está tão cheia que bateu o desânimo, nem dá para ver as estrelas.”, “Eu sei de um lugar, se você quiser.”, eu sorrio animada e faço que sim com a cabeça.
Com essas palavras voltamos para a casa de praia, avisamos as pessoas, estávamos em 6 pessoas, éramos duas garotas, 4 garotos, Clara e Rodrigo não estavam, estavam curtindo a festa na praia, sobrava eu, Diego, Alessandro e Paulo, os quatro resolveram ir ver a cidade em uma parte da praia isolada.
Paulo é o único que dirige, mais velho, cabelos castanhos clarinhos, olhos escuros, moreno alto, fortinho, Alessandro é um menino negro do tipo intelectual, eu particularmente acho ele uma graça de óculos, eu Diego e Alessandro nos conhecemos desde o começo da adolescência, Paulo a gente conheceu na faculdade.
Saímos da cidade procurando a escuridão da noite preta para ficarmos só nós e as estrelas, fomos parar em uma praia escura, isolada, longe da cidade, não muito mais longe, entre dunas e vento, saímos todos empolgados do carro… Fui correndo para o ponto mais alto das dunas.
Como descrever a via láctea sobre o oceano, o brilho intenso das estrelas, visíveis, as constelações com todas as camadas completas, eu estava elétrica e feliz, muito contente, olhando o céu, sorrindo com os olhos brilhando de alegria, olho para eles, que também estão fascinados, volto a olhar para o céu.
Encontramos um lugar onde a noite preta sem as luzes da cidade purificavam nossa alma, começamos a beber e a curtir a vista, acho que foi o Paulo quem colocou uma música, no carro e o Diego que revelou o cooler de isopor no carro, que era pensado para a praia do dia seguinte, mas podíamos curtir.
Eu estava dançando ao som da música, uma latinha na mão quando reparo, não estou mais endo observada e estamos todos dançando, sorrio para eles, sinto um frio na espinha dividida entre o sim e o não, mas decido que que nessa noite preta eu vou me entregar a isso, fecho os olhos.
O primeiro a me beijar foi o Diego, ou o Paulo, já nem dava mais posta saber assim como na escuridão nem sei de quem foi a mão que arrancou minha canga e fez de cama na areia para nós. No escuro também não sei quem foi o engraçadinho que tirou minha calcinha, ou sutiã, só sei que eu gemi alto, quando dos meus lados, Paulo e Diego, cada um escolheu um seio para por na boca.
Eu gritei de prazer, quando por trás, Alessandro com as mãos nas minhas coxas me faz empinar a bunda e se encaixa metendo a boca por trás e por baixo, explorando com a língua me arrancando gemidos de prazer, me arrepiando, me deixando toda elétrica, me puxaram para o chão ajoelhada, dividindo minha boca entre os três, já sem sunga de pau duro apontado para a minha cara.
Paulo têm um curto e grosso, sem mais o que dizer sobre isso, não é um monstro, mas é grosso, do Alessandro é cumprido e meio fino, não absurdamente fino, mas é fino na proporção por ser longo, por fim o do Diego é totalmente mediano, um pouco mais grosso que o do Alessandro, mas também um pouco mais curto.
Quase três paus medianos, só que com suas próprias características deliciosas…
Paulo é quem cansa da brincadeira primeiro, ele me puxa para o chão, se deitando no chão e me colocando para cavalgar sobre ele, me puxando para baixo pelo quadril, como se quisesse me ver quebrar, me arrancando gritinhos enquanto intercalo um pau de cada vez na minha boca, cavalgando o Paulo, uma hora, por pura safadeza coloco os dois ao mesmo tempo na minha boca, sentindo minha mandíbula doer, mas se esforçando para dar isso para eles.
Eu gozo Paulo goza, ambos damos um gritinho de prazer, ele dá uma socada tão forte de baixo para cima, que me sinto perder o fôlego, tremendo inteira, gozando no pau dele, ele mal me solta e Alessandro já me puxa para ele, Alessandro não quer força, só quer rápido, me fazendo cavalgar rápido com urgência, querendo gozar, enquanto tento chupar Diego, mas sendo fodida tão rápido começa a ficar difícil.
Diego se cansa e se afasta em menos de um segundo já sinto um gel gelado na minha bundinha e logo ele força, eu dou um grito, me deito sobre o Alessandro com o quadril um pouco levantado, levando pau, na minha bocetinha e no meu cuzinho, os dois fodendo bem rápido.
Gemendo alto, agarrada nos ombros do Alessandro com as unhas, enquanto eles me fodem rápido, até gozarem dentro de mim e eu gozar também, com um grito, levantando meu corpo, sentindo os dois entrarem o mais fundo possível enchendo as camisinhas como o Paulo.
Os dois saem de dentro de mim eu me deito de bruços, sentindo meu corpo sensível, dolorido, gososamente dolorido, sinto os beijinhos do Paulo nos meus ombros, “Também quero.”, ele sussurra, eu abro minha bunda para ele, “Então vem.”, ele empurra e eu grito…
Ele é o mais grosso dos três, eu tento fugir, mas não dá é um reflexo do meu corpo ao ser castigado por um caralho grosso, não há o que fazer a não ser aguentar, ele faz como fez com a minha bocetinha, com força, me machucando, como se quisesse me partir no meio me arrancando gritos.
Eu começo a me tocar, aliviando, sentindo meu corpo se acostumando, tremendo inteira, arrepiada, já chorando e babando, levando com força, com alguma brutalidade por trás, até que ele goza, fundo, com uma socada com força, que me arranca mais um grito… Ele tira de dentro de mim o alívio logo vem continuo me tocando de bruços, me exibindo empino o quadril e gozo nos meus dedos, tremendo inteira.
Passamos um tempo curtindo, se acariciando, falando bobagens, eu reclamando que me machucaram, eles dizendo que ainda vão machucar mais, eu fazendo charminho quase implorando para fazerem, quando o Diego me puxa para ele de novo, me fazendo sentar mais uma vez cavalgando, tremendo, rebolando sobre ele.
Logo já sinto o Alessandro por trás, me acariciando, estremeço inteira, eu sei o que vem, ou melhor, eu achava que sabia, quando empinei meu quadril para ele, porque ele sussurra no meu ouvido, “Eu não gosto de cu, então aguenta…”, eu olho para trás e logo sinto ele forçar a minha bocetinha para se abrir para caber dois.
“Ai Alê dói…”, “Calma gracinha relaxa.”, eu também não pedi para tirar, masoquista, safada, com três homens, eu relaxo como dá, mas dói bastante, me sentindo ser estourada por dentro o pau entrando, centímetro por centímetro, eu arranhei o peito do Diego com tanta força, qeu ele gritou junto comigo.
Logo já estou levando os dois com força ao mesmo tempo na minha bocetinha, gritando, arranhando o peito do Diego que grita comigo, com o Alessandro segurando meu quadril para não me deixar escapar, ambos fodendo rápido comigo, chorando, babando, revirando os olhos, eu já nem consigo mais pensar direito, meu corpo é só sentidos, não há espaço para nada, só lágrimas, tremedeira de prazer, baba escorrendo para o peito do Alessandro, minhas pernas tremendo, eu gozo, depois gozo de novo, depois uma terceira vez e só aí eles gozam em mim, quase ao mesmo tempo, me arrancando um berro que deve ter dado para ouvir da cidade.
Um tempinho me recuperando, estou realmente arruinada dessa vez, acabada, deitada na canga, sentindo minha boceta doendo, meu cu queimando, mas o Paulo quer mais uma, eu olho para ele com carinha de choro, mas ele me convence com toques e beijinhos, me puxa para cima dele, com as costas no peito dele e vai entrando no meu cuzinho fundo, me arrancando o ar dos pulmões.
“De vagar Paulo, devagarinho….”, ele começa a me foder com calma, mas logo Alessandro, também já está excitado de novo e se encaixou entre minhas pernas, eu estou chorando e babando, estava tocando minha bocetinha, paro olhando para ele, vejo o sorriso safado, de quem gostou de me machucar e quer mais… Logo ele encaixa no cuzinho sinalizando o que vai, ser…
Meu olhar deve ter sido de pânico, porque ele imediatamente muda de postura, começa a ser super carinhoso, com jeitinho, me fazendo acostumar, me fazendo relaxar, eu deito a cabeça para trás, nos ombros do Paulo, sentindo ele continuar me fodendo de vagarinho, já tão excitada e relaxada, com a mão do Alessandro me masturbando, que fecho os olhos e relaxo com a cabeça no ombro do Paulo, deixando acontecer.
Até sentir meu cu sendo exageradamente aberto pela entrada de um segundo pau, aí eu dou um berro e me contorço tentando fugir, Paulo me segura as coxas levantadas para expor mais o cu, Alessandro me segura no lugar para aguentar, Diego se aproxima e começa a me masturbar para fazer ficar bom, ou ao menos suportável.
Eu berro me contorço, "DEUS DEUS DEUS", gritando, pensando 'onde eu vim parar', levando dois ao mesmo tempo no cuzinho, um deles o mais grosso dos três, quando finalmente eles gozam, eu relaxo e gozo nos dedos do Diego, quase junto, aí eu caio desacordada, sentindo meu corpo ser deitado com calma na canga…
Estou toda desconjuntada, destruída, quase desmaiada, quando me levam para casa, entramos os quatro no banho ao mesmo tempo, é um box grande com dois chuveiros, eles me lavam, cuidam de mim, eu tremendo inteira, machucada, chorando, um pouco, mas também, toda arrepiada, gozei pra caramba.
Percebo que querem mais, sinalizo que não vou aguentar… O que não têm problema, eu fico de joelhos no chão, chupando os três, intercalando um por um na minha boca, satisfazendo o último desejo dos três homens, que me satisfizeram, até que por fim eles gozam, no meu rosto, nos meus cabelos, peitos, barriga, me lambuzam inteira, antes de terminar o banho.
Uma Erika toda desconjuntada, destruída, fodida, chegou na cama, após o banho finalmente, eles, me enrolaram no meu edredom e ficaram me dando carinho e falando bobagens para me fazer sorrir, até eu adormecer e foi assim que acordei no dia seguinte, toda enrolada em um edredon, nua na minha cama, mal conseguindo andar, tendo que se apoiar nas paredes.
Arrependimento nem um…
Fugi das luzes da cidade, para a calada da noite preta e encontrei algo lá, que não foi o que eu esperava, mas foi bom assim mesmo…
=== === === … … … FIM … … … === === ===
É isso amores, esse é um conto do Desafio Pirata 2 Música... Talvez eu tenha super compensado o fato do outro não ter sexo, espero que não, espero ter ficado na medida certa. kkkkkkkkkkkkkkkkkk...
A música é "Calada a Noite Preta" de Vange Leonel.
Enfim, por favor, deixem seus votos e comenários, muito muito obrigada.
