Como Eu Fodi Com Meu Filho - Capítulo 13: Primeira Aula Sexual com Meu Filho!

Um conto erótico de Marta, a Mãe Reprimida
Categoria: Heterossexual
Contém 3319 palavras
Data: 09/01/2026 23:51:46

O silêncio do quarto era pesado, preenchido apenas pelo som do meu próprio sangue pulsando nos ouvidos. Eu estava deitada, encarando o teto, sentindo a seda da camisola deslizar contra a pele com uma sensibilidade que beirava o incômodo.

A peça era de um cetim negro, tão fluido que parecia líquido, mas o que me traía era a renda francesa que adornava o decote e a barra. A cada respiração mais profunda, o tecido subia e descia, roçando nos meus mamilos que, sob a textura fria, insistiam em se manter rígidos, pontuando o relevo da seda como duas agulhas impacientes. Era um contraste obsceno: o frescor do cetim contra o calor que emanava do meu ventre, uma ebulição interna que transformava meu corpo em um radiador de desejos proibidos.

Eu sentia o peso leve da renda contra o colo, pinicando suavemente a pele sensível, enquanto a barra da camisola, curta demais, subia pelas minhas coxas a cada movimento de pernas que eu fazia na tentativa de aliviar a pressão entre elas. O atrito do tecido com a minha vulva, já saturada pela umidade que o banho não fora capaz de aplacar, criava um rastro de eletricidade estática que subia pela minha espinha.

Eu estava em brasas. A camisola, que deveria ser um adorno para o sono, havia se tornado uma ferramenta de tortura sensorial. Eu conseguia sentir a pulsação da minha própria excitação contra o forro de algodão fino, um latejar rítmico que parecia ecoar o tique-taque do relógio. Meus poros estavam abertos, e qualquer brisa que entrava pela fresta da janela fazia os pelos do meu braço se arrepiarem, reagindo à expectativa de que, em breve, aquela seda não seria a única coisa a deslizar sobre mim.

Eu era uma contradição de seda e suor frio, esperando que o som da porta interrompesse aquele monólogo tátil insuportável.

O café tinha sido uma performance digna de prêmio. Passei o resto do dia equilibrando o disfarce e a náusea moral, mas a verdade é que a vergonha era uma camada fina demais. Por baixo dela, havia o eco do que aconteceu no banheiro. Miguel foi impecável no papel de filho dedicado, mas o jeito como ele me comia com os olhos enquanto passava a travessa de comida... aquilo era um diálogo à parte. Ele não estava pedindo permissão; ele estava conferindo o inventário do que agora sabia que podia tirar de mim.

Agora, a insônia. Minha cabeça tentava vender a ideia de que era preocupação, mas o resto de mim sabia o nome certo: ansiedade. Eu estava esperando pelo som da maçaneta.

Ajeitei a alça da camisola, o decote profundo demais para alguém que pretendia apenas dormir. Tentei me convencer de que era apenas o calor, mas a honestidade é um luxo que só me permito no escuro: eu sabia que ele viria. E eu queria que ele viesse.

Se eu havia decidido me entregar a esse absurdo com meu próprio filho, que fosse com um propósito. Não podia ser apenas um tropeço animalesco. Se eu ia romper a ordem sagrada dessa casa, Miguel precisava deixar de ser aquele amador impulsivo que quase me machucou com movimentos erráticos no chuveiro. Eu tinha aceitado aquilo para instruí-lo. Para transformá-lo em um homem que estivesse à altura do que eu exigia. Era quase um dever pedagógico, eu repetia para mim mesma, sentindo o vão entre minhas pernas latejar em sinal de concordância. Se alguém ia corrompê-lo, que fosse eu — a única pessoa que saberia fazer isso do jeito certo.

A porta rangeu.

Não me mexi. Continuei deitada, a respiração forçadamente lenta, enquanto a silhueta dele se materializava no escuro. O predador que eu mesma tinha criado tinha chegado para a aula.

— Você não está dormindo, mãe — ele disse, a voz sendo pouco mais que um rastro de som no quarto.

— E você não deveria estar aqui — respondi, sentando-me devagar na cama, deixando que a luz da lua, que filtrava pela fresta da cortina, desenhasse exatamente o que eu queria que ele visse. — Mas já que está, tranque a porta. Temos muito o que conversar.

Miguel deu dois passos rápidos, o peso do corpo dele fazendo o assoalho reclamar discretamente. Ele veio em minha direção com aquela mesma urgência cega que demonstrou no boxe, as mãos já estendidas para buscar minha cintura, os olhos fixos na pele exposta pelo decote.

— Nem mais um passo — eu disse, a voz gélida e cortante.

Ele estacou, as mãos paradas no ar, a respiração pesada denunciando o quanto ele estava no limite. O contraste entre o desejo bruto dele e a minha imobilidade era o que eu precisava para retomar o fôlego da minha autoridade.

— No banheiro, você agiu como um animal faminto, Miguel — eu disse, sustentando o olhar dele e vendo a confusão misturar-se à luxúria.

Ele baixou a guarda por um segundo, os ombros relaxando na defensiva.

— Desculpe — ele murmurou, a voz ainda rouca. — Eu achei que você estivesse gostando.

Dei um sorriso de canto, aquele tipo de sorriso que não chega aos olhos, mas desarma qualquer argumento.

— Eu gostei — admiti, com uma franqueza que o fez dar um passo involuntário. — Mas se você quiser continuar com isso, vai ter que aprender a se comportar como um cavalheiro.

Miguel engoliu em seco, a urgência em seu rosto sendo substituída por uma submissão que me deu um prazer quase tão grande quanto o toque dele no chuveiro.

— Claro — ele respondeu, os olhos cravados nos meus. — Do jeito que você quiser, mãe.

O uso do título naquele contexto foi como um estalo de chicote. Ele sabia o peso daquela palavra, e eu sabia o prazer de subvertê-la.

— Ótimo. Agora, senta e apenas observa — ordenei, apontando para a cama.

Com um movimento fluido e deliberado, cruzei os braços à frente do corpo e segurei a barra de seda negra. Senti o cetim deslizar pelas minhas coxas enquanto eu o puxava para cima. O tecido subiu pelo meu ventre, revelando a curva da minha cintura e o rendado fino da calcinha que ainda restava, até que a camisola cobriu meu rosto por um segundo e foi descartada por cima da cabeça.

Joguei a peça para o lado e balancei o cabelo, deixando os fios caírem sobre os ombros. Fiquei ali, seminua sob a luz pálida da lua, sentindo o ar fresco do quarto colidir com o calor da minha pele e o peso dos meus seios agora completamente livres.

Miguel ficou embasbacado. Ele não apenas olhava; ele devorava cada curva, cada sombra, com uma expressão que misturava choque e uma adoração quase religiosa. A boca dele se abriu levemente, a respiração presa na garganta enquanto seus olhos percorriam o caminho entre meus mamilos rígidos e o detalhe de renda da minha calcinha.

— Adoro a cara que você sempre faz... — soltei um riso baixo, ajustando a postura para que ele visse exatamente o que eu queria. — Tô começando a acreditar que sou linda.

— Pois acredite — ele sibilou, a voz falhando. — Você é a mulher mais linda que eu já vi na vida.

Soltei uma risada curta, carregada daquele cinismo que era meu escudo e minha arma.

— Claro — retruquei, balançando a cabeça. — Sou a única mulher que você viu na vida, Miguel.

— Pior que é verdade... — ele respondeu, sem desviar o olhar nem por um milésimo de segundo, a ereção pulsando visível sob o tecido da calça. — Mas não deixa de ser verdade.

Aquela convicção bruta dele quebrou um pouco da minha pose. Eu não era apenas a professora ali; eu era o objeto daquela adoração perigosa. Inclinei-me para frente, os seios balançando levemente com o movimento, e fiz um sinal com o dedo para que ele se aproximasse para a primeira lição prática.

— Vem aqui — ordenei.

O movimento dele foi quase involuntário, como se eu tivesse puxado uma corda invisível. Miguel se deslocou da beira da cama, os olhos fixos na minha nudez, a respiração tão ruidosa que parecia ocupar todo o espaço do quarto. Ele estendeu as mãos, trêmulas, e tentou agarrar meus seios com a palma pesada, buscando aquela fricção bruta e urgente do banheiro.

Eu segurei seus pulsos com força, travando o movimento no meio do caminho.

— Não — repreendi, a voz baixa e firme. — Você não está amassando pão, Miguel. O toque precisa ser uma promessa, não um ataque.

— Eu... eu não consigo... — ele balbuciou, a garganta saltando enquanto ele engolia em seco. — É difícil... ser calmo... com você assim.

— Pois aprenda. O controle é o que separa o homem do bicho — soltei os pulsos dele lentamente, mas mantive meus olhos cravados nos dele. — Use apenas as pontas dos dedos. Aqui, no contorno. Sinta o calor da pele antes de querer me esmagar.

Guiei as mãos dele, forçando-o a usar apenas a polpa dos dedos. Quando ele finalmente tocou a base do meu seio esquerdo com a leveza que eu exigia, uma descarga elétrica percorreu meu corpo em ebulição. Meus mamilos, já rígidos, pareceram apontar ainda mais para ele, latejando em busca de contato.

— Assim? — ele sussurrou, a voz falhando, os dedos traçando um círculo trêmulo e lento.

— Melhor — arfei, sentindo minha pele arrepender-se sob o toque dele. — Agora suba... devagar... contorne a aréola sem tocá-la ainda. Deixe que a antecipação faça o trabalho por você.

— Você está... — Miguel parou, a respiração entrecortada enquanto via minha pele reagir, os poros se arrepiando. — Você está tremendo, mãe.

— É a sua... falta de jeito que me deixa assim — menti, mas o cinismo na minha mente já não conseguia esconder o fato de que aquele toque técnico era mais erótico do que a própria força dele. — Mais leve... Miguel... quase como se você tivesse medo de me quebrar.

Eu conduzia os movimentos dele, corrigindo a pressão toda vez que a impaciência jovem dele tentava assumir o controle e apertar com força. O contraste era brutal: os dedos dele, calejados e grandes, movendo-se com uma delicadeza imposta por mim sobre a maciez do meu busto.

— Agora — comandei, minha voz sumindo por um segundo quando ele finalmente roçou o topo do mamilo com a ponta do indicador. — Sinta como ele reage a você.

— Ele está... latejando — Miguel murmurou, maravilhado, aproximando o rosto a centímetros do meu colo, o calor da boca dele enviando ondas de choque para o meu seio. — Posso... por favor...

Eu o observava, fascinada. Era quase um experimento científico: como transformar aquele desejo selvagem em uma ferramenta de precisão. O "menino" estava aprendendo rápido demais, e o jeito como ele me olhava, enquanto seus dedos agora dançavam com uma leveza torturante sobre minha pele, me dizia que ele já sabia exatamente o poder que tinha nas mãos.

A aula de toques leves tinha atingido o seu limite. O meu corpo não aceitava mais apenas a ponta dos dedos; a pele do meu peito estava tão esticada e sensível que o simples contato do ar parecia uma agressão. Eu precisava de algo mais sólido, mais quente.

— Tá bom, chega de dedos — sussurrei, a voz saindo mais rouca do que eu pretendia. — Agora, use a boca. Mas nada de dentes. Eu quero sentir a sua língua, não a sua fome.

Segurei a cabeça dele com as duas mãos, enterrando os dedos nos fios de cabelo da nuca, e a guiei para baixo. Quando o calor da respiração de Miguel atingiu o meu colo, meu baixo ventre deu um solavanco violento.

— Mãe ... — ele gemeu o meu nome contra a minha pele, um som abafado que vibrou direto nos meus ossos.

— Não fala. Só... abre a boca.

Ele obedeceu. Senti a ponta da língua dele tocar a base do meu seio, traçando uma linha úmida e lenta que subia em direção ao ápice. O contraste da língua quente com a temperatura do quarto me fez arquear as costas, empurrando meu corpo contra o dele.

— Assim? — ele perguntou entre uma lambida e outra, a voz vibrando contra o meu seio.

— Mais... devagar — arfei, fechando os olhos. — Circule... a aréola... Miguel... isso.

Ele começou a rodear o mamilo com a língua plana, exatamente como eu havia instruído, mas a urgência dele transparecia no jeito como as mãos dele agora apertavam as minhas coxas, buscando apoio. Quando ele finalmente envolveu o mamilo e começou a sugá-lo com uma sucção rítmica e profunda, eu soltei um gemido que não consegui abafar.

— Deus... Miguel... — minhas unhas se cravaram no couro cabeludo dele.

— Você tem... um gosto tão bom — ele murmurou, soltando o mamilo por um segundo, deixando-o brilhante e ainda mais ereto sob a luz da lua. — Eu podia... ficar aqui a noite toda.

— Você não vai... — retruquei, a respiração saindo em espasmos. — Você vai fazer... exatamente o que eu mandar. Use a língua... agora... pressione contra o topo. Isso... desse jeito.

O prazer era quase doloroso. Eu sentia cada movimento da boca dele como se fosse uma corrente elétrica conectando meus seios diretamente ao que latejava sob a minha calcinha. Miguel estava evoluindo; o amadorismo do chuveiro estava dando lugar a uma intuição carnal perigosa. Ele alternava entre lambidas longas e sucções curtas, fazendo meu corpo vibrar em uma frequência que eu mal reconhecia.

— Você está... tremendo tanto — ele disse, subindo o olhar para mim enquanto mantinha a boca colada à minha pele, os olhos faiscando de um triunfo que ele mal tentava esconder.

— É a sua... obrigação... me deixar assim — respondi, tentando manter o tom cínico, embora minha voz estivesse quebrada. — Continue... não para... agora o outro lado...

Guiei a cabeça dele para o outro seio, sentindo o peso da minha própria luxúria me esmagar. Eu era a professora, a mentora, a mãe que ditava as regras, mas ali, com a boca do meu filho reivindicando meu corpo com aquela intensidade, eu era apenas o território que ele estava aprendendo a dominar com uma perícia assustadora.

Enquanto a boca de Miguel trabalhava meu seio com uma sucção agora mais profunda e ritmada, a mão direita dele abandonou minha coxa. Eu o senti tatear o lençol até encontrar o limite da renda da minha calcinha.

Ele não pediu permissão.

Os dedos dele deslizaram para baixo do tecido fino, encontrando a pele febril do meu baixo ventre. Quando ele pressionou a palma contra o meu monte de vênus, cobrindo minha vulva por cima da renda úmida, meu corpo deu um solavanco que quase me fez cair para trás na cama.

— Miguel... — tentei repreender, mas o nome saiu como um suspiro desossado. — Eu não... eu não mandei...

— Mas você... quer — ele murmurou contra a minha pele, sem interromper o trabalho da língua no meu mamilo. — Eu sinto... como você está... umida aqui embaixo.

Eu abri a boca para dizer que a audácia dele tinha limites, que ele estava pulando etapas da minha lição, mas as palavras morreram quando ele começou a mover a mão. Ele não estava apenas tocando; ele estava usando a base da palma para pressionar meu clitóris através do tecido, enquanto os dedos buscavam as bordas da calcinha.

O prazer foi um golpe baixo. Eu cravei as mãos nos ombros dele, sentindo os músculos das costas dele retesarem.

— Você é... um abusado — arfei, a cabeça pendendo para trás, os olhos fixos no teto escuro. — Mais devagar... por favor...

— Assim? — ele sibilou, a voz vibrando diretamente no meu seio, enquanto o dedo médio dele enganchava no elástico da calcinha e começava a contornar o lábio externo, ainda protegido pelo pano. — Ou assim?

— Deus... Miguel... — meus quadris começaram a se elevar sozinhos, buscando o contato que eu deveria estar negando. — Continua... não para...

Ele intensificou o movimento, a mão agora movendo-se com uma cadência que ele certamente não tinha aprendido em nenhum livro. O tecido da calcinha, já encharcado, criava um atrito perfeito, uma fricção que fazia cada terminação nervosa minha gritar. Eu sentia o calor da palma dele contra o meu ventre e o latejar rítmico da minha própria excitação respondendo a cada pressão.

— Você está... tão molhada, mãe — ele sussurrou, aproximando o rosto do meu, o hálito quente se misturando ao meu suor frio.

— É culpa sua... — respondi entre dentes, minhas pernas se abrindo mais, permitindo que ele tivesse todo o acesso que quisesse. — É tudo... culpa sua...

A autoridade que eu tentava manter estava se dissolvendo no rastro de umidade que ele mapeava com os dedos.

Miguel parou o movimento da mão por um segundo, mas não a retirou. Ele se afastou do meu seio e subiu o olhar, os olhos faiscando sob a luz fraca, carregados de uma determinação que eu nunca tinha visto nele.

— Eu quero... — ele começou, a voz sumindo e voltando mais firme. — Eu quero te chupar, mãe.

Eu o encarei, paralisada por um instante. A admiração me atingiu antes mesmo do desejo. Poucos homens — os poucos que passaram pela minha cama e que realmente contavam — tinham essa iniciativa. A maioria deles, imersa em um egoísmo estrutural, só pensava em usar o corpo da parceira como um receptáculo, querendo socar o pau na garganta até que os olhos dela lacrimejassem, ignorando qualquer nuance de prazer que não fosse a própria explosão.

O pai dele, meu ex-marido, era o exemplo perfeito dessa mediocridade. Para ele, o sexo oral era uma via de mão única, uma dívida que eu deveria pagar com frequência e que ele raramente se dava ao trabalho de retribuir. Dei graças a Deus, ali mesmo, em silêncio, por Miguel não ter puxado o pai nisso. Pelo menos a genética tinha sido seletiva.

Eu queria repreendê-lo pela insolência de tomar a iniciativa, por atropelar o roteiro da minha "aula", mas como castigar o único toque que me fazia sentir viva daquela maneira?

— Você sabe... — comecei, a voz trêmula, enquanto minhas mãos ainda se perdiam no cabelo dele. — Você sabe que não pode ter pressa lá embaixo, não sabe?

— Eu vou levar o tempo que você quiser — ele prometeu, os dedos agora puxando o elástico da calcinha para baixo, revelando o que a seda tentava esconder. — Só me deixa... por favor.

— Então faz — eu ordenei, sentindo um calafrio percorrer minha espinha. — Mas se você ousar usar os dentes ou for descuidado, a aula acaba na mesma hora.

— Eu vou ser... perfeito — ele sibilou, os olhos descendo para o vão das minhas pernas enquanto ele retirava a calcinha, jogando-a em algum lugar do tapete.

Quando ele se posicionou, eu senti a vulnerabilidade absoluta da minha nudez. Eu era a mãe, a autoridade, a mulher que deveria estar no comando, mas quando ele separou minhas pernas com os antebraços, eu soube que o poder tinha mudado de mãos.

Eu fechei os olhos com força, cravando os calcanhares no colchão. O cinismo que me protegia tinha evaporado. Não havia mais professora, não havia mais lição; havia apenas a promessa da boca do meu filho, executando exatamente o que eu passei anos desejando sem ter coragem de nomear.

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