Peguei minha cunhada no flagra – parte 1

Um conto erótico de Diego
Categoria: Heterossexual
Contém 1250 palavras
Data: 09/01/2026 22:29:19
Última revisão: 10/01/2026 14:07:19

Oi, pessoal. Me chamo Diego, tenho 28 anos, moro em Fortaleza e namoro a Alice há quase 4 anos. Nos conhecemos num evento de marketing aqui na cidade — ela estava palestrando sobre redes sociais, e eu, que trabalho em TI, fui só pra networking. Começamos conversando sobre memes idiotas, e dali pra frente foi um clique imediato. Moramos juntos num apartamento bacana no Meireles há uns dois anos, com uma vida estabilizada: atualmente ela trabalha em uma agência de marketing, então vez ou outra ela está viajando com a equipe para cobrir algo. Ela cuida das finanças e da organização da casa (é organizada pra caralhp), e a gente divide as viagens e os rolês. Nosso relacionamento é daqueles tranquilos, sem brigas grandes — a gente ri das mesmas piadas, transa com frequência e intensidade, e todo mundo no círculo de amigos nos vê como o "casal perfeito". (Obs.: nomes e lugares fictícios para evitar problemas).

A irmã mais nova dela, Gabriele, tem 22 anos, 1,60m de altura, corpo pequeno mas bem desenhado, cabelo castanho na altura dos ombros. Ela namora o Lucas há uns dois anos — um cara legal, que já veio aqui em casa várias vezes, inclusive em churrascos e jantares em família. Ele é daqueles namorados dedicados, sempre mandando mensagens carinhosas pra ela, e os pais da Alice adoram o rapaz. A Gabriele sempre foi a cunhada "de boa" pra mim, que vem passar uns dias aqui de vez em quando porque os pais moram em longe da faculdade onde ela cursa. Dessa vez, ela veio ficar uma semana enquanto resolvia umas coisas de faculdade e trabalho. Eu tratava ela bem normal, sem segundas intenções, e o Lucas até brincava comigo sobre "cuidar bem da minha menina" quando ela ficava aqui.

E tem o Carlos, amigo da Alice desde o ensino médio. Eles se conheceram na escola, eram daqueles duplas inseparáveis em trabalhos em grupo e festas de adolescentes — tipo, ele a ajudava com matemática, e ela o convencia a sair da zona de conforto nos rolês. Alto (1,80m fácil), corpo de quem malha direto, sempre o cara animado nas festas, churrascos e viagens do grupo. Todo mundo gosta dele, inclusive eu e o Lucas; ele é daqueles amigos leais, que já ajudou Alice em momentos difíceis, como quando ela perdeu o emprego há uns anos e ele a indicou pra uma vaga. Alice sempre diz que ele é como um irmão, e eu nunca tive ciúmes porque ele respeita nosso relacionamento. Ele até me deu dicas sobre presentes pra Alice no aniversário dela, e a gente já viajou juntos como grupo, sem drama nenhum. Agora, com a Gabriele, o Carlos sempre demonstrou um interesse velado. Nos encontros em grupo, quando o Lucas não tava por perto, ele dava em cima dela de leve, com elogios exagerados tipo "Gabriele, você tá cada dia mais gata, hein?", ou piadas safadas que faziam todo mundo rir, como se fosse só bagunça inofensiva. Ele a provocava com toques casuais no braço ou no ombro durante as conversas, e ela ria junto, devolvendo na brincadeira, mas nunca parecia sério — achávamos que era só o jeito extrovertido dele, nada que ameaçasse o namoro dela com o Lucas.

Enfim… vou contar o que aconteceu.

Era uma tarde quente pra caramba em Fortaleza, daquele sol que faz o ar tremer e o asfalto derreter. Eu tinha saído mais cedo do trabalho, sem avisar ninguém, louco pra chegar em casa, tomar uma ducha gelada e relaxar — com a Alice fora, o plano era curtir o silêncio do apartamento sozinho, talvez jogar um pouco ou preparar algo pro jantar dela no dia seguinte. Mal abri a porta do apartamento, já escutei uns gemidos abafados vindos do quarto de hóspedes. Gemidos daqueles que não deixam dúvida: alguém estava transando ali. Meu coração acelerou na hora. Primeiro pensamento: "Que porra é essa? O Lucas veio visitar a Gabriele sem avisar?". Mas em vez de chamar ou bater na porta, a curiosidade — e um frio na espinha — me fizeram ir devagar, pé ante pé, e espiar pela fresta da porta entreaberta.

A cena me congelou no lugar.

Era a Gabriele, de quatro na cama toda bagunçada, só de calcinha preta puxada pro lado, cabelo grudado nas costas de tanto suor, empinando o quadril como se estivesse implorando por mais. E o cara atrás dela era o Carlos. Sem camisa, calça jeans aberta, mãos firmes na cintura dela, metendo com força, ritmo pesado. O corpo grande dele contrastava demais com o dela pequeno — parecia que ele podia parti-la ao meio, mas ela claramente estava adorando cada segundo.

O quarto já cheirava a sexo forte, suor, tesão acumulado. A cama rangia alto, parecia que ia quebrar. Gabriele gemia sem vergonha nenhuma: “Ah, sim… mais forte, vai!”. Carlos grunhia rouco, acelerando, músculos das costas contraindo a cada estocada funda.

No começo era mais lento, quase carinhoso de tão intenso. Ele puxava o cabelo dela pra trás, expunha o pescoço, dava beijos mordidos enquanto continuava metendo. Ela virava o rosto, mordendo o lábio, olhos semicerrados: “Você me fode tão bem…”. Ele ria baixo, voz safada: “E você adora, né, sua putinha?”. Uns minutos assim, os dois se provocando, até que o negócio pegou fogo de verdade.

Ele começou a bater. Primeiro na bunda — tapas estalados que deixavam marca vermelha na hora. Gabriele gemia mais alto a cada um, corpo tremendo: “Gosta assim, né?”. “Amo… me bate mais”, ela respondia ofegante. Depois veio tapa na cara. Um tapa firme na cara que fez a pele avermelhar imediatamente. Em vez de reclamar, ela sorriu, olhos brilhando de tesão puro: “Mais… por favor”. Ele repetiu, alternando entre bunda e rosto, enquanto mantinha o ritmo forte, socando fundo.

Trocaram de posição umas duas vezes nesses 20 minutos que pareceram uma eternidade pra mim. Primeiro ela de bruços, pernas bem abertas, ele por cima cobrindo o corpinho dela inteiro — ela praticamente sumia embaixo dele, mas empurrava o quadril pra cima encontrando cada movimento. “Tá me matando de tesão… não para”, ela pedia. Depois ele sentou na beira da cama e puxou ela pro colo. Gabriele cavalgou com vontade, mãos nos ombros largos dele, subindo e descendo rápido, se beijando com fome, línguas se enroscando.

No final, ele avisou: “Vou gozar… onde você quer?”. Ela, tremendo toda: “Dentro… me enche”. Ele deu um último tapa forte na cara dela, e Gabriele gozou gritando, corpo convulsionando nos braços dele. Carlos veio logo depois, enterrado até o talo, os dois caindo suados e ofegantes na cama.

Eu saí dali sem fazer barulho, coração na boca, ninguém me viu. Saí de casa de novo, andei pela rua sem rumo, tentando processar tudo. A Gabriele traindo o Lucas — o cara que todo mundo via como o namorado perfeito dela, que já tinha até falado em casamento com a família — com o Carlos, o melhor amigo da minha namorada, no nosso apartamento. Como isso afeta minha relação com a Alice? Ela confia tanto nele... e eu, que via o Carlos como um brother, agora questiono tudo. O pior: Gabriele adorando ser dominada, levar tapa na cara, tapa na bunda, ser chamada de putinha… tudo com um cara bem maior que ela, enquanto o Lucas provavelmente estava em casa achando que ela só tava "resolvendo coisas de faculdade". Isso tudo de alguma forma estava me deixando enfurecido, com muita raiva. E com a Alice só voltando amanhã à noite, eu tinha o resto do dia pra decidir o que fazer.

Continuo na parte 2...

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Comentários

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O curioso é que vc não menciona o namorado dela no decorrer do conto,apenas no final avisa que ela namora. Ou vc esqueceu,ou esse namorado é irrelevante,ou então vc falou isso só pra apimentar mais o flagra.

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Bem observado, amigo. É a primeira vez que estou trazendo um conto, então acabei me enrolando em explicar alguns detalhes. Irei atualizar e em breve adicionar a parte 2 com mais cuidado.

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Se o cara pega sua cunhada sabendo que ela tem namorado,ele provavelmente pega a sua também, ele já mostrou que não é confiável e não tem respeito.

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Vixi, melhor amigo da sua namorada? Com certeza ele come ela também,cara,tu é corno e não sabe,esse negocio de melhor amigo é furada,

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