Eu nunca imaginei que ia chegar nesse ponto da minha vida, juro por Deus. Oi, gente, sou a Tainá, 29 anos, e tô aqui pra confessar uma parada que eu nunca pensei que faria: ser paga pra foder com um cara. E não foi por desespero, não. Sou de classe média, lá do interior de São Paulo, Itapetininga, família tradicionalzinha – pai professor, mãe dona de casa, igreja todo domingo, churrasco no fim de semana, todo mundo se conhece. Cresci achando que a vida era simples: estudar, casar, ter filho, casa própria. Sonhava ser arquiteta, cursei numa particular, me formei e vim pra capital sozinha, porque aqui é onde as coisas acontecem, né?
Aqui em SP eu me viro do meu jeito. Aluguel, luz, água, net, parcela do Onix 2019 (comprei parcelado, claro), mercado... tudo no meu nome. Salário de arquiteta plena numa firma grande é até ok, mas a cidade engole tudo rápido pra caralho. Quero mudar pra um apê melhor, adoro viajar e sonho com a Europa, mas as contas atrasam e o sonho fica no papel.
Meu namorado, o Lucas, é um cara legal, sério. Engenheiro civil numa construtora grande, mas daqueles bem enrolados. Namoramos quase dois anos e até hoje nada de morar junto. “Vamos com calma, Tainá”, “Preciso resolver o meu apê”, “Tô focado na carreira”. Tá bom. Mas quando fica junto, ele passa metade do tempo no celular. Chega exausto, senta no sofá, abre WhatsApp do trampo, Insta, LinkedIn... e eu ali do lado tipo “oi, tô aqui, porra”. Pede desculpa, mas no dia seguinte é a mesma merda. Carinhoso sim, me leva pra jantar às vezes, mas falta fogo, sabe? Aquela vontade de estar presente de verdade. Às vezes penso: será que ele me vê como prioridade mesmo?
Enfim, tava vivendo no automático até essa loucura acontecer.
Chego na firma às 10h, perto da Faria Lima – prédio alto de vidro, ar-condicionado gelado o ano inteiro. Fico o dia todo no Revit, SketchUp, Photoshop, renderizando, ajustando planta, discutindo com engenheiro, supervisor chato falando que o cliente pediu mudança pela milésima vez.
Almoço rápido com a galera do trampo, saio às 19h, pego ônibus, bike ou Uber. Chego em casa morta, tomo banho, como delivery ou miojo turbinado, e durmo pensando no próximo projeto.
Antes que eu esqueça, vou me descrever direito pra vocês visualizarem a putaria toda. Não sou aquela que para o trânsito, nada de cabeça virar na rua. Acho engraçado, porque nunca imaginei que um diretor comercial ia ficar obcecado por mim, ainda mais podendo pegar qualquer uma na firma. Sou loira natural, cabelo liso na altura dos ombros (geralmente coque bagunçado no trampo), magrinha, 1,67m, manequimCorpo de quem malha de vez em quando pra não engordar, não pra ficar sarada. Sem peitão nem bundão de Insta – sou mais reta, seios pequenos que cabem na mão, bunda empinadinha mas discreta. Pelada me acho bonita, viu? Pele clarinha, cintura marcada, pernas longas pro meu tamanho. Mas no dia a dia escondo: calça jeans folgada ou saia midi, blusa soltinha, maquiagem básica – rímel e batom nude. Não tento chamar atenção...
Mas aí tem o Rafael. O diretor comercial que mudou tudo.
Alto, barba bem aparada, terno que cai perfeito, sorriso de quem sabe que é foda. No começo eram “bom dia, tá bonita hoje” no corredor, olhares na reunião, mensagens no Teams tipo “seu projeto tá incrível… você também”. Eu ria sem graça, falava que namorava, cortava. Mas ele não parava.
Foi ficando descarado: “nossa tá gata!”, “caprichou na roupa, mas podia vir com uma mais curta da próxima!”.
Na festa de fim de ano da firma, me tirou pra dançar sertanejo. Aceitei, tava na frente de todo mundo. Mas ele me puxava colado, apertava o corpo no dele. Provocava pra caralho.
Eu gostava da provocação – ele era bonito pra porra –, mas me mantinha na linha. Às vezes puxava a orelha dele, mas confesso: era excitante.
Quando cortava falando do namorado, ele soltava “ele não é suficiente pra você”, “não tenho ciúme”, “ele não tá aqui”, “não precisa saber”. Insistente do caralho.
Até que numa copa, só nós dois, depois de eu dar cortada, ele chega perto e solta baixinho: “Sabe Tainá… se dinheiro resolvesse, eu pagava pra foder você. Sério.”
Eu gelei. Mundo parou. Coração disparado. Ele sorriu, tomou café e saiu como se nada.
Fiquei o dia inteiro pensando. Devia ter ficado puta, né? Mas tinha raiva misturada com um tesão subindo, vergonha e calor que eu nunca senti.
À noite, em casa sozinha, pijama curto, taça de vinho barato pra criar coragem. Abri o Teams no celular (pra não deixar rastro) e mandei: “Oi Rafael. Sobre aquela conversa na copa… eu nem sei o que responder!”
Enviei e quase joguei o celular. Ele visualizou na hora – filho da puta online – e demorou dois minutos pra responder. Dois minutos que pareceram horas.
"Fala que sim, tô tentando há meses foder você!"
"Meio sem noção, não acha!?"
"Não, tô mostrando até onde eu vou pra ter você!"
"Eu já disse que namoro e não quero nada."
"Ainda assim tá conversando. Ninguém vai saber. Me fala quanto."
"Caramba, eu devia te denunciar por assédio! Você é muito safado. Mas vou jogar... Quanto você pagaria?"
"Você fala o valor. Eu pago, a gente sai, jantar bom, depois meu apê ou hotel. Não precisa fazer nada que não queira."
“Eu não sou prostituta, Rafael.”
"Eu sei. Por isso pago bem. Me fala quanto."
Mordi o lábio, pensei nas contas, parcela do carro, aluguel, Europa longe... Digitei: “4 mil. À vista, antes de qualquer coisa. Não prometo nada.”
Ele rápido, emoji de fogo: “Fechado. 4 mil por uma noite. Jantar top, depois meu apê. Mas se for tão bom quanto imagino, dobro pra 8 mil e pago fim de semana inteiro. Hotel 5 estrelas, tudo por minha conta. E aí?”
Arrepio na espinha. 8 mil? Viagem quase paga. Vinho fazendo efeito, corpo quente. Respondi: “Vamos ver se a primeira noite vale a pena primeiro.”
Entrei na loucura.
"Dá um jeito de se livrar do namorado, quero você o fim de semana inteiro!"
Apaguei a tela.
Problema: o Lucas.
Sexta à noite, no apê dele, comendo pizza no sofá. Soltei a desculpa: "Amor, amanhã vou pra casa de uma amiga do interior, a Carla, lembra? Da faculdade. 'Fim de semana de meninas', papo, vinho, filme." Ele nem piscou: "Ah, legal. Manda beijo. Liga se precisar." Voltou pro celular. Nem perguntou detalhes. Aliviou, mas me deu raiva: ele não liga mesmo? Beijei, transamos rapidinho (como sempre), e sábado de manhã fui pro meu apê me arrumar.
Encontro sábado à noite. Ele queria me buscar, mas falei não pra não dar bandeira. Acabei aceitando que me pegasse na rua do apê. Me arrumei: vestido vermelho justo (Lucas acha "chamativo demais"), salto alto preto, lingerie nova preta rendada (comprei no shopping), cabelo solto, smokey eye, perfume doce.
Desci, ele encostado no Audi preto caro, cheirando a novo. Lindo: calça social cinza, camisa branca aberta no peito bronzeado, barba feita. Abriu a porta: "Uau, Tainá... tá de matar. Entra, gata." Entrei, coração acelerado. Ele deu beijo no canto da boca, mão na coxa: "Pronta pro melhor jantar da tua vida?" Ri nervosa: "Vamos ver se cumpre."
Foi pro La Tambouille, no Itaim Bibi – chique pra caralho, luz baixa, velas, garçom de terno. (Nunca tinha ido, caro demais, tipo unspor pessoa fácil hoje em dia, mas ele pagou sem piscar). Manobrista, mesa reservada no canto. Vinho tinto caro, bruschetta de entrada, eu ravioli de espinafre com molho branco (derretia na boca), ele steak com risoto.
Conversa fluiu, ele falando de projetos, viagens pra Europa (me deixou animada), eu da vida no interior. Mas tensão no ar: olhares nos olhos, nos lábios, mão na minha por cima da mesa. Baixou a voz: "Desde a primeira vez no escritório, imaginei você assim... e depois sem nada." Corei: "Calma, Rafael. Não prometi nada."
Pagou a conta (uma fortuna), na saída me encostou na parede, mão na cintura, beijo quente de verdade. Língua dançando, corpo colado, sentindo ele duro na minha barriga. Correspondi, mãos no cabelo, gemido escapando. Manobrista tossiu, rimos, entramos no carro.
No caminho pro apê dele, que era daqueles de luxo nos Jardins, com portaria 24h e elevador privativo que subia direto pro andar, o clima já tava pegando fogo. Eu, Tainá, me fazendo de difícil o tempo todo, tipo "calma aí, não sou fácil assim não", mas por dentro eu tava derretendo. Ele dirigia o carro importado dele, uma mão no volante e a outra já subindo pela minha coxa, devagarinho, como se fosse inocente. A saia do vestido subindo junto, os dedos roçando a beirada da calcinha de renda preta que eu tinha escolhido pra ocasião. "Tá molhada já, né, sua safada?", ele sussurrou com aquela voz rouca, olhando de lado pra mim com um sorriso de canto de boca. Eu assenti, mordendo o lábio inferior, sentindo o calor subindo pelo corpo. "Talvez... mas você vai ter que merecer pra descobrir", respondi, cruzando as pernas um pouco mais, só pra provocar. Ele riu baixo, apertando a coxa com mais força, os dedos agora roçando de leve o tecido úmido. "Ah, eu mereço, Tainá. Você sabe que sim."
Paramos no sinal vermelho, e ele se inclinou, beijando meu pescoço devagar, a língua traçando uma linha quente até a orelha. "Quer um vinhozinho antes? Pra relaxar essa pose de durona?", perguntou, a mão ainda ali, pressionando de leve, me fazendo arquear as costas no banco. Eu ri, empurrando ele de leve. "Vai, mas só um gole. Não pense que isso vai me amolecer." Mentira, eu já tava amolecendo toda. O coração batendo forte, a respiração acelerada. Ele acelerou quando o sinal abriu, e a mão subiu mais, os dedos agora escorregando por baixo da calcinha, roçando o clitóris de leve, só pra me deixar louca. "Porra, você tá encharcada mesmo. Tá louca pra isso, né?" Eu gemi baixinho, apertando as coxas em volta da mão dele. "Devagar, seu apressado. Me faz querer primeiro."
Chegamos no prédio, e no elevador privativo, ele me encostou na parede de espelho, as mãos nas minhas costas, puxando o zíper do vestido só um pouquinho, expondo a pele nua. "Olha pra você, toda vermelha. Quer que eu pare?", provocou, os lábios roçando os meus sem beijar de verdade. Eu neguei com a cabeça, os olhos nos dele. "Não para não, mas vai devagar. Me conquista." Ele riu e entramos no elevador.
Na casa dele ele serviu dois copos de vinho tinto que tinha no barzinho dele – sim, o cara era cheio da grana. Brindamos, o vinho descendo quente pela garganta, e ele me deu um gole do copo dele, os dedos roçando meus lábios. "Delícia, né? Igual você." A tensão era foda, eu sentia o pau dele endurecendo contra minha barriga, mas eu me segurava, passando a mão no peito dele por cima da camisa, desabotoando um botão só pra provocar de volta.
Ele me prensou na parede da sala, o corpo colado no meu, as mãos subindo pelas laterais do corpo. O zíper do vestido descendo devagar, como se ele quisesse me torturar, expondo a pele arrepiada. Beijos no pescoço, mordidinhas leves que me faziam gemer baixinho, a barba roçando e deixando marcas vermelhas. Puxou o vestido pros pés, me deixando só de lingerie preta – sutiã de bojo e calcinha fio dental que mal cobria nada. Meu coração tava disparado, os peitos subindo e descendo rápido. "Caralho, você é perfeita, Tainá. Olha essa pele macia, esses peitos durinhos...", ele murmurou, os olhos devorando meu corpo. Eu sorri, me fazendo de confiante, mas por dentro tava tremendo. "É, mas você ainda não ganhou nada. Me mostra o que sabe fazer."
Ele me virou de costas, prensando meu corpo contra a parede fria, que contrastava com o calor dele atrás de mim. Desabotoou o sutiã com uma mão só, jogando ele pro lado como se não valesse nada. Meus peitos livres, os mamilos duros como pedrinhas, roçando na parede gelada. Ele colou por trás, o pau duro pulsando contra minha bunda, ainda por cima da calça. Uma mão subiu pro peito, apertando forte, o polegar rodando no mamilo, puxando de leve pra me fazer arquear. "Gosta assim, né? Forte e sem frescura." Eu gemi, empinando a bunda contra ele. A outra mão desceu pra calcinha, os dedos enfiando devagar no tecido molhado. "Tá encharcada, porra. Essa bucetinha tá pedindo pau." Dois dedos entraram devagar, explorando, depois acelerando, curvando pro ponto G, me fazendo ver estrelas. "Gosta forte e fundo, né, sua vadia?" Minhas pernas tremendo, eu me apoiando na parede pra não cair. "Sim... porra, não para..."
Ele tirou os dedos de repente, me deixando vazia e louca de tesão. Ouvi o zíper abrindo, a calça caindo, e a cabeça do pau roçando a entrada da buceta, quente e grossa. Segurou minha cintura com as duas mãos, os dedos cravando na carne, e empurrou devagar: centímetro por centímetro, me esticando toda, preenchendo como se fosse feito pra mim. "Caralho, que apertada delícia." Chegou no fundo, e eu soltei um gemido longo, as unhas arranhando a parede. Ritmo lento no começo, saindo quase todo e voltando devagar, me torturando. Depois acelerando, as bombadas mais fortes, o corpo dele batendo no meu. "Tão apertada, caralho. Aperta mais pra mim."
Me virou de frente de repente, os olhos nos meus, cheios de fome. Ergueu pelas coxas, minhas pernas se enrolando na cintura dele, e meteu forte, cara a cara. Bombava rápido, batendo fundo, uma mão no peito apertando, a outra na bunda, puxando pra mais perto. Eu arranhei as costas dele por cima da camisa, gemendo o nome dele alto. "Porra, me fode... assim..." Ele grunhiu. "Goza pra mim, Tainá. Aperta esse pau com essa buceta gostosa." Eu gozei convulsionando, o corpo tremendo todo, apertando ele forte lá dentro. Ele veio logo depois, enchendo tudo de porra quente, um gemido gutural saindo da garganta. Ficamos ofegantes na parede, suor escorrendo, corpos colados. "Ainda não acabou, sua safada. Tem mais."
Me pegou no colo como se eu fosse leve, levou pro quarto enorme, com cama king size e lençóis de seda. Jogou na cama, me admirando nua, o pau semi-duro brilhando de nós dois. "De bruços, empina essa bunda pra mim." Virei, empinei alto, sentindo o ar fresco na pele molhada. Mãos abrindo a bunda, guiando o pau de novo pra entrada. Entrou devagar, "Porra, tão apertada ainda. Que delícia." Ritmo lento, saboreando cada centímetro, depois martelando forte – bum bum bum –, o som de pele batendo ecoando no quarto, meus gemidos abafados no travesseiro. Mudou o ângulo, acertando um ponto sensível que me fazia gritar. Diminuiu pra torturar, girando os quadris, me deixando louca. Acelerou de novo, uma mão descendo pro clitóris, círculos rápidos e firmes. "Goza de novo, aperta esse pau com tudo."
Gozei forte, leiteando ele todo, o corpo convulsionando debaixo dele. Ele continuou, virou pro missionário, prendendo meus pulsos acima da cabeça com uma mão só. "Toma tudo, sua putinha!" Bombadas furiosas, profundas, o pau latejando dentro de mim. Gozou jorrando quente lá no fundo, caindo por cima de mim. Desabamos na cama, ofegantes, suados, rindo baixinho.
Foi assim o fim de semana inteiro – ele me devorou em todos os cantos do apê, no sofá, no chuveiro, na cozinha enquanto bebíamos mais vinho e nos provocávamos. Acordei na segunda com 8 mil na conta, uma história foda pra contar pras amigas (em segredo), e um contato bom pro currículo. Fiz ele jurar sigilo, tipo "nem pros brothers, hein?", mas algo mudou em mim. Virou aventura pura, não só dinheiro. Essa parada de se fazer de difícil? Funciona pra caralho, deixa tudo mais quente.
Nunca foi pelo dinheiro, mas sim pela aventura.
E isso que contei aqui, meio que voltou a acontecer de novo com mais duas pessoas, uma delas inclusive da família do meu namorado. Foram aventuras um pouco diferentes.
Se quiserem eu conto como foi essas outras duas experiências que tive, só deixar nos comentários.