O dia que conheci a Julia

Da série A casa da Júlia
Um conto erótico de Rogerio
Categoria: Heterossexual
Contém 1418 palavras
Data: 02/01/2026 10:59:58

Começo esse relato tentando entender em que momento exato eu deveria ter percebido que algo não estava normal. Meu nome é Rogério, tenho 23 anos, 1.82 de altura, pele clara e um corpo comum, nada atlético demais, nada frágil. Meu ponto alto realmente é um membro acima da média, com 22cm. Sempre fui discreto, mais observador do que falante. Talvez por isso eu goste de mulheres mais velhas. Elas parecem saber quem são, não perdem tempo fingindo. Ou talvez eu só goste de me sentir fora do controle.

Naquela semana, eu navegava sem grandes expectativas em um aplicativo de relacionamento. Deslizando perfis, lendo descrições vazias, até que Júlia apareceu. Quarenta e dois anos. Branquinha das bochechas rosadas, cabelos escuros, sorriso doce, olhar calmo. Havia algo nela que não parecia ensaiado. O corpo nas fotos era volumoso, mais cheio, e isso chamou minha atenção imediatamente. Sempre gostei de mulheres gordinhas, ela parecia perfeita pra mim!

Começamos a conversar. No início, banalidades. Depois, assuntos mais profundos. Júlia era meiga, educada, mas havia algo diferente no jeito como ela fazia perguntas. Não eram curiosas, eram… analíticas. Como se estivesse montando um quebra-cabeça sobre mim. Mesmo assim, gostei dela. Gostei da atenção e da sensação de ser observado com interesse real.

Depois de alguns dias, ela me convidou para ir até a casa dela. Aceitei sem pensar demais.

Quando cheguei, a primeira surpresa: Júlia era bem diferente das fotos. Muito maior. Era um verdadeira BBW, peitões enormes quase saltando para fora do decote, quadris largos e um bumbum gigantesco que me deixou louco de tesão só de ver. Por um segundo, pensei que talvez ela estivesse nervosa com minha reação, porque me observou atentamente quando me viu.

— Você… está tudo bem? — ela perguntou, com um meio sorriso cauteloso. — Não sou exatamente como nas fotos não é?...

Eu dei de ombros, sincero.

— Não vejo problema. Você só parece mais real.

Ela relaxou um pouco, mas não totalmente. Abriu a porta e me deixou entrar. A casa era organizada demais, quase clínica. Poucos objetos pessoais, nada fora do lugar. Aquilo me chamou atenção.

Sentamos na sala, conversando, até que ela trouxe vinho. O silêncio entre nós não era desconfortável, era carregado.

Em certo momento, Júlia me olhou diretamente e perguntou:

— A diferença de idade… não te incomoda?

— Não — respondi. — Na verdade, sempre me senti mais à vontade com mulheres mais velhas.

Ela inclinou a cabeça, como quem confirma uma hipótese.

— E eu ser diferente da foto? Mais… do que você esperava?

— Não achei ruim — falei, com naturalidade. — Na verdade, você é muito melhor do que nas fotos...

Ela sorriu, mas não foi um sorriso comum. Foi contido, calculado.

— E você se importaria… — ela fez uma pausa — … de se envolver com uma mulher como eu?

A forma como ela disse “como eu” ficou ecoando na minha cabeça.

— Não — repeti, agora um pouco mais cauteloso. — De forma alguma!

Júlia se levantou, foi até a cozinha e voltou com pratos. Enquanto jantávamos, ela parecia mais à vontade, mas ainda havia algo estranho. Ela me observava enquanto eu comia, enquanto eu falava, enquanto eu respirava.

— Eu gostei de você, Rogério — ela disse de repente. — Desde o começo.

— Também gostei de você — respondi.

Ela sorriu de novo, daquele mesmo jeito estranho.

— Você faz exatamente o tipo que eu procuro.

— Tipo? — perguntei, tentando soar casual.

— Sim — ela disse, com calma. — Jovem, curioso, aberto… maleável.

A palavra me incomodou.

— Maleável? — repeti, rindo sem graça.

— Não no mau sentido — ela respondeu rápido demais. — Quero dizer… disposto a viver experiências diferentes.

Depois do jantar, ficamos conversando na sala. A noite avançou sem que eu percebesse. Em vários momentos, tive a sensação de que Júlia sabia algo sobre mim que eu nunca tinha contado. Como se estivesse me conduzindo, não apenas na conversa, mas no tempo, no ritmo da noite.

Quando percebi, já era tarde demais para ir embora. Ela sugeriu que eu ficasse. Aceitei. E naquele momento, a sós no sofá, trocando leves carícias, nós dois já sabíamos onde isso acabaria.

— Você confia em mim, Rogério? — ela perguntou, quase num sussurro.

Demorei a responder.

— Acho que sim.

— Ótimo — ela disse. — Isso é muito importante... vamos para o quarto...

Segurando em minha mão, me conduziu pelo corredor. Passamos em frente a um porta que parecia ser o quarto dela, bem arrumado, cama de casal e coisas pessoais, mas não paramos lá. Ela me levou a um quarto nos fundos, parecia um estúdio de música, as paredes tinham aqueles abafadores sonoros. Porém no quarto tinha apenas um cama, um banco tipo aqueles de academia e um pequeno quarda-roupa.

— Isso é um estúdio? Você canta? — Perguntei

— Sim, claro... cantava, na verdade, transformei isso em um quarto...

Achei estranho, mas de verdade, eu não estava nem aí. Tudo que eu via era aquela gostosa em minha frente, quase que não se segurando de tesão me empurrando para a cama e mordendo os lábios.

Sentou ao meu lado e nos beijamos intensamente. Eu acariciava seu pescoço, seus seios e descia a mão lentamente pela sua barriga. Coloquei a mão dentro da sua calça legging e desci mais, com ela abrindo as pernas, até sentir sua buceta carnuda e lisinha, completamente molhada de tesão.

— Viu como você me deixou? — Disse ela com um olhar safado — Agora vai ter que apagar meu fogo!

Ficou de joelho em minha frente, tirou a blusa e amarrou seu cabelo. Abriu minha calça e segurou meu pau que estava duro feito pedra.

— Nossa, ele é grande mesmo! — Disse como se estivesse apenas confirmando um fato.

Então caiu de boca, me punhetando e chupando com vontade! Chupava, lambia e gemia como se o mundo fosse acabar amanhã. Depois de alguns minutos, abriu o sutiã revelando aqueles peitões enormes e deliciosos. Ela coloca meu pau entre eles e começa a massagear, chupando apenas a cabeça de vez em quando. Isso estava me deixando louco! Anunciei que ia gozar, ela então sedenta abocanhou meu pau, engolindo ele até a garganta e aumentando a velocidade. Segurei sua cabeça e continuei o movimento cada vez mais intenso, até gozar tudo bem no fundo! Que delícia de mulher, não deixou vazar sequer uma gota! Engasgou um pouco mas engoliu tudo.

— Que delícia, seu gostoso! Amo tomar um leite! Agora se recupera aí que ja volto...

Ela foi então a um pequeno banheiro dentro do quarto. Voltou alguns minutos depois, molhada e sem roupa. Então começamos novamente. Beijos, amassos, mão bobas... resolvi retribuir o favor chupando ela. Aquela buceta me dava água na boca, era grande, rosada e carnuda. Chupei gostoso enquanto ela gemia de prazer. Quando ficou mais intenso, ela segurou minha cabeça e sem avisar saiu abruptamente, ficou de joelhos na cama e me empurrou:

— Deita! Deita!

Deitei de barriga para cima e ela sentou com vontade em meu rosto! Ela era pesada, mas parecia não se importar, e eu muito menos. Sentava, rebolava e soltava todo o peso sobre mim enquanto gemia e gritava loucamente! Parece que eu tinha despertado a fera!

— Aaaaaai que gostoso! Isso, deixa a mamãe sentar vai! Novinho gostoso! Hmmmmmm

Ela continuou, aumentando a intensidade até gozar, soltando um grito de prazer! Minha cara estava enxarcada, eu respirava ofegante. Aquilo foi uma delícia! Ela caiu sobre a cama me pedindo pra fodê-la com força. Ainda não estava satisfeita. Ficou de quatro e abriu seu bundão pra mim. Que visão linda!

Fodemos loucamente, metia com força, dava tapas, puxava cabelo. Ela gemia, gritava cada vez mais alto, nem se importava visto que as paredes eram a prova de som. E eu ficava louco de prazer ouvindo o barulho do meu corpo colidindo com seu rabo enorme!

— Goza vai! Goza tudo dentro de mim seu pirocudo! — Ela pedia! Gritava pra eu meter com força!

Gozamos juntos dessa vez. Enchi a buceta dela de porra que escorria enquanto nossos corpos desabavam na cama exaustos. Dormimos. Ou pelo menos, eu dormi. Em alguns momentos da noite, acordei com a sensação de estar sendo observado. Ou avaliado.

Na manhã seguinte, a casa parecia diferente. Mais silenciosa. Júlia estava calma demais, satisfeita demais.

— Foi exatamente como eu imaginei — ela disse, enquanto me acompanhava até a porta.

— O quê? — perguntei.

Ela sorriu, sem responder.

Saí dali com um nó no estômago. Não aconteceu nada que eu pudesse apontar como errado. Ainda assim, tudo parecia fora do lugar. Voltei para casa pensando se aquele encontro foi apenas um encontro… ou se, de alguma forma, eu fui escolhido. Não por quem eu era, mas por aquilo que eu representava para ela...

Continua...

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