Era uma noite de sábado, e a casa estava cheia de luzes suaves, música baixa tocando no fundo, e o cheiro irresistível de churrasco, salgadinhos e bolo de chocolate pairando no ar. Minha mãe, Sofia, tinha acabado de ser promovida no trabalho — gerente de setor numa empresa grande, depois de anos de dedicação e noites em claro. Para comemorar, ela organizou uma festa particular só para a família próxima: eu, minha irmã mais nova (que dançou um pouco, comeu como uma louca e subiu cedo para dormir, exausta), alguns tios e primos que apareceram para dar parabéns mas foram embora antes das dez, deixando só nós dois na sala ampla, com os restos de copos e pratos espalhados pela mesa de centro. A playlist dela ainda rodava músicas lentas e sensuais, do tipo que faz o corpo se mover sem pensar.
Sofia estava absolutamente deslumbrante naquela noite: 38 anos, ruiva natural com cabelos encaracolados vermelhos como fogo, caindo em cascata selvagem pelos ombros e costas, emoldurando um rosto sardento e expressivo. Sua pele era branca como leite, salpicada de sardas delicadas que cobriam o nariz, as bochechas, os ombros, o colo e até as costas — um mapa de pontinhos que sempre me fascinava. Os seios eram grandes, naturais e pesados, do tipo que balançam com o movimento, com mamilos pequenos e rosados que ficavam rígidos ao menor toque. A bunda era enorme, redonda e empinada, larga o suficiente para encher as mãos, com uma maciez que convidava ao aperto. Ela vestia um vestido preto justo, decotado na frente, que abraçava todas as curvas, marcando a cintura fina e destacando o quadril largo. Eu, com 19 anos, sentia meu coração bater forte só de olhar para ela, tentando disfarçar o desejo que crescia há meses.
Ela se aproximou de mim, ainda rindo de alguma piada que um tio tinha feito mais cedo, e estendeu a mão com um sorriso safado nos lábios carnudos, os olhos verdes brilhando sob a luz das lâmpadas:
“Vem dançar comigo, filho. Hoje é meu dia de glória... quero comemorar direito, sem pressa.”
Eu hesitei por um segundo, mas aceitei. Levantei do sofá e a puxei para o meio da sala, onde o espaço era maior. Ela colou o corpo no meu imediatamente, as mãos delicadas nos meus ombros largos, o quadril balançando devagar ao ritmo da música lenta, algo como uma balada R&B com batidas suaves. No começo, era só um baile inocente, familiar — mãe e filho curtindo o momento. Mas logo ela se aproximou mais, os seios fartos e macios roçando contra meu peito através do tecido fino do vestido, a respiração quente no meu pescoço. Senti o cheiro dela: um perfume floral misturado com o suor leve da festa, inebriante. A bunda grande dela rebolava contra minha virilha, e meu pau endureceu rápido, pressionando contra o tecido da calça, impossível de esconder.
Ela sentiu na hora e deu um risinho baixo, rouco, no meu ouvido, mordiscando de leve o lóbulo: “Nossa... parece que a promoção da mamãe te animou bastante, hein? Que pauzão duro é esse roçando em mim?”
As palavras dela me deixaram zonzo. As mãos dela desceram devagar para minha cintura, puxando meu corpo mais forte contra o dela, enquanto ela rebolava com mais intensidade, como se estivesse dançando para me seduzir. Eu arrisquei tudo: deslizei as mãos pelas costas sardentas dela, sentindo a pele quente e macia sob o vestido, e desci até apertar aquela bunda enorme e macia. Meus dedos afundaram na carne fofa, amassando, abrindo ligeiramente as nádegas por cima do tecido. Ela não só permitiu, como empinou mais, gemendo baixinho no meu ouvido, o corpo tremendo de leve.
A dança virou uma provocação pura, erótica. Ela rebolava como se estivesse me fodendo com roupa, os quadris girando em círculos lentos, pressionando contra meu pau duro. Sussurrava coisas safadas: “Você virou um homem tão forte, meu amor... Tão desejável... Sinto você latejando contra mim... Quer me comer, filho? Quer foder a mamãe?”
Não aguentei mais. Segurei o rosto sardento dela com as duas mãos, sentindo as sardas sob meus dedos, e a beijei com fome absoluta. Um beijo profundo, molhado, línguas se entrelaçando com urgência, explorando a boca um do outro. Ela correspondeu com a mesma intensidade, gemendo na minha boca, as mãos apertando meu pau por cima da calça, massageando com força.
Paramos de dançar de vez. Ela me empurrou de volta para o sofá, os olhos vidrados de tesão, e tirou minha camisa com pressa, arranhando meu peito com as unhas. Em seguida, abriu minha calça e puxou tudo para baixo, libertando meu pau duro e latejante. Eu arranquei o vestido dela por cima da cabeça — por baixo, só uma calcinha preta fio-dental que mal cobria os pelos pubianos ruivos, cacheados e abundantes, como um tapete vermelho convidativo, e um sutiã combinando que mal continha os seios grandes. Desabotoei o sutiã e os peitos pesados saltaram livres, balançando, os mamilos pequenos e rosados já rígidos como pedrinhas.
Chupei aqueles seios com voracidade, uma mão em cada um, amassando a carne macia e sardenta. Lambi os mamilos rosados, circundando com a língua, mordiscando de leve, sugando com força. Ela arqueou as costas, gemendo alto: “Ai, filho... Isso, mama a mamãe gostoso... Chupa esses peitões... Eles são seus agora...”
Ela se ajoelhou entre minhas pernas, os cabelos ruivos encaracolados caindo sobre o rosto sardento, e pegou meu pau com as duas mãos, punhetando devagar enquanto olhava nos meus olhos. “Que pauzão delicioso o meu menino tem... Grosso, duro... Vou chupar tudo.” Abriu a boca e engoliu a cabeça, lambendo a glande com a língua, babando saliva quente. Chupava devagar no começo, subindo e descendo, a boca apertada ao redor, uma mão massageando as bolas. Depois acelerou, chupando com voracidade, como se estivesse faminta, a cabeça balançando rápido, os lábios esticados. Eu gemia, segurando os cabelos encaracolados dela, guiando o ritmo.
Depois de uns minutos, ela parou, ofegante, saliva escorrendo pelo queixo, e se deitou no sofá ao meu lado, abrindo as pernas sardentas. “Agora é sua vez, amor... Lambe a mamãe...”
Arranquei a calcinha, revelando a boceta ruiva, os pelos cacheados molhados de tesão, a rachinha rosada brilhando. Abaixei o rosto e lambi devagar, sentindo o gosto salgado e doce, a língua abrindo os lábios, circulando o clitóris inchado. Enfiei dois dedos na boceta quente e apertada, fazendo vai e vem enquanto lambia. Ela gemia alto, as mãos nos meus cabelos, puxando: “Ai, caralho... Isso, lambe minha xota peluda... Dedilha a mamãe... Me faz gozar na sua boca!”
Ela gozou rápido, o corpo tremendo, as coxas sardentas apertando minha cabeça, um jato quente escorrendo pela minha língua. Gritava meu nome baixinho para não acordar minha irmã: “Filho... Porra... Gozando...”
Não esperei ela se recuperar. Me posicionei entre as pernas dela e enfiei tudo naquela racha quente e peluda. Sem camisinha, nada — só pele com pele, sentindo os pelos ruivos roçando na base do meu pau. Meti forte, fundo, o sofá rangendo com as estocadas. Ela envolvia as pernas em volta da minha cintura, cravando as unhas nas minhas costas: “Fode a mamãe, vai… Me enche de porra, filho… Quero sentir tudo dentro dessa boceta ruiva… Mais forte... Arromba tudo!”
Mudei de posição: virei ela de quatro no sofá, a bunda enorme empinada para mim, sardas espalhadas pelas costas e nádegas. Enfiei de novo, metendo com força, as mãos amassando aquela carne fofa, abrindo as nádegas para ver o pau entrando e saindo da boceta peluda. Ela rebolava contra mim, gemendo como louca: “Isso... Fode de quatro... Bate nessa bunda grande... Goza dentro, amor... Enche a mamãe!”
Gozei com força, pulsando dentro dela, enchendo aquela boceta ruiva de leite quente até transbordar pelos pelos cacheados e escorrer pelas coxas sardentas. Ela gozou junto de novo, apertando meu pau com as contrações, o corpo convulsionando.
Dormimos abraçados no sofá, suados e exaustos, o cheiro de sexo misturado com os restos da festa.
No dia seguinte, domingo, acordamos tarde, os corpos ainda doloridos de tesão. Minha irmã estava na cozinha, brincando com o que sobrou da comemoração, sem desconfiar de nada. Depois do almoço, Sofia me olhou com cara de safada, os cabelos ruivos bagunçados e os olhos verdes cheios de desejo, e disse baixinho:
“Vamos dar uma volta, amor? Preciso… relaxar depois de ontem. E te dar um presente especial pela minha promoção.”
Dirigiu direto pra um motel discreto na estrada, o tipo com suítes temáticas e privacidade total. Pagou a suíte mais luxuosa, com cama king size, espelhos no teto e banheira, me puxou pro quarto e trancou a porta com um clique.
“Ontem foi incrível, mas hoje eu quero te dar o presente de verdade”, ela disse, tirando a roupa devagar, como um striptease. Ficou nua, a pele branca salpicada de sardas brilhando sob a luz fraca, cabelos ruivos encaracolados bagunçados, seios grandes balançando com cada movimento, mamilos rosados duros, bunda enorme empinada, os pelos pubianos ruivos cacheados já úmidos de expectativa. “Nunca dei o cu pra ninguém. Seu pai tentou várias vezes, eu nunca deixei. Quero que você seja o primeiro, filho. Tire essa virgindade da mamãe.”
Meu pau latejou na hora, endurecendo instantaneamente. Ela se deitou de bruços na cama macia, empinou aquela bunda grande e abriu as nádegas com as mãos sardentas, revelando o cuzinho rosado e virgem, apertadinho entre as sardas espalhadas. Peguei o lubrificante que ela trouxe na bolsa (a safada planejou tudo), espalhei generosamente no cuzinho e nos meus dedos. Comecei dedando devagar, um dedo só, sentindo o aperto insano, o calor interno. Ela gemia baixinho: “Ai, devagar, amor… É virgem mesmo… Dói um pouco, mas é bom... Enfia mais... Abre a mamãe...”
Adicionei um segundo dedo, fazendo vai e vem lento, abrindo aos poucos, lambendo as costas sardentas dela enquanto dedava. Ela relaxava aos poucos, empinando mais, gemendo: “Isso... Dedilha meu cu virgem... Me prepara pro seu pauzão... Quero sentir você me arrombando...”
Quando ela estava pronta, me posicionei atrás, a cabeça do pau encostando no cuzinho lubrificado. Enfiei devagar, só a cabeça, sentindo o aperto absurdo, como se fosse me sugar para dentro. Ela gritou de dor misturada com prazer: “Ai, porra... Devagar... Tá entrando... Meu cu virgem... Filho, você tá me desvirginando...”
Fui entrando centímetro por centímetro, parando para ela se acostumar, até meter tudo, as bolas encostando nos pelos ruivos da boceta. Comecei devagar, vai e vem suave, as mãos amassando a bunda enorme. Ela gemia cada vez mais alto: “Ai, caralho... Tá gostoso agora... Fode devagar... Meu cu é seu...”
Acelerei o ritmo, bombando mais forte, vendo aquela bunda grande bater contra mim a cada estocada, os espelhos refletindo a cena proibida. Ela se masturbava furiosamente, dedos na boceta peluda, gemendo como uma louca: “Arromba o cu da mamãe, vai! Me faz sua de verdade! Fode forte... Enche meu cu virgem de porra!”
Gozei fundo no cu dela, pulsando, enchendo tudo de porra quente, sentindo o aperto me ordenhando. Ela gozou junto, o corpo convulsionando, gritando: “Gozando... Porra... No cu... Filho...”
Não paramos aí. Passamos a tarde inteira no motel: depois do anal, ela me chupou de novo, limpando o pau com a boca, babando tudo. Depois, mais uma rodada no cu (já mais solto e fácil, ela rebolando contra mim de quatro). Em seguida, vaginal de novo, com ela cavalgando em cima de mim, os seios grandes balançando, mamilos rosados roçando meu peito, os pelos ruivos roçando na minha virilha enquanto ela quicava: “Isso... Monta no pau do filho... Goza na mamãe de novo...” Gozamos juntos mais duas vezes, suados, exaustos.
Quando finalmente fomos embora, à noite, ela encostou a cabeça no meu ombro no carro e sussurrou, com a voz tremendo um pouco de medo e excitação:
“Sabe, filho… a gente não usou camisinha nenhuma vez. Nem ontem na sala, nem hoje aqui no motel. Eu parei de tomar anticoncepcional faz uns meses, porque achei que não precisava mais… e ontem era meu dia fértil. Meu ciclo está no pico certo pra isso.”
Ela colocou minha mão na barriga sardenta dela, sentindo a pele quente, e continuou, voz baixa e excitada, os olhos brilhando:
“Se eu engravidar… vai ser um desastre total. Todo mundo vai perguntar quem é o pai, vai ser impossível esconder uma barriga crescendo. Meu emprego novo, a família, os amigos — tudo pode desabar. Imagina o escândalo? Mas… ao mesmo tempo… só de pensar que pode ser seu, do meu próprio filho… um bebê ruivo crescendo aqui dentro, fruto do nosso tesão proibido… meu corpo inteiro arrepia de tesão. É errado, é perigoso, é indesejado… mas é tão excitante que eu não consigo parar de imaginar. E se acontecer? Vamos dar um jeito... Juntos.”
Eu senti o pau endurecer de novo só de ouvir aquelas palavras. Beijei ela ali mesmo no carro, parados no sinal.
Desde aquela festa de promoção, toda vez que nos olhamos, há um misto de medo e desejo louco pairando no ar. O risco de uma gravidez indesejada, mas irresistivelmente excitante, nos une ainda mais. E a gente sabe que, se acontecer, vai mudar tudo para sempre. Mas, no fundo, nenhum dos dois quer que pare — só queremos mais.