✨ Apoie a Casa dos Contos e leia sem interrupções — R$36/ano. Saiba mais →

MEU MARIDO ARMOU PRA MIM E PRO SEU PAI, E SE FUDEU.

Um conto erótico de MORGANA CIGANA
Categoria: Heterossexual
Contém 1451 palavras
Data: 09/01/2026 15:19:56
Última revisão: 20/09/2026 14:26:52

Sou casada há quatro anos. Branca, baixinha, corpo definido, faço academia três vezes por semana. Trabalho em casa, só vou no escritório de quinze em quinze dias.

O meu marido o Raul é professor de química e física. Trabalha quarenta horas, manhã e noite. A tarde fica comigo em casa e fodemos muito. Ele me realiza na cama. Só que eu nunca aceitei sexo anal, nem engolir porra. O resto a gente fez tudo.

Ele é bonito, branco, peludão, um e oitenta, oitenta e três quilos. Corpo perfeito, braço forte, coxa grossa. A única coisa que não é grande é o pau: catorze centímetros e muito fino.

No segundo ano de casados, ele falou que um amigo tinha feito um trio com a sua mulher, ficou me olhando sorrindo e Perguntou o que eu achava. Na hora disse que era uma loucura, que quem faz isso não ama.

Há meses tentávamos engravidar. Uma semana atrás descobrimos que ele não é fértil. Tem azoospermia. Noventa e oito por cento de chance de não dar certo. Inseminação não funciona, é cara, não tem garantia. Adoção ou FIV, que no Brasil é rara e cara.

fui me acertando com a ideia. Ele não aceitava de jeito nenhum. Nunca me deixou ir nas consultas. Acho que tinha esperança e queria me fazer surpresa.

Era sábado. Távamos vendo filme erótico, bebendo cerveja, pelados. Ele me fodeu dizendo que hoje ia me engravidar. Eu fui ficando chateada. Ficamos abraçados.

— Amor.

— Humm.

— Tu teria coragem de fazer qualquer coisa pra ficar grávida?

— Claro. Faria tudo, igual você faria.

— E tentar de outro jeito?

— Outro jeito, como assim Raul?

— Outra forma, só isso.

— Amor, a tua situação não é inseminação. Você não é fértil, lembra?

— Depende de você querer aceitar minha proposta.

— quero tanto quanto você ter nosso filho.

— Então tá decidida? Faz qualquer coisa?

— Claro, claro. É nosso sonho. Mas fala direito o que tá pensando. Raul, não vai me dizer que...

— É isso mesmo.

— Me deixa entender. Você quer dizer que...

— É. Outro cara no meu lugar.

— Quê? Outro homem me fodendo?!

— Não é bem assim. Não é foder. É fazer amor. Só gozar dentro e pronto.

— Hahaha, não existe isso, Raul!

— Existe sim.

— sei que você quer muito, mas é estranho. E quem é esse cara?

— Um amigo de confiança. Alguém que não vai me trair. É fértil, saudável. Só confio nele pra isso. Só gozar dentro e nada mais.

— Acho que você só pensa em você. E eu? Me entregar pra alguém que não conheço? Mas tudo bem. Quem é? Preciso saber.

— Depois te falo. Tenho que resolver umas coisas primeiro.

No dia seguinte fizemos mais exames. Tudo confirmou: só eu tô apta. Ele não é fértil mesmo.

Nós fomos nos afastando. Ele disse que precisava sair pra espairecer. Saiu às vinte e duas horas, voltou às seis da manhã, bêbado.

Tava deitada lendo. Ele entrou no quarto e avisou que convidou o pai dele pra jantar e dormir aqui. Iriam juntos pra clínica fazer exame de novo. Não entendi o que ele queria.

Contou pro Henrique, o pai dele, que era infértil, que não dava pra ter filho, que adoção não era o que queríamos, inseminação também não.

O Henrique é bonitão. Corpo perfeito, alemão, alto, careca, de óculos, sempre de moletom e boné. Jovial, tranquilo. Sempre foi bom pra mim. Nunca olhei ele com desejo. Pelo menos eu achava que não.

Chegou uma hora depois. Me deu beijo. Os dois ficaram conversando nos fundos quase uma hora. Eu fazendo jantar. Os dois já tinham bebido bastante. Depois do jantar ficaram na sala. Eu lavando louça. Me chamaram. Quando cheguei, o Raul levantou e disse que queria falar comigo na cozinha.

— Amor, sabe aquele cara pra te engravidar?

— Fala.

— Ele tá na sala.

— Quê?! O Henrique? Teu pai?!

— É ele mesmo. É o único em quem confio. Tem problema por ser mais velho?

— Sério mesmo, Raul? Tá brincando né?

— Não tô não. É sério. Não quer?

— Não é isso. É teu pai, meu sogro. Vai ser pai e avô ao mesmo tempo.

— Nosso filho, Letícia. Nosso. O que acha? Tem preconceito por causa da idade?

— Não é isso. É estranho. É família. Imaginei alguém que eu não conhecesse. Ficaria mais fácil. Mas tudo bem. Na verdade é melhor, não vai nos expor.

— Então aceita?

Fiquei ali pensando nele me comendo...

— Então, Letícia?! Aceita?

— Quê? Ah... claro! Aceito. Não tem outro jeito né.

Voltamos pra sala. O Henrique tava sentado de perna aberta no celular.

— Pô velho me escuta. Além de ser meu pai, é meu melhor amigo.

— Tô atrapalhando?

— Não não. Tenho um pedido pra fazer. Fora do comum, mas só tu pode resolver.

— Precisa de dinheiro?

— Não pai. É diferente. Vou direto. Nós conversamos. A única forma dela engravidar é tu.

Olhei pra ele. Ele me olhou com aquele sorriso, piscou.

— Quer que eu pague o tratamento?

— Não é dinheiro. É você. Tu vai fazer do jeito natural.

— Quê? Eu? Como assim?

— É isso mesmo. Queremos que tu a engravide no meu lugar.

— Mas... em laboratório?

— Não. Do jeito tradicional. Vocês dois juntos.

— Quer dizer que eu e ela... transando?

— Vocês são loucos?!

— Não somos não. Tu é saudável, bonitão, é meu pai, tem meu sangue. Confiamos em ti.

— Como vai ser?

— Não é foder não. É só gozar dentro e pronto.

— Tem certeza que é o único jeito?

— Tenho. Então faz por nós?

— É estranho. Mas se é o único jeito... tá. Quando?

— Hoje. Agora.

— E como?

— Nós três pro quarto. O resto tu sabe.

— Mas ficar pelado na tua frente meu... é esquisito, né Raul.

— O que quer fazer então?

— Preciso ficar excitado né? Sou homem, não cavalo. Me dá uns minutos sozinho com ela.

— Tá. Vinte minutos. Podem subir.

— Bah, esquisito isso, mas vamos.

No quarto ele me olhou sorrindo, segurou minha mão.

— Faz por desejo ou só pra engravidar?

— Por você. Depois pelo Raul. Depois pelo bebê.

Beijei ele. Sorriu, disse que ia tomar banho. Fiquei esperando na cama.

Saiu do banho pelado, duro. O pau dele era maior e mais grosso que o do Raul. Ficamos nos olhando. Tirou minha roupa devagar. Acariciou meu cabelo, me beijou, chupou meus seios. Tava tão bom. Aí bateu na porta.

— Ei pai! Só pra esquentar, tá?! Me avisa quando tiver pronto! Tô esperando na sala!

Ele riu. Disse pra não ligar. Ligou a TV, colocou música. Dançou desajeitado, balançando o pau. Fiquei rindo. Me pegou no colo, beijamos. Me levou pra cama.

— Posso?

— Sou toda sua. Me faz feliz.

Tirou a calcinha. Ficou me olhando de joelhos. Deitou entre minhas pernas. Lambia devagar, buceta e cuzinho. Fui gozando. Ele não parou. Subiu por cima, roçando o pau em mim.

— Vamos ser um só?

— Sim.

Foi entrando devagar. Grosso, grande. Nunca senti nada assim. Enchia tudo. Entrava fundo, saía devagar. Olhava pra mim o tempo todo.

— Tá bom?

— Muito.

— Posso ir mais forte?

— Pode.

Começou metendo com vontade. Firme, fundo. Me virou de costas, de quatro. Deu uma mordida na minha bunda. Colocou travesseiro embaixo. Metia forte.

— Gostosa. Apertadinha. Quero te comer todinha. Quero te comer o cuzinho também.

Olhou pra mim.

— Nunca fez anal?

— Não.

— Sério? Posso ser o primeiro?

— Pode.

Bateu na porta de novo.

— Pai! Já deu?! Abre a porta! Que demora! Vamos desistindo então!

Rimos os dois. Fiz sinal pra ele deixar entrar. O Henrique abriu a porta pelado, duro. O Raul entrou reclamando.

— Quase uma hora e nada! Vamos acabar com isso.

Não viu o pai pelado atrás dele.

— Então vai rolar ou não?

— Amor, espera... o teu pai...

— Tranquilo, outro dia tentamos.

Virou pra trás. Levou um susto.

— Pai?! Meu Deus! Letícia?! Vocês já...?!

— Qual é o problema, filho? Não era isso que queria?

— É... mas... combinamos de eu ficar vendo...

— Amor, acalma. Ainda não acabou.

— Vou pegar uma cerveja. Volto já.

— Não acredito que fez isso...

— Para de fazer vítima, Raul. Você armou tudo isso. Sabe muito bem o que ia acontecer. Não se faça de bobo.

— Desculpa... eu errei. Perdoa.

— Perdoado. Mas não acabou. Ainda tem muito pra você ver.

— Chega, Letícia. Vou pedir pro pai ir embora.

— Nem pense nisso. Agora vamos realizar a sua fantasia.

— Não faz isso...

— Não é por você. É por nós três. Vai chamar ele. E não manda embora. Vem junto. Tô com tesão.

— Você é danada...

Ele foi,Voltou sozinho.

— Já tinha ido embora.

— Que droga! Tão bom...

— Vou tomar banho e dormir.

Quando ia entrar no banheiro, ouvi tosse. Olhei pra trás. Ele tava ali, sorrindo.

— Fica aqui. Vou tomar banho no quarto. Fiquem à vontade.

— Espera! Não quero gente me olhando!

— Então sai!

— Tá bom. Não me incomodam.

Fui pro banheiro. Eles ficaram sentados conversando.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 35 estrelas.
Incentive Gipsy sexy a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de  Gipsy sexy Gipsy sexyContos: 158Seguidores: 294Seguindo: 23Mensagem Casado, 45 anos, branco, hetero, tenho boa criatividade, tenho um filho gay, não tenho problema de escrever nem um tipo de conto..

Comentários

Foto de perfil de Aphanio

Fiquei sabendo que o nosso amigo o Hero está hospitalizado.. saúde AMIGO

2 0
Foto de perfil genérica

Dlc de conto a minha esposa da pro meu irmão tbm até engravidar

2 1
Foto de perfil de Henrique e namorada

Parabéns delícia de conto. Eu vivo uma história parecida também mas uma hora eu conto.

Bjs

3 1
Foto de perfil de Cantorx

Muito bom, trabalho feito com respeito ao leitor. Parabéns,o aphanio falou tudo. Não dê importância,se importe agora em terminar.

3 1
Foto de perfil de Aphanio

Uauuuuu.. Verdade é incrível..Vai rápido termina logo, a minha mulher está curiosa pro final. Sobre os erros, nem esquenta faz depois , é mas tem que fazer porque os mau acabados de alguns leitores vão te ofender sem restrições como fazem com tantos escritores que trabalham sem remuneração pra nós.

Parabéns é pouco. Perfeito acho que é p correto. Se pudesse dar 10 estrelas você teria da minha parte.

4 1

Listas em que este conto está presente

Fantasia
Tudo que eu quero fazer com você