VOLTANDO DA FACUDADE, MÃE SOZINHA E CARENTE

Um conto erótico de TATIANA POLASTRO
Categoria: Heterossexual
Contém 4548 palavras
Data: 09/01/2026 14:15:18

Meu nome é Lucas, tenho 20 anos, e acabei de voltar pra casa depois de um ano inteiro na faculdade de engenharia em São Paulo. A vida lá era uma loucura: festas, garotas, estudos que me deixavam sem dormir, mas nada me preparou pro que eu ia encontrar quando desci do ônibus na rodoviária da minha cidadezinha no interior de Minas. Meu pai tinha morrido há uns três anos num acidente de carro, deixando eu e minha mãe sozinhos. Ela sempre foi aquela mulher dedicada, quieta, que se vestia de forma simples, com saias longas e blusas folgadas, cuidando da casa e do nosso pequeno sítio. Ana, minha mãe, com seus 42 anos, era bonita, mas nunca se arrumava muito – pelo menos era assim que eu lembrava.

O sol batia forte no asfalto quando peguei um táxi pra casa. Meu coração acelerava um pouco, uma mistura de saudade e ansiedade. Fazia meses que não falava direito com ela, só umas ligações rápidas, e nas fotos que ela mandava pelo WhatsApp, parecia a mesma de sempre. Mas quando o carro parou na frente do portão de madeira velha, e eu vi a figura dela esperando na varanda, meu queixo quase caiu. Minha mãe... caramba, ela tinha mudado. O cabelo, que antes era um castanho simples amarrado num coque, agora caía em ondas soltas até os ombros, com mechas loiras que brilhavam no sol. Ela usava um vestido florido curto, daqueles que grudam no corpo, marcando as curvas que eu nunca tinha notado direito. Seus seios pareciam mais cheios, empinados, e as pernas... pernas longas, bronzeadas, como se ela tivesse passado o ano inteiro na academia ou correndo no sítio.

"Lucas! Meu filho, que saudade!" Ela correu até mim, os braços abertos, e me envolveu num abraço apertado. Senti o cheiro dela, um perfume doce e floral que nunca tinha usado antes, misturado com o suor leve do dia quente. Seu corpo pressionado contra o meu era macio, quente, e por um segundo, meu pau deu um pulo involuntário dentro da calça jeans. Eu me afastei rápido, rindo nervoso, tentando disfarçar.

"Mãe, você tá... diferente. Tá linda! O que aconteceu? Virou modelo enquanto eu tava fora?" Eu brinquei, pegando minha mochila do chão, mas meus olhos traíam, descendo rápido pros decote que mostrava a pele clara e os contornos dos seios.

Ela riu, uma risada baixa e rouca que me arrepiou. "Ah, bobagem, filho. Só resolvi me cuidar um pouco. Depois que você foi embora, a casa ficou vazia, então comecei a fazer ginástica, yoga... e comprei umas roupas novas. Entra, vai, tá morrendo de calor aí fora."

Entramos na casa, o ar fresco do ventilador de teto me aliviando um pouco. A cozinha estava impecável, como sempre, com o cheiro de café fresco e bolo no forno. Sentei na mesa de madeira, e ela se inclinou pra servir uma xícara, o vestido subindo um pouco nas coxas. Eu não conseguia parar de olhar. O que diabos tava acontecendo comigo? Era minha mãe, pelo amor de Deus. Mas ali, vendo as linhas do sutiã marcando o tecido fino, imaginando o que tinha por baixo, uma onda de calor subiu pelo meu peito.

"Conta tudo, Lucas. Como foi a faculdade? Namoradas? Festas?" Ela sentou do outro lado da mesa, cruzando as pernas, e o movimento fez o vestido escorregar um centímetro a mais. Seus olhos castanhos brilhavam com uma curiosidade genuína, mas tinha algo mais ali, uma faísca que eu não lembrava.

Eu contei, gaguejando um pouco no começo, sobre as aulas chatas, os amigos malucos, as noites em claro estudando. Mas enquanto falava, minha mente vagava. Lembrei das vezes que, na adolescência, eu espiava ela trocando de roupa pela fresta da porta do quarto, sentindo aquela culpa misturada com excitação. Sempre ignorei, achando que era coisa de hormônios. Agora, com ela assim, transformada, era como se todos aqueles pensamentos voltassem com força total. "E você, mãe? O que rolou aqui? Tá namorando alguém?" Perguntei, tentando soar casual, mas meu tom saiu mais afiado do que eu queria.

Ela corou levemente, baixando os olhos pro café. "Ah, filho... nada sério. Saí com um ou dois caras da cidade, mas não deu certo. Eles são... sei lá, previsíveis. E eu tava precisando de algo mais, entende? Depois de tanto tempo sozinha..." Sua voz trailed off, e ela mordeu o lábio inferior, um gesto que me deixou louco. Meu pau endureceu de novo, pressionando contra a calça. Eu me mexi na cadeira, desconfortável.

O dia passou devagar, como se o tempo quisesse me torturar. Ajudei ela no sítio, carregando baldes de água pros animais, e a cada movimento, via o suor escorrendo pelo pescoço dela, molhando o decote. Uma vez, ela se abaixou pra pegar uma ferramenta no chão, e o vestido subiu o suficiente pra mostrar a calcinha branca rendada grudada na bunda redonda. Meu coração martelava. "Mãe, cuidado aí", eu disse, rouco, estendendo a mão pra ajudar ela a se levantar. Nossos dedos se tocaram, e uma corrente elétrica passou entre nós. Ela me olhou nos olhos, demorando um segundo a mais, e sorriu de lado. "Obrigada, filho. Você cresceu tanto... tá um homem agora."

À noite, depois do jantar simples – frango com arroz que ela fez com carinho –, tomamos banho separados. Eu fui primeiro, e enquanto a água quente caía no meu corpo, não aguentei. Meu pau tava duro o dia inteiro, latejando com as imagens dela. Encostei na parede fria do banheiro, fechei os olhos e comecei a me masturbar devagar, imaginando aquelas pernas envoltas nas minhas, os seios pressionados contra meu peito. "Ah, mãe...", murmurei baixo, acelerando o ritmo, sentindo o prazer crescendo. Gozei forte, o sêmen espirrando na parede, mas a culpa veio logo depois, como um soco no estômago. O que eu tava fazendo? Era errado, doentio.

Saí do banheiro enrolado na toalha, e ela tava no corredor, esperando a vez. Seus olhos desceram pro meu peito nu, pros músculos que eu tinha ganhado na academia da faculdade. "Vai dormir cedo, filho. Amanhã a gente arruma o quintal juntos." Ela disse, mas sua voz tava baixa, quase um sussurro. Quando passou por mim, seu braço roçou no meu, e eu senti o cheiro dela de novo, misturado com o desejo que eu tentava ignorar.

Deitei na cama do meu antigo quarto, o lençol fresco contra a pele, mas o sono não vinha. Ouvia o chuveiro ligado no banheiro ao lado, imaginando ela nua ali, a água escorrendo pelos seios fartos, pela barriga lisa, entre as pernas. Meu pau endureceu de novo, e eu me virei de lado, tentando pensar em outra coisa. Mas então, ouvi um gemido baixo vindo do banheiro. Congelei. Era ela? O som veio de novo, suave, como um suspiro abafado. Meu coração disparou. Levantei devagar, pé ante pé, e me aproximei da porta do banheiro, que tava entreaberta – ela sempre esquecia de fechar direito.

Pelo vão, vi o reflexo no espelho embaçado: minha mãe de costas, uma mão apoiada na parede, a outra entre as pernas. Ela se tocava devagar, os quadris se movendo em círculos lentos. Seus gemidos eram baixos, ofegantes, e eu via os seios balançando levemente com o movimento. "Ah... sim...", ela murmurou, e meu pau latejou tanto que doeu. Eu não conseguia me mexer, hipnotizado pela cena. Ela acelerou, os dedos deslizando mais rápido, e seu corpo tremeu quando gozou, um gemido mais alto escapando dos lábios. Ela se encostou na parede, respirando pesado, e eu recuei rápido pro quarto, o coração na garganta.

Deitei de novo, mas agora era impossível ignorar. Minha mãe, aquela mulher que me criou, tava ali, se satisfazendo sozinha, e eu queria ser o motivo daqueles gemidos. A relutância me corroía – era errado, proibido, mas o desejo queimava mais forte. Amanhã, quem sabe o que ia acontecer. Por enquanto, fechei os olhos, imaginando o que viria, e me toquei de novo, gozando com o nome dela na mente.

O dia seguinte prometia ser longo, e eu já sentia a tensão crescendo, como uma corda esticada prestes a romper. Acordei com o sol já alto, a luz cortando as persianas velhas do meu quarto e caindo em listras quentes sobre o lençol amassado. Meu corpo ainda carregava o peso da noite anterior: o gozo rápido no banheiro, a imagem dela se tocando refletida no espelho embaçado, o nome dela escapando dos meus lábios como uma confissão proibida. Meu pau amanheceu duro, latejando contra a cueca boxer, e eu fiquei ali deitado um minuto inteiro, respirando fundo, tentando convencer a mim mesmo de que tudo aquilo era só cansaço, saudade distorcida, coisa de quem ficou muito tempo longe de casa.

Mas quando desci as escadas, o cheiro de café fresco e pão na chapa me acertou em cheio, e lá estava ela. Ana. Minha mãe. De costas pra mim, mexendo na frigideira, o corpo envolto num short jeans curtinho que mal cobria a metade das coxas e uma regata branca fina, sem sutiã – dava pra ver os bicos dos seios marcando o tecido quando ela se movia. O cabelo ainda úmido do banho da manhã caía em cachos soltos pelas costas, e o cheiro do shampoo de lavanda invadia o ar. Ela cantarolava baixinho uma música antiga, balançando os quadris de leve no ritmo, e cada movimento fazia o short subir um pouco mais, revelando a curva perfeita onde a bunda encontrava as coxas.

" Bom dia, dorminhoco", ela disse sem se virar, a voz rouca de quem acabou de acordar. "Senta aí que eu já sirvo."

Eu me sentei, tentando manter os olhos na mesa, mas era impossível. Meus olhos traíam, deslizando pelas costas dela, pela forma como a regata grudava na pele ainda úmida, marcando a cintura fina e a linha da coluna. Meu pau deu um pulo dentro da bermuda folgada, e eu cruzei as pernas debaixo da mesa, envergonhado da reação imediata.

Ela virou com o prato na mão: ovos mexidos, pão dourado, fatias de tomate. Quando se inclinou pra colocar na minha frente, o decote da regata abriu, e eu vi tudo – os seios fartos, livres, balançando de leve com o movimento, os mamilos rosados e endurecidos pelo ar fresco da manhã. Meu estômago apertou. Ela percebeu o olhar, porque parou um segundo, os olhos encontrando os meus. Não falou nada. Só sorriu de lado, aquele sorriso lento e perigoso que eu nunca tinha visto nela antes, e se endireitou devagar, como se quisesse que eu visse mais.

"Obrigado, mãe", murmurei, a voz saindo rouca demais.

Ela sentou do outro lado da mesa, cruzando as pernas devagar. O short subiu mais um pouco, revelando a pele macia da parte interna da coxa. "Dormiu bem? Parecia agitado ontem à noite. Ouvi você andando pelo corredor."

Meu coração disparou. Ela sabia? Ou era só coincidência? Engoli em seco, fingindo interesse no café.

"É... o jet lag da viagem, acho. Estranho voltar pra casa depois de tanto tempo."

Ela assentiu, mas seus olhos não deixavam os meus. "Eu também fico agitada às vezes. A casa é grande, silenciosa demais. Às vezes eu... não consigo dormir direito."

O jeito que ela disse aquilo, baixinho, quase sussurrando, fez meu pau pulsar forte. Eu imaginei ela na cama, sozinha, as pernas abertas, os dedos deslizando entre os lábios molhados, gemendo meu nome em silêncio. Sacudi a cabeça pra afastar o pensamento.

Passamos a manhã trabalhando no quintal. O sol queimava, o ar estava pesado de umidade. Eu carregava sacos de terra, cortava mato, enquanto ela regava as plantas, o corpo brilhando de suor. A regata grudava na pele, transparente em alguns pontos, mostrando os contornos dos seios, a barriga lisa. Uma vez, ela se abaixou pra pegar a mangueira que caiu, e o short esticou tanto que eu vi a renda da calcinha preta aparecendo nas laterais. Meu pau endureceu na hora, dolorido dentro da bermuda.

"Lucas, me ajuda aqui?", ela chamou, a voz doce.

Eu fui. Ela estava tentando alcançar um galho alto pra pendurar uma planta trepadeira. Estiquei o braço, encostei nela de leve pelas costas. Meu peito roçou nas costas dela, e senti o calor do corpo através do tecido fino. Ela não se afastou. Pelo contrário: encostou mais, o quadril pressionando contra a minha virilha. Meu pau, já duro, encaixou perfeitamente entre as nádegas dela por cima da roupa. Um gemido baixo escapou da garganta dela, quase inaudível, mas eu ouvi.

"Assim tá bom?", perguntei, a voz tremendo.

"Perfeito, filho", ela respondeu, demorando pra se afastar.

O toque durou segundos, mas pareceu uma eternidade. Quando ela se virou, os olhos estavam escuros, as pupilas dilatadas. "Você tá forte, hein? A faculdade te fez bem."

Eu ri nervoso, tentando disfarçar o volume na bermuda. "É... academia, futebol com os caras."

Ela lambeu os lábios devagar, olhando pra baixo por um instante, depois de volta pros meus olhos. "Dá pra ver."

O resto do dia foi uma tortura lenta. Cada vez que passávamos perto um do outro, havia um toque: os dedos dela roçando meu braço ao pegar uma ferramenta, minha mão encostando na cintura dela ao passar pela porta estreita da cozinha, os olhares que se demoravam demais. Eu sentia o cheiro dela o tempo todo – suor, perfume, desejo. E ela sentia o meu. Eu sabia. O ar entre nós estava carregado, elétrico, como antes de uma tempestade.

À noite, depois do banho, eu me tranquei no quarto tentando me acalmar. Mas não adiantava. Deitei na cama só de cueca, o pau latejando, e comecei a me tocar devagar, imaginando ela vindo até aqui, abrindo a porta, subindo na cama, montando em mim. Estava quase gozando quando ouvi passos leves no corredor. Congelei, a mão ainda no pau.

A porta do meu quarto rangeu devagar. Ela entrou, vestindo só uma camisola curta de cetim preto, o tecido tão fino que marcava cada curva. A luz do abajur jogava sombras suaves nos seios, na barriga, entre as coxas. Ela parou na porta, olhando pra mim.

"Não consegue dormir também?", perguntou, a voz baixa, rouca.

Eu puxei o lençol pra cobrir a ereção, o rosto queimando. "Mãe... eu..."

Ela deu um passo pra dentro, fechando a porta atrás de si com cuidado. "Shhh. Não precisa falar nada."

Meu coração batia tão forte que eu achava que ela ia ouvir. Ela se aproximou da cama, os quadris balançando devagar, e sentou na beirada. A mão dela subiu pela minha perna, devagar, as unhas arranhando de leve a pele. Quando chegou na coxa, parou.

"Eu sei que você viu ontem à noite", ela sussurrou. "Eu deixei a porta aberta de propósito."

Meu ar faltou. "Mãe..."

"Eu penso em você desde que você voltou. Todo dia. Toda noite." A mão dela subiu mais, roçando o volume da cueca. "E eu sei que você pensa em mim também."

Ela apertou de leve, e eu gemi alto, sem conseguir me segurar. O corpo dela se inclinou, os seios quase tocando meu peito. O cheiro dela me envolveu, doce e quente. "Me diz que não quer, Lucas. Me diz que eu devo ir embora."

Eu não consegui. Em vez disso, minha mão subiu pelas costas dela, puxando ela pra mais perto. Nossos lábios se encontraram num beijo faminto, desesperado. A língua dela invadiu minha boca, quente, molhada, e eu chupei com força, sentindo o gosto de menta e desejo. Ela gemeu na minha boca, a mão agora dentro da cueca, envolvendo meu pau duro, masturbando devagar.

"Você é tão grande, filho... tão duro pra mim", ela murmurou contra meus lábios.

Eu virei o corpo, jogando ela de costas na cama. Subi por cima, beijando o pescoço, descendo pros seios. Puxei a camisola pra baixo, expondo os mamilos duros, e chupei um deles com força, mordendo de leve. Ela arqueou as costas, as unhas cravando nas minhas costas.

"Sim... assim... chupa a mamãe, meu menino..."

As palavras me deixaram louco. Desci a boca pela barriga, abri as pernas dela, rasguei a calcinha de renda com os dentes. A buceta dela estava inchada, molhada, os lábios rosados brilhando. Eu enfiei a língua sem dó, lambendo devagar, sentindo o gosto salgado e doce. Ela agarrou meu cabelo, puxando, gemendo alto.

"Ah, Lucas... isso... lambe sua mãe... me faz gozar na sua boca..."

Eu acelerei, chupando o clitóris, enfiando dois dedos dentro dela. Ela era apertada, quente, pulsando ao redor dos meus dedos. Ela gozou rápido, o corpo tremendo, gritando meu nome enquanto apertava as coxas na minha cabeça.

Quando o orgasmo passou, ela me puxou pra cima, os olhos vidrados. "Agora me fode, filho. Me fode como homem."

Eu me posicionei entre as pernas dela, a cabeça do pau roçando a entrada molhada. Empurrei devagar, sentindo ela se abrir pra mim, centímetro por centímetro. Ela gemeu alto quando entrei até o fundo, as paredes da buceta apertando meu pau como um punho quente.

"Começa devagar... me deixa sentir tudo", ela pediu, as pernas envoltas na minha cintura.

Eu obedeci, movendo os quadris em estocadas lentas, profundas, sentindo cada veia, cada pulsação. Ela gemia baixo, as unhas arranhando minhas costas, os seios balançando a cada movimento. Aos poucos, acelerei, batendo mais forte, o som da pele contra pele enchendo o quarto.

"Mais forte... me arromba, Lucas... me faz sua..."

Eu perdi o controle. Bati com força, o pau entrando e saindo inteiro, o saco batendo na bunda dela. Ela gritava, o corpo se contorcendo, gozando de novo ao meu redor, apertando tanto que eu quase gozei ali mesmo.

"Goza dentro de mim, filho... enche sua mãe... me dá tudo..."

Eu não aguentei. Com um grunhido rouco, gozei fundo dentro dela, jatos quentes enchendo a buceta apertada, transbordando pelas coxas. Caí sobre ela, ofegante, suado, os corações batendo juntos.

Ficamos ali, colados, respirando pesado. Ela acariciou meu cabelo, beijou minha testa.

"Isso não acaba aqui", ela sussurrou. "A gente só começou."

E eu soube que ela tinha razão. O mistério que pairava entre nós não era mais segredo. Era só o começo de algo que nenhum de nós poderia parar. Os dias que se seguiram ao nosso primeiro encontro foram um turbilhão de sensações que eu mal conseguia processar. Acordava com o corpo dolorido de desejo, o cheiro dela impregnado nos lençóis, e uma culpa que se dissipava mais rápido do que eu imaginava. Ana – minha mãe, minha amante agora – andava pela casa com uma leveza nova, os olhos sempre buscando os meus em momentos roubados, como se cada olhar fosse uma promessa silenciosa de mais. Mas havia uma sombra ali, uma hesitação que pairava no ar úmido do nosso sítio isolado. Eu via nos gestos dela: o jeito como mordia o lábio ao me ver sem camisa, suado do trabalho no quintal, ou como desviava o olhar quando nossos corpos se roçavam na cozinha apertada. Era como se ela lutasse contra si mesma, contra o que tínhamos iniciado, mas o fogo que queimava entre nós era mais forte que qualquer remorso.

Naquela manhã, o céu estava carregado de nuvens pesadas, prometendo chuva que ainda não caía. Eu a encontrei na varanda, encostada no corrimão de madeira lascada, olhando para o horizonte onde os morros se perdiam na neblina. Vestia uma saia leve de algodão que dançava com a brisa, e uma blusa de alças finas que mal continha os seios fartos, os mamilos endurecidos pelo ar fresco marcando o tecido. Seu cabelo estava solto, bagunçado pelo vento, e ela fumava um cigarro devagar, algo que eu nunca a vira fazer antes. "Não sabia que você fumava, mãe", eu disse, aproximando-me por trás, minhas mãos deslizando pela cintura dela com uma ousadia que ainda me surpreendia.

Ela deu uma tragada longa, soltando a fumaça devagar, os ombros relaxando ao meu toque. "Só quando tô nervosa, filho. E ultimamente... bem, você sabe." Virou o rosto para mim, os olhos castanhos cheios de uma vulnerabilidade que me apertava o peito. "O que a gente tá fazendo, Lucas? Isso é loucura. Eu sou sua mãe, pelo amor de Deus. Se alguém souber..."

Puxei ela contra mim, sentindo o calor do corpo dela se moldar ao meu, o quadril pressionando contra a ereção que já crescia na minha bermuda. "Ninguém vai saber. E eu não consigo parar. Você também não, né?" Minha boca encontrou o pescoço dela, beijando a pele macia, lambendo o suor salgado que se acumulava ali. Ela gemeu baixo, inclinando a cabeça para dar mais acesso, mas as mãos apertaram o corrimão com força, como se tentasse se ancorar na realidade.

"Eu tento, juro que tento. Toda noite eu penso em parar, em te mandar embora pro teu quarto. Mas aí você me toca, e eu... eu derreto." Sua voz era um sussurro rouco, entrecortado por suspiros enquanto minhas mãos subiam pelas coxas, erguendo a saia devagar. Senti a calcinha úmida, os dedos roçando o tecido fino que mal cobria a buceta inchada. Ela se contorceu, as pernas tremendo levemente. "Lucas, aqui fora... alguém pode ver."

O sítio era isolado, mas a ideia de risco só aumentava o tesão. Empurrei a calcinha para o lado, os dedos deslizando pelos lábios molhados, sentindo o calor pegajoso que escorria. "Deixa eu te mostrar como eu não consigo parar", murmurei no ouvido dela, enfiando um dedo devagar, sentindo as paredes quentes se contraírem ao meu redor. Ela arqueou as costas, o cigarro caindo no chão esquecido, e gemeu mais alto, as unhas cravando na madeira.

A chuva começou fina, pingos frios caindo na nossa pele, mas não paramos. Virei ela de frente para mim, os lábios colando nos dela num beijo faminto, as línguas se enroscando com urgência. Desci a blusa, expondo os seios pesados, e chupei um mamilo com força, mordendo de leve até ela choramingar. "Ah, filho... assim você me mata." Suas mãos puxaram minha bermuda para baixo, libertando meu pau duro, latejando no ar úmido. Ela o envolveu com os dedos, masturbando devagar, o polegar circulando a cabeça sensível, espalhando o pré-gozo que vazava.

Não aguentei mais. Levantei a saia dela até a cintura, ergui uma perna ao redor da minha cintura e empurrei para dentro com uma estocada só, sentindo a buceta apertada me engolir inteiro. Ela gritou, as paredes pulsando ao meu redor, molhada e quente como um forno. Comecei a meter devagar, profundas, sentindo cada centímetro deslizar para dentro e para fora, o som molhado ecoando na varanda. "Você é tão apertada, mãe... feita pra mim", gemi, acelerando o ritmo, batendo com força enquanto a chuva engrossava, molhando nossos corpos colados.

Ela cravou as unhas nas minhas costas, os quadris se movendo no meu ritmo, cavalgando cada estocada. "Me fode mais forte... me usa, Lucas... me faz esquecer tudo." Gozei primeiro, os jatos quentes enchendo ela por dentro, mas continuei metendo, sentindo o sêmen escorrer pelas coxas misturado com a chuva. Ela veio logo depois, o corpo convulsionando, gritando meu nome enquanto apertava tanto que doía.

Passamos o resto do dia assim, entre toques roubados e silêncios carregados. À tarde, enquanto a chuva caía forte lá fora, nos trancamos no quarto dela – o nosso quarto agora. A relutância dela ainda estava lá, nos olhares culpados pós-orgasmo, mas o desejo vencia sempre. "Eu nunca pensei que ia querer tanto assim", ela confessou, deitada nua ao meu lado, traçando linhas preguiçosas no meu peito. "Você me desperta coisas que eu nem sabia que existiam."

O entardecer trouxe uma calmaria, mas o fogo não apagava. Ela se levantou, nua e gloriosa, o corpo marcado pelos meus beijos e arranhões, e foi até o banheiro. Ouvi a água correndo, o chuveiro ligando, e algo em mim se acendeu de novo. Levantei e fui atrás, abrindo a porta devagar. Ela estava debaixo da água quente, os olhos fechados, as mãos ensaboando os seios devagar, os mamilos endurecidos pelo toque. "Vem cá, filho", chamou, sem abrir os olhos, como se soubesse que eu tava ali.

Entrei no box apertado, a água caindo sobre nós, quente e reconfortante. Puxei ela pelas costas, meu pau duro pressionando contra a bunda macia. "Eu quero mais de você, mãe. Tudo." Minhas mãos desceram pelas curvas, apertando as nádegas, abrindo devagar. Ela gemeu, encostando a testa na parede fria, o corpo tremendo. "Lucas... isso é novo pra mim. Eu nunca... pelo menos não assim."

A ideia de ser o primeiro me deixou louco. Beijei as costas dela, descendo pela coluna, até ajoelhar atrás. Abri as nádegas com as mãos, expondo o cuzinho rosado, apertado. Lambi devagar, a língua circulando o anel enrugado, sentindo o gosto salgado misturado com sabão. Ela gemeu alto, as pernas fraquejando. "Ah, Deus... isso é sujo, filho... mas não para." Enfiei a língua mais fundo, lambendo e chupando, enquanto um dedo entrava na buceta por trás, metendo devagar.

Ela se contorcia, os gemidos ecoando no banheiro embaçado. "Me prepara... me faz querer." Peguei o sabonete, ensaboando os dedos, e enfiei um devagar no cuzinho, sentindo a resistência inicial ceder. Ela gemeu de dor e prazer misturados, os quadris se movendo para trás, empurrando contra o dedo. "Mais... outro dedo", pediu, a voz rouca.

Enfiei dois, abrindo devagar, esticando o anel apertado enquanto chupava a buceta por baixo. Ela gozou assim, gritando, o corpo tremendo enquanto os dedos metiam no cu e na buceta ao mesmo tempo. Levantei, o pau latejando, e posicionei a cabeça na entrada do cuzinho. "Vai doer um pouco no começo, mas relaxa pra mim", sussurrei, empurrando devagar.

Ela gritou quando a cabeça entrou, o anel se esticando ao redor do pau grosso. "Devagar... ah, filho, você é grande demais..." Esperei, beijando o pescoço, as mãos apertando os seios, até ela relaxar. Então empurrei mais, centímetro por centímetro, sentindo o cu apertado me sugar inteiro, quente e vicejante. Quando entrei até o fundo, parei, ofegante, sentindo as paredes pulsarem.

"Começa a mexer", ela implorou, e eu obedeci, metendo devagar no início, saindo quase todo e entrando de novo, o som molhado da água misturando com os gemidos. Acelerei, batendo forte, o pau arrombando o cu virgem dela, sentindo cada veia roçar nas paredes sensíveis. Ela choramingava, uma mão descendo para se tocar, os dedos circulando o clitóris enquanto eu fodia o cu com força. "Me arromba... me enche todo... sou sua, Lucas... toda sua."

Gozei como nunca, os jatos quentes inundando o cu apertado, escorrendo pelas coxas enquanto ela gozava de novo, o corpo convulsionando, gritando alto o suficiente para ecoar pela casa vazia. Caímos no chão do box, exaustos, a água lavando o suor e o sêmen, os corpos entrelaçados.

À noite, deitados na cama, com a chuva batendo na janela, conversamos como nunca. "Eu não consigo imaginar a vida sem isso agora", ela disse, a cabeça no meu peito, os dedos traçando meu abdômen. "Mas a gente precisa ser cuidadoso. Você vai voltar pra faculdade, e eu... eu fico aqui, te esperando."

Eu a abracei mais forte, sentindo uma paz estranha se instalar. "Eu volto sempre. E quem sabe um dia a gente arruma um jeito de ficar junto de verdade. Sem esconder." Ela sorriu, beijando meu peito, e soube que aquilo era o começo de algo permanente, um elo que o tempo e a sociedade não podiam quebrar. O desejo nos unira, mas era o amor – torto, proibido, mas real – que nos manteria. E assim, adormecemos, os corpos colados, prontos para o que viesse, sem arrependimentos.

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