Lá se iam mais alguns meses. Quase toda semana eu batia ponto naquele apartamento, onde era surrado, tomava pica sem dó, estava completamente dominado por aquele macho. Beto percorria todo o meu corpo com extrema dominação e controle. Eu estava hipnotizado por aquelas sensações. Estava dependente dele. Havia praticamente largado minha vida para pensar e viver somente para dar prazer ao meu novo macho.
No trabalho, eu empurrava com a barriga. Em casa, não conseguia dar atenção à minha esposa; não transávamos fazia meses. Eu não sabia mais como ter uma ereção sem ter um pau me comendo. Vivia desejando, ansiando. Eu ia para aquele apartamento e, acabava de entrar, já tirava toda a minha roupa, ficava somente de calcinha, colocava um sutiã. Às vezes colocava alguma roupa feminina que ele queria que eu usasse e ficava desfilando pelo apartamento. Até o momento do abate. Transávamos em cada metro quadrado daquele apartamento.
Depois de um tempo, fiquei sabendo que aquele meu primeiro homem havia falecido. Ainda pensava em passar lá para também ser subjugado por ele, mas sempre postergava, pois estava sendo devorado pelo Beto.
Claramente, eu estava muito dependente dessa situação. Ansiava pelo dia de ser comido, devorado; minha vida se resumia praticamente a isso. Tentando relaxar, comecei a correr na praia. A atividade física me fez relaxar, baixou minha ansiedade e assim pude curtir mais os momentos em que estava naquele apartamento.
Eu corria todos os dias no começo da noite: 30 minutos de corrida, numa velocidade baixa, aproveitando as belas vistas da minha cidade. Estava perfeito. Após a corrida, eu tomava uma água de coco e voltava renovado para casa.
Em um desses dias, após a corrida, sentei num banco na orla, de frente para o mar. Estava contemplando aquela imensidão quando um homem sentou ao meu lado. Olhei de forma rápida: era um cara jovem, moreno, musculoso, um pouco maior do que eu, cabelo raspado, estava de regata e um short curto. Ele puxou conversa e ficamos papeando banalidades; ele também corria. Após alguns minutos, disse que precisaria ir e me despedi. Levantei e parti.
Dois dias depois, eu estava correndo quando cruzei com aquele homem que conheci, que vou chamar de Paulo. Nós nos cumprimentamos; ele perguntou se poderíamos correr juntos. Concordei e passamos a correr lado a lado, de forma bem leve.
Ele me enchia de perguntas: quanto tempo eu corria, se fazia algum tipo de regime; dizia que eu estava em forma e me dava umas encaradas. Respondi que não estava em forma, que ele é quem era o musculoso, que ele estava todo durinho. Ele riu. Ficamos naquele clima ameno; eu percebia ele me encarando. Ele disse que estava solteiro, que tinha passado num concurso da Polícia Militar do Estado há pouco tempo e que estava morando na cidade; antes morava em outro estado. Disse que tinha poucos amigos e que havia alugado um pequeno apartamento ali perto.
Passamos a correr juntos todos os dias. Ele era muito divertido, papo descontraído. Com a intimidade aumentando, ele passou a exercer uma certa autoridade, uma dominação das pequenas ações: direção da corrida, tempo, percurso, hora de parar, hora de tomar água, local de parada, local de encontro.
Concomitantemente a isso, passou a brincar comigo, dando uns tapinhas na minha bunda, dizendo que estava durinha. Protestei nas primeiras vezes. Ele pediu desculpa, mas sempre voltava a repetir, e eu fui me acostumando e já não falava nada. No percurso em que estávamos mais sozinhos, ele olhava se tinha alguém e dava um tapinha na minha bunda, agora me chamando de gostosa. Novamente protestei, dizia que não era gay. Ele pediu desculpa, mas voltava a repetir e, após algumas vezes, eu aceitava. Dizia que ele não tinha jeito mesmo, dava uma risada e continuávamos. Os elogios aumentavam: me chamava de gostosa, bumbum guloso, durinho, e passava a mão no próprio pau e me olhava, desejando.
Após mais uma corrida, ele me convidou para ir ao seu apartamento. Disse que era pertinho, para tomarmos água e depois eu poderia ir embora. Aceitei. Fomos caminhando. Era um dia de semana e passava das 20h. A rua onde ficava o apartamento estava sem movimento. Estávamos conversando quando, de repente, tomei um tapa na bunda e dei um gritinho de surpresa, no automático. Olhei para ele, e ele continuou me elogiando. Fiquei sem graça e pedi para parar.
Chegando ao prédio, vi que era antigo, de três andares, sem porteiro, sem elevador. Ele disse para eu ir na frente e já recebi mais um tapa na bunda. Protestei, mas continuei andando. Subíamos a escada e a mão dele repousou na minha bunda; ele apertou. Parei. Protestei. Ele apenas ria e continuava, dizendo para eu continuar subindo. O apartamento ficava no terceiro andar. Entramos.
Era um apartamento pequeno, sem muitas divisões, um espaço aberto composto por cozinha e sala. Havia um amplo sofá de três lugares; a cozinha era no estilo americano, com uma pequena bancada. Ao fundo vi duas portas: uma do único quarto e outra do banheiro. O apartamento estava bagunçado, roupas pelo chão, alguns pesos de academia.
Entrei no apartamento já recebendo um tapa bem forte, seguido por um beliscão na bunda. Parei, esperando ele acabar com aquilo, e ele veio andando, segurou minha cintura e me encoxou; senti a vara dele tocando meu bumbum. Ele rapidamente sussurrou no meu ouvido, dizendo para eu entrar, que ele já estava entrando atrás. Assustei com aquele ato, entrei rapidamente. Pedi para sentar no sofá; disse que só queria beber água. Ele retrucou, dizendo para eu sentar no sofá. Sentei.
Ele foi à cozinha buscar a água e voltou com o copo. Se aproximou ainda em pé e me entregou. O pau dele ficou a alguns centímetros do meu rosto. Eu bebia a água e ele aguardava, acariciando o próprio pau. Bebia a água e encarava o pau dele, que estava visivelmente duro. Acabei. Entreguei o copo. Ele disse para eu levar à cozinha.
Levantei. Ele deu um pequeno passo para trás, ainda muito perto de mim. Pegou na minha mão, ajudando a levantar. Eu ia em direção à cozinha e a mão dele repousou na minha cintura. Ele segurou, me fazendo parar, veio por trás e me deu uma encoxada demorada. Tentei sair; protestei, dizendo que não era viado. Ele não parava; me chamava de gostosa. Me soltou e tomei mais um tapa. Ele pediu para eu empinar um pouco para ele ver melhor. Disse que não. Ele reiterou o pedido. Fingi inocência e empinei, perguntando se tinha algo no meu bumbum. Ele pegou firme nas minhas nádegas e me deu outra encoxada, passando o pau dele no meu reguinho. Tudo isso aconteceu em segundos. Eu ainda protestava, dizendo para parar com aquilo.
Ele tirou o short e ficou somente de cueca, alegando calor. Sentou no meio do sofá; as pernas bem abertas. Abriu os braços. Eu sentei ao lado dele, meio encolhido, sentindo o ar de superioridade dele sobre mim. Aquela sensação de ser dominado nas pequenas ações, uma dominação implícita nos detalhes, tudo isso me deixava com um tesão danado. Meu pau estava ficando duro e senti ele escapar da calcinha e ficar de lado. Aquilo estava me incomodando; pedi para ir ao banheiro.
Entrei no banheiro, abaixei o short para ajeitar meu pau para dentro da calcinha. Senti vontade de fazer xixi e, envolto naquela dominação, sentei no vaso para fazer xixi sentado, como uma fêmea. Ao olhar o box, me deparei com uma calcinha pendurada no registro do chuveiro. Achei estranho. Acabei, me ajeitei e voltei para a sala.
Ele estava jogando videogame. Ficamos conversando. Perguntei se ele morava com mais alguém, se namorava. Ele negou. Disse que eu devia estar perguntando isso tudo porque tinha visto uma calcinha no banheiro. Assenti com a cabeça. Ele disse que às vezes chamava uns garotos para comer lá e exigia que eles usassem calcinha enquanto ele comia eles; aquilo dava um tesão grande nele. Sempre deixava ali. Ri sem graça. Pensei em mim: eu usava sem ninguém pedir.
Ao sentar no sofá, eu ainda estava tenso. Fiquei um pouco curvado para frente. Ele ocupava muito espaço; minhas pernas ficaram juntinhas. Ele pediu para eu pegar o outro controle para jogar. Me inclinei para pegar na mesa de centro e, como ele não tirava os olhos da minha bunda, percebeu que eu estava de calcinha.
Ele fez uma cara de espanto, de surpresa, colocou a mão no pau e disse que eu estava fazendo cu doce. Eu me fiz de desentendido. Num átimo, sob protesto, ele puxou minha calcinha para cima, apertou meu saco. Dei um gritinho e ele, no meu ouvido, me chamou de vadia.
Ele tirou o pau para fora da cueca e disse que eu gostava de tomar vara, que podia relaxar, que ele iria me dar o que eu queria. Ficou massageando o pau dele, já bem duro. Mandou eu tirar o short. Não tinha mais como negar. Levantei e abaixei o short. Minha bunda recebeu vários tapas. Ele ficou louco quando me viu somente de calcinha, toda enterrada na minha bunda.
Sentei e ele mandou eu chupar o pau dele. Eu me entreguei. Chupava com vontade, caprichava, engolia tudo, balançava a língua, chupava a cabecinha. Era o maior pau que eu já tinha visto, um pau preto, não muito grosso. Chupava e a baba escorria. Ele estava sentado de frente no sofá; eu estava com os joelhos apoiados no sofá lateralmente, de modo que, ao baixar para chupar o pau dele, fiquei com a bunda empinada. Ele aproveitava, puxava minha calcinha, dava tapas, me xingava. Meu pau escapou da calcinha; estava bem duro.
Levantei e, ainda batendo uma punheta para ele, fui subindo, chupando sua barriga, seus peitos. Ele estava adorando. Desci do sofá, coloquei os joelhos no chão e, agora de frente para ele, entre as pernas dele, continuei a chupar, caprichando na chupada. Comecei também a me punhetar. Ao perceber, ele me puxou pelo cabelo, tirou o pau dele da minha boca, segurou com força minha cabeça, deu um forte tapa na minha cara e disse que a putinha dele só podia pegar no pintinho com a autorização dele.
Veio mais um tapa, até eu balançar a cabeça em consentimento. Ele me xingava. Ainda segurando minha cabeça, fodia minha boca com força; eu sentia o pau dele bater fundo na minha boca. Eu estava entregue, exatamente onde sempre quis estar. Os tapas não cessavam. Ao perceber que eu gostava, ele aumentava a intensidade. Ele disse que queria comer meu cu, que tudo aquilo estava muito gostoso. Eu parei, olhei para ele. Ele se levantou e mandou eu apoiar o joelho no sofá, empinar a bunda, abrir bem e relaxar.
Eu não sabia exatamente o tamanho daquela vara; devia ter uns vinte centímetros. Senti a cabeça batendo no meu anelzinho, pisquei. Senti ele cuspindo e o líquido escorrendo pelo meu cu. Mais tapas. Ele pegou um pote de creme que estava ao lado da televisão e começou a dedilhar meu cuzinho, passando bastante creme. Ficou alguns minutos assim. Depois apontou e enfiou a cabeça. Aquela dorzinha veio latente; era normal. Houve uma pequena pausa e o pau dele foi entrando em mim bem devagar. Meu cu estava guloso por aquilo.
O pau dele ainda não tinha entrado todo quando ele segurou minha cintura e deu uma estocada forte e firme. Senti o saco dele batendo em mim; gritei de dor. Ele parou, com o pau todo dentro de mim, e pediu para eu relaxar. Então começou a bombar de forma lenta, rítmica. Minhas pernas fraquejavam. Ele apoiou o pé no sofá e bombava sem parar, cadenciando.
Aquilo estava muito bom. Ele continuava bombando, colocou uma mão no meu ombro e puxava; junto vinha uma estocada. Eu acariciava meus mamilos. Sentia uma energia boa percorrer meu corpo, contrabalançando com uma dor que não cessava.
As estocadas não paravam; vinham firmes. Às vezes ele aumentava a intensidade, às vezes diminuía, mas nunca parava. Eu estava entregue. Senti um tesão percorrer meu corpo, uma energia gostosa. Olhei para meu pau e ele estava pulsando. Meu gozo estava vindo; eu iria gozar com aquele pau dentro de mim. Gozei. Minha porra pingava. Que tesão gostoso. E ele lá atrás, me comendo.
O telefone dele tocou, tirando a gente daquele torpor. Ouvi um protesto dele. Disse que precisava atender, que poderia ser algo do trabalho, mencionou que estava de plantão. Ele parou as bombadas com o pau todo dentro de mim. Fiz menção de sair daquela posição para ele atender o telefone, que estava na bancada da cozinha. Ele disse que não queria tirar o pau dele de dentro de mim. Mandou eu me levantar e irmos daquele jeito, com ele engatado em mim.
Assim fomos: eu na ponta dos pés, todo desajeitado, e ele vindo atrás, grudado. Ele pegou o celular; eu me apoiei na bancada. Ele falava ao telefone enquanto nos ajeitávamos, e ele bombava lentamente, brincando com meu cu. Olhei para trás e sorri. Ele continuava me comendo. Terminou a ligação, colocou o telefone na bancada, segurou minha cintura e voltou com força e intensidade. Estava desconfortável só na ponta dos pés; tentei avisar, mas ele não escutava. Continuava a bombar forte, estocadas profundas. Apoiei os cotovelos na bancada e melhorou.
Ele não parava, não gozava. Que suplício. Estávamos suando. Senti o suor dele pingar nas minhas costas, escorrer pelo meu reguinho. Então o gozo veio, bem forte, intenso, vasto. Senti o primeiro jato de porra dentro de mim, meu cu se enchendo. Ele não parava; cadenciava, diminuía e continuava me fodendo, me xingando.
O pau dele saiu de dentro de mim. Estávamos exaustos. Ele me elogiou e foi para o sofá. Senti a porra dele escapar do meu cuzinho, escorrendo pelas minhas pernas. Fui ao banheiro e me limpei. Peguei aquela calcinha que estava no banheiro, cheirei; estava limpa. Coloquei. Era uma calcinha roxa, sem costura, de tecido bem fininho, não era fio dental. Ficou linda em mim. Voltei para a sala. Ele estava pelado no sofá, ainda arfando. Me elogiou, disse que a calcinha tinha sido feita para mim, que era do tamanho perfeito para agasalhar meu bumbum. Foi ao banheiro se lavar. Eu fiquei ali, no sofá, só de calcinha.
Essa minha vida estava me proporcionando todo tipo de situação: eu saí de casa para correr e acabei tomando vara no cu. Sentado de ladinho no sofá, com porra ainda escorrendo, eu ria da minha situação, do meu prazer, do meu estado. Ele voltou com um sutiã para eu usar; coloquei, ficou apertadinho, ótimo. Ele sentou ao meu lado, muito espaçoso, pelado, com aquela vara meia-bomba, pernas abertas, do jeito que homem senta. Apoiei minha coxa na perna dele e ficamos conversando; eu acariciava o peito dele.
Eu, todo branquinho, pele macia; ele, pele bem escura, áspera, pelos enroladinhos no peito. As mãos dele eram grandes e calejadas, pele grossa e áspera, marcadas por cortes antigos e rachaduras. Os dedos largos e fortes pareciam feitos para agarrar e resistir; as unhas curtas e irregulares revelavam pouco cuidado com aparência, apenas com utilidade. Cada gesto carregava uma rudeza silenciosa.
Ficamos assim algum tempo, conversando banalidades. Ele voltou a jogar e me pediu um beijo. Demos um beijo demorado e lento; senti a voracidade da língua dele na minha boca. Ele segurou minha nuca e intensificou o beijo, mordiscou meus lábios, passou a chupar meu pescoço, morder minha orelha. A língua dele percorria meu pescoço e me arrancava gemidos finos. Recebia ordens para gemer como uma fêmea, dizendo que ali eu seria todo dele.
Nesse clima, procurei o pau dele; estava ficando duro. Passei a fazer carinhos, punhetava de forma lenta e cadenciada. Ele me xingava. O pau dele crescia nas minhas mãos. Veio a ordem para chupar. Eu desci. Chupava só a cabeça, passava a língua por baixo, engolia a cabeça, balançava a língua, punhetava com a mão. Engolia metade, tirava, chupava de novo.
Ele me chamou para o quarto. Fui na frente, puxando o pau dele, recebendo tapas na bundinha. Mandou eu deitar na cama, fiquei de costas, pernas abertas. Ele encaixou o pau no meu cu, enfiou a cabeça e parou. Recebia elogios. Olhava para ele quando veio a penetração forte de uma vez só; ele atolou o pau todo dentro de mim. Vi estrelas. Uma dor forte tomou conta de mim. Ele ria. Eu gemia, pedia para aliviar, e ele não deixava eu me mover.
Ele começou a me comer com estocadas vigorosas, lentas e firmes; tirava metade e enfiava com força. Brincava com meu cu; o pau dele crescia dentro de mim. Eu olhava o rosto daquele homem contraído por uma mistura crua de prazer e fúria contida: a mandíbula cerrada, os músculos do maxilar saltando sob a pele tensa, as narinas dilatadas. Os olhos semicerrados fixos em mim, cheios de domínio absoluto. Não havia serenidade, mas um prazer agressivo, visceral, alimentado pela minha entrega total.
Eu experimentava uma quietude paradoxal, como se o peso da minha própria vontade tivesse sido retirado dos meus ombros. A submissão não era perda, mas alinhamento. Ao entregar o controle, eu me sentia completo, funcional, coerente com a minha essência. Havia alívio em não decidir, em não confrontar. Minha identidade se organizava na aceitação do lugar que eu ocupava. A passividade não me esvaziava; dava sentido à minha presença.
Envolto nesses pensamentos, sendo enrabado, sendo dilacerado, sendo eu de verdade, o gozo veio explosivo. Sentia o movimento da cama indo e vindo, rangendo. Ele segurava minhas pernas e eu recebia todo o leitinho dele. Após gozar intensamente, o corpo dele desabou sobre o meu. Senti o suor dele grudando no meu corpo. Senti o olhar dele se enternecer, como se agradecesse pelo prazer que eu tinha proporcionado. Sorri. Ficamos assim por alguns minutos, eu ainda de pernas abertas, com ele em cima de mim. O pau dele escapou do meu anelzinho. A porra dele escorria do meu cuzinho. O suor dele agora era meu suor.
Ele se levantou da cama; eu relaxei as pernas e fiquei estático. Ele foi ao banheiro se lavar. Eu estava feliz, com o rosto sereno, tranquilo. Que sensação boa. Meu cu ardia a cada movimento, mas isso não tirava o prazer do momento. Olhava o quarto, analisava cada objeto. Queria ficar ali o resto da vida. Mas olhei o relógio: já passava das dez da noite. Eu precisava voltar para aquela minha outra vida.
Levantei, fui ao banheiro, me lavei. Ele estava na cozinha preparando algo para comer. Disse que eu precisava ir. Vesti minhas roupas, me despedi e parti. Relaxado e feliz.