Me chamo Claudia, tenho 45 anos. Minha vida parece uma daquelas novelas que assisto escondida no celular durante o almoço: cheia de aparências perfeitas, mas com camadas de segredos que ameaçam desabar a qualquer momento.
Sou corretora de imóveis no Porto Maravilha, uma região do Rio revitalizada para as Olimpíadas de 2016 que pulsa com reformas, investidores e promessas de futuro – ironicamente, o oposto da estagnação que sinto em casa.
Morena, com cabelos cacheados no meio das costas, me cuido demais! Sou extremamente vaidosa, vou à academia todos os dias de manhã, salão semanalmente pra depilar, deixar as unhas impecáveis, e, quando se faz necessário (principalmente no inverno), aquele bronzeamento artificial que realça as marquinhas, minhas coxas grossas, seios médios e o bumbum arrebitado que é sempre notado por onde passo.
Meu marido, Alessandro, trabalha em home office, numa corretora de ações, e passa o dia trancado num quarto lá de casa - que transformamos em escritório -, vidrado em telas e tabelas, totalmente alheio ao mundo.
Temos Sofia, nossa filha de 16 anos, uma adolescente vibrante que divide o tempo entre escola, amigos e o celular.
Vivemos num apartamento confortável no Méier, bairro de classe média do subúrbio carioca. De fora, a mãe de família ideal. Mas por dentro sou um vulcão prestes a entrar em erupção, consumida por uma culpa que me corrói como ácido, misturada a um desejo incontrolável que me faz sentir mais viva em alguns momentos específicos.
A fidelidade nunca foi meu forte, mesmo nos primeiros anos de casamento. Começou com flertes inofensivos – um sorriso prolongado para um cliente, um toque casual num elevador lotado. Alessandro é um bom homem, atencioso quando não está estressado com o mercado, mas o sexo com ele virou rotina: luzes apagadas, posições previsíveis, sem aquela faísca que me faz sentir desejada, valorizada, como uma mulher plena e não apenas uma esposa conveniente.
Eu justificava minhas escapadas como “necessidades”, algo para equilibrar a monotonia, mas no fundo, era uma forma de preencher o vazio emocional que crescia dentro de mim, um anseio por paixão que me deixava inquieta nas noites em claro. Um beijo roubado numa festa aqui, uma rapidinha com um colega ali. Nada que ameaçasse a coesão da família – até agora.
Mas há seis meses, tudo mudou com a entrada de Eduardo na cena. Um investidor que apareceu no escritório procurando imóveis premium no Porto, e desde então, vivo em um turbilhão de emoções que me assusta e me excita ao mesmo tempo.
Na primeira visita a imóveis, mostrei opções seguras, de valor mais alto, apartamentos com vista para a baía, condomínios com boa estrutura. Ele é charmoso – 38 anos, alto, malhadão, cheiroso e se arruma muito bem. Seus olhares me percorriam enquanto eu explicava valores de locação/venda, e eu senti um formigamento que não sentia há tempos, um misto de empolgação e medo que acelerou meu coração e me fez questionar se eu seria capaz de resistir.
- Você parece conhecer cada centímetro dessa área, Claudia. - Disse ele, num tom que flertava com o duplo sentido.
Respondi profissionalmente, mas por dentro uma voz sussurrava: “Isso é perigoso, pare agora”.
No segundo dia de visitas, estávamos num loft vazio num dos últimos andares de um prédio. Notando a situação e sua postura fiquei um pouco nervosa. Estávamos sozinhos, a cidade aos nossos pés pelas janelas panorâmicas. Enquanto falava sobre potencial comercial da região, ele se aproximou, sua mão roçou na minha cintura “acidentalmente”, e ele perguntou:
- O que te atrai num bom investimento, Claudia? - seus olhos fixos nos meus.
Meu corpo reagiu antes da mente, um arrepio subiu pelas coxas, uma onda de desejo que me deixou culpada por trair Ricardo mesmo em pensamento, mas irresistivelmente atraída pela novidade.
- Algo que me faça sentir… Segura… Preenchida…
Minha resposta foi o estopim para nos beijamos, enquanto suas mãos subiam pela saia justa e apertavam o meu bumbum. Retribuí, abrindo sua camisa para tocar o peito definido. O que começou como um beijo transbordou rápido, Eduardo me posicionou contra a janela, levantando minha saia e me ajudou a tirar a calcinha, expondo a buceta lisinha.
- Você é uma tentação, Claudia! - murmurou, ajoelhando-se para me chupar.
Sua língua circulava o clitóris enquanto dois dedos me penetravam devagar. Gemi de prazer arqueando as costas contra o vidro frio. Cada lambida me dava choques de prazer e eu esquecia o mundo lá fora. Mas no fundo, uma pontada de culpa por Sofia e Alessandro me atormentava, tornando o prazer ainda mais intenso e proibido. Gozei rápido, as pernas bambearam, mas ele não parou – levantou-se, abriu a calça e mandou ver na minha buceta ali mesmo, de pé, bombando forte e fundo. Algo meio selvagem, sentia minhas paredes internas apertarem seu pau grosso. Cada estocada me preenchia completamente, batendo no fundo do útero, e eu arranhava suas costas, sussurrando em seu ouvido:
- Fode essa buceta, safado!
Eduardo bombava com vontade, sentia uma euforia misturada a um pânico crescente de ser descoberta. Ele me virou de costas, empinou bem o meu bumbum como se quisesse abrir minhas nádegas, e continuou metendo na buceta. Comecei a beliscar meus seios com uma mão, enquanto a outra massageava o clitóris. Eis que ele pediu mais, cuspiu no meu cuzinho, introduzindo um dedo para dilatar enquanto ainda bombava na buceta.
- Esse rabão com essas marquinhas e esse cuzinho piscante é covardia… Adoro um cu de putinha casada assim feito você!
Hesitei por alguns instantes, talvez pela vulnerabilidade emocional. Mas o tesão venceu. Empinei mais o bumbum e Eduardo continuou salivando e massageando meu anelzinho. Primeiro um, depois dois, quando introduziu o terceiro dedo:
- Que cu macio! Suga meus dedos como se fosse uma ventosa…
Ao dizer isso tirou o pau da buceta para posicionar na entrada do cuzinho. Após aquela pressão inicial que me fez morder os lábios de prazer, relaxei mais sentindo o cacete vencer meu esfíncter e deslizar devagar, centímetro por centímetro, até se alojar completamente no meu rabo.
- Que cuzinho guloso, Claudia! Puta que pariu! - Falou e começou a bombar ritmado.
Com uma mão no clitóris eu massageava com movimentos circulares. Cada estocada enviava ondas de prazer misturado a uma dorzinha deliciosa, meu bumbum saliente batendo contra seu quadril, e eu gozei gritando, o corpo convulsionando enquanto sentia cada veia dele me arrombando mais fundo, uma sensação de entrega total que me enchia de êxtase. Ele acelerou, dando tapas estalados nas minhas nádegas e me provocando:
- Tomando no cu enquanto a cidade assiste, putinha?!
Antes que eu pudesse responder senti os jatos quentes inundando minhas entranhas e escorrendo pelas coxas. Ele não tirou de dentro até que as últimas gotinhas saíssem, e, nesse ínterim, ficou beijando as minhas costas. Quando desengatou fomos ao banheiro, onde fiz xixi. Limpei meu cu e depois seu pau, com lencinhos umedecidos que sempre mantenho na bolsa. Nos recompusemos, mas ainda assim saí dali ligeiramente trêmula e culpada pela situação toda. Mas excitada como nunca, apesar do coração pesado pela traição.
Mais tarde em casa, fingi normalidade: ajudei Sofia com a lição da escola, jantei com Alessandro, que mal ergueu os olhos do laptop. No banho, antes de dormir, toquei-me revivendo a cena, imaginando o que viria, enquanto lágrimas de arrependimento se misturavam à água, questionando por que eu não conseguia parar. A angústia veio em ondas: e se isso saísse do controle? Eu amo minha família, não quero magoar ninguém, mas o tesão era como uma droga, me puxando para o desconhecido, deixando-me dividida entre o amor genuíno por Alessandro e Sofia, e o fogo devorador que Eduardo acendia em mim.
Ficamos uns dez dias sem nos encontrar, devido a compromissos de trabalho, apenas trocando mensagens pelo celular, que eram deletadas às pressas, cada uma delas me enchia de excitação e culpa, me faziam corar sozinha.
Eduardo assinou o contrato com a empresa onde trabalho, me proporcionando uma comissão gorda pelo negócio fechado, mas o que eu queria era mais era aquela conexão que me fazia sentir desejada de uma forma que Alessandro nunca conseguiu. No dia seguinte à assinatura do contrato, marcamos num hotel no Centro para comemorar.
Ele me despiu devagar, elogiando meu corpo:
- Que bumbum lindo, Claudia! Perfeito!
Nos deitamos na cama e ele começou a me chupar, sua língua na buceta, dedando devagar, me levando ao orgasmo rápido.
Buceta lisinha! Boa de chupar!
Retribuí chupando seu pau grosso, sentindo as veias pulsarem na boca, até ele gozar. Então, ele pediu:
- Quero esse cuzinho de novo, gostosa!
Fiquei de quatro na beira da cama abrindo bem o bumbum. Primeiro, ele me penetrou na buceta, bombando forte e fundo, sentindo minha pepeka envolver seu pau todo, as paredes internas pulsando a cada estocada que me fazia gemer alto e gozar com a pressão no útero. Só então, ainda ofegante, ele mirou no rabinho. Virou-me, espalmando minhas nádegas arrebitadas, e começou a lamber meu cu faminto. Sua língua circulava pelo anel enquanto ele passava um pouco de gel pra lubrificar.
- Relaxa, putinha! Seu cuzinho tá piscando pra mim, pedindo rola…
Introduziu um dedo, devagar, depois dois, dilatando com movimentos circulares que me proporcionavam ondas de prazer, que subiam pela coluna. Eu gemia, empinando mais o bumbum, quando lhe disse ofegante.
- Mete logo no meu rabo, vai! - Ele posicionou a cabeça grossa na entrada e forçou aos poucos. A pressão inicial foi intensa, mas, obediente, meu esfíncter relaxou e ele entrou com tudo.
- Que cu guloso, porra! Morde o meu pau como se fosse um alicate!
Começou a bombar compassado, cada metida me dava ondas de prazer misturado àquela ardenciazinha deliciosa. Meu bumbum saliente batia contra seu quadril, até eu gozar gritando, o corpo convulsionando enquanto sentia seu pau todo dentro da minha bunda. Ele acelerou o ritmo das bombadas:
- Toma no rabo, sua vadia! Toma! Teu marido acha que você tá trabalhando, né?!
- Não deixo de estar! - respondi manhosa.
Em seguida Eduardo soltou um urro, enchendo meu cuzinho daquela porra viscosa, deixando-me arrombada e trêmula, pelo orgasmo. Exauridos após intensa atividade física, cochilamos brevemente. Ao acordarmos fumamos um cigarro e retomamos as carícias. Não demorou muito e nos conectamos num “papai e mamãe” intenso e profundo, onde ele metia sem pressa e nos beijávamos muito. Como um casal em início de namoro. Depois ele voltou pro cuzinho e assim foi a nossa tarde.
Ao sairmos do motel eu estava cansada e ligeiramente dolorida. Fazia algum tempo que eu não dava a tarde inteira desse jeito. Estava realizada, me sentia viva, embora aquela tristeza me invadisse no caminho para casa. Pensava na minha família e me sentia mal. Em casa, a angústia bateu forte. Alessandro perguntou sobre o “dia cansativo”, e eu menti com um sorriso forçado, me sentindo a pior das pessoas. Sofia notou algo e perguntou:
-Mãe, você tá abatida. Tá tudo bem?
Meu coração disparou enquanto eu pensava – “e se ela descobrisse algo? E se Alessandro checasse meu celular quando eu entrasse no banho?”... Àquela noite, deitada ao lado dele, chorei baixinho no travesseiro, prometendo parar. Atormentada pela culpa que me sufocava como um peso no peito. Mas no dia seguinte, Eduardo mandou mensagem: “Saudades da minha gostosa! Quando vou te ter de novo?”. Imediatamente liguei pra ele e marcamos dali a dois dias no mesmo motel. Odiava e amava essa vida dupla, vivendo entre o remorso que me consumia e o desejo que me revitalizava. Passei a questionar quem eu sou de verdade... Quanto tempo até o castelo de cartas cair? Por enquanto, sigo em frente. Ansiosa pelo próximo encontro, e rezando para não ser o último.