Entre irmãos - A Tentação - Parte 4

Da série Entre irmãos
Um conto erótico de pcamargo
Categoria: Heterossexual
Contém 4377 palavras
Data: 09/01/2026 09:43:43

Uns dias depois do que rolou aquela noite louca, a Bia veio com a ideia na cozinha, enquanto a mãe lavava louça. Eu tava ali fingindo ajudar secando os pratos, mas na real só olhando pra ela de canto. Ela soltou do nada, com aquela voz doce de sempre: "Mãe, os vovós não reclamaram outro dia que faz tempo que a gente não vai lá? Que tal eu e o maninho irmos passar o final de semana prolongado com eles? Vocês ficam aqui descansando, a gente leva presente, ajuda na casa... de ônibus mesmo, pra não dar trabalho no carro de vocês".

A mãe parou na hora, virou com o pano de prato na mão, olhos brilhando: "Sério, filha? Vocês sozinhos? Ai que lindo, os velhinhos vão adorar! Faz tanto tempo que não veem os netos juntos assim". O pai, que tava no sofá vendo TV, só resmungou um "boa ideia" sem tirar os olhos da tela. Eu fingi surpresa, tipo "ah, legal", mas por dentro o coração já disparou. Bia me olhou rápido, um sorrisinho discreto no canto da boca, daqueles que só eu entendia: "vai ser só nós dois, três dias inteiros".

No dia seguinte já tava tudo arrumado. Mochila pequena cada um, biquíni e short dela, sunga e camiseta minha, protetor solar, presente pros vovós (um vinho pro vovô e um xale pra vovó que a mãe mandou). Pegamos o ônibus da tarde, daqueles normais, não executivo, poltrona dura mas vazinho por ser dia de semana. Sentamos no fundo, claro, janela do lado dela, corredor do meu. O ônibus saiu da rodoviária com cheiro de diesel e ar condicionado gelado, o sol batendo forte no vidro.

Ela tava de vestidinho leve de verão, daqueles soltinhos que voam com o vento, pernas bronzeadas cruzadas, sandália rasteira, cabelo preso num coque bagunçado. Logo que o ônibus pegou estrada, ela esticou as pernas devagar, o pé descalço roçando de leve na minha canela, como se fosse sem querer. Eu olhei pra ela, ela fingiu olhar a paisagem, mas abriu um sorrisinho. A mão dela desceu devagar pro banco entre a gente, dedos roçando na minha coxa por cima do short bermudão, subindo bem devagar, sentindo o calor da pele.

O ônibus balançava nas curvas, gente dormindo ou no celular, fiscal lá na frente. Eu cobri a mão dela com a minha, apertei de leve pra continuar, e ela deslizou os dedos por baixo da perna do short, roçando a virilha, sentindo o pau já endurecendo rápido com o toque. Eu retribuí, mão na coxa dela, subindo devagar por baixo do vestidinho, sentindo a pele macia, quente do sol, até encostar na calcinha de algodão, já úmida só com aquilo. Ficamos assim boa parte da viagem, toques leves, lentos, olhando a estrada como se nada estivesse acontecendo, o coração acelerado com o barulho do motor cobrindo os suspiros baixinhos.

Quando chegamos na rodoviária do litoral, já escurecendo, os vovós tavam esperando com o fusquinha velho. Abraço apertado, "como vocês tão grandes", "que saudade", e a gente rindo, carregando mochila. A casa tava igual: cheiro de mar, madeira rangendo, quarto de cima com duas camas de solteiro separadas por uma mesinha velha, janela dando pro quintal com coqueiros. Vovó mandou a gente tomar banho de chuveiro externo pra tirar o "cheiro de estrada", e enquanto eu esperava a Bia sair, enrolada na toalha fina, cabelo pingando, ela passou do meu lado e sussurrou baixinho: "... as camas são separadas, mas a gente dá um jeito".

Eu senti o pau latejar na hora, sabendo que aqueles três dias iam ser um risco constante, com os vovós dormindo no quarto ao lado, parede fina, casa velha que range toda, mas a gente não ia conseguir segurar.

Acordamos cedo com o barulho das ondas quebrando lá embaixo e a vovó já na cozinha fritando ovo com farinha, cheiro de café forte subindo pela escada de madeira. O sol já tava alto, céu azul sem nuvem, daqueles dias de verão que a gente sente o calor antes mesmo de sair da cama.

A Bia desceu primeiro, de biquíni novo por baixo de uma canga fina amarrada na cintura, cabelo ainda úmido do banho rápido. Eu fui logo atrás, de sunga e camiseta velha, mochila com protetor, água e toalha. Os vovós insistiram pra gente tomar café direito – "pra aguentar o sol" –, então sentamos na mesa da varanda, vento do mar batendo gostoso, gaivota voando baixo. A vovó falando sem parar das novidades do bairro, o vovô contando história de pesca antiga, e a gente ali rindo, trocando olhares rápidos por cima da xícara. Toda vez que ela esticava o braço pra pegar a manteiga, o biquíni marcava de leve os peitos por baixo da blusa fina, e eu sentia o sangue subir só de lembrar da noite que a gente quase não dormiu, roçando um no outro nas camas separadas, mão boba por baixo do lençol fino até os vovós roncarem alto no quarto ao lado.

Depois do café, pegamos as coisas e descemos pra praia a pé, caminho curto de areia quente entre as casas. A praia tava quase vazia ainda, só uns pescador arrumando rede lá longe e umas famílias chegando. Espalhamos as toalhas num canto mais tranquilo, perto das pedras onde a sombra do coqueiro batia de vez em quando. Bia tirou a canga devagar, esticando os braços pra cima como quem boceja, mas na real era pra eu ver bem o biquíni vermelho novo, cavado nas laterais, marcando a curva da bunda e os peitos empinados. Eu tirei a camiseta, sentindo o sol queimar a pele branca do ombro, e ela passou protetor nas costas pra mim, as mãos demorando mais do que precisava, dedos escorregando devagar na nuca, descendo pela espinha até a cintura da sunga. "Não quero que você queime", disse alto pra disfarçar, mas a voz saiu rouca, e eu senti o pau mexer na hora.

Entramos no mar juntos, água gelada no começo, depois gostosa, onda calma quebrando na canela. Nadamos um pouco pra longe, onde os vovós não viam mais da toalha, água na cintura. Ela veio pra perto, fingindo brincar de onda, mas colou o corpo no meu por baixo d'água, os peitos roçando no meu peito, a perna dela enroscando na minha. Eu segurei a cintura dela, sentindo a pele molhada, escorregadia, o biquíni fino não escondendo nada do calor que irradiava ali. Ela mordiscou meu ombro de leve, sussurrando "tô louca pra te tocar desde que acordamos", e a mão dela desceu devagar por baixo d'água, roçando por cima da sunga, sentindo o volume duro crescendo rápido. Eu retribuí, enfiei a mão por baixo do biquíni de lado, só um dedo roçando os lábios molhados – não só de água do mar –, circulando devagar o clitóris, sentindo ela tremer e apertar o rosto no meu pescoço pra não gemer.

A gente ficou assim um tempo, onda balançando os corpos, toques leves, lentos, olhando pros lados pra ver se alguém se aproximava. O sol batendo forte na água, reflexo cegando, ninguém prestando atenção. Quando uma família com criança veio pra perto, a gente se separou devagar, nadando de volta pra toalha como se nada tivesse rolado, mas os dois ofegantes, rosto corado, o tesão latejando sem alívio.

Deitamos na toalha pra "secar", ela de bruços, bunda empinada pro sol, eu do lado passando mais protetor nas costas dela de novo, demorando nas laterais, dedos roçando de leve o peito por baixo. Ela virava o rosto pro lado, olhos semicerrados, sussurrando "de noite... a gente precisa dar um jeito, não aguento mais só tocar". Eu só assenti, sentindo o pau duro marcando na toalha, o dia inteiro ainda pela frente, sol queimando, mar chamando de novo, e os vovós esperando a gente pro almoço de moqueca.

O sol tava mais baixo agora, aquela luz dourada deixando a pele dela brilhando, suor fino escorrendo pelo decote do biquíni vermelho. A praia ainda tinha gente espalhada, mas ninguém muito perto – o mais próximo era um grupo de amigos jogando frescobol uns 50 metros pra esquerda, e um casal caminhando na beira d’água lá longe.

Eu me aproximei um pouco mais dela, deitado de lado na toalha, e falei baixinho, voz firme: “Desamarra o top… deixa bem frouxo, mas não tira. Só solta o laço das costas e o do pescoço, pra ficar pendurado, cobrindo só por cima.”

Ela respirou fundo, olhou rápido pros lados, e obedeceu. Mãos nas costas, puxou o nó devagar – o top afrouxou na hora, os peitos quase escapando, só os bicos rosados ainda cobertos pelo tecido fino, mas marcando forte, durinhos do vento e do tesão. O lacinho do pescoço ela deixou cair pro lado, o biquíni agora só equilibrado nos peitos, qualquer movimento mais forte e ia mostrar tudo.

Ela virou devagar, o top escorregando mesmo, revelando a lateral dos peitos, a curva inteira quase toda à mostra, só o bico ainda coberto por um triângulo mínimo de tecido. Ficou assim, exposta pro sol, pro vento, pra qualquer olhar que passasse mais perto, o peito subindo e descendo rápido.

“Puxa a calcinha de ladinho… devagar, só o suficiente pra mostrar a linha depilada e o grelinho saindo um pouquinho. Nada de tirar, só desloca o tecido.”

Ela mordeu o lábio forte, a mão tremendo de leve enquanto descia devagar pro quadril. Dedos enganchando na lateral da calcinha vermelha, puxando bem devagar pro lado. Primeiro apareceu a pele lisinha, depiladinha, depois os lábios carnudos se abrindo um pouco, o grelinho inchado, rosadinho, saindo discretamente pra fora do tecido, brilhando de suor e de umidade. Ela deixou assim, a calcinha ainda no lugar, mas deslocada o suficiente pra tudo ficar à mostra se alguém olhasse de perto – o grelo durinho pulsando de leve com o vento do mar, os lábios entreabertos, molhadinhos.

“Abre mais as pernas… joelhos dobrados, pés na toalha. Deixa o sol bater aí direto.”

Ela obedeceu, abrindo devagar, as coxas se separando, a calcinha ainda mais pro lado, o grelo inteiro exposto agora pro sol quente, pro ar salgado, pro meu olhar fixo. Um grupo de três caras passou caminhando uns 40 metros atrás da gente – ela congelou por um segundo, mas não cobriu, só apertou os olhos atrás do óculos escuro, o corpo inteiro arrepiado, o grelo pulsando mais forte com o risco de ser vista.

Ela pegou o tubo, apertou loção na palma, espalhou na barriga bronzeada, descendo devagar até o osso do quadril, os dedos roçando de leve nos lábios expostos, abrindo mais um pouquinho com o movimento, o creme branco misturando com o brilho natural dela. Um gemidinho baixinho escapou, abafado no vento.

Ficamos assim mais um tempo, ela quase toda à mostra, biquíni só de enfeite agora, top pendurado nos peitos, calcinha pro lado, grelo e lábios tomando sol, o corpo tremendo de exibição, de medo de alguém parar pra olhar, mas obedecendo cada ordem minha sem pestanejar.

A gente recolheu as coisas sem pressa, toalha sacudida, garrafa térmica vazia, canga dobrada. Ela amarrou a canga na cintura por cima do biquíni, mas o tecido fino não escondia nada do corpo ainda corado, das coxas brilhando de protetor. Caminhamos de volta pela areia quente, o céu escurecendo devagar, o barulho das ondas ficando pra trás. Nenhum dos dois falou muito no caminho, só trocava olhares rápidos, ela mordendo o lábio de vez em quando, eu sentindo o pau ainda meio duro na sunga, latejando com as imagens da tarde inteira.

Quando chegamos na casa dos vovós, a luz da varanda já tava acesa, cheiro de jantar saindo pela janela – vovó fazendo camarão no coco, vovô no quintal acendendo o churrasco pro final de semana. “Demoraram, hein? O sol já foi embora!”, vovó brincou da porta, mas com carinho. A gente riu, “ficamos vendo o pôr do sol”, Bia respondeu, voz normal, mas as bochechas ainda vermelhas.

Tomamos banho rápido no chuveiro externo, um depois do outro, água fria tirando a areia e o sal, mas não o calor que tava guardado no corpo. Eu saí primeiro, ela depois, enrolada na toalha, cabelo pingando, e quando passou por mim no corredor estreito da casa velha, roçou o peito de propósito no meu braço, sussurrando tão baixo que quase não ouvi: “de noite… no quarto, eu quero mais”.

Subimos pro quarto depois do jantar, vovós vendo novela na sala, volume alto como sempre. As duas camas de solteiro ainda separadas por aquela mesinha velha, mas a janela aberta pro barulho do mar cobrindo tudo. A gente deitou “pra dormir cedo”, luz apagada, só o luar entrando. Eu esperei os vovós subirem pro quarto deles, o rangido da escada, a porta fechando. Silêncio.

Aí senti a cama dela ranger de leve, ela levantando devagar, vindo pro meu lado. Sentou na beirada da minha cama, mão já na minha coxa por baixo do lençol fino, sussurrando rouca: “aquela tarde toda me obedecendo… agora eu quero que você me devore inteira, mas sem barulho nenhum”.

Ela sentou ali na beirada da minha cama, o corpo dela ainda quente da praia, cheiro de sal e protetor solar grudado na pele, misturado com o suor fresco da noite. O quarto escuro, só o luar entrando pela janela aberta, o barulho do mar lá fora cobrindo um pouco os rangidos da casa velha. Os vovós já tavam roncando no quarto ao lado, parede fina pra caramba, qualquer barulho mais forte e a gente tava fodido.

Eu puxei ela pra cima de mim devagar, as mãos na cintura dela, sentindo a camisola fina escorregar, os peitos colando no meu peito nu. "Porra Bia, você me deixou louco o dia inteiro na praia, mostrando tudo daquele jeito", sussurrei rouco no ouvido dela, mordendo de leve o lóbulo, sentindo ela arrepiar inteira. Ela riu baixinho, voz tremendo, "eu obedeci tudo, né? Agora devora eu devagar, maninho, mas quietinho, não pode gemer alto".

Comecei beijando o pescoço dela, língua traçando devagar a linha do suor, gosto salgadinho na boca, descendo pro ombro, mordiscando leve enquanto minha mão subia pela coxa por baixo da camisola, sentindo a carne macia, quente, os pelinhos finos eriçados. Ela abriu as pernas um pouquinho mais, se encaixando em cima de mim, a bucetinha dela roçando de leve no meu pau duro por cima da boxer, o tecido já molhado de pré-gozo. "Ai caralho, sente como eu tô dura pra você", murmurei, apertando a bunda dela com as duas mãos, puxando ela mais pra baixo, sentindo o calor dela pulsar contra mim.

Ela rebolou devagar, tipo uma dança lenta, a respiração saindo quente no meu pescoço, "vai devagar, me deixa louca primeiro... toca aí, sente como eu tô molhada desde a praia". Eu enfiei a mão por baixo, os dedos roçando a calcinha encharcada, apertando de leve os lábios inchados por cima do tecido, sentindo o grelo durinho marcando, circulando ele devagar, devagar, o molhado escorrendo pelos dedos. Ela mordeu meu ombro pra não gemer, o corpo tremendo, "porra, assim... mais devagar ainda, me tortura".

Tirei a camisola dela devagar, puxando por cima da cabeça, os peitos saltando livres, bicos duros roçando na minha pele, e chupei um deles devagar, a língua rodando no bico rosado, sugando leve enquanto a mão descia a calcinha dela até os joelhos. Ela ajudou chutando pra longe, agora peladinha em cima de mim, a bucetinha molhada escorregando no meu pau ainda coberto, o grelo roçando na cabeça inchada, lubrificando tudo. "Tira isso... quero sentir você cru", ela sussurrou, mão descendo pra puxar minha boxer, o pau saltando duro pra fora, latejando forte, a cabeça brilhando no escuro.

A gente ficou assim um tempo, ela rebolando devagar em cima, o pau roçando nos lábios dela, abrindo eles um pouquinho a cada movimento, o molhado escorrendo pela base, pingando nas bolas. Eu sentia o calor apertado dela, o grelo pulsando contra a veia latejante, e apertava a bunda dela pra guiar o ritmo, "porra Bia, você tá pegando fogo, molhada pra caralho... quer que eu enfie agora?". Ela negou com a cabeça, mordendo o lábio, "ainda não... me deixa no limite primeiro, roça mais, sente como eu tô pronta".

O quarto tava quente, suor escorrendo pelas costas dela, pingando no meu peito, o cheiro de sexo forte no ar, misturado com o mar. Cada rebolada dela me levava mais perto, o pau latejando tanto que doía, mas eu segurava, mordendo o pescoço dela, sussurrando "você é minha putinha obediente, né? Mostrando tudo na praia, agora vai me deixar foder devagar". Ela gemeu baixinho no meu ouvido, "sim... fode devagar, maninho, me enche toda, mas quietinho, os vovós não podem ouvir".

Ela se posicionou melhor em cima de mim, as coxas apertando minhas laterais, o calor da bucetinha dela irradiando forte contra o meu pau nu, latejando duro pra caralho, a cabeça inchada roçando devagar na entrada dela, sentindo o molhado escorrendo quente, viscoso, pingando na base e nas bolas. Eu guiava com a mão, devagarinho, só a pontinha encostando nos lábios carnudos, abrindo eles um pouquinho, sentindo a textura macia, quente, o grelo pulsando perto toda vez que eu passava de leve. "Porra Bia, você tá escorrendo toda, molhada pra cacete... tá pronta mesmo?", sussurrei rouco, mordendo o bico do peito dela devagar, sugando forte enquanto roçava só na portinha, empurrando um centímetro e tirando, sentindo ela contrair tentando sugar pra dentro, mas eu não deixava, só torturando, o molhado escorrendo mais ainda, pingando na minha barriga, o cheiro doce e salgado subindo forte no quarto quente. Ela gemia baixinho no meu ouvido, "ai caralho, me fode logo... tô pingando de tesão, vai devagar mas entra", e eu parei um segundo, olhando nos olhos dela no escuro, "você toma remédio ainda, né? Posso ir sem camisinha? Quero sentir você crua inteira". Ela assentiu rápido, voz tremendo, "sim, tomo todo dia... vai sem, me enche devagar, sente como eu tô quente por dentro". Eu obedeci, empurrando só a cabeça devagar, sentindo a entrada apertada abrir quente, úmida, engolindo centímetro por centímetro, o calor apertando como uma luva molhada, ela arqueando as costas, unhas cravando no meu ombro, o molhado escorrendo pela base enquanto eu entrava lento, devagar pra caralho, sentindo cada veia pulsar dentro dela, o grelo roçando na minha pelve toda vez que ela rebolava implorando mais.

Ela arqueou as costas devagar, as unhas cravando no meu ombro pra não gemer alto, os bicos dos peitos durinhos como pedra roçando no meu peito, frios do ar da noite mas queimando de tesão, rosados e inchados, pedindo boca. Eu chupei um deles devagar, língua rodando no bico duro, sugando forte enquanto entrava mais fundo, centímetro por centímetro, sentindo ela pulsar em volta, apertando e soltando, "ai caralho, maninho... entra tudo, me abre devagar, tô pingando pra você", ela sussurrou chorosa, a voz rachada de vontade e medo, os olhos marejados no escuro olhando pra mim como se eu fosse o único proibido que ela sempre quis.

Era exatamente isso que pegava fogo na gente: o proibido pra cacete, irmão e irmã, na casa dos vovós, parede fina, eles dormindo do lado, qualquer rangido da cama ou gemido mais alto e a família inteira desabava. Mas era por isso mesmo que tava tão bom, tão intenso – o risco de ser pego, de amanhã sentar na mesa do café e fingir que nada aconteceu, olhar pros vovós e saber que a noite inteira eu tava dentro dela, enchendo ela devagar, sentindo cada contração quente, o molhado escorrendo sem parar porque ela tava louca de tesão proibido.

Eu entrei até o talo devagar, parando fundo, os bicos durinhos apertados contra mim, o corpo dela tremendo inteiro, molhada escorrendo pelas coxas, pingando no lençol. Fiquei parado ali um tempo, só pulsando dentro, sentindo ela apertar em volta, "tá fácil demais te foder assim, molhadinha, quente, apertada... você é minha agora, né? Minha putinha proibida", murmurei, beijando a boca dela fundo, língua dançando lenta enquanto começava a mexer devagar, saindo quase tudo e entrando de novo, ritmado, torturante, o barulho baixo do molhado toda vez que eu afundava, os dois mordendo o lábio pra não soltar som, perdidos nesse tesão doente que a gente não conseguia mais parar.

O suor escorria pelas costas dela, pingando no meu peito, o cheiro de sexo tão forte que parecia que ia vazar pela janela aberta pro quintal. A casa velha rangia de leve com o vento do mar, mas qualquer mexida nossa fazia a cama de solteiro gemer baixinho, aquele barulhinho de madeira velha que a gente conhecia desde criança.

Comecei a mexer devagar, saindo quase tudo e voltando fundo, bem lento, sentindo o molhado dela escorrer pela base toda vez que eu afundava, o barulho molhado baixinho – ploc, ploc – que parecia alto pra caralho no silêncio da casa. Ela mordia o próprio punho pra não gemer, os olhos arregalados olhando pra mim, "porra, vai devagar mesmo... se a vovó acordar agora e vier ver por que a cama tá rangendo...", sussurrou tremendo, mas o corpo dela traía tudo: rebolava de encontro, pedindo mais fundo, a bucetinha apertando forte toda vez que eu falava do risco.

Eu segurei a bunda dela com as duas mãos, apertando a carne macia, guiando o ritmo lento, fundo, "imagina se o vovô levanta pra pegar água, ouve esse barulhinho molhado, abre a porta devagarinho e vê a netinha preferida cavalgando o irmão, molhada pra caralho, peitos balançando, bicos durinhos roçando no meu peito...", murmurei rouco no ouvido dela, sentindo ela pulsar mais forte em volta de mim com cada palavra proibida. Ela soltou um "ai meu deus" abafado no travesseiro, as coxas tremendo, o grelo inchado roçando na minha pelve toda vez que eu afundava até o talo, fácil demais, escorregadio demais, quente demais.

De repente, um rangido forte no corredor – a casa velha sempre faz isso à noite com a mudança de temperatura. A gente congelou na hora, eu fundo dentro dela, o pau latejando parado, sentindo cada contração nervosa dela apertando em volta. Passos? Não, só a madeira acomodando, mas o coração dos dois disparou forte, suor frio na nuca. Ela apertou minha boca com a mão, olhos arregalados de pavor e tesão misturado, a bucetinha pulsando ritmada em volta de mim como se o medo só fizesse ela querer mais.

Quando o silêncio voltou, eu voltei a mexer ainda mais devagar, torturante, saindo até a cabeça e voltando fundo, "esse risco deixa você mais molhada ainda, né? Tá apertando mais forte agora, putinha proibida...", sussurrei, chupando o bico duro dela devagar, sentindo ele latejar na língua. Ela assentiu rápido, lágrimas de tesão nos olhos, "sim... me fode pensando que podem descobrir a gente a qualquer segundo... me enche sentindo esse medo, maninho".

O tesão era doente, insuportável – quanto maior o risco de sermos pegos no flagra, mais fácil era deslizar dentro dela, mais ela escorria, mais os bicos ficavam duros, mais a gente se entregava ao proibido que nunca devia ter começado, mas que agora não tinha mais volta.

Eu acelerei só um pouquinho o ritmo, ainda devagar mas mais fundo, cada estocada batendo no fundo dela, o pau deslizando fácil no molhado quente que não parava de escorrer, pingando no lençol, deixando tudo grudado e quente. Ela tava ofegante já, a respiração curta e rápida no meu pescoço, os bicos durinhos roçando no meu peito toda vez que eu afundava, o corpo inteiro tremendo de tensão.

De repente, outro rangido – dessa vez mais claro, vindo do corredor. Passos leves, arrastados. Vovô levantando pra mijar, como sempre faz de madrugada. A gente congelou de novo, eu fundo até o talo dentro dela, sentindo o pau latejar parado, as paredes dela apertando nervosas em volta, pulsando forte com o medo. O barulho da porta do quarto deles abrindo devagar, o chinelo no chão de madeira, passos vindo pro corredor bem na frente do nosso quarto.

Bia arregalou os olhos no escuro, a mão apertando minha boca, o corpo inteiro tenso, mas a bucetinha dela apertou mais forte ainda, traindo o tesão do risco no pico, escorrendo mais molhado em volta de mim. Eu senti o grelo dela latejar contra minha pelve, os lábios inchados pulsando, o coração dela batendo tão forte que eu sentia no pau. Os passos pararam bem na frente da porta – silêncio absoluto, só o barulho distante do mar e o nosso coração disparado.

Eu não aguentei. Comecei a mexer de novo, bem devagar, micro movimentos, só pulsando dentro dela sem sair, sentindo ela apertar ritmado, louca. Os passos do vovô continuaram pro banheiro, a porta abrindo e fechando lá embaixo, o mijo batendo na água, mas o risco ainda ali, pendurado.

Quando ouvimos a porta do banheiro fechar de novo e os passos voltando, eu voltei a foder devagar, fundo, ritmado, a mão na boca dela agora, abafando os suspiros que saíam tremidos. "Goza quietinha pra mim... goza sentindo que ele tá passando na porta agora", sussurrei tão baixo que era mais ar, e ela explodiu silenciosa – o corpo inteiro convulsionando devagar, as coxas apertando minha cintura, a bucetinha pulsando forte em volta do pau, apertando e soltando em ondas, o molhado escorrendo quente pelas bolas, os olhos revirando, a boca aberta num grito mudo contra minha mão, ofegante, tremendo inteira numa explosão que parecia não acabar.

O orgasmo dela me levou junto – senti o gozo subir quente, forte, jorrando fundo dentro dela em espasmos lentos, enchendo ela devagar, o pau latejando cada jato contra as paredes apertadas, misturando com o molhado dela, escorrendo quando eu afundei uma última vez. A gente ficou colado, tremendo junto, silencioso, o corpo dela mole em cima de mim, ofegante baixinho no meu pescoço, eu ainda pulsando os últimos dentro dela, sentindo o calor misturado, o proibido no pico máximo.

Os passos do vovô voltaram pro quarto deles, a porta fechando devagar. Silêncio de novo. Ela me beijou lento, língua tremendo ainda, sussurrando rouca: "porra... nunca gozei tão forte na vida... quase morri de medo e de tesão ao mesmo tempo".

A gente ficou abraçado assim, eu ainda dentro dela, sentindo os espasmos finais, o gozo escorrendo devagar pelas coxas, o cheiro de sexo forte no quarto, sabendo que amanhã ia ser café da manhã normal com os vovós, mas com esse segredo queimando na gente pra sempre.

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Foto de perfil genéricapcamargoContos: 51Seguidores: 50Seguindo: 3Mensagem Eu sou, de fato, um mestre das palavras que dançam no limite do proibido, um tecelão de narrativas onde o desejo se entrelaça com a carne, e os fetiches emergem das sombras mais profundas da alma humana. Minha pena – ou melhor, meus dedos ágeis no teclado – já explorou os abismos do prazer explícito em incontáveis contos, inspirados não só em fantasias alheias, mas em vivências pessoais que me marcaram como ferro em brasa na pele. Já me perdi em noites de látex sussurrante, em cordas que mordem a pele com ternura cruel, em sussurros de submissão que ecoam como sinfonias eróticas. Fetichismo? Ah, eu vivo isso: o cheiro de couro novo, o som de saltos altos ecoando em corredores escuros, o gosto salgado de suor misturado a lágrimas de êxtase.

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