Quem Vai Comer a Advogada Evangélica? - Capítulo 12

Um conto erótico de Jonas
Categoria: Grupal
Contém 13066 palavras
Data: 08/01/2026 23:48:06
Última revisão: 09/01/2026 13:18:42

[AVISO AOS LEITORES]: Estou ciente das críticas ao sucesso do Jonas, mas a história dos capítulos 12 a 14 precisa seguir como será publicada por causa das interligações com os outros contos. E preciso deixar claro que este é o capítulo do auge. A queda só acontecerá a partir do 13.

[AVISO AOS LEITORES]: Publiquei este capítulo e "Eu, minha esposa e nossos vizinhos – Parte 19" ao mesmo tempo.

CRONOLOGIA: Os eventos narrados aqui vão de 26 de julho de 2025 (sábado) a 28 de julho de 2025 (segunda-feira).

Olá, prezados leitores. Meu nome é Jonas. Sou um professor universitário comum de 46 anos. Essa história é sobre mim e sobre quem vai comer a minha vizinha evangélica, Rebecca.

A Rebecca era a minha vizinha do apartamento do lado, uma advogada evangélica batista. Tinha 29 anos, não me lembro exatamente. Altura mediana, pele clara, feições suaves, olhos castanhos claros que pareciam sempre analisar tudo ao redor. Os cabelos, castanhos claros longos e ondulados. Seu corpo era proporcional. Seios médios, mas firmes, cintura marcada, quadril levemente acentuado. Uma bunda empinada que se destacava em qualquer vestido justo ou calça colada ao corpo. Pernas torneadas, resultado das aulas de pilates e musculação que ela praticava religiosamente.

Ela tinha acabado de se divorciar do seu ex-marido, o “certinho” Maurício, quando eu decidi criar uma nova meta, bem ambiciosa, pra mim. Até o final do ano, eu deveria comer, uma por uma, as mulheres de um grupinho do condomínio apelidado como a turma da academia. Eram elas Alessandra, Larissa, Lorena, Natália, Tatiana, Jéssica, Andréia, Sarah, Carolina, Rebecca, Letícia e Eliana. Por bônus, coloquei a meta de enrabar os cônjuges delas: Rogério, Érico, Maurício, Antônio e Leandro.

Doze mulheres, cinco homens. Cada uma exigia uma abordagem distinta e eu não poderia investir em todas ao mesmo tempo para não chamar atenção e não dispersar meu foco demais. Seria um belo desafio. Todas elas eram jovens, gostosas, inteligentes, bem-sucedidas em suas profissões e idealistas.

No capítulos anterior, consegui o meu primeiro sucesso no meu novo plano ao comer a Lorena no sítio do amigo dela, Rogério, e a Carolina no meu carro, no caminho de volta pra casa.

O nosso capítulo começa na noite daquele mesmo sábado.

Era quase meia-noite. Em nossa cama, eu e a Cinthia estávamos recostados na cabeceira da cama com alguma série de conforto passando ao fundo.

— Como foi seu dia? — perguntei, aproveitando a brecha entre episódios.

— Bem tranquilo, na verdade. Fui ao salão, dei uma enrolada naquele tal de Enéias, que acha que tá me seduzindo. — Ela se permitiu uma risada. — À noite teve o encontro da Confraria das Lobas.

— Lobas?

— Uhum. — Ela virou o rosto pra mim. — Estava conversando com a Odete e outras amigas como eu. Mulheres da nossa idade que gostam de dar em cima de gente mais nova, homens e mulheres.

— Sei. Lobas mesmo.

— Uma delas leu um livro que ressignifica “loba” como uma mulher forte, independente, com amigas, sem culpa.

— E como isso ajudou a criar a tal Confraria?

— Não é óbvio? Nós criamos a Confraria da Lobas pra termos um espaços onde podemos encontrar e confraternizar com mulheres fortes e independentes. E então levar elas pra cama. Nossa ideia era que cada uma convidasse uma gostosa na faixa dos 20 e pouco a 30 pra um jantar, onde venderíamos esse discurso pra seduzir elas e ver quanto tempo levava até aquilo virar uma suruba lésbica.

Sorri. Amava quando ela tinha seus planos maquiavélicos.

— E hoje, alguém se deu bem?

— Acho que só a Odete. Depois do jantar, eu saí com a Letícia e a Alessandra pra um Clube das Mulheres, ver uns go go boys e dar uns tapas numas bundas másculas.

Um nome chamou minha atenção como um erro que ela cometeu.

— Não deveria ter chamado a Letícia. Ela é esperta demais pra cair nesse papo de Lobas — recomendei. — Ela vai enxergar a verdade a quilômetros e fazer corda pra vocês se enforcarem.

A Cinthia deu de ombros.

— E você? — perguntou. — Como foi o dia lá no sítio da família do Rogério?

— Cansativo, mas produtivo — respondi. — Comi duas das gostosas da minha lista.

— Duas? — repetiu, sorrindo. — E você vai me dizer quem?

— Prometi a elas que não te contaria que eu as comi.

A Cinthia mal segurou a risada porque sabia que eu não precisava dizer quem era. Ela podia deduzir sozinha.

— As duas únicas mulheres que foram pro sítio contigo foram a Lorena e a Carolina — disse. — Não é como se você precisasse me dar nomes.

— Não posso confirmar — resumi. — Eu dei a minha palavra que não diria os nomes delas pra você.

Foi nesse momento que ela decidiu aumentar o meu medo e paranoia.

— Você já percebeu que é o maior interesseiro desse prédio? O rei do golpe do baú!

Aquilo me pegou de surpresa. Interesseiro? Essa palavra pressupõe intenção financeira e cálculo material. Eu não queria dinheiro, queria comer mulheres (e homens) gostosas.

— Como assim?

— Jonas, você já comeu quatro das cinco maiores contas correntes do condomínio — respondeu, quase didática.

Fiquei em silêncio, sem entender de onde ela tirou essa suposição maluca.

— Você é muito desatento, Jonas — continuou, com um tom calmo de quem tava esperando eu comer mais alguém antes de fazer revelações. — Se não percebeu o padrão das pessoas com quem andou trepando.

— Então, me elucide.

Ela se ajeitou melhor na cama, pra ter uma vista melhor da minha cara a medida que fosse falando.

— Vamos começar pela Carolina. Você sabe onde ela trabalha, certo?

— Sei. Ela trabalha home-office pra uma empresa holandesa.

— A Carolina é engenheira sênior numa multinacional holandesa — corrigiu Cinthia. — E ainda foi promovida na última viagem a Amsterdã.

— Mas...

— Claro, ela foi sua aluna. Mas isso foi uma década atrás. A carreira, e a carteira, da aprendiz já passaram a do mestre. E muito.

— Fico feliz por ela ser bem-sucedida. Sério. Mas...

— Mas você está esquecendo de uma coisa chamada “conversão”. Em número seco, pra nós, o salário parece normal. Até baixo pra quem precisa pagar este condomínio sozinha. Mas você precisa lembrar que ela ganha em euro e gasta em real. — Ela fez uma pausa fingindo fazer contas. — Eu diria que, convertendo, é como se ela ganhasse algo em torno de 40 mil reais por mês. Às vezes mais.

Por um instante, minha cabeça fez contas de quantos anos eu precisaria trabalhar pra minha carreira progredir o suficiente a ponto de ganhar esse tanto. Impossível. Só com muitos projetos de pesquisa e parcerias...

— Tanta grana assim pra quem mora sozinha e não faz gastos estravagantes, dá margem pra muita aplicação — completou Cinthia. — Imagina o quanto ela tem depois de dois anos de aplicações e poupança.

— Tá. Admito que isso é impressionante. A Carolina é impressionante — murmurei. — Mas como você sabe disso tudo?

— Sou amiga da contadora dela — respondeu Cinthia. — Que é amiga do contador da Lorena e do Rogério.

— A Lorena, eu sei que é empresária — falei, tentando manter o terreno firme. — Não tem como você me pegar desprevenido com ela.

A Cinthia soltou um riso.

— “Empresária” é um termo elegante pra dona e fundadora de uma empresa que fatura mais de 2 milhões de reais por mês. Só a retirada mensal dela equivale ao salário da Carolina.

Eu virei o rosto pro teto.

— Isso eu definitivamente não sabia.

— E tem mais — continuou Cinthia. — Ela é herdeira, filha única. Os pais dela têm sítio, casa de praia, imóveis e contatos. Muitos contatos importantes. O suficiente pra alavancar uma empresa de dois jovens de 20 e poucos anos recém-saídos da faculdade.

— Ei, mas eles não são-

— Não estou dizendo que ela e o Rogério são incompetentes. Muito pelo contrário. O que ouvi sobre ambos pelas minhas fontes foram só elogios como ambos são bons profissionais que ralaram muito pra manter e evoluir a empresa. Mas a base foi na conta da carteira dos pais de ambos e o crescimento inicial foram na conta dos contatinhos.

— Olha, eu não fazia ideia disso — me defendi. — Eu sabia do sítio do Rogério, claro, mas não imaginei que eles fossem nesse nível. E, sinceramente, não estou interessado nas contas correntes das duas, só no corpo delas.

— Calma, querido. Agora é que fica divertido — respondeu Cinthia, com um sorriso que eu não gostei nem um pouco. — O que você sabe sobre as famílias do Antônio e da Letícia?

— Quase nada. São de outro estado. Pessoas normais. Não têm cara de milionários. São gente como a gente.

Ela segurou o riso.

— Quantas pessoas normais conseguem manter um filho morando sozinho num condomínio caríssimo como o nosso, em outro estado, e ainda dar um carro do ano?

Meu estômago deu um leve aperto.

— Quando você coloca assim...

— Era óbvio pra qualquer um que parasse pra pensar por cinco minutos — disse ela. — Mas eles agem tão normalmente que ninguém repara. Mas depois da suruba no motel, eu decidi investigar.

Aquilo soou perigosamente sério.

— O Antônio vem de uma família antiquíssima de usineiros da Paraíba. São tipo uma aristocracia regional. Milionários e politicamente influentes.

Eu senti o sangue gelar.

— Você está brincando.

— Não duvidaria nada se a família dele fosse um ramo colateral distante do dono de alguma das capitanias hereditárias — completou.

— Não pode ser...

— Uma família bem tradicional. Aposto que eles têm uma visão bem conservadora e patriarcal. Imagina quando eles descobrirem que você enrabou várias vezes o querido filho deles.

Ai meu Deus...

— Eu juro que não sabia disso! — falei rápido, o coração acelerando. — Nunca passou pela minha cabeça!

Ela não me deu tempo de respirar. Pegou o tablet e me mostrou um print de uma coluna social de um jornal de grande circulação paraibano.

— Dá uma olhada neste belo casal. — Mostrou uma foto de Antônio e Letícia em roupas de gala. — Levei semanas procurando nas colunas sociais até que decidi ser esperta e focar em eventos que eles fossem obrigados a voltar pra casa. Esta foto foi tirada no casamento da irmã do Antônio com um deputado ano passado, na época da greve.

— Mas... Eu...

— Oh, o meu querido esposo Robin Hood do sexo. Vingando os pobres ao sodomizar a próxima geração da elite nacional...

— Peraí, a Letícia também é...

— A Letícia não fica muito atrás. A família não é tão antiga, mas é tão ou mais rica. Donos de construtoras, imóveis, hospitais e escolas em Belo Horizonte. Ela tem tios-avôs, tios e primos que são juízes, desembargadores ou tem um cargo bem graúdo no governo mineira. Estão entrando na política aos poucos, coisa simples. Tem um tio que era suplente de senador e agora é deputado federal e um primo que é deputado estadual.

Minha boca ficou seca.

— Do jeito que ela gosta de ser na dela, faz todo sentido morar quase escondida aqui. Se ela estivesse em Minas Gerais agora, sairia todo mês nas colunas sociais com uma nota sobre “uma das solteiras mais disputadas da elite mineira”.

— Eu não fazia ideia... — murmurei, quase pra mim mesmo.

— E o que você acha que a família dela vai fazer quando souber que a princesinha deles foi usada como sua putinha particular durante uma semana inteira?

— Eu não fiz ela de putinha! Foi um acordo entre iguais! Ela disse que me vê como ex-namorado! — falei, já sem conseguir disfarçar o pânico. — Eu não sabia de nada disso! Juro que não sou interesseiro! Eu só comi eles porque eram dois gostosos! E eles quiseram! Eu não quero um centavo de ninguém!

Minha mente já projetava cenários em que eu era capado. Ou eles faziam um acordo pra uma família arrancar o pau e a outra, as bolas.

— Eu posso ser muitas coisas, mas não interesseiro!

A Cinthia caiu na gargalhada.

— Fica tranquilo, Jonas — disse, ainda divertida. — Se alguém te capar, vai ser uma das doze gostosas da academia. Eu apostaria na Jéssica. É que tem mais proficiência em instrumentos cortantes...

Aquilo não me tranquilizou nem um pouco.

Tentei ignorar isso e dormir o melhor que podia. Acordei no domingo, um pouco melhor. Minha mente estava pensando apenas nas duas gostosas que tinha comido no dia anterior. A vida, quando bem planejada e administrada, podia ser surpreendentemente generosa.

Dei uma saída pra comprar pão fresquinho, encontrando o seu Geraldo na portaria e o Antônio no elevador. Quando voltei ao apartamento, todo mundo já estava acordado.

Deixei os pães na mesa e fui pro quarto tirarmos o tênis que usou na caminhada até a portaria. Aproveitei pra dar uma checada no meu celular, que estava carregando. Mensagens das duas, em suas conversas privadas.

[LORENA]: “Bom dia <emoticon de beijo>”

[LORENA]: “Consegue passar aqui hoje cedo? Depois das 8h30?”

[LORENA]: “Vem pela escada. Melhor ninguém ver. A porta vai estar aberta.”

Sorri sozinho ao ler isso.

[JONAS]: “Estarei aí. Ninguém vai me ver.”

Depois dela, fui ler as mensagens da Carolina.

[CAROLINA]: “Bom dia...”

[CAROLINA]: “A gente transou mesmo?!? <emoticon de macaquinho fechando os olhos>”

[CAROLINA]: “Não conta pra ninguém! <emoticon de macaquinho fechando os olhos>”

[JONAS]: “É o nosso segredo. <emoticon de beijo>”

[JONAS]: “Mas não esqueça que você prometeu seu cuzinho.”

[JONAS]: “Te vejo de noite. <emoticon de beijo>”

Bloqueei o celular e voltei à mesa, como se nada tivesse acontecido.

A Rebecca estava sentada à mesa da cozinha, com uma caneca nas mãos e um ar de quem tinha passado metade da madrugada acordada. Mesmo assim, apesar do rosto indicar que não dormira direito, ainda transmitia serenidade. O seu Raimundo estava sentada ao lado dela, animado como sempre. A Cinthia começava a comer seu pão com manteiga.

Me sentei com eles. A Rebecca levantou os olhos pra mim e sorriu de leve, me olhando nos olhos. Embora todos parecessem os mesmos de sempre, eu me sentia deslocado aquela manhã. Nem me importava com as conversas de Raimundo e Rebecca, sempre cheias de chamego entre ambos. Era curioso, mas a Rebecca já tinha passado tanto tempo no nosso apartamento nos últimos meses que era como uma real membra da nossa família.

Embora eu tivesse a sensação de que tanto Cinthia quanto o Raimundo quisessem estreitar mais os laços com ela.

Algum tempo depois, pontualmente às 8h30, saí do apartamento rumo às escadarias até o andar onde moravam Rogério, Jéssica e Lorena. Observei com cautela que ninguém estava nos corredores, portas fechadas. Então, fui reto pro apartamento da Lorena, cuja porta estava entreaberta.

Não estava preparado pra visão à minha frente.

A Lorena estava de costas pra mim e pra porta, diante do fogão. Vestia um baby-doll claro, leve demais para esconder qualquer coisa. O tecido escorria pelo corpo dela como se tivesse sido feito apenas para sugerir, não para cobrir. As alças finas deixavam os ombros à mostra, e o tecido marcava a curva da cintura, descendo solto sobre as coxas fortes. Notava uma calcinha, mas não sutiã. As pernas nuas e firmes. O cabelo estava solto, caindo pelas costas. Não precisava ver o rosto para saber que ela estava sorrindo.

Fechei a porta devagar, o que a fez virar a cabeça.

— Bom dia — disse, desligando o fogão, mas ainda de olho na comida. — Te chamei pra um café da manhã e conversarmos um pouco sobre ontem.

Me aproximei sem responder. Observei cada detalhe daquele corpo como se estivesse gravando uma imagem para usar depois. A visão da silhueta daquela bundinha entrevista pelo baby-doll foi o suficiente pra fazer meu pau dar sinais de vida.

Quando cheguei perto o suficiente, abracei ela pela sua cintura, endireitando seu corpo na minha frente. O meu cacete encaixou na sua bundinha, o que fez ela forçar o corpo para trás empinando.

— Jonas!

Subi uma mão, alisando sua barriga, seus seios e cheguei no pescoço. Puxei seu rosto para mim e falei olhando nos seus olhos:

— Antes de qualquer coisa, a gente tem assuntos inacabados de ontem.

Ela não respondeu. Apenas me encarou por um segundo longo demais, avaliando até onde eu iria. Depois, fechou os olhos.

Beijei-a devagar, sem pressa, sentindo a resposta imediata do corpo dela contra o meu. Enfiei a minha língua entre os seus lábios e logo estávamos com as línguas se entrelaçando.

Ela começou a rebolar lentamente no meu pau. Eu já estava com uma mão apertando seus seios e a outra alisando sua bucetinha por cima do baby-doll. Ficamos assim até ela se virar pra mim e me envolver com seus braços.

Sem pararmos de nos beijar, fui a conduzindo em direção à mesa. Sentei-a na mesa e, sem tirar minha boca da dela, levantei o seu baby-doll até deixar sua calcinha visível. Enquanto nos amassávamos, puxei sua calcinha de uma vez, descobrindo sua bucetinha raspada.

Forcei o seu corpo para trás, fazendo-a deitar de costas na mesa. E aproveitei pra descer por seu corpo, beijando-o por cima do baby-doll, até chegar à sua bucetinha, que cheirinho gostoso.

Ela não falava nada, apenas gemia e tentava se controlar. Estava com tanto tesão quanto eu. Afastei suas pernas, comecei a beijar a sua bucetinha raspada, lambendo pela abertura úmida e forçando a minha língua lentamente entre seus lábios vaginais. Eu chupava, lambia, beijava aquela bucetinha toda.

— Eu posso fazer isso o dia todo... — gabei-me.

— Então faz, caralho! Hoje é domingo!

Com esse incentivo, continuei chupando, lambendo, beijando e mordiscando. Não pensava em mais nada, só em devorar aquela bucetinha. Foi quando me percebi interrompido por um súbito aperto de coxas e um grito enlouquecedor misturado com uma respiração ofegante.

A Lorena estava gozando.

E, meu deus, que coxas fortes que ela tinha! Ela e a Letícia podiam quebrar melancias nas coxas!

Recuperei o fôlego e fui bebendo todo o gozo dela. Suas coxas afrouxaram, me deixando respirar. Segurei suas ancas com as duas mãos e enfiei a minha língua até onde pude dentro da sua bucetinha pra beber tudo.

Esperei ela recuperar o fôlego deitada na mesa por um minuto. Ela me encarou meio que pensativa. Sabia o que iria acontecer. Tirei a bermuda e a cueca, exibindo o meu cacete em riste. Ele já estava duro e querendo se libertar da cueca desde o começo da chupada.

Abri mais as pernas dela, encostei o caralho na portinha da buceta e fui forçando a entrada. Ela travou as mãos na superfície da mesa e foi relaxando, me deixando entrar em sua bucetinha apertada. Senti as paredes da buceta consumindo o meu caralho. Estava metendo vagarosamente para saborear cada segundo daquela penetração. Conquistando-a cm a cm. Bem que eu queria tirar uma foto do meu cacete sumindo gradativamente dentro daquela buceta apertada até demais.

— Isso! Vai!

— Tá gostando, minha putinha.

— Cala a boca e mete logo de uma vez, filho da puta!

Uma vez que enfiei até o talo, esperei um pouquinho pra ela se acostumar com o meu caralho e comecei a acelerar. Segurava a Lorena pelas ancas e mandava ver. Ela puxou as pernas pra cima da mesa, ficando de frango assado. Isso me permitiu ter uma visão do paraíso, vendo aquela bucetinha arreganhada recebendo o meu cacete. Passei a socar mais e mais forte.

A Lorena se contorcia na mesa, enquanto eu dava estocadas. Se eu estava sentindo que tava perto de gozar, tinha certeza de que o orgasmo dela estava quase lá também.

— Eu vou encher sua buceta de porra, minha putinha!

Eu metia nela de novo e de novo. O orgasmo da Lorena veio em pouco tempo. Conforme ela começou a gozar, fui sentindo a buceta dela tendo contrações com o meu pau dentro. Continuei socando porque também estava quase lá.

— Eu sei o que você quer fazer, seu... — iniciou Lorena, ofegante.

Não aguentei mais e comecei a jorrar dentro dela. Cada jato de porra do meu pau misturavam nossos sucos dentro da sua bucetinha. Devem ter sido uns cinco ou seis jatos fortes de porra na buceta dela, sentia o líquido procurando sair pelos lados da buceta.

— Não era pra ter gozado dentro, seu filho da puta! Você é maluco?

Tirei o cacete da buceta após terminar de esporrar tudo e me abaixei pra olhar aquele lindo suco com nossos gozos misturadas, escorrendo da sua bucetinha e perigando cair na mesa.

— Deixa que eu resolvo isso é agora!

Meti a cara entre as suas pernas e comecei a chupar a sua bucetinha gozada. Bebia tudo como se fosse a coisa mais deliciosa do mundo. Ela gemia e mandava eu beber mais. Eu ia lambendo e engolindo todo o líquido da buceta dela, limpando tudinho. Ela segurava minha cabeça e empurrava com seu ventre.

Eu lambia tudinho, sugando com vontade, enquanto a Lorena não soltava a minha cabeça, forçando-a mais e mais contra a sua buceta dela. Depois de um tempo chupando tudinho, quando senti que já tinha dado uma geral no que tinha melado da buceta dela mas continuei a sugar, ela começou a ter mais um orgasmo na minha boca. Aproveitei pra sugar mais esse tanto que saía.

Quando terminei o serviço, me ergui e segurando-a pelo braço, a ajudei a se levantar da mesa.

— Como se sentiu bebendo nossos filhos? — perguntou Lorena, me deixando surpreso e mudo. — Ok. Essa foi pesada demais.

Assenti.

— Mas não devia ter gozado dentro. Ou devia ter perguntado antes. Eu não tomo pílula e agora vou ter que ir na farmácia mais tarde. Seu idiota.

— Isso não vai se repetir — disse, sem muita sinceridade.

— Não vai se repetir porque eu não vou deixar — disse, apontando pra mesa. — Agora você vai limpar isso tudo. Tem álcool e desinfetante na dispensa. Quero isso limpíssimo. Depois vai servir o café que tá na mesa. Agora, eu preciso tomar um banho e me limpar.

— Tudo bem.

Ela saiu andando em direção ao banheiro, ainda resmungando coisas que fingi não ouvir. Fui fazer minha parte, peguei pano e produtos de limpeza e limpei a mesa com o zelo de quem estava empolgado por ter gozado tão cedo. Quando terminei, fui até o fogão. Peguei o que ela tinha feito de café da manhã e servi dois pratos.

A Lorena voltou do banho com o cabelo molhado e uma roupa bem caseira e sentou à mesa sem falar nada. Começamos a comer.

Na primeira mordida, quase quis cuspir aquele troço. Era uma das piores comidas que já tinha tido o desprazer de colocar na boca, parecia estragada e em decomposição. O pão parecia borracha úmida e o ovo tinha uma textura indefinida. E não sei como explicar o café. Ela tinha uma cafeteira, mas o café estava aguado, amargo e queimado ao mesmo tempo.

Tentei manter o rosto neutro porque queria comer aquela buceta mais vezes. Fechei os olhos tentei mastigar e engolir tão rápido quanto achava que era capaz de enganar o paladar.

— Tá ruim, né? — perguntou ela.

— Diferente...

Ela estava rindo como se tivesse feito de propósito.

— Eu sou péssima de cozinha. Sempre tomo café da manhã na casa do Rogério e da Jéssica. Mas hoje, por sua causa, tive que fazer.

Por minha causa. Claro.

— Imagino — respondi, num tom compreensivo demais para a dor que meu paladar sentia. — Eles devem cozinhar bem.

— O Rogério é perfeito. Ele poderia ser um chef de cozinha.

Assenti, tomando outro gole do café horrível.

— Olha, eu estava quieta na minha e você que veio querer me comer. O mínimo que você deveria fazer é aceitar todos os meus lados.

— Eu aceito. Só acho que posso te ensinar a fazer um café da manhã decente.

— Pessoas melhores que você já tentaram.

— Posso tentar.

Ela riu, debochada.

— Você não tem cara de quem saberia me ensinar nem a fritar um ovo.

Eu não ia deixar aquele deboche passar barato.

Quase três horas depois, nós dois ainda estávamos na primeira aula: ovos fritos e mexidos.

— Não é pra sair na porrada com ele — disse eu, observando a Lorena massacrar o ovo com o garfo.

— Eu gosto assim.

— Não existe “gosto assim” com ovo mexido, Lorena. Existe certo e errado.

Ela revirou os olhos.

O primeiro saiu borrachudo. O segundo, cru demais. O terceiro grudou inteiro na frigideira.

— Tá vendo? — disse ela, conformada. — Não adianta.

— Calma — respondi, com a paciência de quem já tinha aceitado como objetivo de vida ensinar essa mulher o básico da culinária que a permitisse sobreviver sozinha sem iFood. — Cozinhar é método.

A minha raiva era o fato dela não ser uma aluna relapsa ou desinteressada. Ela tava levando aquilo a sério. Só era totalmente desprovida de talento em frente a um fogão. Se ela não tivesse nem aí, seria fácil deixar pra lá. Mas os alunos que se esforçavam eram os únicos que eu realmente respeitava.

Passamos pra uma panqueca improvisada com o que tinha na geladeira. Faltavam ingredientes, mas nela sobrava vontade. Ela esqueceu o sal. Depois colocou sal demais. Depois confundiu fermento com açúcar.

— Isso aqui vai matar alguém — sentenciei, entre a frustração e a vontade de rir.

— Você é chato.

— Sou exigente.

No fim da terceira hora, perto do almoço, ela tinha feito uma versão de ovo mexido e uma de panqueca que era visualmente aceitáveis e com o gosto quase razoável. Eu estava no limite das minhas forças, a Lorena estava feliz como se pudesse continuar aquilo pelo dia todo. Ela provou e fez uma careta contida.

— Tá melhor.

— Eu disse. Quase razoável é uma grande vitória.

Tá, eu exagerei com o “grande”, mas era alguma vitória, convenhamos. Ela só deu uma risada.

Depois disso, ficamos um tempo em silêncio. A Lorena me olhava como se eu fosse uma compra por impulso que ela ainda estava decidindo se valia a pena manter. Se eu não tomasse nenhuma atitude, aquele seria o final do nosso relacionamento.

— E aí, pronta pro round 2?

— Não — respondeu sem hesitar.

Ela era muito direta. Isso era fascinante e assustador ao mesmo tempo.

— Eu queria terminar o que começamos ontem, só isso — continuou, com voz serena. — E terminamos. Obrigada pela aula de culinária, de verdade. Mas já finalizamos o que eu tava interessada. Você já pode ir. Mas, se quiser, pode tomar um banho antes.

Como alguém conseguia me irritar e me divertir ao mesmo tempo?

— Engraçado você falar isso — retruquei. — Porque, se não me falha a memória, a gente fez uma aposta. Que eu ganhei.

Ela suspirou, já sabendo onde eu queria chegar.

— Jonas...

— Se eu conseguisse meter dentro de você, você viraria minha putinha particular enquanto estivesse solteira.

Ela me encarou totalmente sem humor.

— Você tá abusando da sorte. É melhor ir embora enquanto ainda tá ganhando.

Eu já ia perder de qualquer maneira. Resolvi tentar o tudo ou nada, com uma carta que tinha na manga desde que comecei a observar e estudar a Lorena.

— Você não é só uma fã de sexo casual e pronto — falei, com cuidado. — Tem alguma coisa aí. Algum segredo. Alguma coisa que te deixa distante de qualquer cara que chega perto demais.

Ela me encarou de novo, mais séria.

— É uma péssima ideia tentar me analisar. Mas, se quiser, pode perguntar direto. — Fez uma pausa. — Só não diga depois que eu não avisei. Você vai se arrepender.

— Tem alguma coisa que você quer em um homem, mas não tem achado em nenhum há um bom tempo — comecei. — Ao mesmo tempo, você não está procurando isso. Está em paz com a solteirice. Mas é algo que, caso o destino te fizesse encontrar alguém com essa coisa, você iria amar. O que seria essa característica? Esse elemento que você quer num homem?

Ela demorou a responder. Suspirou e decidiu admitir.

— Eu quero um namorado que vá comigo nos programas que eu realmente gosto de fazer. Programas que eu não quero mais fazer sozinha.

Minha cabeça trabalhou rápido analisando tudo que sabia sobre a Lorena. Ela não tinha cara de quem curtia jantares ou cinemas. Imaginei praias, barzinhos, viagens de impulso mal planejadas, coisas que exigiam disposição e presença. Aquelas coisas que a maioria dos homens largavam na segunda tentativa.

— Posso ir com você nesses programas — falei.

Ela riu.

— Você não sobreviveria.

Aquele desdém me tirou do sério.

— Então vamos apostar — disse. — Eu tenho até o seu aniversário pra provar que eu posso ir e sobreviver a todos os programas que você quiser fazer. Todos. Tem a minha palavra. E enquanto estivermos nisso, a gente continua sendo amigos coloridos.

Ela me olhou com atenção.

— Isso seria um namorado — disse. — Não um amigo colorido.

Balancei a cabeça.

— Não me importo com rótulos. Pode me chamar de amigo colorido, ficante, namorado, amante, o que quiser. A única coisa que você tem que ter em mente é que, no final, lá no final, vou voltar pra Cinthia.

Ela fez um gesto com a mão, dispensando.

— Por que não deixa isso pra lá? A gente pode dar mais uma trepadinha hoje à tarde e pronto, você volta logo pra Cinthia. Não precisa bancar o louco de querer se aventurar comigo.

— Eu não tenho medo das coisas que você gosta. Posso fazer todos os programas que você quiser contigo — respondi. — E dou minha palavra que vou dar o meu melhor em todos.

Ela estreitou os olhos.

— É sério?

— Eu juro.

A Lorena ficou me encarando em silêncio, depois respirou fundo.

— Tá. Eu aceito. Mas com três condições: Ninguém pode saber. Você pode desistir a qualquer momento. E eu posso te chutar pra fora a qualquer momento, se conhecer alguém ou perceber que você não aguenta o tranco.

Assenti sem pensar duas vezes pras três condições.

— Aceito.

Eu sabia que aguentaria, nem que fosse fingindo.

— Então vem.

Nos beijamos de novo, enquanto ela me puxava pela mão em direção ao quarto. Enquanto os dois se pegavam, um ia tirando a roupa do outro na pressa até os dois ficarem peladões.

A Lorena tinha um corpo atleticamente gostoso. Ela era magra e bronzeada. Tinha os seios médios e firmes, com mamilos escuros bem grandes e bicos bem salientes apontando para frente. Sua bucetinha rosada era apertadinha e totalmente depilada. Sua barriga era tanquinho e suas coxas bem torneadas.

Nos beijamos com vontade e ela já foi alisando o meu pau e descendo até ele. Depois de dois orgasmos com chupadas, era a vez dela chupar a minha rola. E ela não se fez de rogada.

Ela começou devagar, mas aos poucos sua boquinha foi avançando sobre o meu cacete. Quando dei por mim, ela já estava enfiando quase todo o meu pau na sua boca. Sempre lentamente, com carinho. Fiz menção de segurar sua cabeça pra fazer me engolir inteiro, mas bloqueou com um braço.

— Eu que mando nesse caralho! — disse. — Ou mordo ele pra arrancar!

Deixei ela fazer do jeito dela, até porque estava no céu dos boquetes. Ela lambia minhas bolas, chupava da base até a chapeleta e depois o engolia todo com certa facilidade. Eu podia passar a vida recebendo esse boquete dela.

— Quer que eu pare, Jonas?

— Nunca.

Ela passou a me punhetar simultaneamente enquanto chupava as minhas bolas. Lambia da base do talo até a cabeça. Eu estava me controlando pra não gozar, quando ela parou do nada.

— Sua vez!

Aquilo era um golpe no ego. A Lorena fazia questão que eu entendesse que ela tava “pegando leve” e que, se ela quisesse acabar a diversão, eu não duraria um minuto. Seria um minuto no paraíso, pelo menos.

Peguei-a pelos braços e a deitei na cama. Me coloquei por cima dela e passei a beijar seu corpinho. Fui descendo do pescoço, chupando muito seus peitinhos divinos, mordiscando aqueles mamilos durinhos, descendo pela barriguinha tanquinho até chegar na sua bucetinha.

Brinquei um pouco com suas coxas torneadas, beijando e chupando bem gostoso antes de partir pra sua grutinha. Nessa altura, já sabia o que ela gostava ou não no oral. Lambi toda a bucetinha enquanto me acabava devorando seu clitóris.

Com uma das mãos, passeava pelo corpo, ouvindo seus gemidos e sentindo ela se contorcer. Brincava com seus seios, apalpando e apertando com vontade. Ela se contorcia e, em espasmos, gozou deliciosamente mais uma vez na minha boca.

Diminui o ritmo das lambidas, para que a Lorena se recompusesse e fui apontando a minha rola pra sua buceta. Nisso, ela apontou pro criado-mudo e mandou eu abrir a gaveta de baixo. Tinha algumas camisinhas lá.

— Bota uma!

— É sério?

— Ou bota uma camisinha ou acaba tudo agora!

Percebi imediatamente que sempre fui fã de camisinha e vesti o preservativo. Posicionei o meu pau encapado na entrada da sua bucetinha e fiquei alisando e esfregando a cabeça.

— Você é minha putinha?

Permanecia só brincar de esfregar na entrada.

— Não, seu filho da puta!

Continuei só alisando.

— Só vou meter se disser que é a minha putinha.

Continuei pincelando o meu pau na sua bucetinha até ela quase enlouquecer.

— Mete! Mete logo na sua putinha! Enfia esse caralho, filho da puta!

Ouvindo um pedido tão gentil, fui enfiando a minha rola em sua bucetinha, que deslizou gostosamente para dentro. Eu metia sem pressa, curtindo aquela mulher, gostosa demais, umas dez vezes mais areia que o meu caminhão. Mas eu tava num ano de sorte.

Ela ia gemendo e se contorcendo com a minha rola dentro dela. Coloquei suas pernas sobre meus ombros e fui metendo tudo para dentro, com força e calma. Isso a deixava doida. Ela não parava de me xingar de idiota, canalha e filho da puta.

Continuei metendo ao som daqueles xingamentos e retrucando que ela era minha putinha particular e ia comer ela como bem quisesse pelas próximas duas semanas. Era um duelo de xingamentos, porque eu sentia a pressão da bucetinha dela quando a xingava de “putinha particular que eu ia encoleirar” e ela sentia meu pau dando pulinhos quando dizia que eu era “um corno filho da puta, soca fofo que ela dava por pena”.

Mudamos de posição de novo, a coloquei de quatro e passei a socar por trás por trás. Quase tive um troço vendo aquela bundinha linha e empinada.

Era um bumbum de tamanho médio, arredondado, alto e firme, com curvas suaves e um formato de pera discreta. Mais atlético do que volumoso. A Lorena definitivamente era uma esportista. Se tinha alguma flacidez e celulite, eu não reparei e nem quis reparar. Era perfeito.

Meu pau pulsava animado com aquela visão. Logo, passei a apertar e a beijar sua bunda. Das nádegas, fui chegando ao cuzinho. A Lorena se contorcia de tesão enquanto eu beijava seu cuzinho.

Depois de acariciar sua bunda, voltei a encaixar o pau na bucetinha e socar com vontade. Mas não parava de ver como sua bundinha atlética reagia ao ritmo das minhas metidas. Segurei ela pela cintura e continuei a meter buceta adentro, sem tirar os olhos daquela bunda empinada para mim. Decidi que aquele cuzinho tinha que ser meu.

Tirei o pau da bucetinha e bati nas suas nádegas. Fui encostando a cabeça da pica no cuzinho, o que fez a Lorena reagir imediatamente.

— Não! Aí, não! Pode ir parando!

— Eu gosto de um cuzinho e a sua bundinha é linda demais pra eu não desejar!

— Tá maluco? Eu Nunca dei o cu!

— Jura que se guardou esse tempo todo para mim?

Ficava alternando entre socar na buceta da Lorena até ela pedir por mais e gemer alto. Aos poucos, fui enfiando um dedo melado naquele cuzinho. Eu socava com vontade e cuspia mais dentro do cuzinho. Aos poucos, ela foi relaxando um pouco mais. E passei a enfiar o segundo dedo naquele buraco incrivelmente apertado.

Aos poucos, ela parecia ir ceder, relaxando a pressão e se acostumando com meus dedos. Continuei a socar, deixando-a a beira do gozo. Então, tirei o meu cacete de dentro da bucetinha e voltei a pressionar a entrada do cuzinho. A Lorena não disse nada, apenas se arrepiou toda. Percebi que ela estava se posicionando melhor. Era a minha chance.

— Relaxa, Lorena. Eu já comi muito cuzinho. Sei como fazer. Vou bem devagar.

— Sei...

— Deve incomodar no começo, mas...

— Que papo furado!

— Se doer, eu paro!

— Todos dizem a mesma coisa!

— Vamos, pelo menos, tentar...

O meu pau estava encostado na entradinha do cuzinho dela. Fui pressionando cada vez mais. Aos poucos, a cabeça do meu pau foi encaixando e tentando abrindo caminho. A dificuldade era grande, pois o cuzinho estava muito apertado. O cuzinho dela realmente era virgem.

Ela ainda estava tensa.

— Relaxa para eu poder entrar, Lorena...

Segurei suas mãos com as minhas e elas entrelaçaram. Assim, nessa impressão de união, ganhei a confiança dela. Ela relaxou e pude sentir que a resistência da bunda cedendo. Estava sentindo a cabeça entrar. Aquele cuzinho virgem ia ser meu!

Neste momento, o celular da Lorena começou a tocar no criado-mudo. Acabamos nos recompondo por um momento pra que ela pudesse atender. Era o Rogério.

— Oi. Ah, não fui hoje porque acordei tarde

Eu olhava pra ela em pé ao lado da cama um tanto frustrado. Sabia que tinha perdido minha grande chance de comer aquele rabinho.

— Estou meio ocupada hoje... Humrum... Humrum... Que tal chamar o Carlos? Ele conhece ela bem e vai poder ajudar a escolher presente... Humrum... Certo... Até mais. Beijos.

Ela desligou o celular e, pelo seu olhar, notei que tinha perdido mesmo minha chance. Ela me empurrou contra a cama, me deitando e deixando meu caralho em riste. Então, montou sobre mim e se sentou no meu cacete, atolando toda nele. De frente para mim, ela me cavalgou como uma verdadeira amazona.

— Vou fazer de um jeito que você vai gostar!

Ela foi acelerando e quicando sobre o meu pau. Ela cada sentada que eu tinha medo de sair de lá igual ao Maurício, morte por snu-snu. Ela tava querendo resolver aquilo logo e não consegui segurar por muito tempo. Anunciei que ia gozar.

— Pois goza, seu filho da puta!

Claro que ela dizer isso, eu tava de camisinha desta vez. Não demorou segundo e estava a enchendo com a minha porra pela segunda vez naquele dia. Ela continuei cavalgando, num ritmo menor, até que a minha rola amoleceu dentro dela.

Depois que tudo terminou, eu fiquei alguns segundos de olhos fechados, sentindo o corpo relaxar. A cama da Lorena era macia e quente, tentadora demais pra não querer continuar lá. Virei de lado e apaguei. A última vaga lembrança que tive antes de cair de vez no sono foi da Lorena apontando o celular na minha direção.

Quando acordei, era quase 14h30. Por um segundo, levei aquele susto de quem dormiu mais do que devia. Depois lembrei onde estava e como vim parar ali. Alcancei o celular no criado-mudo e percebi que tinham novas mensagens.

[CAROLINA]: “Oi <emoticon de beijo>”

[CAROLINA]: “Jantar hoje, 19h, no La Maison Ristorante. Sem falta.”

[CAROLINA]: <localização do restaurante>

[CAROLINA]: “Vá de Uber. A gente se encontra lá e volta no meu carro juntos.”

[JONAS]: “Perfeito. Estarei lá.”

[CAROLINA]: “Vá de Uber ou 99.”

[CAROLINA]: “Não é uma sugestão. É uma ordem.”

[JONAS]: “Tudo bem.”

A Lorena apareceu na porta, vestindo uma camiseta larga.

— Achei que você tinha morrido — disse, brincando.

— Eu precisava dormir um pouco — respondi, a voz ainda rouca. — Foi uma manhã longa.

— Ainda bem que você não ronca — continuou. — Tive que fazer sala por uma amiga por meia-hora e, se você roncasse ou saísse do quarto enquanto ela tava aqui, seria uma confusão daquelas.

— Amiga? — ainda zonzo de sono. E se fosse a Carolina? Eu tava fodido!

— Quer comer alguma coisa? Tem biscoitos, pães, frutas e coisas que eu não cozinhei.

Assenti pra Lorena e fui ao banheiro, onde lavei e enxuguei o rosto e as mãos. Depois, fui pra sem me vestir. Enquanto ia abrindo a geladeira, a Lorena perguntou:

— Vai querer comer o quê?

— Sua buceta.

— Tô falando sério, desgraçado.

Respondi chegando por trás, encostando meu pau entre as bandas das nádegas dela e apalpando os seus peitinhos.

— Primeiro, sua buceta. Depois, o lanche.

Ela me lançou um sorriso meio sacana e, me xingando de idiota, me deu um beijo daqueles. O beijo foi esquentando e logo eu estava encostando ela na bancada da cozinha e me abaixei entre as suas pernas pra chupar aquela bucetinha apertadinha.

Chupei-a por uns minutinhos até sentir, pelas pernas bambas, que ela tinha gozado de novo. Suguei um pouquinho, levantei, dei mais um beijo na boca e um tapinha na bunda dela.

— Não esquece que essa bunda também é minha agora! — provoquei.

— Tenta e eu arranco teu pau fora.

Ela mandou eu ir lavar as mãos e o rosto de novo enquanto ela tirava a comida da geladeira. Foi um bom lanche. Sanduíche de queijo e suco de laranja natural. Deu pra repor as energias enquanto conversávamos sem sem pressa. Me ofereci para lavar a louça e, quando terminei, voltamos pro quarto.

Ela me jogou na cama, me deitando e voltou a me mamar, enquanto pegava mais uma camisinha pra encapar o meu cacete. Então, sem demorar muito, ela sentou no meu pau e começou a quicar e a gemer.

Ela era uma verdadeira amazona, cavalgando e rebolando sem piedade. Era cada quicada que eu ficava sem fôlego. Eu sabia que estava em condições piores, então decidi socar naquela buceta com tudo o que eu tinha até não aguentar mais. A gente foi fodendo pesado, a cama tremia, os dois gemiam alto.

No auge, dei um tapa bem sonoro naquela bundinha atlética da Lorena, meti uma estocada forte, com meu pau entrando até o talo, e urrei com vontade. Ela até pensou que eu ia gozar na hora. Mas eu estava me concentrando ao máximo pra comer ela de tudo quanto é jeito. Aquela podia ser minha última oportunidade.

Continuamos assim pelo tempo que consegui suportar. Sempre que chegava perto de gozar, trocava outra vez a posição. Queria aproveitar aquela situação ao máximo porque sabia que ela podia mudar de ideia amanhã, quando lembrasse que “casado em relacionamento aberto com permissão da esposa é solteiro” não é uma justificativa das mais fortes.

Comi ela de quatro, comi ela de frango assado na beira da cama, comi ela de todos os jeitos possíveis. Depois de tanta meteção, eu corpo já estava cansado, queria gozar e descansar por horas. Mas ela? Ela parecia que poderia aguentar o dia e a noite toda.

Coloquei ela de frango assado, só que de ladinho e fiquei de pé na beira da cama. Voltei a foder aquela bucetinha, socando o mais forte que eu podia.

— Fode mais, Jonas! Fode, seu filho da puta!

Senti que não ia resistir mais e iria gozar. Tirei o cacete de dentro da Lorena, a puxei pra mim e a coloquei ajoelhada no chão. Continuei em pé na beira da cama e mandei que esperasse. Ela obedeceu. Bati uma punheta bem rápida. Queria terminar com chave de ouro a transformação da certinha Lorena em uma devassa.

— Com esta porra, eu te batizo como a minha putinha particular!

A primeira jatada de porra chegou a entrar na boquinha dela, mas as outras pegaram no nariz, num dos olhos e nas bochechas. E ela ignorou minha fala solene.

— Este é um vínculo eterno nos unindo, mesmo depois que terminarmos.

Ela ignorou mais uma vez, como se eu tivesse falando qualquer besteira que as pessoas dizem quando gozam. Mas o que ela estava fazendo quase me fez gozar de novo. A Lorena puxava toda a porra da sua cara com o meu pau e um dedo e a levava até sua boca, chupando tanto a porra quando o cacete meia-bomba. Passava a cabeça em seu nariz, no queixo e trazia de volta à boquinha.

— Isso, engole tudinho, Lorena — ordenei, como se ela tivesse prestando atenção em mim.

Ela engolia tudo em silêncio até o seu rosto e o meu pau ficarem quase totalmente limpos. Já eu caí pra trás na cama, arfando de cansado e completamente exausto.

Era por volta de 16h30 quando ela resolveu me cutucar. Eu tinha cochilado mais uma vez.

— Você precisa ir — falou. — Tá tarde.

Olhei pro relógio e imediatamente concordei com ela. Com sua permissão, fui ao banheiro me limpar e lavei as partes. Seria complicado se me visse no caminho de casa com banho tomado.

— Amanhã, você quer fazer algum programa? — perguntei, depois de sair do banheiro.

— Não. Amanhã à noite, nós já temos a reunião com a Carolina, pra terminar a apresentação pro clube do livro. Você esqueceu?

— Não esqueci, mas vai que você quisesse algo antes ou depois — respondi. — Tenho que estar à sua disposição e isso significa conciliar agendas.

Nos despedimos com um beijo rápido de boca. Saí do apartamento tentando ser discreto, mas bati a porta um pouco mais forte do que gostaria. Caminhei rápido até o elevador que, por sorte, chegou quase imediatamente. Ninguém me viu sair daquele andar, embora notasse uma porta querendo abrir.

O sono no apartamento da Lorena foi providencial. Com o tempo que tive, deu pra tomar uma ducha boa, daquelas que some o perfume da outra, me arrumar bem e, seguindo a instrução da Carolina, pegar um Uber até o restaurante. Pelo horário e trânsito, levei quase um bom tempo pra chegar.

Mesmo sendo um restaurante quase do outro lado da cidade, escolhi uma mesa mais discreta. Sempre era bom evitar riscos. Quando a Carolina entrou, o meu queixo caiu.

Ela vestia um vestido preto ombro a ombro, com um decote generoso mas contido. Era elegante sem ser ostensivo. O tecido caía bem sobre o corpo, marcando a cintura, acompanhando as curvas sem vulgaridade. O cabelo solto e bem tratado. A maquiagem leve, realçando os olhos e os lábios com tom rosado.

— Boa noite — disse se, ao se aproximar da mesa.

— Boa noite — respondi, levantando pra beijar-lhe o rosto.

Sentamos. O garçom apareceu quase imediatamente. Ela pediu um risoto de funghi com lascas de parmesão e trufas. Eu fui de medalhão ao ponto, com redução de vinho e legumes grelhados. Vinho tinto pra ambos.

Quando o garçom se afastou, a Carolina cruzou as pernas e me olhou por cima da taça.

— Você sabe por que eu te chamei pra esse jantar, Jonas?

Eu sabia várias razões possíveis. Ela provavelmente queria negociar os termos da submissão.

— Imagino que seja uma continuação do que começamos ontem — respondi, com sorriso ensaiado. — Talvez uma conversa sobre expectativas.

— Não. — Foi bem direta. — Eu pensei bastante desde ontem. Bastante mesmo. E decidi que vou te dar uma chance.

Então, eu tinha uma brecha que poderia explorar.

— E o que exatamente isso significa?

— Significa que as coisas não vão ser do jeito que você imaginou ontem. — Ela estava firme. — Ou será do meu jeito ou acaba agora.

— Então, você não quer ser a minha putinha no sigilo?

Falei num tom calmo, mas ela não tomou como ofensa. Interessante. O que me pegou de surpresa, foi o pequeno riso.

— Jonas, se eu quisesse sexo por sexo, eu abria o Tinder agora — disse, pegando a taça. — Em cinco minutos, filtraria uns 200 homens mais jovens e gostosos que você.

Bebeu um gole.

— A partir de agora, eu vou me valorizar mais. Vou buscar o que me faz feliz.

— E o que te faz feliz? O que eu tenho que seria vantajoso perante, como você disse, “200 homens mais jovens e gostosos”?

Ela me olhou com atenção.

— Admito que você tem suas qualidades: um gosto refinado, sabe se comunicar bem e aparentemente mantém sua palavra.

Fez um gesto sutil com a mão, abrangendo o restaurante.

— Eu quero ser mimada. Quero sair, ir a bons jantares, cinema, exposições. Quero conversar sobre livros sem que a pessoa revire os olhos. Quero discutir um filme europeu ou iraniano sem ouvir piada. Eu quero uma companhia que me entenda, que não me ache uma idiota pedante. Alguém com quem eu possa ser eu mesma e estar tudo bem.

Sorri.

— Você sabe que eu sou casado — lembrei, com cuidado. — Posso te oferecer encontros, conversas, bons momentos, tudo isso que você quer... Mas não posso ser seu namorado. No fim do dia, eu sempre volto e sempre voltarei pra Cinthia.

Era importante deixar isso claro. Limites bem definidos facilitariam pra ela me ajudar a comer as amigas dela depois.

Ela assentiu, tranquila.

— Eu não quero que você seja meu namorado — disse. — Quero que você seja meu amigo. Eu preciso de um amigo que nem você. E não me importo que ele seja colorido por um tempo.

A última frase me interessou. Ela continuou:

— Alguém que saia comigo, que seja a minha companhia. E, vez ou outra, a gente transa.

Simples e direto. Aquilo me agradou mais do que eu deveria admitir.

— A parte colorida pode ser suspensa quando eu quiser — apontou em seguida. — Ou quando você quiser. Sem drama.

Ela esperou eu assentir.

— Então, se você quiser que isso aconteça mais vezes, é bom não ficar convencido. E é bom me satisfazer no papo e na cama. Ou eu troco você pelo Tinder sem culpa nenhuma.

Eu quase ri. Ela achava que estava no controle. Em uma semana, eu teria uma pasta com o ensaio nu dela.

— Você é pragmática. Gosto disso.

— Eu sou honesta.

Nesse momento, os pratos chegaram e o garçom serviu o vinho novamente. Quando ele saiu, ergui a taça.

— Então brindemos à nossa nova relação.

Ela tocou a taça na minha, olhando diretamente nos meus olhos.

— À nossa nova relação — repetiu.

Eu mastigava devagar e tomava o vinho com parcimônia. Calculava que a Carolina tinha falado sério e este jantar era parte da sua lista de coisas que ela queria fazer, mas não tinha companhia. Então, o único jeito de conseguir a Carolina naquela noite era jogando esse jogo e estimulando o seu intelecto. Isso exigia atenção e conhecimentos literários. Felizmente, duas coisas que eu tinha.

Ela pousou o talher com cuidado, limpou os lábios com o guardanapo e disse, num tom quase casual:

— Estava pensando em começar a ler “Crime e Castigo”.

— Boa escolha — respondi. — Não é um livro confortável, mas é um clássico por um motivo.

Conforto era exatamente o oposto do que Dostoiévski se propunha a oferecer.

— Eu nunca li nada do Dostoiévski — continuou. — Sempre tive a sensação de que precisava começar por ele em algum momento. Achei que “Crime e Castigo” fosse um bom início.

— É o início mais comum — comentei. — Também é o mais direto. Culpa, moral, miséria, delírio... Tudo ali, concentrado.

— E você acha uma boa porta de entrada?

— Acho — respondi. — Desde que você entenda que ele escreve para incomodar.

— Isso não me assusta.

— Só uma coisa importante — acrescentei, cortando um pedaço do medalhão. — Se for ler, escolha uma edição com tradução direta do russo.

— Tem diferença mesmo? — perguntou. — Ou isso é mais preciosismo acadêmico?

— Depende do que você chama de preciosismo — respondi. — Não muda a história, mas muda significativamente a experiência de leitura. Durante décadas, Dostoiévski chegou ao português via francês. Ou seja: tradução de uma tradução. O problema era perda da estrutura.

— Fale-me mais a respeito.

— Sintaxe, principalmente — expliquei. — O russo do século XIX permite períodos longos, cheios de desvios, interrupções, repetições. Dostoiévski usa isso para simular o pensamento desordenado dos personagens. Quando o texto passa pelo francês, essas frases são reorganizadas para ficar mais elegantes e lógicas. O tradutor francês normaliza o caos.

— Então as versões antigas... — começou ela.

— Tornam o texto mais racional do que ele realmente é — completei. — Em russo, um personagem começa uma frase, se contradiz no meio, volta atrás, repete uma ideia com outras palavras. Isso é um recurso psicológico intencional. Em traduções indiretas, isso vira uma frase bem construída, mas menos fiel ao estado mental do personagem.

— Entendi.

— Em traduções diretas, você sente o cansaço mental, a obsessão, a culpa se acumulando — continuei, empolgado. Não imaginava que meu lado palestrinha seria recompensado por uma interlocutora realmente interessada. — Há repetições que parecem excessivas, mas são deliberadas. As antigas traduções vindas do francês, tendiam a eliminar essas repetições e, ao fazer isso, mudavam o efeito.

— Faz sentido.

— É a diferença entre ler o que o autor escreveu e ler o que alguém achou que ele quis dizer — acrescentei. — Para romances psicológicos como os do Dostoiévski, isso pesa bastante.

— Você fala como se conhecesse bem o texto. — Ela me olhou interessada tomando um gole de vinho.

— Eu li mais de uma vez, em fases diferentes da vida — expliquei. — E em traduções diferentes. É curioso como o mesmo livro parece outro quando a mediação muda.

— E quais traduções você recomenda? — perguntou ela.

Mencionei editoras e tradutores que eu tinha absoluta certeza que traduziam diretamente do russo. Expliquei diferenças sutis de escolha lexical, de cadência. Falei do cuidado com os nomes russos e dos diminutivos. Ela ouvia com atenção real.

— Não sabia que você amava tanto literatura russa — comentou ela. — Além do “Crime e Castigo”, o que você recomenda?

A conversa se abriu ali como um campo fértil. Falei de “Os Irmãos Karamázov”, do conflito entre fé e razão, de Ivan e seu demônio particular. De “O Idiota” e da tentativa quase ingênua de colocar um homem verdadeiramente bom num mundo que não suporta bondade.

Ela comentou sobre sua curiosidade em personagens moralmente ambíguos. Sobre como gostava de livros que não entregavam respostas prontas.

— Então você vai gostar dos russos — respondi.

Enquanto falava, me dei conta que eu estava gostando daquela conversa. Fazia tempo que eu não tinha alguém do outro lado da mesa que parecesse interessada em conversar sobre esse tipo de assunto.

Ela bebeu um gole de vinho e olhou ao redor.

— Sabe, tem uma mostra de cinema francês passando aqui perto — resolvi dizer, como que casualmente. — Tem sessões começando às 21h20. Se te interessar, daria tempo de irmos depois do jantar.

Ela não respondeu de imediato. Apenas me olhou.

— Não é porque o filme é francês que ele é automaticamente bom — sentenciou após mais um gole de vinho. — O que está passando hoje?

Peguei o celular pra olhar a programação do cinema.

— Mostra de clássicos dos anos 2010.

Desci a lista com o dedo.

— Interessante. Gosto desse. “La Vie d’Adèle”, do Kechiche, está começando 21h30.

Ela me encarou como quem estudava as microexpressões no meu rosto.

— Você é um safado, Jonas.

— Imaginava que você só iria dizer isso quando estivéssemos na cama — brinquei, ofendido na medida certa.

— Estamos no meio de um jantar bastante apreciável, conversando sobre temas interessantes e a sua ideia de próximo passo é me levar pra ver um filme de três horas, conhecido por ter várias cenas de sexo explícito — disse Carolina. — Isso parece o Travis Bickle levando a namorada pra ver filme no cinema pornô, achando tudo perfeitamente normal.

— A comparação é injusta — respondi. — “La Vie d’Adèle” não usa sexo como provocação barata. As cenas fazem parte da construção da intimidade entre as personagens, da passagem do tempo, do desgaste do desejo. Kechiche filma o corpo como continuidade da subjetividade. As longas cenas de sexo não são para excitar, são para cansar, para mostrar excesso, quase saturação.

— Jonas, eu já assisti esse filme — rebateu ela, impaciente. — E nós dois lemos as mesmas acusações que vieram anos depois sobre essas cenas.

Ela me encarou, avaliando.

— E eu não estou na vibe de assistir sete minutos de sexo lésbico explícito.

— Você tem algo contra sexo lésbico? — perguntei, num tom neutro, mas louco pra saber a resposta.

Ela revirou os olhos.

— Não é isso. — suspirou. — Só não é algo que eu queira ver hoje. Ainda mais com você do lado.

Ok. Ela não tem problemas em assistir sexo lésbico. Talvez seja possível convencê-la a um ménage com a Cinthia no médio prazo. Mas não era o momento pra comprar essa briga. Jogos longos exigem paciência. Deslizei mais um pouco a lista.

— Tem “The Artist”, do Hazanavicius, começando 21h20.

O rosto dela mudou de imediato.

— Gosto desse filme. Assisti na estreia. Sozinha. E depois revi. Sozinha também.

— Também gostei desse filme.

— Vai ser curioso assistir esse filme com alguém — comentou, me olhando com interesse renovado.

— Concordo.

Ela sorriu, satisfeita com a escolha.

A conta chegou pouco depois. Peguei o porta-cartão quase por reflexo.

— Cada um paga o seu — interveio ela rapidamente. — Lembre-se que somos amigos.

Assenti. Amigos. Amigos que vão foder pra caralho dentro de algumas horas.

Fomos no carro dela. Um trajeto curto, pontuado por uma conversa leve e sem grandes temas. O cinema estava mais vazio do que eu esperava. Sentamos lado a lado.

Durante o filme, observei mais a Carolina do que a tela. O jeito como ela sorria em certas cenas, como respirava mais fundo em outras. “The Artist” tinha aquele efeito curioso: fazia o silêncio parecer mais alto.

Na saída, ela comentou primeiro.

— Continua funcionando. Mesmo depois de tantos anos.

— Funciona porque fala de vaidade e do medo de desaparecer — respondi. — Isso não envelhece.

Ela assentiu, pensativa, enquanto caminhávamos até o carro.

Já sentados, com as portas fechadas, não dei tempo para que ela o organizasse. Puxei-a pela nuca e a beijei.

Um beijo longo, de língua. Ela resistiu o suficiente para não parecer muito fácil e então cedeu, correspondendo. Senti sua língua dançando na minha boca, sua boca mordendo meus lábios. Sua língua alternava entre entrar na minha boca e ficar esperando a minha em sua boca. Quando nos afastamos, ela respirou fundo. Estava entregue.

— Tá bom — disse. — Você venceu.

Sorri.

— Eu sempre venço.

— Não se acostuma — respondeu. — Vamos pro meu apartamento.

O caminho até o condomínio foi silencioso e cheio de expectativas. No apartamento, ela acendeu as luzes e tirou as sandálias e se virou para mim.

— Pode ficar à vontade. Vou tomar um banho — disse. — Se quiser, pode tomar um também.

Ela entrou no banheiro da sua suíte e fechou a porta sem olhar para trás. Fui pra sala e tirei a minha roupa com calma. Algo me dizia que não seria uma boa ideia deixa-la amarrotar. Então, as dobrei com cuidado e deixei sobre uma poltrona.

Quando ela voltou, envolta num roupão branco, me entregou uma toalha e eu fui só de cueca tomar banho. Por um lado, era arriscado. A Carolina teve aqueles minutos pra ver meu corpo seminu e cair em si de que eu era um quarentão fora de forma e ela era uma gostosa peituda que mal chegou nos trinta.

Quando eu sai do banheiro, de banho tomado e todo enxugado, já fui pelado pro quarto dela, onde era esperado. Ao me ver nu, a Carolina não se fez de rogada. Sem nenhum pudor, abriu o roupão e o deixou derramar no chão, ficando nua na minha frente.

A Carolina era um pouco menos bronzeada que a Lorena, mas ainda tinha um pouco de sol na pele. Seus peitões eram grandes e firmes, do tamanho perfeito para uma espanhola. Seu mamilos marrom escuros eram grandes e com os bicos pontudos. Sua bucetinha tinha um risquinho de pelinhos perto da entradinha. Sua bunda era pequena e suas coxas, torneadas porém discretas, mas proporcionais à bunda.

Ela me olhou em silêncio, sem tomar a iniciativa e fui caminhando pra ela, com o meu pau cada mais duro apontado para ela. A Carolina sorriu, já tinha se resignado a se entregar pra mim. Agora, ia aproveitar. Nos beijamos apaixonadamente.

Fui a conduzindo até uma poltrona que tinha no quarto, onde sentei com as pernas bem abertas e o pau apontando pro teto.

— Vem cá, me chupar minha putinha.

— Eu não sou sua putinha!

— Você é a minha putinha exclusiva e particular!

Aos poucos, ela foi caminhando até a minha frente, se ajoelhando defronte à poltrona. Ela pegou a minha rola, como que medindo a grossura do meu caceta. Depois, olhou diretamente nos meus olhos.

— Você me paga, seu filho da puta.

Em seguida, se sentindo dominada, ela abocanhou a cabeça do meu pau e começou um boquete inicialmente desajeitado. Ela engoliu aos poucos. Eu tirei o caralho da sua boca e bati com o pau semiduro no seu rosto.

— Isso, Carolina! Isso, minha putinha! Mas chupa com vontade!

Ela obedeceu e foi mamando. Aos poucos, a Carolina foi se empolgando e pegando o jeito. Subia e descia com a boca no meu pau engolindo até a metade. Eu, com uma mão atras da sua cabeça, tentava orientar sua mamada, empurrando e puxando.

— Isso, Carolina... Assim... Engole mais fundo... Isso...

Ela foi se empolgando, sua saliva escorria pelo meu pau, até as minhas bolas, a Carolina se engasgava às vezes e tirava a boca pra respirar, ela então alisava o meu pau todo babado, com lágrimas nos olhos ela admirava meu caralho por alguns segundos e eu empurrava a cabeça dela pra minha rola de volta.

— Isso, Carolina, aceite que você é uma devassa. Aceite que a partir de agora é a minha putinha.

Ela ouvia isso e continuava a chupar com vontade, lambendo a cabeça em rodelas.

— Senta aqui, senta no meu colo! — ordenei.

Ela hesitou, mas me obedeceu, sentando no meu colo, de pernas abertas, de frente pra mim. Pude sentir o reguinho da sua bundinha encaixar na minha rola. Aquilo me excitou muito, me dando mais vontade ainda de enrabar minha ex-aluna. Puxei o rosto dela pra mim e comecei a beijar a sua boca. Ela enfiou a língua na minha boca e o beijo foi se tornando mais quente.

Carolina começou a movimentar o quadril enquanto me beijava. Seus movimentos faziam o meu pau roçar na sua bundinha e isso fazia ela sentir o calor e a grossura do meu caralho em sua bundinha ainda virgem. Nossos beijos se intensificaram, beijos de língua babados, línguas entrelaçadas e eu logo pra fazer ela sentar no meu caralho.

Foi quando a peguei em meus braços e a joguei na sua cama. Com ela deitada, fui pra cima dela. Comecei a beijar sua boca e fui descendo. Peguei os seus melões e comecei a mamá-los. Enchia minha boca com eles, poderia mama-los pelo resto da noite. Mas, depois de uns minutos, a mão da Carolina me empurrando pra baixo indicou que eu devia continuar. Desci pela sua barriguinha, brinquei com seus parcos pentelhinhos e cheguei na sua bucetinha.

Dei uma bela chupada em sua buceta e aproveitei pra erguer o quadril dela pra dar uma boa olhada no seu cuzinho virgem. Era um cuzinho bem tentador de se enrabar, rosinha por dentro. Meti a língua naquele cuzinho e comecei a chupa-lo. A Carolina reagiu primeiro com surpresa e logo passou a se contorcer na cama, com minha língua no cuzinho e um dedo na buceta.

Senti que a Carolina estava mais do que preparada para levar uma vara na buceta. Sua bucetinha até parecia ansiosa pela penetração. Voltei a cair de boca na dita cuja. Chupei e enfiei a língua pra deixa-la ainda mais louca de tesão. Ela se contorcia toda e decidi intensificar meu trabalho oral. Não demorou pra Carolina urrar forte, se contorcer toda e cair de uma vez na cama, indicando ter tido um orgasmo.

Dessa vez, vendo que eu estava pra enfiar na sua buceta, ela apontou pro criado-mudo.

— Tem umas camisinhas aí dentro. Pega uma.

Não questionei. Pegou uma camisinha e encapei meu cacete. Claro que achei uma coincidência estranha que tanto ela quanto a Lorena estivessem preparadas com estoques aparentemente novos de camisinhas. Mas vai saber, né? Vai que elas comprassem de tempos em tempos pro caso de uma trepada casual.

Logo, me deitei por cima dela, no tradicional papai-mamãe, apontei a cabeça do meu pau na entrada da sua bucetinha molhada e, bem devagar, comecei a enfiar meu pau dentro.

A Carolina ajudava, rebolando pra que minha rola entrasse mais e mais. Fui enfiando até o talo, soltando um forte suspiro da peituda.

De forma vagarosa, comecei o vai e vem. O meu pau entrava e saía daquela grutinha que eu queria visitar mais vezes. Comecei a socar com um pouco mais de vontade. Logo, ela me abraçou com seus braços e pernas, enquanto eu estocava mais e mais força.

Ela estava toda molhada, o que me ajudava a socar mais forte e mais fundo em sua buceta quente e apertada. Fiz com que ela me soltasse e me ajoelhei na cama, colocando suas pernas nos meus ombros. Agora, eu podia ver os seus peitões balançando no ritmos das enfiadas, bem como sua cara de prazer.

Mudamos de posição, comigo a virando de bruços pra poder sua bundinha. Era uma bundinha pequena, mas muito bem feita. Empinei sua bundinha e voltei a meter na sua buceta, agora por trás. Depois de algumas estocadas, ela passou a gemer e pedir por mais. Nisso, comecei a abrir as suas nádegas, pra ter uma vista do seu cuzinho.

— Vou meter no cuzinho, tá?

— Tá maluco? — reagiu Carolina, imediatamente. — Nunca dei a bunda!

O que as mulheres da geração dos 30 tinham agora que todas eram virgens no cu? Quanto puritanismo!

— Deixa, Carolina, vai. Eu vou bem devagar.

Tirei o cacete da buceta e levei até o cuzinho, brincando de pressionar no buraquinho.

— Relaxa! Não vou comer seu cuzinho hoje não — disse. — Preciso arrumar um lubrificante primeiro e termos uma boa conversa pra tirar sua ansiedade. Você vai gostar, vai ser gostoso. Mas só depois.

Ela relaxou ouvindo isso e voltou a gemer quando enfiei o meu cacete de novo na sua buceta. Socava com com força, a fodendo com vontade. Sentia seu corpo estremecendo, a boca entreaberta suspirando. Ela gemia de prazer e logo teve mais um orgasmo. Eu apressei ainda mais o meu ritmo, socando fundo. Ela estava em êxtase e o meu gozo ia acontecer a qualquer momento. Mas não queria gozar dentro.

Tirei rapidamente o meu pau da sua buceta e a coloquei ajoelhada no chão. Fiquei em pé em frente a ela e tirei a camisinha. Mandei que a Carolina abrisse bem a boca e colocasse a língua para fora, onde apoiei a cabeça do caralho. Bati uma punheta rápida. O gozo já estava na iminência.

O primeiro jato saiu, viscoso, batendo no céu da boca e escorrendo boca adentro. O segundo jato, mais forte ainda, mas eu já tinha me afastado. Boa parte entrou na boca, mas uma parte acertou o rosto e as bochechas. Tentei lembrar do que tinha recitado pra Lorena pra repetir pra Carolina.

— Com esta porra, eu te batizo como a minha putinha particular!

Mais uns três jatos se seguiram, enchendo sua boca e rosto de porra.

— Este é um vínculo eterno nos unindo, mesmo depois que terminarmos.

Empurrei o meu pau na sua boca e com a minha mão atras da cabeça da Carolina, segurei firme pra que ela limpasse tudinho. Primeiro, ela gemeu e xingou abafado com o meu pau na sua boca, mas logo foi engolindo e limpando o meu cacete. Percebendo que ela tava entregue, soltei a cabeça dela pra que ela limpasse o próprio rosto cheio de porra.

— Isso, querida.... Bebe tudinho... Engole tudinho... Não pode desperdiçar a porra do seu macho!

Com um dedo eu recolhia a porra que estava em seu rosto e nos peitos e as levava até sua boquinha.

A gente deitou na cama, exausto, num clima gostoso de pós foda. Ela se deitou de frente para mim, corpo a corpo, de cara no meu peito. Continuamos nus, ela sentindo meu suor, coladinha no meu peito.

— Fica comigo aqui esta noite, Jonas — pediu apoiada em meu peito ainda ofegante.

— Claro, querida, claro...

Continuamos deitados assim, nus com ela apoiada em mim. Eu peguei no sono primeiro, enquanto fazia carinho nos cabelos dela.

A última coisa que achei ter visto antes de cair no sono foi a Carolina levantando e apontando o celular pra mim. Mas não tinha como saber se era algo real ou dentro do sonho. Tive sonhos felizes durante aquela madrugada.

Perto das 6h da segunda, acordei na cama da Carolina, no apartamento dela, meio assustado. Estava tarde demais e eu estava atrasado demais pra voltar pro apartamento sem que a Rebecca ou o seu Raimundo fizessem perguntas. O que dava pra fazer naquela situação era tomar banho no apartamento da Carolina e ir direto pro trabalho.

Por sorte, a minha roupa da noite anterior estava dobrada direitinho no sofá da sala e servia bem pro trabalho. A Carolina já estava no escritório, acordada desde 3h30, trabalhando desde cedo por causa do fuso horário holandês.

Não queria atrapalhar ela no trabalho, então só anunciei que tinha acordado e o que iria fazer. Ela me cumprimentou com um selinho. Tomei um banho cuidadoso pra tirar o cheiro do perfume dela do corpo e reusei a mesma toalha da noite anterior. Me vesti e fiz um café da manhã rápido. Café forte e pão com manteiga. Eu tinha escova de dentes na minha sala na universidade.

Aproveitei um minuto que ela tirou o headset e fui me despedir da Carolina e agradecer a hospitalidade.

— Jonas, eu preciso que tudo isso continue no sigilo.

— Claro — respondi, sem hesitar. — Discrição sempre foi uma das minhas qualidades.

— Promete?

— Prometo — respondi, sério. — Tem algum programa que queira fazer hoje de noite?

— Não — respondeu Carolina, sorrindo. — Amanhã à noite, nós temos a reunião com a Lorena aqui sobre o clube do livro.

— Ah, verdade. Tinha esquecido.

Nos despedimos com um beijo de boca curto, quase selinho.

Só depois de já estar na porta do elevador, me veio a noção de que eu tinha cometido um erro grave. Devia ter saído do apartamento da Carolina imediatamente ao acordar e inventar uma desculpa pra Rebecca e Raimundo. Já estava no horário em que as portas se abriam e os corredores ficavam cheios de pessoas saindo. Eu podia ser pego no flagra no andar errado.

Mas o universo conspirou ao meu favor mais uma vez e entrei num elevador vazio. Pude então extravasar minha felicidade: eu tinha vencido, tinha conseguido duas novas putinhas. Claro que eu precisava agradá-las e leva-las a alguns programas, mas isso seria simples.

Estava tão feliz que comecei a cantarolar sozinho. Aí, a porta abriu no andar seguinte e apareceu a Eliana na minha frente. Ela estava ali, impecável, profissional. Por um segundo, me peguei com medo de que ela fizesse contas mentais e percebesse que eu não deveria estar nesse elevador, a menos que tivesse vindo de outro andar. Mas ela não tomou nenhuma reação, então me entreguei novamente à felicidade e às cantarolas.

— Bom dia, Eliana — disse animado demais, cantarolando.

— Bom dia, Jonas — respondeu ela num tom doce que raramente usava.

O elevador começou a descer e eu continuei cantarolando, sem me importar muito. Estava realizado. Não era sempre que eu comia duas gostosas como a Lorena e a Carolina. 2025 era realmente o meu ano!

— Que música é essa?

— Não reconhece? É “Raindrops Keep Fallin On My Head”. A música da cena do Peter Parker todo sorridente e feliz da vida em Homem-Aranha 2.

— Não lembro do Peter sorridente em Homem-Aranha 2 —estranhou. — Ele tava o filme todo preocupado com a Gwen.

— Não. Eu tô falando do Aranha 2 do Tobey Maguire. Esse que você tá lembrando é o da nova geração, do Andrew Garfield.

— Na verdade, o do Andrew Garfield é o da minha geração.

Aquilo me acertou como um tapa. Fiquei em silêncio. Olhei pra Eliana. Ela era inegavelmente a mulher mais bela que conhecia e estava no seu auge. Mas só seria chamada de “novinha” pelo seu Geraldo ou seu Raimundo. Que eu lembrasse, ela já tinha passado dos...

— A geração do Andrew Garfield já está nos 30?

Pelo olhar dela pra mim em silêncio, eu já sabia que vinha algo pior.

— Na verdade, o pessoal que está se formando agora na faculdade já são todos da geração Tom Holland.

Uma voadora no meio dos meus peitos. Não precisei fazer contas ou checar datas. Estávamos falando de três gerações inteiras. Eu já era adulto quando o Tobey Maguire estrelou o primeiro Homem-Aranha e os adultos estavam a duas gerações de mim.

Eu era um fóssil ambulante. Um Matusalém que tentava se agarrar à vida comendo mulheres jovens a Letícia, a Carolina e a Lorena. Eu era tão idoso e deslocado quanto um seu Geraldo que tentasse comer as mesmas mulheres. Estava há poucos anos da morte por velhice. Anos? Talvez me faltassem apenas meses...

— O calendário ainda está todo desconfigurado por causa da última greve? — Eliana mudou de assunto por misericórdia com o velho ancião que esteve em sua banca de TCC.

— Nem me fala. O semestre atual deve acabar no começo de novembro. Sem férias em dezembro e janeiro. Por causa dessa greve, só vamos normalizar tudo quase em 2027.

— Imagino.

— Eu queria férias de verdade. Não essa coisa improvisada e separada de todo mundo.

— Também ando pensando em férias — confessou. — Queria muito um final de semana no frio. Gramado, Petrópolis, Campos do Jordão...

— Olha só. — Está com cara de roteiro de casal. Você e o Leandro estão bem já?

— Estamos conversando melhor — respondeu sem hesitar. — Ele anda cheio de compromissos no trabalho, eu também. Fica difícil achar uma data que funcione pra nós dois.

Não acreditei de verdade, pela expressão dela, mas assenti. Aquilo já tinha passado da linha do divórcio há tempos, mas a Eliana era orgulhosa demais para dar o braço a torcer e o Leandro era covarde demais para pedir.

No estacionamento, cada um foi pro seu lado e só então percebi que meu carro não estava lá. Tinha esquecido que, naquela semana, o carro ficaria com a Cinthia, já que o dela estava no conserto. Minha idade estavam tão avançada que esquecia coisas básicas. Fui pra portaria pedir um Uber enquanto minha mente lembrava como se fazia isso.

Horas depois, estava na minha sala no departamento de engenharia elétrica e a conversa com a Eliana no elevador continuava martelando.

Eu era um velho.

Talvez não parecesse velho de corpo, vai saber. Mas com certeza velho de calendário. Velho de referências. Os meus alunos deviam me ver como uma das últimas testemunhas vivas do mundo antes dos computadores ou do Real. Eu era como um registro arqueológico vivo.

Foi quando ouvi baterem na porta.

— Entra — respondi, automaticamente.

Só depois que entrou que percebi que era a Natália.

A minha colega ruiva gostosa e jovem. Pernas fortes, torneadas. Coxas grossas, de quem treina de verdade, sustentando quadris bem definidos que faziam qualquer calça parecer mais justa do que realmente era. A bunda redonda, empinada, que parecia desafiar a gravidade. A camiseta colada marcava os seios sem precisar apelar, o tecido esticando de leve quando respirava. Braços fortes, ombros bonitos.

— Bom dia, Jonas. Posso?

— Claro, Natália. Fica à vontade.

— Eu queria tirar umas dúvidas contigo. Sobre a disciplina de Sistemas Elétricos Avançados. Era tua até o ano passado, né?

— Era, sim — respondi, me virando lentamente com medo do reumatismo. — O que está pegando?

Pensei se os adultos da geração sabiam o que queria dizer “o que está pegando?” ou se eu soava aos seus ouvidos como o palavreado do Século XIX.

— Ué... — estranhou Natália. — Você aceitou rápido demais me ajudar. Geralmente você faz mais drama. Está tudo bem?

— Só estou um pouco reflexivo hoje.

Ela me encarou esperando o resto da história. Suspirei, apoiando as costas na cadeira pra cuidar da minha coluna frágil.

— Me diz uma coisa, Natália, você é da geração do Homem-Aranha do Andrew Garfield?

Ela soltou uma risada na hora, como se eu a lembrasse coisas felizes.

— Olha, eu tenho idade pra ter visto os três Homens-Aranha no cinema.

— Então é.

— Mas não vi nenhum — sentenciou.

Suspirei antes de continuar.

— Tive uma conversa hoje cedo que me fez perceber que sou um completo idoso deslocado no tempo. Só hoje me veio à mente que a geração do Tom Holland está se formando e entrando no mercado de trabalho. A geração do Andrew Garfield passou dos 30. E eu já era adulto e formado quando assisti o primeiro filme do Tobey Maguire.

A Natália arregalou os olhos e começou a rir.

— Jonas, pelo amor de Deus! Você não é velho. Só é ansioso demais com a própria idade pra fazer o básico e checar datas.

— Já estou em crise existencial e você quer destruir o que resta de minha autoestima olhando o calendário?

— Uma crise existencial totalmente desnecessária — rebateu Natália. — Faz todo o sentido o pessoal da geração Tom Holland estar se formando agora. Ele é o Homem-Aranha desde 2016. Faz quase dez anos.

— Dez anos — enfatizei. — É assim que começa. Daqui a pouco, estou chamando 2016 de “dia desses”.

— Ó o drama — continuou Natália. — Além disso, o Holland foi o Homem-Aranha que ficou mais tempo no papel e o que participou de mais filmes. Já o Andrew Garfield só ficou uns quatro anos no papel. E isso sou eu sendo boazinha de contar desde quando foi anunciado até o cancelamento do terceiro filme.

— Só isso?

— Sim — respondeu, divertida. — E, na prática, entre o começo do Maguire e o começo do Holland se passaram 14 anos. Isso é menos tempo do que entre os Batmans do Tim Burton e do Nolan. Se colocar o Batman de 66 na equação, então...

— Chega — interrompi. — Eu já entendi. Existe a possibilidade do meu drama talvez ser infundado.

Ela fez uma careta.

— Eu olha que eu sei tudo isso e nunca assisti nenhum filme do Homem-Aranha.

— Aham, sei... Aprendeu por osmose.

— Pior que foi. Sou muito amiga de um casal absurdamente nerd — explicou. — Eles adoram conversar sobre isso.

Encostei na cadeira de novo, respirando fundo.

— Bem, obrigado por me ajudar a tirar dessa. Estou te devendo uma.

— Você só deveria se sentir velho, se fosse da geração do Homem-Aranha do Nicholas Hammond — completou Natália.

Houve uns segundos de silêncio absoluto em que ela absorvia lentamente o que acabara de falar.

— Caralho. Por que eu sei disso? — murmurou pra si mesma, com medo do que estava se transformando. — EuaindavoumataroÉrico.

Talvez eu não fosse tão velho quando achava, mas a Natália também não era tão não-nerd quanto julgava...

Pois bem, leitor. No próximo capítulo, a parte 13, vamos descobrir que talvez eu não estivesse tão no controle da situação quanto imaginava. Na parte 14, eu irei pro inferno ou pro paraíso, sem meio-termo.

Coloquem nos comentários para o que vocês torcem que aconteçam nos próximos capítulos. Em breve, teremos a continuação.

Os próximos capítulos serão:

(CAPÍTULOS ENTRE SEGUNDA A QUARTA)

* Apostei que Faria Aquela Médica Certinha Virar Minha Putinha - Parte 04

* Eu, minha esposa e nossos vizinhos – Parte 20 (PoV Jéssica)

* Quem Vai Comer a Advogada Evangélica? - Capítulo 13 (PoV Jonas)

* Eu, a esposa gostosa do meu chefe e os vizinhos deles - Parte 03 (PoV Lisandra)

* Eu, minha amiga gostosa e os vizinhos dela - Parte 04

* Eu e Minha Esposa Pulamos a Cerca... E o Caos Explodiu - Parte 12 (PoV Sarah)

* Passando a Vara nas Vizinhas. Ou Não. - Capítulo 16 (Carlos)

Minha lista de objetivos até o final do ano:

- Alessandra (comida e feita de putinha e cúmplice)

- Lorena (comida e amiga colorida)

- Carolina (comida e amiga colorida)

- Letícia (comida e feita de putinha e semi-cúmplice)

- Antônio (comido e feito de putinho)

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Foto de perfil genéricaAlberto RobertoContos: 125Seguidores: 290Seguindo: 0Mensagem Em um condomínio de classe média alta, a vida de diversos moradores e funcionários se entrelaça em uma teia de paixões, traições e segredos. Cada apartamento guarda sua história, no seu próprio estilo. Essa novela abrange todas as séries publicadas neste perfil. Os contos sempre são publicados na ordem cronológica e cada série pode ser de forma independente. Para ter uma visão dos personagens, leia: Guia de Personagens - "Eu, minha esposa e nossos vizinhos"

Comentários

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Para ficar claro para o autor e para os outros, minha questão com virgindade anal é que para mim precisa ser merecido e não conquistado.

Por ser um dos vilões, faz todo o sentido para a história o Jonas querer e tentar inaugurar o maior número possível de cuzinhos, mas quando se compara com os mocinhos, fica parecendo que para ele fica mais fácil de conseguir (considerando as tentativas no sítio como uma só transa, ele quase conseguiu com a Lorena na terceira transa).

Érico demorou 11 capítulos para conseguir comer a bunda da Sarah, Rogério chegou no 19 e ainda não teve a honra de desvirginar o último buraco da Jéssica, Carlos não sei quanto tempo vai levar para conseguir enrabar Eliana e Rebecca.

Por isso defendo que a Lorena perca com o Miguel.

A Carolina até alguns contos não tinha ninguém e por isso estava liberada pra perder com o Jonas, mas os últimos “respondendo” me fizeram ver a personagem de um jeito diferente e acho até que ela pode ficar livre dessa necessidade de ter que fazer sexo anal. Mas se o autor ainda assim quiser que ela tenha uma boa cena de sexo anal, torço para que seja com o personagem que está no arco de redenção e descobrimento e que sabe comer um cuzinho.

E como o Jonas mesmo sabe que as duas são muito areia pro caminhão dele, só o fato dele comer Lorena/Carolina e mais uma ou outra do grupo sem sexo anal já deveria ser considerada uma grande vitória.

É tipo o São Caetano ganhar a Copa do Brasil, pro tamanho dele foi muito longe, mas não é por isso que vai conseguir ganhar uma Libertadores e depois ganhar do Real Madrid.

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AVISOS AOS LEITORES 1 - O Jonas precisa descabaçar um cuzinho da Carolina ou da Lorena, as melhores cenas de sexo são com ele, ele envolve de uma maneira e fica excelente. (Torço para que ele se foda e tenha punição, mas precisa ter seu louros também).

Essa Cena dele e da Cinthia é muito boa, gostei muito kkkkk

O sexo dele e da Lorena, parabéns ta no top 5 contos, muito boa. Para mim as melhores cenas de sexo é Jonas e Seu Geraldo. O dialogo no meio do sexo, acho que faz toda diferença, ficou ótimo.

E essa dele gozar dentro, eu particularmente, acho excitante, visto ser algo não tao comum com alguém que não é seu parceiro e elas tao tao excitadas e confiantes que deixam.

A cena do cuzinho virgem da lorena quase indo para o espaço foi um dos melhores, por mais que tentamos proteger ela, eu acho merecido Jonas ganhar, ta insistindo até merecer.

Achei a cena da Lorena melhor que a da Carolina (talvez porque me importe mais com a Lorena kkkk), mas muito bom o sexo de ambas.

Está de Parabéns pelo conto, muito bem escrito. E torço para o jonas ainda conquistar alguma condomina diferente e descabaçar um dos cuzinhos pois são as melhores cenas de sexo.

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Absolutamente os melhores PoVs do Jonas são os de sexo. O relato com a Lorena foi delicioso. O cara sabe conduzir no sexo. Da vontade de transar com ele. Excita em ler.

Mas como vilão ele está ganhando todas, espero que ele tenha revezes. Mas eu gosto dele kkk.

Uma coisa que me passou. Uma vingança elegante, no seu estilo, seria ele se desdizer e se apaixonar pela Carolina e essa questão de ter que voltar pra Cinthia pesar. Ele se gaba de ter o controle e se ele perdesse esse controle todo e quisesse realmente ficar a mercê da Carolina. Punição pra ele seria ela não corresponder. E a questão com a Cíntia como seria, ela perceberia, ele tentaria controlar. Acho que seria uma punição pra ele, perder o controle emocional.

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Como vc disse que até o capítulo 14 não tem como mudar a rota que vc tinha planejado para o Jonas,só resta torcer para que até lá não tenha nenhum cuzinho sendo desvirginado ou algum ménage.

Sim, mudei de ideia e nem a Carolina deveria perder a virgindade anal para o jonas, hoje eu prefiro que seja outra pessoa a ter esse previlégio (alguém chamou um pau de 24cm?).

O mesmo vale para um possível ménage com Lorena/Carolina.

A melhor coisa dos PoV do Jonas são as cenas de sexo, então não tem como pedir pra ele deixar de comer as duas, pode continuar escrevendo o sexo com as duas do jeito que escreveu nesse capítulo que minha leitura vc continuará tendo.

Preciso fazer um apontamento que acho importante, não é pq as duas pessoas estão no calor do momento curtindo que isso é aval para o Jonas tentar comer um cu.

Lamber/chupar/brincar com dedo faz parte, mas isso ainda é bem diferente de tentar enfiar o pau no buraco mesmo depois da parceira falar não. Tudo bem que ele é um dos vilões, mas NÃO é NÃO, cuidado pra não flertar com est****.

Sobre a Cinthia, gostei que ela parece estar um passo na frente do jonas em relação a conhecer melhor as vítimas, mas achei forçado ela saber quanto ganham Carolina e Lorena, poderia ter rolado uma simples dedução igual ela fez das famílias do Antônio e da Letícia.

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