Quando os amigos descobriram meus chifres

Um conto erótico de Sanny123
Categoria: Heterossexual
Contém 1392 palavras
Data: 08/01/2026 16:51:12

“Quando os amigos descobriram meus chifres”

Este conto é uma continuação direta de “Como iniciei no mundo dos cornos – Partes 1 & 2”.

Seguimos agora para nossa primeira semana após os acontecimentos dos últimos contos.

Meu nome é Sanny, tenho 22 anos e trabalho em um escritório comum. Sou, à primeira vista, a pessoa mais pacata possível. Fui atleta de handebol há alguns anos, mas a vida adulta me empurrou para um emprego mais estável. Tenho 1,80 m, um pouco de barriga — nada exagerado — sou moreno e mantenho a barba sempre por fazer.

Ainda assim, por alguma razão que nem eu sei explicar direito, sou noivo de uma mulher deslumbrante.

Luiza tem 21 anos, 1,56 m de altura, seios e coxas generosos. Treina na academia desde o ensino médio, época em que nos conhecemos, e mesmo contra todas as probabilidades, acabamos juntos.

Recentemente, Luiza realizou o maior dos meus fetiches, algo que eu mantinha escondido dentro de mim havia anos. Convidamos nosso amigo Jonas para nos visitar e o resultado foi uma noite que confirmou aquilo que eu já suspeitava: a melhor coisa de um relacionamento era ganhar um chifre.

Ver os dois juntos me deu tanto tesão que decidimos que Luiza teria passes livres sempre que quisesse.

O fim de semana se aproximava e, como de costume, ela passaria na minha casa. Porém, naquela sexta-feira, ela teria um encontro com Jonas. Ele a levaria para um bar com um grupo de amigos em comum. Todos veriam os dois juntos e entenderiam a situação.

Passamos a semana conversando sobre limites e consequências, mas a inconsequência da juventude falava mais alto. Concordamos que não haveria problema se minha namorada fosse vista com outro homem.

(Hoje somos casados e tomamos muito mais cuidado com esse tipo de exposição.)

No meio da semana, Luiza me mandou mensagem.

— Amor, fico preocupada com o que os outros podem achar ou falar quando me virem com o Jonas. Tenho certeza de que alguns dos amigos que ele disse que estarão lá nos conhecem.

As mensagens pareciam sinceramente preocupadas.

— Sendo bem verdadeiro, fico apreensivo com a exposição, mas mais pela sua segurança. Não quero que falem mal de você ou te tratem de forma desrespeitosa. Se quiser, pode pedir para ele não ser tão explícito perto dos outros — respondi.

— Ai, amor… você sabe que o Jonas é exibicionista. Óbvio que ele vai querer expor o fato de estar comendo a mulher do amigo — hahahaha.

Conhecia Luiza bem o suficiente para imaginar a expressão safada no rosto dela enquanto escrevia aquilo.

— Vamos fazer assim — continuei. — Você vai primeiro para a casa dele e conversam com calma.

Eu disse isso mesmo sabendo que, quando ela chegasse lá, a última coisa que fariam seria conversar.

Na sexta-feira de manhã, saí atrasado para o trabalho e mal mexi no celular. Só fui olhar com calma perto das 11h, já próximo do almoço, e encontrei várias mensagens da Luiza.

Amor, vou mais cedo para a sua casa. Vou me arrumar aí e depois pego um mototáxi para a casa do Jonas.

Pouco depois:

Já estou na sua casa. Está um caos. Aproveitei que cheguei cedo, coloquei sua roupa para lavar e arrumei sua cama. Mas me recuso a lavar a louça acumulada da semana inteira, seu porquinho.

Sorri lendo aquilo. Coisa típica de casal.

A última mensagem fez meu corpo reagir instantaneamente:

Amor, estou indo para a casa do Jonas. Não sei como vai ser a noite. Talvez eu durma aí ou na casa dele. Não se preocupa, tenho a chave do seu apartamento. Se eu sumir, não fique desesperado. Eu te amo. Obrigada por ser esse corninho tão carinhoso.

Tive uma ereção imediata. Ainda bem que estava sentado, com as pernas escondidas sob a mesa. A ideia de ela passar a noite na casa de outro homem depois de ser exibida para nossos amigos bagunçou completamente minha cabeça.

Pensei em ir ao banheiro descarregar aquele tesão, mas fui interrompido.

— Ei, Sanny — disse Frank, meu colega de setor. — Vamos almoçar? Trouxe comida ou vai comprar? Se for comprar, bora naquela marmita de carne de panela. Tenho cartão fidelidade, quero completar.

O chamado me puxou de volta à realidade.

— Bora lá — respondi. — Mas você paga o refrigerante.

Respondi Luiza com carinho:

Amor, mil perdões. Saí atrasado e fiquei atolado no trabalho. Espero que se divirta. Faça tudo o que tiver vontade. A gente resolve tudo junto depois. Se for dormir no meu apartamento, deixo o jantar pronto.

O dia seguiu arrastado. Nenhuma resposta dela.

Às 16h25, finalmente recebi uma mensagem — acompanhada de uma foto.

Espero que meu amorzinho esteja dando duro no trabalho, porque sua namoradinha está dando muito duro desde a hora que chegou na casa do boy. Não precisa responder. Só vou pegar no celular de novo de madrugada.

Na imagem, o pau monstruoso de Jonas batia no rosto dela. Luiza sorria como nunca vi antes. Fiquei sem ar ao pensar que minha namorada estava tão feliz com aquilo.

O resto do expediente foi uma eternidade.

Assim que saí, fiquei alguns minutos no estacionamento, ouvindo rádio e contemplando a mancha de pré-gozo que já atravessava minha cueca.

Em casa, me ocupei com tarefas domésticas, coloquei minha playlist de rock favorita e preparei o jantar. Por volta das 20h30, nada de mensagens importantes.

Mais tarde, enquanto jogava videogame, recebi uma mensagem de um amigo — um que eu sabia que Jonas teria chamado para o espetáculo.

— Mano, sei que não tenho nada a ver com isso, mas a Luiza está aqui no bar beijando o Jonas, na frente de todo mundo.

Meu corpo reagiu imediatamente.

— Eu sei — respondi. — Ela tem passes livres, fica tranquilo.

Não houve resposta.

Perto das 2h da manhã, acordei com o barulho da porta abrindo. Era Luiza.

Ela usava um vestido envelope curtíssimo, mal ajustado, como se tivesse se vestido às pressas. O cabelo estava bagunçado, a maquiagem borrada. Segurava os saltos na mão e tinha marcas roxas no pescoço e nas coxas.

— Amoooor…

A voz arrastada soava estranhamente mais sexy.

— O que meu bebê faz dormindo no sofá? Estava esperando a namorada que saiu com o macho comedor?

Ela se sentou ao meu lado, o cheiro de álcool misturado com perfume e sêmen. Deitou a cabeça no meu ombro e começou a me acariciar por cima da roupa. Logo enfiou a mão no meu short, me masturbando lentamente enquanto me encarava.

— Quer que eu te conte tudo enquanto brinco com esse seu pau insuficiente… ou quer comer minha bucetinha toda gozada?

Os olhos castanhos fixos em mim, o sorriso travesso, a língua dançando a cada palavra.

— Seus amigos adoraram saber que nossa relação é moderna — continuou. — Vários pegaram meu número. O Marcos não parava de olhar minhas coxas enquanto o Jonas fazia questão de exibir minhas pernas. O Breno pagou tantas bebidas que só pediu um café qualquer dia. E o Júlio… foi tão cavalheiro. Me deixou na portaria, só precisei deixar ele me dedilhar um pouquinho no caminho.

Ela falava sem hesitar, a mão acompanhando cada detalhe mais sujo.

— Meu amor está tão duro… ouvir que os amigos dele desejam a namorada vadia dele te excita tanto, né? Deixa eu sentar no seu pau enquanto penso nos olhares deles sobre mim.

Sem esperar resposta, ela montou em mim. Meu pau escorregou na buceta ainda molhada, suja de gozo, que serviu de lubrificante quando ela sentou com força.

— Está tão duro… será que é porque ainda sente o gozo do seu amigo no fundo do meu útero? Se me beijar, ainda sente o gosto dele.

Ela se movia com ferocidade.

— Amor… mal sinto seu pau. Depois de hoje, sei que vou sempre preferir paus grossos. Não sei quanto tempo vai levar para minha bucetinha voltar a sentir prazer com esse seu pau fininho.

Gozei em poucos minutos. Ela sorriu, satisfeita, e se aninhou no meu peito. Ficamos ali em silêncio, sentindo o coração um do outro, como se reafirmávamos nossa cumplicidade.

Depois, ajudei-a a tomar banho. As marcas no corpo dela eram exibidas como troféus. Dormimos juntos logo em seguida.

Peço desculpas pelo conto longo. Prometo dividir em partes quando a história for extensa.

Eu e Luiza estamos pensando em criar um e-mail para receber mensagens, feedbacks e até compartilhar histórias mais pesadas.

Esperamos que este início de 2026 seja incrível para todos.

Um abraço do seu casal liberal.

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Comentários

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Longo? Foi é curto rs. Histórias de esposa carinhosa humilhando o corninho de pau pequeno é bom demais. Pode caprichar com mais detalhes e mais história.

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