O SEGUNDO TOQUE: DIA DOS NAMORADOS - NA CONFARIA, O CARRO NO ESTACIONAMENTO AO MOTEL CHATEAU. PARTE 2

Da série O SEGUNDO TOQUE
Um conto erótico de Sexroughsex
Categoria: Heterossexual
Contém 1594 palavras
Data: 08/01/2026 04:49:42
Última revisão: 08/01/2026 15:54:35

Ao saírem do estacionamento a primeira coisa que fizeram foram procurar um motel, mas esqueceram que aquele dia era a madrugada dos dias dos namorados, enquanto pulavam de motel em motel todos ou com filas enormes ou simplesmente sem vaga, os toques no pau de Marcelo e ele alisando a bucetinha já molhadinha deixava os dois mais atiçado, mas não é fácil a vida e ela te desafia ao máximo😂🤣😂🤣, percorreram parte pinheiros, região da cidade universitária, Vila Sônia, com muito tesão Marcelo já queria para é em uma rua escura, Raquel de fato é a parte mais equilibrada dos dois, pegaram a Régis Bitencourt, passando por Taboão da Serra depois de muitos motéis pararam o carro na entrada da rodovia e ligaram o GPS novamente para identificar os lugares e viram um alguns metros da pista, enquanto ele procurava ela parou de alisar o pau dele e começou a chupar ele já estourando para querer meter. Finalmente acharam um era talvez a última tentativa o nome do motel é Chateou du Embu e se localiza no Embu das Artes.

Ao chegar só tinha uma única suíte a mais completa e mais cara também, mas na altura do campeonato estava valendo qualquer uma, entraram e foram direto para cama redonda em um quarto gigante, não perderam tempo foram se dispondo e se beijando, Marcelo segurava ela pelo pescoço enquanto a beijava intensamente, ele se posicionou em pé e mandou ela ajoelhar, ela já sabia ao descer olhando para ele percebeu que seu olhar estava diferente, mas o dela também estava, passou a chupar e engolir todo chegando a engasgar algumas vezes coisa que ela não curtia muito daquele jeito, ele por sua vez adora sentir entrando tudo mesmo sabendo que ela não aguenta, ele tirou o pau da boca dela lhe deu um beijo e um tapa em seguida voltou a meter em sua boca, o barulho, os gemidos a saliva deixando aquele boquete encharcado deixava ele com muito mais tesão, ainda mais que ela massageava seu saco.

Ele levantou ela e lhe deu um outro beijo bem molhado e percebeu que os olhos dela estavam até avermelhados pelos momentos de sufoco que passou ao chupar. Deitou-a na cama e passou a beijar o seu pescoço enquanto sua mão direita percorreria o corpo dela, segurando seu rosto pelo queixo, deslizando e apertando os seus seios, passando de maneira suave a mão e sua cintura e barriga, descendo pela coxa esquerda até encontrar a buceta de sua amada, massageando de maneira leve arrancando suspiros e gemidos, introduzindo dois dedos e voltando a massagear, enquanto ele foi descendo e chupando forte os seios dela sempre um e depois o outro, em outros momentos ele sempre brincava dizendo que “era para que nenhum tivesse ciúmes do outro”, ainda descendo beijando a barriga dela enquanto lhe masturba, finalmente chegou onde queria, naquela bucetinha encharcada e passou a chapá-la de maneira bem babada enquanto a mão esquerda tocava apertando os seios de Raquel e a direita introduzindo dois dedos não demorou muito para que ela gozasse gemendo bem alto, coisa que não fazia em casa por questões de vizinhança, espasmava e contraia a perna fechando involuntariamente prendendo com força a cabeça de Marcelo, não permitindo que ele continuasse a chupá-la ou toca-la.

Um dos maiores prazeres na relação deles que Marcelo tinha era ver sua mulher ter orgasmos, seja penetrando, chupando, masturbando ela ou apenas vê-la se masturbando, não importa ele gostava de sentir o prazer dela acontecendo.

Logo em seguida após sair das coxas de Raquel ele a puxa pelas pernas colocando elas em seus ombros, penetra sem esforço pelo tanto que estava molhada, dando lhe uma estocada fazendo com que ela soltasse um gemido, em seguida ele começou a socar sem dó de sua esposa, quem visse de fora acharia que estaria com raiva, mas na verdade é a expressão do mais puro e selvagem desejo pela mulher que ele ama, as estocadas impulsiona o corpo dela para frente, em determinados momentos tenta colocar a mão na cintura de Marcelo, talvez na intensão de controlar os movimentos, ele enfia tudo e pressiona abre suas pernas e manda tirar a mão, lhe dá um beijo e um tapa, dois volta segurar as pernas e voltar os movimentos, ele para colocar ela de lado ficando por cima da perna direita dela colocando a perna esquerda em seu ombro e voltando a meter enquanto ele a toca com a mão direita. Em seguida ele pede para que ela se sentasse em seu pau, ela se senta e da algumas quicadas em seguida ela começa a se mexer para frente e para trás o olhar dela é claro, ela sabe que aquela posição mexendo daquele jeito enquanto ele chupa os peitos dela é uma das posições que ele mais ama, justamente por poder vê-la ela começa a gemer mais, sinal que o ápice estava chegando, e quando ele segura o quadril dela mandando ela continuar, chamando de putinha.

Raquel – Gosta de ver sua putinha assim não é? Fala onde você quer que eu mexa assim?

Marcelo – Amo, quero ver você rebolando enquanto assisto, quero ver você gozando.

Raquel sorria, pois, gostava em alguns momentos essa sensação, e mexendo sentido o pau latejando dentro se sentia dominante. Ela começa a mexer mais rápido e com mais força enquanto e segurada pela cintura ouvindo gemidos de prazer de Marcelo, ele a puxa pelo pescoço lhe beijando enquanto os dois gozam de maneira incrível e juntos o que não era uma frequência, os dois dando pequenos espasmos sentindo a intensidade daquele sexo.

Ainda em cima de Marcelo os dois se olham e falam que se amam enquanto alterna palavras e beijo, ficaram lá trocando carinhos, por mais de 40 mins, até que levantaram para ver o outro cômodo, era um banheiro enorme, com sauna, um chuveiro que tinha jatos direto no corpo (precisava de manutenção parecia ser bem antigo, mas ainda sim funcionava de maneira satisfatória), uma hidro também parecia antigo, na verdade tudo parecia e todos em tom marrom e verde com móveis estilo colonial, e após uma porta de vidro havia uma piscina aquecida privativa com teto de telhado articulado podendo abrir o que não foi feito devido ao frio, apesar que seria lindo devido a lua.

Raquel que mais parece uma sereia quando está na água não perdeu tempo pulou na piscina e nadava de uma ponta a outra, Marcelo por alguns instante só observava aquela mulher deslizando na água, entrou se aproximaram e começaram a se beijar, ele pediu para que sentasse na borda da piscina, ele abriu suas pernas ela colou na borda e ele passou a chupá-la lambia como adorava fazer, devido ao frio Raquel pediu para voltar para dentro da piscina, ficando apoiada na borda enquanto Marcelo beijava sua nuca acariciando os seus seios, ela por sua mexia seu corpo e punhetava ele, quando o pau dele ficou duro ela foi posicionando e movia devagar, pois introduzir dentro da água não é nada como contam, enfim entrou e passou a bombar em um ritmo cadenciado e contínuo, nesse momento Marcelo perguntou o que o rapaz queria lá na balada em que estavam, instintivamente ela sorri e passou a falar.

Raquel – Ele se apresentou e perguntou meu nome.

Marcelo – Todo aquele tempo apenas para um nome?

Enquanto indagava perguntando em seu ouvido ele a segurou pela cintura lhe dando bombada mais forte. Raquel gemeu, pediu para ficar de frente ele a pegou pelas pernas encaixando seu pau em sua buceta enquanto ela foi falando.

Raquel – Ele me elogiou, perguntou se eu estava só, eu disse que estava acompanhada, EU DISSE QUE ESTAVA ACOMPANHADA, MAS QUE GOSTAMOS DE CONHECER PESSOAS NOVAS, TINHA DITO QUE VOCÊ PODERIA FICAR BRAVO, MAS EU O ACALME DIZENDO QUE VOCÊ GOSTA QUE EU CONHEÇA PESSOAS NOVAS, ELE DISSE QUE VOLTARIA, MAS NÃO VEIO (essa parte em negrito foi dita, mas depois ela revelou que não havia dito).

Ela pede para saírem e irem para sauna, Marcelo se assenta e Raquel ajoelha chupa o pau dele um pouco e passa a sentar rebolando, mexendo gostoso podendo sentir a pica dele bem no fundo, Raquel beija e olha para ele e diz.

Raquel – Cuidado com os seus desejos, qualquer hora posso acabar realizando.

Marcelo – Isso seria um sonho se concretizando.

Raquel – Mas você terá que aguentar ficar me vendo dando igual uma vagabunda e depois que eu gozar vou pedir para você vir meter em mim para ver como ele ou eles me deixaram molhada.

Marcelo – Eles?

Raquel – Você quer não gostou da ideia?

Marcelo – Amei, só não esperava.

Enquanto isso Raquel sabia que estava mexendo com a cabeça dele e com corpo também, pois ele já estava se esforçando para aguentar a rebolada dela.

Apesar de ser algo que não era um desejo ainda desperto por completo, ela gostava desse jogo e sabia jogar muito bem e apesar do receio ela ao falar para ele já se via nessa situação. Ela chega no seu terceiro orgasmo da noite apertando e arranhando as costas dele, nada profundo, mas que deu para ele sentir no outro dia. Enquanto gozava ela falava no ouvido dele.

Raquel – Então você quer me dividir com vários homens, e você vai ver cada um se satisfazer em sua puta.

Marcelo – Sim!

Era a única coisa que conseguia responder enquanto gozava gemendo alto, após isso os dois voltam para cama e cochilam um pouco e quando começou amanhecer foram embora, nunca mais os dias dos namorados será uma data qualquer, lembranças boas terão.

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