Nas férias, Liberei Minha Esposa pra Virar a Puta de um Novinho

Um conto erótico de Rodrigo, o corninho
Categoria: Heterossexual
Contém 2499 palavras
Data: 07/01/2026 18:15:32

Sabe o que é melhor que ser corno? Ser corno no meio da rua, com todo mundo olhando e pensando: 'Olha o otário ali, o cara tem a mulher mais gostosa da cidade, mas quem come é outro.' Isso dá um tesão do caralho. E aconteceu comigo — vou te contar como foi.

Nosso penúltimo dia no resort começou cedo. A proposta? Passar o dia fora com o Léo. O "garoto" do resort, aquele era o dia de folga dele e minha esposa não perdeu tempo – planejou tudo nos mínimos detalhes, como quem organiza um passeio romântico. Só que o romance não era comigo. Era um dia inteiro de traição, e eu ia fazer parte da plateia.

Vou explicar melhor. Minha esposa sempre teve uma fantasia — praticamente a única dela. Todas as outras putarias que a gente já fez foram ideias minhas, e ela sempre topou na hora. Então, quando ela coloca uma na mesa, como eu vou dizer não?

A fantasia dela é simples e doentia: passar um dia inteiro com outro homem, fingindo ser amantes na frente de todo mundo. Só que não é só fingir. É andar de mãos dadas na rua, se beijar na boca no meio do povo, trocar carícias em público — tudo isso comigo do lado. Ela quer que o mundo veja que ela tem um corno manso em casa, um marido que aceita a esposa trepar com outro.

A gente já tinha conversado sobre isso umas mil vezes. Era um plano pra um futuro distante. Algo bem pensado, com um cara escolhido a dedo, numa cidade onde ninguém conhecesse a gente. Tudo controlado.

Mas na noite anterior, ela veio com a fantasia na cara dura: – Amanhã é o dia perfeito. Vamos fazer com o Léo. – Totalmente de improviso. A gente estava numa cidade turística, alta temporada, cheio de gente pra todo lado, onde a qualquer momento podia aparecer um conhecido. Eu fiquei gelado. Senti mais medo do que tesão. Mas negar pra ela? Nem pensei. – Vamos fazer, – eu disse, mas gelado por dentro, incerto de tudo.

Ela sorriu. Um sorriso largo, nojento, de quem sabia que já tinha me dominado, que eu era dela pra fazer o que quisesse. Naquela manhã, quando entrei no carro pra ir buscar o Léo na casa dele, eu já não era marido. Era só o motorista, o vigia, o trouxa. O cafetão da minha própria mulher.

E então veio o pensamento que gelou minha espinha: isso não ia ficar escondido na Bahia. A chance de alguém ver — um colega, um conhecido, tomando uma cerveja na mesma praia e me flagrando sendo feito de corno — era enorme. Meu título de corno, até então um segredo sórdido entre nós, corria o risco de virar notícia pública. E o pior? Eu estava aceitando — e, no fundo, torcendo — para que isso acontecesse.

A manhã foi só o aquecimento. Minha esposa desfilou pela cidade de mãos dadas com o garoto, como se fosse a dona dele. O pior era quando ela entrava nas lojas, provava biquínis minúsculos e chamava ele pro provador pra "avaliar". "Vem ver como ficou, Léo!" E eu lá, atrás, pagando a conta e carregando as sacolas, feito um burro de carga. Até aí, tudo "tranquilo". Ela radiante, e eu, mais envergonhado do que com tesão.

Pode ser paranoia, mas eu jurava que a cidade inteira tava me encarando. Dava pra ouvir o pensamento geral: "Olha o corno manso ali, hein." Mas beleza, eu ia sobreviver.

Depois fomos pra uma praça perto da feirinha. Eu, de sentinela com as sacolas, e eles parando no meio do movimento pra meter um beijo de língua, molhado e sem vergonha nenhuma. Foi aí que ela teve a "brilhante" ideia: "Vamos registrar o momento, amor!"

Daí em diante, o papel virou de vez. Guardei as sacolas e virei o fotógrafo oficial do casalzinho. Registrei eles de mãos dadas na orla, se beijando encostados na parede de uma barraca, ele apertando a bunda dela no meio da rua. Cada clique era um tapa na minha cara, e eu apertava o botão, o corninho obediente.

Almoçamos, e aí, no começo da tarde, a putaria escalou. Minha esposa ficou só de biquíni — um daqueles tão pequenos que deixava marcado o formato da buceta inteira no tecido. Onde ela passava, todo mundo olhava. E quem estava agarrado nela? O Léo, o garoto da cidade que todo mundo conhece — e todo mundo sabia que não era o marido dela. Ela ainda fazia questão de exibir a aliança no dedo, pra deixar claro que o cara com a câmera era só o corno que bancava o passeio.

Aquilo arruinou meu dia. O tesão foi pro ralo. Ver minha esposa, aquela vagabunda, praticamente pelada, igual uma prostituta desfilando na cidade lotada, de mãos dadas com outro… duvido que não cruzamos com algum conhecido.

Só fui me animar de novo no final da tarde, quando o Léo pegou ela de jeito, o garoto não só comeu — ele degustou a buceta dela. A foda foi tão boa, tão bem dada, que por uns minutos eu até esqueci que tinha sido feito de palhaço o dia todo pela cidade.

Foi no final do dia, o Léo nos levou pra um hotel barato onde ele já tinha trabalhado. Por fora era simples, mas ele reservou uma suíte no último andar. Quando abri a porta, quase caí pra trás. O quarto era enorme, com uma varanda gigante de frente pro mar, e até uma hidro na sacada. Eu já estava me animando, e mais ainda quando minha esposa deu a sentença:

— Fica no quarto corno. E fecha a porta. Lá fora hoje é só eu e meu boy.

Eles saíram pra varanda. Claro que eu não iam ter privacidade. Eu iria assistir tudo através do vidro, e melhor, ouvir cada gemido, cada palavra. Obedeci, fechei a porta e me joguei na cama, já pelado, com a mão na rola, pronto pro show.

O Léo se despiu rápido e sentou no chão, encostado no parapeito enquanto alisava a rola já dura. Minha esposa resolveu dar um espetáculo. Ficou rebolando com a saída de praia aberta mostrando o corpo pra ele, depois deixou o tecido escorrer pelas costas, pelos quadris, até cair no chão. Ficou só com o maldito micro biquíni preto.

O filho da puta abriu um sorriso de deboche quando ela voltou a rebolar na frente dele, esfregando a buceta no ar igual uma puta em vitrine.

— Vamos, delícia. Tira esse sutiã, — ele ordenou.

Ela tirou e jogou a peça nele. Depois, com as mãos na cintura, desceu a calcinha… lentamente, fazendo questão de provocar. Ficou completamente nua.

Aí ela se ajoelhou e ficou de quatro, empinando aquele rabo e a buceta maravilhosa na minha direção. Sem perder tempo, enfiou a boca na piroca dura do Léo.

— Gosta de chupar um pau, putinha? — ele perguntou, mas ela nem respondeu, com a boca toda ocupada.

— Você tem cara de vadia chupadora de rola… E chupa muito gostoso, sabia?

Ela só balançou a cabeça, afundando a pica dele até a garganta.

O safado segurou ela pelos cabelos e puxou, tirando a rola da boca dela. Meteu dois dedos na boca dela, fazendo ela chupar, enquanto batia o pau na cara dela com a outra mão.

— Chupa, piranha. Quero ver seu rosto enquanto você mama. Primeira vez que como uma casada na frente do marido. Você é muito putinha, não é?

— Sou…— ela gemeu, com os dedos dele ainda na boca.

— Então mama gostoso minha pica agora, vai…

E empurrou a cabeça dela de volta, fazendo ela engolir o pau todinho de novo.

Ela mamou com gosto. Com a boquinha ocupada, cheia, só dava pra ouvir o filho da puta provocar.

— Vai, sua putinha… Chupa meu pau gostoso. Tá doida pra eu gozar na sua boca, né, vadia?

Com a mão pesada, ele empurrava a cabeça dela, fazendo ela engolir e mamar com força. Ajoelhada, peitos pra fora, raba e buceta escancarada, era a melhor visão do mundo. Eu ficaria ali por meses.

Eu não senti ciúmes. Não senti raiva. O novinho tratando minha esposa igual uma vagabunda, e eu só queria mais. Queria que ele continuasse pra sempre.

— Putinha… Essa carinha de chupadora de pica não engana ninguém. Fala que gosta de chupar pau. FALA!

Ele puxou a cabeça dela pra trás, tirando o pau da boca dela.

— Eu gosto de chupar pau, — ela respondeu, ofegante.

Ele sorriu, um sorriso de vitória, de tarado safado. E enfiou a cabeça dela de volta no pau.

— Então chupa, putinha… Vai. Abre os olhos e olha pra mim.

Ajoelhada, peitos balançando, raba empinada e uma rola na boca, eu só olhava. Com um tesão do caralho. Minha esposa, submissa, aceitando tudo de um garoto qualquer. E eu, adorando cada segundo.

Aí chegou a hora do adeus. O Léo ia comer a buceta da minha esposa pela última vez, mas não ia ser uma despedida qualquer. Ele ia fazer devagar. Ia demorar. Ia explorar cada centímetro daquela buceta como se fosse a última. O moleque era novinho, mas sabia segurar a onda, sabia como deixar uma mulher maluca de tesão. Ele ia dar uma aula de pica. E ia garantir que ela nunca mais esquecesse aquele pau.

Ele puxou ela pelos cabelos, tirando ela do chão. — Vira, puta. Deita de costas. — Ela obedeceu, ofegante, e ele a empurrou contra o parapeito da varanda. A buceta dela escorrendo tesão apontada na minha direção. Ele cuspiu na própria mão e passou na rola, depois desceu o cuspe direto na buceta, fazendo um fio brilhante. — Vou te comer gostoso pra você nunca mais esquecer da minha pica.

Sem cerimônia, ele encaixou a cabecinha na entrada e ENFIOU. Um golpe só, profundo e seco, que arrancou um grito rouco dela.

— Agora vai levar rola, vagabunda. Até eu gozar ai dentro.

E começou. Era uma surra de pica. Cada estocada era um baque seco dos ossos dele contra a carne dela. Ele segurava os quadris dela com tanta força que os dedos afundavam na pele. A cada socada, a bunda dela tremia.

— Ta gostando, vadia? Ta sentindo minha pica te arrombando?

— Sim Caralho! Soca mais fundo. Gostoso!

— Então abre mais essas pernas, sua puta. Quero ver essa buceta escorrendo.

Ele puxou a cabeça dela pra cima, forçando ela olhar pra ele, e eu batendo uma punheta violenta, sabendo que quem estivesse na praia e olhasse para a varanda veria minha esposa levando rola do garoto. A varanda inteira rangia com o ritmo. Ele tirava quase toda a rola e socava de volta com uma violência que era quase um ataque.

— Tô te fazendo de puta. Na frente do teu marido. E você ta pedindo mais, né?

— Tô! Tô pedindo mais! Me fode, caralho!

Ele soltou o cabelo e deu um tapa forte na bunda dela, deixando a marca da mão vermelha no branco da pele. Ela gritou de dor e prazer.

— Vem aqui! — Ele a puxou com força, a colocando de pé encostada no vidro. Ele ficou por trás e engatou a rola na buceta dela novamente, as pernas dela chega bambearam. Ele a segurou pelos quadris e bombou novamente.

— agora olha pra ele. — Ele ordenou, com a rola inteira pressionada dentro dela. — olha pro seu marido e fala que está gostando da minha rola.

Ela olhou pra mim através do vidro, os olhos vidrados, a boca entreaberta. — Delicia... A rola dele é muito gostosa...

Ele a impulsionou pra baixo, enfiando tudo de uma vez dentro dela, fazendo os dois gemerem alto. Agora ele a levantava e deixava cair, usando o peso dela pra afundar a pica ainda mais fundo. Era brutal.

— Vai levar até gozar. Até escorrer pela perna. Até não aguentar ficar em pé.

Aí o garoto pegou ela de novo e esfregou o rosto dela no vidro.

— Fala pro teu corno te trazer de novo ano que vem. Quero trazer uns colegas pra me ajudar a te comer, piranha.

A Simone estava louca, o prazer estampado no rosto. Eu nunca tinha visto ela tão satisfeita. Eu já estava todo melado depois de gozar, e o pau já estava duro de novo.

— Quer, putinha? Quer conhecer meus amigos?

— Só se ele me comer gostoso igual você — ela gemeu, gritando de prazer, já chegando no orgasmo.

Mas o Léo continuou. O suor escorria dos corpos deles enquanto ele a socava contra o vidro, e ela só segurava no pescoço dele, gemendo baixo. Ele percebeu que ela tinha gozado e mudou ela de posição de novo, a colocando de joelhos no chão duro da varanda.

— ABRE A BOCA, PUTINHA. VOU TE DAR DE BEBER.

Ele meteu a rola na boca dela, rápido e raso, e depois jogou ela de quatro e voltou a meter na buceta, deixando ela sentir o gosto dela mesma na pica dele. Era uma zona completa.

Finalmente, com ela de quatro de novo, ele agarrou os quadris com uma fúria e acelerou até o fim. Os gemidos dele eram roucos, animais.

— TÔ GOZANDO, VADIA! TÔ ENCHENDO ESSE ÚTERO DE PORRA! TOMA! TOMA!

Ele ficou rígido, enterrado até as bolas, pulsando dentro dela. Puxou a rola, já meio mole, e esfregou a cabecinha no clitóris dela, fazendo ela gozar de novo — um jorro quente escorrendo pelas coxas.

Ele se afastou, ofegante. Ela desabou no chão da varanda, um amontoado de pernas trêmulas, com suor e sêmen escorrendo dela.

Ele olhou pra ela, depois pra mim dentro do quarto, e falou:

— Lava ela, corno. Que mais tarde eu quero comer tua esposa de novo.

Terminamos o dia ali mesmo, vendo filmes e comendo pipoca — ela e o Léo grudados no sofá, eu num canto, já me acostumando com o lugar de espectador. Na hora de dormir, dei meu "presente" pra minha esposa: eu me enfiei no sofá e deixei a cama grande pros pombinhos. Já que era pra fazer papel de corno, que fosse completo.

Não deu outra: acordei no meio da madrugada e pica tava comendo. A vagabunda gemia parecendo querer acordar todos no hotel. Nem liguei a luz. Fiquei no escuro, ouvindo e imaginando como a rola dele estaria entrando nela, ele puxando o cabelo dela, ela engolindo ele... Foi assim até o amanhecer.

No dia seguinte, na despedida, dei uma grana generosa na mão do Léo. "Pelo serviço", falei. Peguei o número dele e dei o recado: "Em seis meses a gente volta. Arruma um amigo aí, de preferência que meta forte. Eu banco os dois. Quero ver ela tomar pica dos dois ao mesmo tempo, até não aguentar mais."

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Olá, sou um marido corno (e muito feliz assim).

Há algum tempo vivo a cornice consentida com minha esposa, e tem sido incrível para nós dois. Mas sinto falta de conversar com outros homens que entendem exatamente como é essa mistura de tesão, ciúme, amor e libertinagem.

Se você também está nesse mundo e quer trocar uma ideia, fazer um amigo pra discutir os dilemas e as delícias disso, seria ótimo ouvir de você.

Meu contato: rodrigoepriscila.md@gmail.com

Abraços!

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