Finalmente, as tão esperadas férias chegaram. O plano era em duas etapas: primeiro, uma viagem em família; depois, só o casal.
Passamos duas semanas em Caldas Novas, Goiás. Catorze dias de crianças pulando na água quente, riso alto, todos grudados de protetor solar. Foi bom. Foi daquele jeito que a gente imagina quando planeja as férias perfeitas.
De volta à cidade, deixamos as crianças com minha sogra — ainda com histórias de parques aquáticos nos lábios — e pegamos o voo para o Nordeste. Sete dias reservados num resort à beira-mar, só nós dois. “Um reencontro amoroso”, eu disse aos meus pais. “Tempo para nós”, ela repetiu à mãe dela, com aquele sorriso nos lábios.
Foi isso que planejamos e foi isso que contamos a todos.
Mas a realidade foi outra.
Enquanto eu planejava dias de descanso a dois, minha esposa encontrou outra forma de relaxar: entrou na vara.
E não foi na minha.
A ideia, quando viajamos, não era fazer putaria. Muito menos safadeza. Era só relaxar, descansar a cabeça e aproveitar o mar. Chegamos ao litoral baiano pela manhã, em um resort cinco estrelas, all inclusive, com tratamento VIP. A semana prometia descanso, sol, praia, mar e água de coco.
Lá no resort, todo mundo era gentil, educado, prestativo. Mas um garoto em especial começou a se destacar: o Léo. Uns 20 e poucos anos, magro, alto, bronzeado, sorriso fácil. Ele trabalhava na barraca de praia do resort. Sempre que a gente precisava de algo — um petisco, uma bebida, uma toalha ou até mesmo um favor — ele aparecia. Rápido, prestativo, sempre por perto.
No começo, não liguei. Depois, comecei a notar os olhares dele. Eles eram rápidos, mas iam sempre na direção da minha esposa. Paravam na cintura dela, no decote do biquíni, nas pernas. Ele estava ali pra ajudar, ou só pra admirar minha mulher de perto?
E ela, claro, chamava atenção. Na piscina, no mar, na areia — os olhos dos homens a seguiam. Até as mulheres olhavam, com uma cara de reprovação, mas olhavam. Minha esposa sempre gostou de ser o centro das atenções. E eu, pra ser sincero, também gostava. Era excitante ver outros homens desejando o que era meu.
À noite, o resort tinha shows e jantares, mas minha esposa queria ver a cidade. Saímos no segundo dia, mas foi sem graça — tudo muito cheio ou sem vida.
No terceiro dia, estávamos saindo de novo quando o carro caiu num buraco logo na saída do resort. O pneu dianteiro estourou na hora.
Quem apareceu pra ajudar? O Léo.
— Deixa que eu resolvo, — ele disse, já se abaixando para o pneu.
Em menos de dez minutos, ele já tinha trocado o estepe. Agradeci e ofereci uma nota de cem.
— Não precisa, de verdade, — ele recusou. Insisti, e ele acabou aceitando.
— Vão pra onde? — ele perguntou.
— Queremos conhecer a cidade, mas não sabemos por onde começar, — eu respondi.
Ele deu várias dicas: um bar escondido, um mirante com vista pro mar, uma pracinha com música ao vivo. Agradecemos, ele foi embora, e seguimos o passeio sozinho.
No dia seguinte, estávamos na praia. Eu sentado na cadeira, ela deitada a uns metros de mim, tomando sol de bruços. O biquíni era pequeno, e aquele corpo dela parecia feito pra chamar atenção. O Léo chegou com uma bandeja cheia de drinks e petiscos — a gente nem tinha pedido.
Enquanto arrumava as coisas na mesa, ele puxou assunto:
— E aí, se divertiram ontem?
— Não foi grande coisa, — menti. Na verdade, a gente tinha se divertido, mas eu já estava mal intencionado. Só de ver o jeito que ele olhava pra ela, e o jeito que ela correspondia, eu sabia. Tinha uma química no ar, uma atração que nem eles tentavam disfarçar direito. E eu pensei: isso tem que acabar em sexo.
Ele começou a falar de outros lugares pra visitar, mas eu cortei:
—Você não quer ser nosso guia? Te pago.
Ele aceitou na hora. —Saio às sete. A noite é de vocês.
Eu só acenei, calado.
Ele não podia imaginar naquela hora, mas aquela noite — e especialmente a madrugada — iam ser bem mais intensas do que ele podia supor.
Saímos do resort quando o céu já era um roxo profundo, quase noite. Encontramos o Léo uma quadra depois, longe do olhar dos colegas. Fora do uniforme, era só um garoto da praia: camiseta branca, bermuda desbotada, chinelos. Mas a simplicidade da roupa destacava o corpo — magro, porém definido, com os braços marcados pelo trabalho e o pescoço queimado de sol. Dava para ver que o garoto era… interessante.
Seguimos para o centro. Ele nos guiou com a naturalidade de quem cresceu ali. Passamos pela feirinha de artesanato, com ele contando histórias sobre as rendas. Caminhamos pelo centro histórico, ruas de paralelepípedo onde ele apontava detalhes que jamais notaríamos. Depois, jantamos em um restaurante à beira-mar, a mesa quase na areia. A conversa fluiu facilmente. O garoto era bom de papo, tinha um humor seco que fazia a Simone rir com a cabeça jogada pra trás, o pescoço exposto, o som das risadas dela se misturando ao barulho das ondas.
Após o jantar, caminhamos pela orla. Léo, além de guia, tornou-se nosso fotógrafo particular. Parávamos em mirantes, sob a luz amarela dos postes, e ele registrava. Primeiro, fotos dos dois juntos; depois, em um impulso, soltei Simone e disse:
— Agora tira só dela.
Ele nem hesitou. A câmera do celular tornou-se uma extensão de seu olhar. E ela… ela entrou em outro estado. Não eram mais poses de turista. Era seu corpo se oferecendo. Um braço estendido para trás, alongando a cintura. A mão nos cabelos, os olhos fechados, a boca entreaberta. O vestido colava ao corpo com o vento marinho, delineando cada curva. Ela não posava para uma foto. Ela se exibia. Para ele.
Eu já estava excitado pra caralho dentro da bermuda, aquela tensão quente e incômoda. Aproximei-me dele por trás, perto o suficiente para sentir o calor de seu corpo. O celular ainda em suas mãos, a tela iluminada com a imagem dela.
— Ela é linda, né? — sussurrei em seu ouvido.
Ele nem desviou o olhar da tela. A resposta veio crua, sem rodeios:
— Maravilhosa.
Aquela foi a confirmação. O jogo de olhares virou acordo. Achei que já era hora. A putaria, que era um fantasma desde o primeiro dia, agora tinha corpo e nome.
— Vamos para um lugar mais reservado — sugeri, apontando para uma barraca mais adiante, afastada, com mesas vazias e cadeiras empilhadas. A estrutura era aberta, mas aquele trecho da praia estava deserto. A iluminação vinha de postes distantes, criando manchas de luz e sombra. A vista era linda, de fato: o mar negro, a espuma branca brilhando na escuridão.
— A vista aqui é incrível — disse, dirigindo-me a Simone. — Senta ali no banco. Vamos fazer algumas últimas.
Ela entendeu. Sentou na beirada da mesa de madeira, as pernas cruzadas. No início, as poses foram comedidas. Um sorriso, a mão no queixo. Inocentes. Mas seus olhos não eram inocentes. Estavam fixos em Léo, que ergueu o celular novamente, pronto para o que viesse a seguir.
O clima já estava pesado. Dava para ver que ela e ele estavam no mesmo ritmo, só faltava o empurrão.
— Vamos arriscar algo diferente, — eu falei, olhando direto para Simone. — Quero aproveitar a paisagem e fazer umas fotos mais ousadas.
Ela entendeu na hora. O sorriso dela ficou provocante. Em vez de só cruzar as pernas, ela as abriu com um portão, deixando o vestido escorregar e grudar bem no meio da buceta. O tecido ficou esticado, colado, marcando o volume da xota dela como se fosse uma segunda pele.
O Léo nem disfarçou mais. Baixou o celular, fotografando de baixo para cima, a câmera focada naquele espaço entre as pernas dela.
— Essa vai ficar top, — ele falou. — Merece até um quadro.
— Se eu subir um pouco o vestido, fica melhor? — ela perguntou, provocante. Sem esperar resposta, ela pegou na barra do vestido. Levantou devagar, mostrando as coxas, e subiu até o joelho.
— Caralho, — o Léo escapou, baixinho.
— Tira o vestido, fica de biquíni, amor.
— Eu não estou de biquíni, estou de calcinha.
— Então levanta o vestido e mostra, — eu incentivei. — Nós queremos ver a cor da sua calcinha.
Ela olhou para mim, depois para ele, com um ar de quem está no controle. Com uma das mãos, ela puxou o vestido, subindo-o até a cintura e mostrando a calcinha vermelha. A outra mão ela passou por cima do próprio corpo, apertando um seio por cima do tecido.
O Léo estava praticamente salivando. A mão dele tremia um pouco segurando o celular.
— Manda ela levantar o vestido todo, — ele pediu, quase num gemido, olhando para mim.
— Você ouviu o profissional, — eu falei para ela. — Levanta. Mostra tudo.
Ela então se levantou do banco, ficou em pé na frente da mesa. Me olhou nos olhos, como pedindo permissão final. Eu acenei com a cabeça.
Ela pegou na barra do vestido com as duas mãos. E foi subindo. Mostrou as coxas, a cintura, a calcinha vermelha, que era só de renda quase transparente. Parou com o vestido na altura da cintura, o corpo todo iluminado pela luz amarela do poste. Ela estava de costas para o mar, de frente para a gente, exposta.
Ele não tirou uma ou duas fotos. O garoto aproveitou, fotografando de todos os ângulos.
— Foda-se. Tira essa merda, — eu gritei, perdendo o pouco de paciência que me restava.
Ela sorriu, vitoriosa, e em um movimento, puxou o vestido por cima da cabeça e jogou na areia.
Ficou só na calcinha vermelha e um sutiã minúsculo, também vermelho. O corpo dela era um espetáculo.
— Tá vendo, Léo, como minha mulher é gostosa? — eu perguntei, mas ele já não estava ouvindo. Uma mão no celular e a outra tentando disfarçar.
Simone então teve um momento de consciência. Pegou o vestido da areia e rapidamente vestiu.
— Vamos parar com essas fotos, senão a gente vai sair daqui preso.
Voltamos para o carro. Eu abri a porta de trás e pedi que minha esposa entrasse. O Léo ainda não tinha entendido. Fui direto:
— Pode ir aí com ela. Eu dirijo.
Assim que o carro saiu, fui direto ao ponto:
— Quer comer minha esposa, Léo? Quer transar com ela lá no nosso quarto?
Ele não hesitou, só ponderou: — Adoraria, mas não podemos ir para o resort. Se alguém me ver entrando com vocês no quarto, vou ser demitido.
— Então come ela aí atrás mesmo.
Eles nem esperaram eu terminar de falar. Quando olhei pelo retrovisor, a putaria já rolava solta.
Minha esposa estava sentada em cima do Léo, o vestido levantado até a cintura. A buceta dela, coberta só pela calcinha, esfregava na rola dura dele por cima da bermuda. O moleque estava com as duas mãos agarradas na bunda dela, guiando o movimento, e o som nojento da língua deles se enroscando enchia o carro.
— Espera, quero assistir de perto, — eu disse, quase implorando. —Vou parar num lugar melhor.
Eles nem se separaram direito. Eu dirigi mais umas quadras, até achar um trecho da orla totalmente morto, entre duas barracas de praia fechadas e escuras. Desliguei os faróis e o motor. A única luz era a da lua, fraca, cortando a escuridão.
— Vai ser aqui mesmo, — ordenei, abrindo a porta.
Eles saíram, grudados. Na penumbra, dava pra ver que já estavam quase pelados. Ele só com a camiseta arregaçada e o pau pra fora da bermuda. Ela, só de sutiã, a calcinha já tinha sumido.
— Léo, — eu falei, apontando para o capô do carro. — Joga ela aí. Enfia essa pica até o fundo da minha esposa.
O garoto não precisou ser mandado duas vezes. Ele pegou a Simone pela cintura, com uma força bruta, e jogou ela de costas no capô. O metal gemeu com o impacto. As pernas dela se abriram, prendendo o quadril dele.
Ele se posicionou entre as pernas dela, agarrou as coxas e, sem cerimônia, enterrou a rola. O som foi molhado, sujo. O gemido alto dela cortou a noite. Ele começou a meter com uma fome de animal, o corpo batendo contra o dela, o capô rangendo a cada socada.
Eu fiquei do lado, assistindo. Ela estava completamente exposta, arqueada sob o carro, os peitos pulando no ritmo brutal da foda. Cada gemido alto, cada vez que a pica dele sumia dentro dela, eu ficava mais duro. O Léo estava comendo minha mulher no meio da rua, e eu nem pensei se tinha câmera por perto. Foda-se. Ela estava gemendo igual a uma vadia no cio, e eu estava adorando cada segundo.
O barulho da carne batendo na carne, dos gemidos altos dela, da respiração ofegante dos dois, era a trilha sonora da putaria mais depravada que eu já vi. E eu estava lá, assistindo, vendo tudo.
Parecia até que a gente não tava em lugar público. A Simone gemia feito uma cachorra no cio, alto, sem um pingo de vergonha. A rola do garoto entrando fundo nela, e ela gritando entre um gemido e outro: —Ai… que pica gostosa! — Ele então agarrou ela pela cintura, virou ela de quatro em cima do capô e enfiou de novo, com tudo. Ela chorava, gemia e pedia mais: — Enfia, caralho! Mete gostoso nessa buceta! — O garoto era bruto, sabia usar a ferramenta que tinha. Sabia fuder uma casada com gosto. Ele segurou ela com força pelos quadris, apertando a carne, e começou a socar mais forte, mais rápido.
Eu só vi minha esposa ficando mole, as pernas tremendo, até que ela soltou um — Ai, meu Deus… — longo e agudo e perdeu toda a força, gozando ali mesmo, grudada no metal do carro.
Foi quando eu virei pra ele e ordenei, com a voz rouca: — Goza dentro dela. Enche ela de leite.
Ele não pensou duas vezes. Deu uns últimos metidas brutais, prendeu a respiração e rugiu, enquanto jorrava porra quente dentro dela. Dava pra ver ele tremendo, esvaziando tudo.
Depois, ficaram ofegantes por um minuto. Ele vestiu só a cueca. Ela, de calcinha e sutiã, pegou o vestido do chão e entrou no carro primeiro, toda melada e pingando.
Eu levei ele até a casa dele, um lugar simples num beco afastado da praia. Quando ele desceu, minha esposa ficou quieta no banco de trás, olhando pro nada.
Eu tirei a carteira, peguei cinco notas de cem e enfiei na mão dele, ainda suada e quente.
— Pelos serviços prestados, — falei, olhando firme pra ele. — Amanhã, se quiser fazer um extra de novo… você sabe onde nos achar."
Ele segurou as notas, acenou com a cabeça, um sorriso meio sem graça, mas nos olhos dele ainda dava pra ver o brilho do tesão.
Fechei a porta e voltei pro volante. A noite ainda não tinha acabado.
Chegamos ao resort com ela completamente acabada. O cabelo despenteado, o vestido todo amarrotado e sujo de areia do lugar onde ele a tinha jogado no chão. Caminhamos pelo corredor vazio, aquele silêncio pesado pós-putaria pairando no ar.
Dentro do quarto, peguei-a pela mão e levei-a direto para o banheiro. Acendi a luz forte. Ela ficou em pé, imóvel, enquanto eu começava a esfregar o corpo dela. Limpei a areia dos joelhos, das coxas. A água escorreu marrom pelo ralo.
Ela permaneceu em silêncio, até que, com uma voz doce e ainda carregada de excitação, confessou ao meu ouvido:
— Amor… eu nem esperava nada daquele garoto. Achei que era só mais um rostinho bonito, que ia gozar em dois minutos e me deixar na mão. Mas… olha só. Ele sabe o que faz com aquela pica dele. Foi uma das melhores transas da minha vida.
O ar no banheiro ficou abafado. Continuei limpando-a, agora entre as pernas, removendo o esperma dele que já estava seco nela.
Foi então que soltei, sem sequer olhar para ela:
— Convidei ele para voltar amanhã.
Ela parou. Virou o rosto devagar, até nossos olhos se encontrarem no reflexo embaçado do espelho. Um sorriso lento, safado e grato, surgiu em seus lábios.
— Você é o corninho mais eficiente do mundo, — sussurrou, a voz carregada de tesão e aprovação. — Por isso eu te amo, meu amor. Obrigada.
Ela se virou e me beijou, e o gosto em sua boca ainda era de mar, de noite e de sexo alheio. E eu, ali, limpando a mulher que outro homem havia acabado de foder, nunca me senti tão realizado.