Feriado Prolongado - Parte III

Um conto erótico de Lucas
Categoria: Grupal
Contém 2564 palavras
Data: 07/01/2026 17:47:40

A noite já tinha caído pesado na serra, o céu preto estava repleto de estrelas que pareciam mais próximas do que nunca, como se estivessem espiando a gente. O ar fresco batia gostoso na pele, misturando o cheiro forte do carvão queimando com o aroma da carne assando na churrasqueira.

Eu tava lá na churrasqueira, virando as últimas picanhas suculentas que pingavam gordura e faziam aquele chiado delicioso, a linguiça estalando e dourando, coraçãozinho ficando crocante por fora e macio por dentro — exatamente do jeito que a Mari ama. Gabriel tava do meu lado, abrindo cerveja gelada com aquele estalo satisfatório, gotas escorrendo pelo alumínio, passando prato pra todo mundo enquanto zoava que eu tava demorando demais pra virar a carne.

As meninas tavam terminando de arrumar a mesa de madeira velha: Mari colocando o vinagrete fresquinho, farofa crocante, pão de alho, tudo que a gente gostava.

Mariana tava um absurdo com aquele vestidinho branco curtinho de algodão, dava pra perceber que ela não usava sutiã. O tecido leve grudava no corpo dela toda vez que uma brisa passava, marcando perfeitamente as curvas dos peitos firmes que balançavam de leve quando ela se mexia. Os mamilos rosados apareciam como sombras suaves no tecido fino, e toda vez que ela se inclinava pra pegar algo na mesa, o decote abria um pouco mais, deixando a gente ver a pele bronzeada da trilha brilhando com um restinho de suor e protetor solar. O vestido subia um pouquinho nas coxas quando ela andava, mostrando a curva da bunda empinada, e eu já sentia o pau dando sinal de vida na bermuda só de olhar.

Luana não ficava atrás: cropped branco soltinho que mal cobria os peitos siliconados empinados, short jeans curtinho que subia toda hora e mostrava a tatuagem da borboleta na virilha, cintura fina de vespa que pedia pra ser apertada com as duas mãos. O cropped subia devagar quando ela se esticava pra pegar mais farofa, revelando a barriga lisa e marcada de academia, a pele dourada brilhando à luz das velas. Quando ela se sentava, o short marcava a bunda redonda empinada de um jeito que era impossível não notar o contorno da calcinha por baixo.

O clima tava de boa, todo mundo relax depois da trilha cansativa, da cachoeira gelada que deixou a pele arrepiada e do banho quente que ainda deixava o corpo cheirando a sabonete e shampoo.

— Essa picanha tá uma delícia, cara — falou Luana, mordendo um pedaço devagar, suco escorrendo pelo canto da boca enquanto ela fechava os olhos e gemia baixinho de prazer. — Você manda bem pra caralho no churrasco, Lucas. Sério, tá suculenta, derretendo na boca.

— Valeu, Lu. Mas a farofa da Mari que rouba a cena — respondi, dando um sorriso safado pra ela enquanto ela passava por trás de mim, a mão roçando de leve nas minhas costas, descendo um pouquinho mais até quase encostar na cintura da bermuda.

Mari piscou, inclinando o corpo pra frente de propósito, o vestidinho abrindo mais no decote e deixando os peitos quase escaparem.

— Obrigada, amor. Mas confessa: você só fala isso porque quer me comer depois, né? — disse ela, voz baixa e rouca, mordendo o lábio inferior devagar enquanto olhava pra mim com aqueles olhos escuros que me deixam louco.

Todo mundo caiu na risada, mas o riso veio acompanhado de um silêncio gostoso, daqueles que deixam o tesão pairando no ar. Gabriel levantou a cerveja gelada, gotas escorrendo pelo vidro e pingando na mesa.

— Brinde ao churrasco, à serra e aos amigos pra vida toda.

Batemos os copos, o som tilintando alto na noite quieta. A gente comeu devagar, zoando pra caralho: Gabriel contando como quase caiu na pedra da cachoeira porque tava olhando pro short da Luana subindo demais quando ela pulou na água, eu zoando que ele tropeçou porque tava com o pau duro. As meninas riam alto, Mari dando uma cotovelada em mim toda vez que eu olhava demais pra Luana quando ela se esticava pra pegar mais farofa, o cropped subindo e mostrando a curva da barriga e o começo da tatuagem.

— Tá gostando da vista, amor? — sussurrou Mari no meu ouvido, mão subindo pela minha coxa por baixo da mesa, roçando a ponta dos dedos no volume da bermuda que já tava meia-bomba.

— Não sei do que você ta falando... — respondi baixinho, rindo. — Mas você tá mais gostosa hoje do que o normal, com esse vestido.

Ela mordeu o lábio, olhos escuros fixos nos meus por um segundo a mais, criando uma tensãozinha ali na mesa. Gabriel, que tava do outro lado, percebeu e deu uma cotovelada em Luana.

— Ei, vocês dois aí, controlem-se. Ou vão nos deixar com inveja?

Luana riu, inclinando o corpo pra frente de propósito, o cropped subindo e mostrando os peitos quase inteiros, mamilos endurecidos pelo ar fresco da noite.

— Deixa, amor. Eu acho excitante ver casais assim. Me dá ideias... — disse ela, voz baixa, olhando pra Mari com um sorrisinho safado que fez o ar ficar mais pesado.

O silêncio caiu por um instante, todo mundo bebendo pra disfarçar, mas as bochechas tavam coradas, não só do álcool. Toques "acidentais" aumentavam: perna roçando perna debaixo da mesa, mão no braço demorando um pouco mais, Mari apertando minha coxa com mais força toda vez que Luana se mexia e o cropped subia de novo. O clima estava se criando entre os casais, mas ninguém tinha coragem de puxar o gatilho.

Quando as carnes acabaram e só sobrou queijo coalho e pão de alho, Mari sugeriu:

— Bora jogar um jogo pra esquentar? Todos sabem jogar buraco? Quem perder a rodada, paga uma prenda.

Luana topou na hora, olhos brilhando de animação.

— Eu topo! Mas começa leve, hein.. Não precisamos acelerar nada!

Gabriel riu, pegando o baralho gasto da gaveta.

— Buraco é perfeito. Quem fizer menos pontos na rodada, paga a prenda.

A gente arrumou a mesa rapidinho, luz de velas tremendo nas lanternas, criando sombras dançantes nos corpos semi-nus que já tavam começando a aparecer. Começamos devagar. Primeiras rodadas leves: quem perdia tomava um shot de vodka que sobrou da noite anterior. Risadas altas, zoação quando alguém errava a carta ou esquecia de bater a mão.

— Porra, Lucas, você tá roubando? — zoou Gabi na terceira rodada, depois de perder feio e tomar o shot, fazendo careta com o gosto forte.

— Tá com inveja porque eu tô ganhando — respondi, rindo enquanto ele tirava a regata devagar, mostrando o peito malhado da escalada, tatuagens brilhando à luz da vela, suor escorrendo pelo abdômen definido.

Próxima rodada: eu perdi. Tirei a camiseta devagar, puxando pela cabeça, corpo atlético exposto, suor da churrasqueira ainda brilhando no peito e na barriga marcada. Os músculos do abdômen se contraíram quando eu me mexi, e Mari assobiou baixinho, olhos percorrendo meu corpo inteiro.

— Meu homem tá gostoso hoje. Olha esses músculos... — disse ela, voz rouca, mordendo o lábio enquanto se inclinava pra frente, o vestidinho abrindo mais e deixando os peitos quase escaparem.

Percebi que Luana olhou de canto, corando um pouco, mordendo o lábio inferior enquanto seus olhos desciam pelo meu abdômen até a bermuda, onde o volume já tava evidente.

As meninas perderam as duas rodadas seguintes.

— Estou sem sutiã, mas todo mundo já viu meus peitos hoje mesmo né? — disse Mari, voz rouca, meio tremulando de tesão.

Mari tirou o vestidinho devagar, puxando o tecido pelos ombros, deixando ele cair no chão como se fosse nada. Ficou só de calcinha preta fio dental, peitos firmes livres balançando de leve, mamilos rosados endurecidos pelo ar fresco da noite. A pele bronzeada brilhava à luz das velas, e ela se sentou de novo, cruzando as pernas devagar, mas abrindo um pouquinho, deixando a gente ver o contorno da buceta marcada na calcinha fina.

— Quem está na chuva é pra se molhar né? — disse Luana, visivelmente cheia de tesão.

Luana tirou o cropped rapidamente, peitos siliconados saltando livres, mamilos endurecidos e rosados, ficando apenas com o short jeans.

— Agora a gente tá empatado — disse Mari, rindo, mas voz um pouco rouca de tesão. — Última rodada decide.

— A Luana ainda está de shorts e calcinha, eu estou somente de bermuda sem cueca, o Gabriel eu não sei. — eu disse, tentando demonstrar que ainda havia jogo.

A tensão tava no ar: olhares fixos nos corpos uns dos outros, respirações mais pesadas, paus marcando nas bermudas.

— Mas quem disse que eu estou usando calcinha? — disse Luana, olhando diretamente nos meus olhos, que fez com que meu pau pulsasse forte dentro da bermuda.

Ela falou isso com uma voz baixa, quase sussurrada, mas alta o suficiente pra todo mundo ouvir. O ar pareceu congelar por um segundo. Gabriel parou com a cerveja na mão, meio caminho pra boca, e Mari ergueu as sobrancelhas, um sorriso safado se abrindo devagar nos lábios carnudos.

— Sério, Lu? — perguntou Mari, inclinando o corpo pra frente, os peitos livres balançando levemente com o movimento. — Tá sem nada por baixo desse shortinho?

Luana mordeu o lábio inferior, corando forte, mas sustentando o olhar.

— Sem. Eu normalmente não uso em casa. Achei que... não teria problema ficar sem aqui.

Gabriel deu uma risada rouca, passando a mão no cabelo preto bagunçado.

— Caralho, amor... você tá me matando hoje.

Eu senti o pau pulsar de novo, marcando ainda mais na bermuda fina. O volume já tava evidente pra todo mundo, e Luana desviou o olhar pro meu colo por um instante, antes de voltar pros meus olhos com um sorrisinho malicioso.

— Última rodada então — disse Gabi, tentando voltar ao jogo, mas a voz saiu grossa. — Quem perder paga a prenda de verdade.

A gente embaralhou as cartas de novo, mas ninguém tava concentrado de verdade. As mãos tremiam um pouco, os olhares cruzavam o tempo todo. Mari se mexia na cadeira, cruzando e descruzando as pernas, a calcinha preta fio dental marcando a buceta inchada e úmida. Luana se inclinava pra frente pra ver as cartas, os peitos siliconados livres balançando, mamilos duros roçando de leve na borda da mesa de madeira. Gabriel tava sem camisa, o peito malhado brilhando com suor, e eu sentia o calor subindo pelo corpo todo.

A rodada foi rápida e cruel. As meninas perderam de novo — Mari errou uma sequência, Luana esqueceu de bater a mão. Os pontos subiram alto demais.

Mari riu, voz rouca de tesão.

— As meninas perderem então. Prenda: lap dance no colo do adversário.

Luana arregalou os olhos, mas o sorriso veio junto, cheio de malícia.

— Sério? Quem vai no colo de quem?

Mari olhou pra mim.

— E se a gente fizer ao contrário? Eu vou no colo do Gabi.

Depois olhou pra Luana, piscando devagar.

— E você, Lu... vai no colo do Lucas.

Gabriel piscou, surpreso, mas o sorriso se abriu largo.

— Sério? Por mim tudo bem, brother. Vai fundo.

Eu fiquei meio travado, olhando pra Mari, coração batendo forte no peito.

— Tá de boa mesmo, amor? Tipo... sério mesmo?

Mari acenou com a cabeça devagar, olhos escuros cheios de tesão puro, mordendo o lábio inferior.

— Tá de boa, amor. Quero ver. Vai ser gostoso pra caralho. Confia em mim.

Luana se levantou devagar, pernas tremendo um pouquinho de nervoso e excitação. Ela caminhou até mim, o short jeans curtinho marcando a bunda empinada a cada passo, sem calcinha por baixo — dava pra imaginar o tecido roçando direto na buceta molhada. Ela parou na minha frente, olhando pra baixo com um sorrisinho tímido-mas-safado, depois sentou no meu colo devagar.

Pernas abertas, uma de cada lado das minhas coxas, dava quase para sentir a buceta quente roçando direto no meu pau duro por cima da bermuda. Sem calcinha, senti o calor úmido dela através do jeans fino, o short subindo e deixando a pele da virilha encostar na minha. Ela começou a rebolar devagar, mãos nos meus ombros, peitos siliconados balançando perto do meu rosto, mamilos roçando de leve no meu peito nu.

— Tá gostando? — sussurrou ela no meu ouvido, voz rouca e baixa, rebolando mais forte, bunda empinada subindo e descendo devagar, o short jeans roçando a cabeça do meu pau, sentindo cada veia pulsar contra o tecido.

Eu gemi baixo, sem querer, mãos na cintura fina dela por instinto, sentindo a pele quente e macia, os dedos quase encostando na tatuagem da borboleta. O pau pulsava forte, pré-gozo molhando a bermuda, e ela sentia, acelerando o movimento em círculos perfeitos.

— Porra, Lu... tá delícia — respondi, voz baixa e rouca, quadril se mexendo de leve contra ela, empurrando pra cima sem querer.

Ao lado, Mari já tava no colo de Gabi, rebolando do mesmo jeito, gemidinhos baixos escapando enquanto ela subia e descia, bunda perfeita quicando devagar contra o pau dele. Gabi apertava a bunda dela com as duas mãos, olhos fixos na cena do meu colo, respirando pesado.

— Meu Deus... — murmurou ele, voz grossa.

O lap dance durou uns três minutos eternos. Luana acelerou o rebolado, buceta molhada pressionando mais forte contra meu pau, o short jeans encharcado roçando a cabeça, sentindo cada pulsação. Eu tava louco, mãos subindo um pouquinho pelas costas dela, sentindo a pele arrepiada, o corpo dela tremendo de leve.

— Caralho... — sussurrou Mari do outro lado, voz rouca, incentivando enquanto quicava no colo de Gabi, peitos balançando perto do rosto dele.

Luana inclinou o corpo pra frente, peitos roçando meu peito, mamilos duros traçando linhas na minha pele. Ela rebolou mais devagar agora, prolongando o momento, quadril girando em círculos lentos e sensuais, buceta quente pressionando a extensão toda do meu pau.

— Você tá duro pra caralho... — murmurou ela no meu ouvido, voz tremendo de tesão. — Dá pra sentir tudo...

Eu soltei um gemido baixo, cabeça caindo pra trás, quadril empurrando de leve contra ela.

Quando o tempo acabou (ninguém contou os segundos de verdade), Luana desceu devagar, rosto vermelho pra caralho, olhos vidrados e respiração acelerada. Ela se sentou de novo na cadeira, pernas tremendo, short jeans visivelmente encharcado na frente, o tecido grudando na buceta inchada e molhada.

— Caralho... isso foi demais — murmurou ela, lambendo os lábios devagar, olhando pra mim com um olhar que dizia que queria continuar.

Mari desceu do colo de Gabi, veio pra mim devagar, rebolando de leve com os peitos livres balançando, e me deu um beijo lento na boca, língua tocando a minha, gosto de vinho, cerveja e tesão puro.

— Gostou, amor? — perguntou ela, voz rouca, encostando a testa na minha.

Assenti, voz rouca e baixa.

— Demais. Você é louca... mas eu amo isso.

O silêncio caiu pesado, cheio de tesão. Ninguém falou em continuar o jogo. A gente só ficou ali, respirando fundo, corpos quentes, olhares cruzados. Peitos subindo e descendo rápido, paus pulsando nas cuecas e bermudas, bucetas molhadas marcando no tecido fino. O fogo da churrasqueira crepitava baixinho, mas o fogo de verdade tava entre nós quatro.

Gabriel quebrou o silêncio primeiro, voz rouca e baixa:

— Acho que a noite tá só começando, galera.

Mari sorriu, olhando pros três.

— E se a gente levar isso pra dentro? A lareira tá acesa...

Luana assentiu devagar, ainda tremendo.

— Eu topo... se vocês toparem.

Eu olhei pra Mari, depois pro Gabi, e assenti.

— Vamos.

A gente se levantou devagar, deixando os pratos e copos pra depois. Mari pegou minha mão, Luana a de Gabi, e fomos em direção à sala interna, onde a lareira crepitava forte, iluminando o sofá de couro macio. O tesão tava palpável, o ar pesado, e ninguém precisava falar mais nada.

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Comentários

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Muito bom,pura cumplicidade. As meninas estão muito mais a vontade. Será que vai rolar troca de parceiros?

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