O que conto neste relato e nos próximos, são todas as histórias sexuais da minha vida. O intuito é poder contar algumas coisas que não serão tópicos de uma conversa com amigos.
Minha história começa quando eu me mudei para uma cidade nova, minha mãe havia conhecido meu padrasto e ela me levou junto. Desde sempre, fui muito aberto a coisas novas e enxergo certos tabus como sem sentido. Enfim, quando nos mudamos, a casa do meu padrasto não estava pronta para mais de duas pessoas morando nela. De qualquer forma, eu dormia na sala e o quarto deles era separado por uma simples cortina, então quando eles transavam, eu podia ouvir tudo. De início, sem saber do que se tratava, eu acreditava que era minha mãe chorando (e realmente ela tava, mas era na pica do meu padrasto). Com o passar dos anos, a casa foi sendo ajeitada e eu já sabia o que rolava. Também era muito claro quando meu padrasto ia comer minha mãe. Meu padrasto é um negão alto, não é atlético, e minha mãe também não é nada do tipo, 10/10, ela é um 7. É baixinha e branca, tem um bunda média e peitos pequenos. O que relato aqui, é a primeira vez que vi duas pessoas transando.
Eu já tinha visto meu padrasto pelado por acidente, então eu sabia que o pau dele era médio pra grande. Indo pra história em si, sempre soube quando eles iam transar e era toda semana,.então era natural eu ir pra trás da porta e me masturbar. Era sempre uma gozada mais deliciosa que a outra. Ainda mais com alguém que tu nunca imagina, como tua mãe, falando putaria do tipo "come essa buceta, preto safado, tu gosta da minha buceta rosinha né?" E com meu padrasto falando que ia gozar dentro, na boca ou no rabo dela. Então num desses dias que ele ia foder ela, eu ia deitar mais cedo, e foi o que eu fiz. Eles sempre fechavam a porta e deixavam os abajures ligados. Então quando eu vi que eles tinham fechado a porta, eu saí, tirei a bermuda e com meu pau já duro ia pra mais uma sessão de punheta, mas quando eu cheguei na porta, vi que ela está aberta, e logo do lado tinha o armário, então meio que deixava um espaço, eu não podia acreditar nisso.
Quando eu olho pra dentro do quarto, eu vejo meu padrasto em pé e minha mãe deitada de bruços chupando ele, e era um de um boquete bem molhado, aqueles que a mulher fica só com a boca aberta enquanto o macho fode a boca dela. Cara, eu nunca fiquei com o pau tão duro, acho que jamais fiquei, parecia que ia explodir. Comecei a bater uma e a assistir awuilo. Meu padrasto fodia a boca da minha mãe com gosto, e falava pra ela molhar mais aquele pau. Depois dele lambuzar todo o pau dele na boca dela, ela falou "come o meu cu, tô com saudade desse teu pau me arregaçando", tipo, nessa fala dela, eu quase gozei, e quando ela sentou no pau dele com aquele rabo, eu parei pra não gozar, vi ela sentando no pau dele e gemendo como uma vagabunda enquanto ele mexia no grelinho dela. Ela falava que se soubesse que negão fodia assim, teriam dado só pra negão e meu padrasto chamando ela de cadela, puta e branca safada. Ele botou ela de quatro e macetou a o cu dela, comeu ela de ladinho e eu ali, morrendo pra não gozar. Nisso ela pediu pra ele colocar a mão na buceta dela e ele "caralho vagabunda, que buceta encharcada, tá querendo meu pau na tua bucetinha né?" Ela respondeu que sim e falou "quero que tu me de leite na buceta, na buceta da tua puta".
Ele começou a comer aquela buceta e até hoje eu me lembro dos gemidos dela além dela sendo uma vagabunda na cama. Ela batia na bunda dela e xingava ela, e dava pra ver que ela gostava, ela chegou a dizer que adorava ser a puta de um negão. Nisso meu padrasto começou a bombar ela devagar, mas forte e quando ela começou a pedir leite, velho, eu gozei tanto, que foi na parede, na porta e no chão. Aí fiquei assistindo e vi que ela gozou dentro pq ele abraçou ela pra não sair e ele deu um gemido altíssimo. Nisso ela se levanta e eu vejo o leite saindo da buceta dela. Aquela noite eu bati punheta umas 6x.
No próximo conto, eu conto da minha primeira vez.