Traindo Minha Esposa Traidora - Capítulo 3

Um conto erótico de MuscleLover
Categoria: Gay
Contém 1300 palavras
Data: 07/01/2026 15:25:32

— AUH! AUH! AUH! AUH! AUH! — Meus olhos reviraram enquanto meu cu era completamente destruído pelo pau gigante de Ricardo.

— O que foi, corno? Você está gostando? Hum?

Era sexta-feira. Eu estava em casa, trabalhando em um projeto de software para meu trabalho quando Ricardo apareceu de surpresa. Assim que eu abri o portão para ver quem havia tocado a campainha, ele já foi entrando e me agarrando. Ele me beijou com força, empurrando-me contra a parede. Ele foi descendo até o meu pescoço, lambendo e chupando.

Ricardo estava suado, vestindo shorts, uma regata e tênis. Ele provavelmente tinha acabado de sair da academia. Os músculos dele estavam com aquele aspecto maior pós-treino e as veias saltadas.

Eu sequer me questionei como ele sabia onde eu morava. Mais tarde eu viria a realizar que provavelmente a puta da minha esposa havia compartilhado nosso endereço com ele; talvez até trazido ele até aqui em casa algum dia que eu estava fora.

Só de sentir o cheiro de macho de Ricardo era suficiente para eu esquecer de tudo, inclusive o trabalho que eu estava fazendo.

O que esse homem estava fazendo comigo?

Depois de trocarmos um pouco mais de saliva, Ricardo mandou eu tirar minha roupa ali mesmo e então levá-lo até o quarto que eu compartilhava com Maria.

Ricardo me atirou nos lençóis que eu e minha mulher dividíamos e atacou meu cuzinho indefeso com aquela boca gulosa. Assim que ele cansou de me devorar, ele perguntou se eu tinha lubrificante e eu indiquei a gaveta do criado mudo. Sem perder tempo, ele se despiu, lubrificou a pica grossa e meu buraco e me penetrou num único golpe.

Naquele ponto, eu já não sentia tanto incomodo dando o cu quanto na primeira vez que fui deflorado por Ricardo. Desde aquele dia, ele me ligou mais algumas vezes na semana, ordenando-me a ir até a casa dele para ser fodido, ou simplesmente chupá-lo, ou então para servi-lo enquanto ele se entretinha com alguma outra coisa.

Ricardo deu uma estocada forte na minha próstata, arrancando meu folego. Gemi devasso enquanto gozava pela segundo vez, adicionando ainda mais porra nos lençóis já manchados com minha primeira carga.

Ricardo grunhia e bufava, mas ele não parecia nem perto do clímax. Aparentemente estarei sendo usado por ele por um bom tempo hoje.

De repente, escutei o toque de um celular. Não era o meu. O único outro aparelho no comodo era o celular de Ricardo, largado na escrivaninha quando ele se despiu.

Ricardo lançou um olhar desinteressado para o aparelho, mas então os olhos dele brilharam com interesse malicioso ao ver o nome no identificador de chamada.

— Olha só quem está ligando. A mulher do corninho! O que será que ela quer comigo a essa hora? — Ele riu.

Eu fiquei tenso. Maria estava ligando para ele!? Para meu horror, Ricardo alcançou o celular e, sorrindo maldoso, fez sinal de silencio e parou de se mover, mantendo o pau enterrado até o talo no meu cu.

— Eae, gostosa. Que que foi? — Ele ligou o viva voz.

— Oi lindo. Tá podendo conversar agora? Eu queria ver algo com você. — Escutei a voz da minha mulher do outro lado da linha.

— Pode falar, puta. Não to fazendo nada importante agora. — Senti uma pontada de raiva por Ricardo chamar Maria de puta, mas, vendo minha expressão, ele atingiu minha próstata com um golpe certeiro, enviando um choque de prazer por todo meu corpo e apagando qualquer resistência da minha mente.

— Esses últimos dias, eu vim pra casa da minha mãe e disse pro José que só ia poder voltar no domingo ou na segundo, mas vou conseguir voltar mais cedo. Ai eu pensei se a gente não poderia se ver esse fim de semana antes de eu realmente voltar pra casa — ela falou com um tom carente.

O sorriso de Ricardo cresceu e ele voltou a meter em mim devagar para não fazer barulho. Ter meu buraco arrombado enquanto minha esposa falava pelo celular com o cara que estava me fodendo estava me deixando doido! Sentia que podia gozar a qualquer momento.

— Só um segundo, vadia. — Ricardo pausou a chamada. Ele me virou e me encarou. — E ai, corno, o que você acha? Eu deveria marcar de encontrar a vaca da sua esposa esse fim de semana?

Ele deu várias estocadas fortes no meu cu. Meu corpo tremeu e eu gemi alto.

— Ou, se você preferir, eu posso ficar com você no lugar dela. Você vai ter que ir pra minha casa no lugar dela, obedecer todas as minhas ordens, ser meu escravo obediente, meu brinquedinho! — Ele pontuou cada frase com um golpe duro daquele pau gordo no meu rabo. — Decide logo, corno, ou eu vou aceitar a proposta da tua mulher e quem vai me servir vai ser ela!

Senti uma onda de ciumes e raiva tomar meu corpo, mas, para minha confusão, não era pelo que Ricardo disse, mas sim pela ideia dele querendo ficar com Maria ao invés de mim.

Eu não pensei duas vezes.

— Foda-se ela! Me use, senhor! Quero ser seu escravo obediente! — Apertei meu cu ao redor do pau de Ricardo. Firmei os pés no colchão e levantei o quadril, empurrando meu cu no pau dele, fodendo-me naquele mastro de carne grande e grosso.

— Boa putinha!

Ricardo voltou para a chamada e disse: — Desculpa, piranha, mas eu já tenho um role nesse fim de semana.

— Ah! Ta bom! Sem problemas. Outro dia, então? — Sorri internamente com o tom decepcionado na voz de Maria.

— É. A gente vai se falando. Te mando uma mensagem quando eu tiver um tempo livro. — E ele desligou sem nem esperar alguma resposta dela, largando o celular na cama. — Assim que eu terminar de leitar esse seu cu de viado, eu vou ir tomar um banho e você vai arrumar suas coisas pra ir pra minha casa, entendido, seu puto?

— Sim, senhor!

Ricardo enfiou em mim rápido e forte! Dentro, fora, dentro, fora, dentro, fora. O som de pele batendo contra pele encheu o quarto. Nossos corpos suados umedeceram os lençóis da cama. O ar estava impregnado com o cheiro de sexo entre um macho e sua puta.

— Porra! Vou gozar! — Ricardo gemeu.

— Po-Por favor, senhor! Leita o rabo do seu escravo!

— Isso aí! Vou leitar esse cu de viado corno! Toma! Toma! Toma! Aaarrgghh!

Ricardo gozou dentro de mim. Senti o calor do leite dele se espalhando no meu cu. Sorri satisfeito. Ele empurrou mais algumas vezes, certificando-se de derramar até a última gota de porra no meu buraco antes de sair de dentro de mim.

Minhas pernas estavam moles e tremulas. Meu pau apontado pra cima, duro e vermelho. Ricardo agarrou meu membro e deu algumas bombadas. Gozei. Era o meu terceiro orgasmo do dia, então o esperma não espirrou do meu pau, ele escorreu pela ponta, sujando a mão de Ricardo. Ele levou a mão suja de porra até meu rosto e eu lambi cada traço branco até limpá-la completamente.

Ricardo deu alguns tapinhas na minha bochecha e se levantou da cama. Ele foi para o banheiro e eu fiquei onde estava, recuperando-me de uma das melhores fodas da minha vida, e sentindo-me animado com a ideia de poder ficar com Ricardo pelo restante do dia e todo final de semana, e muito satisfeito sabendo que, a quilômetros daqui, minha esposa, Maria, estava se sentindo totalmente frustrada por ter sido dispensada. Nossos papeis estavam se invertendo. Agora era eu quem estava traindo minha esposa traidora.

Nota do Autor: Desculpem a demora. Fiquei ocupado com algumas coisas e não tive tempo de enviar semana passada, mas aqui está o terceiro capítulo. Como sempre, espero que gostem e adoraria receber os comentários e opiniões de vocês. Já estou escrevendo o quarto capítulo, e espero conseguir termina-lo até semana que vem.

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Foto de perfil de MuscleLoverMuscleLoverContos: 3Seguidores: 5Seguindo: 0Mensagem Um jovem escritor e leitor de contos eróticos gays. Adoro ler e escrever vários tipos de fetiches, mas gosto mais de histórias com homens musculosos, mudança de orientação sexual, hipnose, lavagem cerebral e cuckold

Comentários

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Que delícia de vingança tua narrativa, Lover. Que descoberta sui generis essa do corno. Conte-nos mais...

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