Olá senhores e senhoras. Desculpem a demora na continuação, mas tive algumas mudanças criativas no decorrer da escrita, bloqueios, etc. De toda sorte, segue mais um capítulo da aventura da nossa desbravadora de perversões. Tive a impressão que muitos não gostaram da parte que ela interaje com o vizinho dela. Pelo menos entendi isso pela baixa quantidade de leitura daquele conto.
Dei um break na história quanto a ele, pelo menos por enquanto. No mais espero que gostem e, por favor, comentem para quem escreve é interessante saber se a história está sendo apreciada ou até para dar sugestões/ideias de para onde a obra irá. Metade da graça de escrever por capítulos e não uma história só é justamente isso.
Sem mais delongas, vamos ao conto.
Larissa 05
Glurk, Glurk, Glurk, AAAAHH. O som ritmado das minhas chupadas envolviam o ambiente. Lá estava eu, pelada, com a boceta escorrendo e com a rola de Rodolfo na minha boca. O motel que nós estávamos era um desses baratos, de beira de estrada mesmo. Totalmente diferente de qualquer coisa que já frequentei em minha vida de patricinha.
Peguei ele no meu carro mesmo, depois do seu expediente da obra. Dias depois que reatei minha relação com Naldo e os demais, nossos encontros passaram a ser mais “particulares”. Não estava rolando de todos conseguirem se encontrar ao mesmo tempo para me foder, acho que estavam de deixando na expectativa do fatídico fim de semana em que viajaria com eles.
Rodolfo se recuperou da sua primeira gozada e seu pau voltou a ficar totalmente duro em minha boca. De todos era o mais falante durante o sexo.
– Vamos safada, deixa esse pau bem molhado que vou comer esse seu cu hoje! – seu olhar era vidrado de tesão – você quer isso né? Quer dar o cuzinho par mim? Pede sua vagabunda!
– Vai seu pauzudo! Come meu cu, me arregaça vai! VAI VAI ! – eu fiquei de quatro e ofereci meu rabo para ele que não se fez de rogado e enfiou com força em mim, vi estrelas porque doeu, mas era do jeito que eu gostava – AI AI AI ! TÁ ME ABRINDO TODA!
– É assim que você gosta! Puta! Cachorra! Vadia – Cada xingamento era cadenciado com uma batida em minha bunda que já estava vermelha e sensível – Que cu gostoso! Já vou gozar! Quer aonde putinha?
– No meu cuzinho mesmo! Quero sentir o quentinho no rabo! Vai goza! Goza pra mim!
– UUUUURRRG! – seu esperma veio quente como o que estava dentro da minha boceta e ele se deitou por cima de mim enquanto terminava de relaxar dentro da minha bunda.
Tanto eu quanto ele estávamos ofegantes. Seu peso sobre meu corpo dava uma pressão gostosa, sua respiração forte mexia meus cabelos úmidos do nosso sexo. Quando recobrou um pouco de ar, deu um beijo gostoso em meu cangote, saiu de dentro de mim e se deitou de barriga pra cima. De cara senti meu cu tentar voltar ao seu tamanho normal, ele contraia bem gostosinho enquanto o esperma de Rodolfo escorria lentamente de dentro de mim.
Me ajeitei na cama, me abraçando nele e colocando minha cabeça em seu ombro. De cara senti seu cheiro ainda azedo da obra, nem banho tomamos antes de nos pegarmos. Era um odor estranhamente gostoso, tanto que me peguei beijando o que tinha na minha frente, ele podia ter gozado duas vezes, mas eu ainda não e queria mais, então roçava minha boceta em sua perna também. Só que, até ele que era o mais novinho de todos, precisava de um tempo para se recuperar.
– Quer mais rola né?
– Um Hum! – falei gemendo – minha bocetinha tá com fome de pica
– HAHA, tá bem. Vem me chupar que eu gente faz de novo.
– Não, aí não… vai lavar ela pelo menos – não conseguia chupar uma rola que tinha acabado de entrar na minha bunda, mesmo com ela limpinha ainda ficava um cheirinho incômodo.
Ele se levantou correndo e logo ouvi o barulho do chuveiro. Aproveitei esse momento para me ver no espelho do teto do quarto. Estava lá, toda gostosa, peladinha como vim ao mundo, cabelos bagunçados, me vendo sozinha naquela cama redonda. Queria meus machos, queria voltar a não ter tempo de pensar no meio do sexo.
– Rodolfo! Quando que vamos para sua casa de praia? – perguntei enquanto deslisava os dedos pelos meus peitinhos sensíveis enquanto o esperava, estava ouriçada de tesão.
– Está ansiosa gata? – gritou de dentro do banheiro
– Curiosa mesmo! Já tem um tempo que espero você dizer quando que iremos – ele saiu do box e veio com a rola ainda pingando para a cama.
– Vem aqui me chupar que eu vou lhe dizendo o que já pensei – assim que falou coloquei sua pica em minha boca novamente, fiquei de ladinho pra ele e o sentia enfiando o dedo dentro da minha boceta, me masturbando enquanto o mamava.
– Ainda não sei quando que vamos, depende da agenda dos outros… – Eu gemi, excitada com seu toque e já imaginando o fim de semana com todos eles – eu quero você bem putinha, nada de roupinha comportada, você sabe como eu gosto de lhe ver envergonhada no meio do povo…
Só dele falar eu senti o seu pau endurecer por completo, esse era, de fato, o seu tesão. Pior que eu também sentia muita excitação no risco, no medo do que eles feriam comigo, que tipo de loucuras eu passaria com eles? Cheguei a contrair a boceta que já estava um rio de excitação. Tirei seu pau da boca, o segurando com vontade apontei para o meu centro e desci nele, passando a cavalgar Rodolfo.
– AH, ah, isso… quer dizer que vou passar vergonha é? Uuui, que delícia de pau – meu ritmo era frenético, minhas unhas entravam em seu peito e ele também segurava forte meu quadril se movendo em sintonia comigo.
– Vai vadia! Quero ver essa sua carinha de santinha ficar toda sem jeito! AH AH AH AH – ele ofegava com o esforço – Vou lhe comer na praia! Você pelada ao céu aberto! Gemendo da minha PICAAAA!
Eu também não aguentei e gozei com ele nessa hora. Senti sua porra enchendo minha boceta, seu pau contorcendo cada vez que expelia sua porra em mim. Eu respirava fundo em seu peito enquanto esperava o relaxamento do seu membro ainda me preenchendo, mas minha mente mesmo estava na praia, estava nas roupas que levaria, nas sacanagens que seria submetida, contraindo minha boceta novamente falei com ele.
– Não demora com isso viu? To precisando pegar um sol.
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Já era noite quando eu saí daquele motel. Meu corpo latejava gostosamente depois de uma excelente sessão de sexo. O problema foi o retorno a realidade, meu celular estava cheio de mensagens de Danilo e algumas ligações de minha mãe, devia querer saber onde eu estava. Que saco. O caminho para casa foi pensando nas desculpas que daria para esconder meu hobby obsceno.
Quando parei o carro na garagem, tratei de passar um perfume que deixava na bolsa, precisava esconder o cheiro de sabão barato que estava na minha pele. Precisei me lavar no motel e a única coisa que tinha lá eram aquelas barrinhas de sabonete descartáveis. Dei uma olhada no meu cabelo, me certificando que não estava muito bagunçado e sai do carro, em direção ao apartamento.
Estava a cara da mulher trabalhadora, bolsa pessoal, bolsa de trabalho, sapatilha confortável e uma roupa social, de trabalho, de calça. Os vizinhos que encontrei me cumprimentaram como sempre, não haviam sinais do que acabara de fazer. Com espírito em alta, até cantarolava feliz no elevador.
DING!
Cheguei no meu andar, destravei a porta e já estava com a mentira pronta na ponta da língua, enquanto entrava. Minha mãe estava na cozinha lavando os pratos da janta, me olhou com cara de preocupada e já veio falando, inclusive num tom mais alto.
– FILHA! Onde você estava? Liguei várias vezes! É que…
– Ah mãe! Não precisa dessa preocupação. Eu estava com o Dan… – Eu já entrei na casa indo em direção à sala. Por pouco não vi a expressão de extrema preocupação de minha mãe comigo, minha sorte que antes de terminar minha fala consegui ver o Danilo na sala, me esperando – AH! Amor? Você… está aqui?
– Sim né Larissa! Tem um tempão que mando mensagem pra ti, sem nenhuma resposta! Fiquei preocupado e vim para cá! Você disse que tava com quem? – sua cara era de quem não acreditaria em nada que eu falasse ali.
Devo ter ficado branca e na minha mente só vinha Dan, dan, dan, dan… Dan quem pelo amor de Deus!? Eu não respondia nada, por sorte mamãe veio para me salvar.
– Larissa tinha dito mesmo que ia se encontrar com uma amiga da faculdade né filha!? Como eu lhe disse Danilo – minha mãe me olhava com aquele olhar do “toma aqui sua brecha” agora resolve. Ao mesmo tempo sentia o seu desespero devido a situação que passava.
– Isso! Estava com a Sofia amor! – nesse momento a história começou a se formar na minha mente.
– Não mente pra mim Larissa! Eu ouvi você falando o nome de um homem que começa como o meu!
– Amor é que você não ouviu direito. Eu disse que estava com a Sofia e seu “namorado” o Daniel! – Minha mãe pareceu respirar um pouco mais aliviada e entrou na mentira, ela precisava que meu namoro com o Danilo continuasse, seu emprego veio por conta do nosso relacionamento.
– Exatamente! Mas Larissa você não pode deixar a gente sem resposta poxa! Que cacete isso menina! – Nessa hora ela entrou numa espiral de quase xingamentos comigo.
– TÁ! TÁ! Para mãe! Já chega né? Danilo tá aqui, pega leve – fiz uma cara de aliviada e gratidão para minha mãe.
– Calma lá Larissa – falou o dito cujo – explica direito isso, por que não me respondeu se estava só falando com uma amiga?
Respirei fundo novamente e chamei o Danilo para conversar lá fora, para termos mais privacidade. Nas escadas mesmo do condomínio o abracei, colocando minha cabeça contra seu peito. De certa forma também fiquei com algum medo que nosso namoro acabasse também. Minhas escapadas não podiam sair disso, momentos de relaxamento.
– Amor… desculpa. Por favor, eu tava lá conversando com a Sofia ela estava me contando desse namorado dela, algumas coisas que eles fizeram juntos, sabe? – ele ainda olhava para mim com cara emburrada mais esperou para ver onde eu chegaria. Acho que meu corpo colado no dele o fez esquecer um pouco da raiva porque colocou as mãos em minha bunda, apertou levemente e cheirou meu cangote.
– Ela tava me falando que ele é ciumento e tal, como isso deixa a relação deles ruim. Como ele fica ligando para ela o tempo todo e com isso acaba um pouco da magia do relacionamento – ele continuava a me cheirar e, finalmente caiu a ficha dentro de mim, estava cheirando a sabonete barato de motel! Meu perfume não deve ter escondido direito o cheiro! Meu coração palpitou na hora e tratei de me afastar dele – você está me ouvindo?
Danilo parou e me olhou com uma cara que nunca tinha visto antes. Imaginei surpresa, incredulidade, raiva, tristeza, dúvida, mas não sabia identificar. Ele abriu a boca mais de uma vez e finalmente soltou:
– Ah, sim estou. Quer dizer que ela queria um pouco mais de liberdade, é? – sua voz saiu conflituosa, incerta.
– Bem… – meus pensamentos estavam a mil por hora, será ele entendeu que eu o traí? Se sim, porque estava desse jeito? Nem eu mesma sabia o que falar agora, meio que soltei qualquer loucura mesmo – Não é bem liberdade, mais a questão de se darem um espaço para surpresas? Talvez?
– Então ela quer acabar o namoro dela? – agora sua pergunta saiu raivosa. Temi o seu tom.
– Não! Não! Ela gosta dele, mas… ah! É coisa deles lá! Deixa eles de lado né? Você me perdoa? Prometo que não darei mais nenhum sumido desses.
Aquela conversa estava indo para um caminho que não sabia onde terminaria. Não tinha planejado nada daquele jeito. Porra, agora Danilo achava que eu queria terminar com ele. Puta que pariu! Acho que eu mostrava toda essa minha aflição interna porque ele mostrou seu melhor lado, o lado que me faz o amar. Me puxou para si, beijou minha testa e me abraçou. Ficamos em silêncio por alguns segundos, talvez um minuto, quando finalmente ele me soltou e pudemos nos olhar.
Percebi de cara que ele estava machucado, mas, ao mesmo tempo, tinha outra coisa nos seus olhos. Não precisou falar nada porque levantou meu queixo com carinho e nos beijamos com amor. Um beijo de amantes, no sentido da palavra, de duas pessoas que se amam. Relaxei no beijo e nos seus braços. Aos poucos a coisa foi ficando mais quente e logo senti seu membro duro contra meu corpo. Enfiei a mão por dentro da sua calça e o toquei, saindo do beijo disse:
– Alguém ficou animado eim? – Desabotoei e abaixei sua calça liberando seu pau. Nada como um boquete de perdão – Me desculpa tá?
Me acocorei e abocanhei. Seu pau era normal, talvez até pequeno se comparado com o que tinha acabado de chupar, então nem engasguei com ele. Suas mãos seguravam minha cabeça e seu pau endureceu como nunca antes. Ele arfava e jogava seu quadril contra mim que o recebia com maestria. Glurck, glurck, glurck. Olhei para cima e vi seu olhar vidrado para mim.
– Arg Arg Arg. Eu te perdoou, peeerr… AH AH AH AH. Eu te PERDOOOOU.
Seu gozo veio rápido, nem tinha me preparado então engasguei com seu esperma. Tossi e um pouco do líquido branco escorreu por meu queixo. Ainda pensei em brigar com ele, mas o olhei e vi o mesmo olhar vidrado, em transe de antes. Ele me olha com expectativa, nunca gozou na minha boca ou rosto. Lentamente, engoli o que ainda tava na minha boca e limpei meu rosto, então ele sorriu e achei que estava perdoada mesmo.
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Depois daquele susto e da reconciliação, conversamos mais um pouco e ele se comprometeu a ter mais paciência comigo. Na minha mente eu fiquei pensando na viagem que faria com os rapazes, talvez agora eu conseguiria a brecha para curtir eles mais tranquila. Minha mãe, quando ficamos a sós me deu um puta esporro. Que eu não podia agir daquele jeito, precisava valorizar Danilo, que ele era um homem de ouro, etc.
– Pelo amor de Deus Larissa, não estraga esse relacionamento. Você sabe como ele é importante para a gente né?
– Eu sei mãe, eu sei – falei resignada tentando encerrar o assunto.
Por fim eu consegui acalmar ela, disse que estava tudo bem conosco e que ele tinha me perdoado. Depois daquele susto, passei a pensar melhor naquilo que dizia para as pessoas ao meu redor. Precisava ter cuidado para que a coisa não saísse de rota. Ficava pensando nas minhas amigas que tinham seus contatinhos, poxa só eu que não podia? Daria certo!
Estava empolgada com os pedidos deles, era uma aventura como aquelas que li em Cinquenta Tons de Cinza e suas sequências. Me sentia cada vez mais sensual, mais mulher. Minha boceta babava de tesão pensando no fim de semana com eles. Ansiava pelo chamado deles.
Foi numa quarta-feira que eu recebi uma mensagem de Felipe, disse que precisava falar comigo, estaria na obra me esperando depois do expediente. Me lembrei do seu pedido e me deu um quentinho na barriga que logo desceu ao meu ventre, hoje começaria a cumprir seu desejo. Respondi confirmando minha presença.
As horas demoravam para passar no escritório, minha mente ficava o tempo todo pensando no que faria com ele. Próximo do horário de sair, passei no banheiro e coloquei o eu batom mais vermelho e mais vagabundo, daqueles que saem com facilidade da boca.
No carro me olhei de forma crítica. Estava com minha roupa de trabalho, uma blusa branca, sem mangas, ligeiramente transparente que mostrava os contornos do meu soutien branco. Feminina, mas não vulgar. Tirei a roupa íntima e recoloquei minha blusa, agora eu estava sensual, como eu queria! Meus biquinhos marcavam o tecido fino e davam cor ao que outrora era somente branco. Vulgar na medida certa. Minha saia de trabalho era longa, não tinha muito o que eu fazer, subi ela um pouco para mostrar mais minhas pernas e deixar o caminho mais fácil para ele me tocar, se ele quiser, será me tocaria? Tiro minha calcinha? Devia ter colocado uma minissaia na mala do carro.
Ansiosa e com a mente cheia de pensamentos impuros, finalmente cheguei no ponto de encontro. Ele já estava lá me esperando, um canto meio escuro, ligeiramente afastado da obra, era até um local onde não seríamos interrompidos. Ele tinha pensado em tudo! Colocou sua mochila no banco de trás e sentou-se ou meu lado, no banco da frente. Ele ainda estava sujo do trabalho, seu cheiro másculo, puro suor, tomou conta do carro. Sorri para ele.
– Boa tarde Felipe, tudo bem? – já tinha tirado meu cinto e me sentei meio de lado, em sua direção.
– Boa tarde menina, veja, eu tenho que lh...
– Shhhh – tapei sua boca com meu dedo – Espera um pouco que eu não falei ainda com outra coisinha aqui…
Abri logo a baguilha da sua calça e fiz força para baixar sua calça, ele então me ajudou levantando seu quadril permitindo eu o deixa-se só de cueca. Era branca exalava um cheiro ainda mais peculiar que o dele. Ao invés de sentir nojo, senti foi ainda mais tesão. Esfreguei minha mão delicadamente pela sua cueca marcada pela sua rola que endurecia com meus toques.
– Oi minha delícia – Beijei a cabeça de sua rola ainda protegida pela cueca e deixando minha marca vermelha – Estava com saudade de você
Felipe não se mexia, em transe comigo, mas sua pica tomava sua forma para meu deleite. Continuei a beijar seu membro, o tempo todo “ingerindo” aquele perfume perverso, uma mistura de suor e resto de urina que marcavam a indumentária. Com meus dedinhos, segurei na costura, abaixei aquela cueca e liberei meu objeto de prazer. De propósito, levei uma paulada na minha cara aquela rola bateu contra meu nariz, absorvi seu cheiro e lambi inconscientemente aquele tronco, me deliciando com seu gosto azedo, ácido.
– Que rola maravilhosa, tão dura, tão grande, tão perfeita – eu beijava e lambia toda a extensão daquele pau – tão… apetitosa
Nessa hora eu finalmente engoli aquela rola. Fui fundo e de cara a senti batendo no fundo da minha garganta, me fazendo engasgar. Felipe se moveu, colocando suas mãos em minha cabeça cadenciando meu boquete, ele forçava levemente minha cabeça contra seu pinto, mas eu ainda estava longe de colocar tudo em minha boca e, hoje, eu queria até o fundo.
– Me ajuda … – falei quando parei para tomar um ar – quero engolir ela por inteiro…
– Cala a boca vadia! – finalmente parece que ele saiu do seu transe inicial
Voltei ao boquete e agora ele não era carinhoso. Lacrimejava enquanto ele me forçava a chegar à base de sua rola. “Vai sua safada”, “quer tomar leitinho é?”, “relaxa a garganta que você consegue…”. Ele soltava de forma solta, tudo me incentivava. 4Cms. 2Cms. 1Cms. Enfim senti meu nariz tocando sua coxa e senti uma falta de ar.
– Uuuhh, AAAhhh – parei para tomar ar, sorri feliz e satisfeita ao ver que engoli tudo. Da sua rola e minha boca um traço de baba nos unia – Que delícia!
– Gosta de rola né? – Ele sorria satisfeito comigo, pegou em minha nunca e me puxou para ele novamente – Vem, agora só vai parar quando eu gozar. Não quero ver uma gota de porra viu?
Assenti silenciosa e me dediquei de vez aquele momento. Sugava com força e usava minha língua para lamber o buraquinho na cabeça. Ele respirava fundo e sua perna tremia, estava perto. Ia até o fundo, engasgando. Logo seu controle ficou mais urgente, forçava cada vez mais, acelerou e sua rola tremia na minha boca, tensa, rígida, inchou e expeliu.
– ISSOOOOOOOO!
Sorvi sua gala, apreciando aquele líquido. Ele expelia tudo dentro da minha boca. Forte, viscosa, levemente adocicada. Quando terminei de engolir tudo, parei para tomar um ar, mas fiquei segurando aquele membro delicioso. Apertei um pouco e uma gotinha saiu, voltei e a peguei a ponta da língua.
– Que delícia guria, tá aprendendo eim!?
– Ah, aquilo que é gostoso a gente aprende a gostar rápido né? Eu simplesmente ADORO sua rola! – falei aquela piada rindo da minha própria besteira.
– AHAHAHA! – ele também riu da piada boba – sim sim, você tá de parabéns.
A gente ficou em silêncio por algum tempo. Ele curtindo seu momento pós-orgasmo e eu esperando ele se recuperar um pouco para continuarmos. Coloquei minhas pernas em cima das suas, apoiei minha cabeça no vidro do carro e abri um pouco as pernas, convidando ele para me tocar. Ele não se fez de desentendido e subiu com a mão por dentro de minha saia chegando à minha boceta molhada.
– Você é muito da safada eim? – Ele perguntou enquanto me tocava e eu respondia sim gemendo – Tá doida pra levar pica né?
Seu dedo massageava meu clitóris, era um toque lento, pensado, experiente. Pouco a pouco me aproximava do meu prazer. Mas de repente ele parou e eu gemi frustrada.
– Calma garota, não vim aqui para lhe comer. Você quem queria chupar minha rola. Na verdade eu vim para lhe entregar isso aqui oh.
Nisso ele tirou uma caixa de sua bolsa e me entregou. Apesar da frustração, peguei a encomenda e fiz menção de abrir, mas ele me segurou.
– Espera, só abra em casa. Mais uma coisa que nós queremos que você filme a sua reação ao abrir o que tem aí dentro. Tudo é sobre a vigem que faremos nesse fim de semana, saímos na sexta e voltamos no domingo. Se prepare que o que não faltará para ti é rola nesse fim de semana.
Agora eu estava muito curiosa para ver o que tinha ali dentro! Acredito que eu demonstrei minha excitação porque Felipe sorria de canto a canto da boca me olhando. Sem abrir, senti o peso, chacoalhei para ver se tinha alguma dica, mas não havia dica alguma.
– Quer dizer que será nesse fim de semana é? E como vai ser? Vocês vão me pegar na minha casa ou vou de carro? O que eu tenho que levar?
– HAHAHA! Está ansiosa? Tudo que você precisa saber está nessa caixa – Ele então se ajeitou e fez menção de sair do carro – Se resguarde para o fim de semana. Agora vou dar uma mijada e pegar o busão para casa. Até mais!
Eu só fiquei observando ele sair do carro, foi para um canto e se preparou para urinar. Vi sua rola de lado, sua mão pegando aquele pedaço de carne que me fascinava e uma vontade louca veio dentro de mim. Saí também do carro e me dirigi até ele que ficou olhando para mim com cara de dúvida.
– Espera, deixa eu lhe ajudar com isso!
Me ajoelhei ao seu lado e segurei sua rola. Acho que eu desconcentrei ele porque ficamos assim por alguns segundos. Enfim eu senti o solavanco da sua pica e o feixe de urina saiu. Era uma sensação nova, ter o controle daquele jato, cheiro que exalava, eu olhava com fascínio para aquilo. Em momento algum olhei para Felipe, mas se tivesse veria que ele também me olhava com surpresa e tesão. Aos poucos o jato foi diminuindo e parou, eu também fiquei parada digerindo o que tinha feito, estava fazendo… faria.
– Vai Larissa, agora que começou termina. Aperta e balança para limpar.
Assenti anestesiada. Ao balançar aquela rola que já aumentava de tamanho em minha mão, voou um pouco de urina para todo lado caindo um pouco até na minha camisa. Fiquei olhando hipnotizada para aquela gota que tinha caído em mim. Felipe puxou meus cabelos de leve, pedindo para que olhasse para ele.
– Desse jeito você vai se melar toda… – Seu olhar era penetrante, convidativo – Não se pode adorar nada pela metade… suga tudo.
Eu pisquei, olhava para ele, pisquei olhei sua rola, voltei para ele. Eu já estava muito perto, na altura perfeita para chupar, o cheiro de suor não disfarçava mais o predominante cheiro de urina ali. Ele fez uma pressão bem pequena, fazendo meu rosto de aproximar cada vez mais, não resisti. Abri minha boca e coloquei, novamente, aquela rola na minha boca.
De cara senti uma explosão de tesão, era submissão demais! O gosto ácido invadiu minha boca, em vez de nojo suguei mais forte, trazendo mais do seu mijo para minha boca. Ele devia estar em êxtase também porque voltou a ficar completamente duro. Me engasgando, puxava tudo, buscava até a última gota como se fosse sua porra. Tentei tocar minha boceta, mas a saia longa atrapalhava, precisava gozar, precisava de um alívio.
– Me come! Por favor!
– Cala boca puta! – ele não me escutava, segurou com força minha cabeça e me forçou a engolir tudo de novo – já falei que hoje eu não como você! Chupa! Chupa! Que eu vou lhe de porra!
URG! URG! URG! Ele fodia minha boca como se fosse uma boceta, parecia um animal. Me encostou contra o carro e minha cabeça não tinha mais para onde ir. Suas estocadas invadiam minha garganta me deixando sem ar. Ainda bati em sua perna pedindo um pouco de tempo para respirar, mas ele não me ouviu, mas não demorou muito ele tremeu de novo e gozou. Tirou o pau de dentro da minha boca e me pintou de branco. Fechei os olhos e estiquei a língua pera pegar o máximo que podia para dentro de mim. Ele ainda esfregou a cabeça na minha língua estendida, depositando um pouco de porra nela.
Ofegante fiquei sentada ali no chão de olhos fechados. Limpei meus olhos e chupei mais dedos, quando pude, abri os olhos e vi o Felipe já pronto. Quando ele viu que eu estava bem se despediu me deixando ali.
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Estava em casa deitado numa rede, tomando uma cerveja e olhando o celular. Esperando. Ao fundo podia escutar sons vindo da cozinha. O grupo estava silencioso, Felipe tinha mandado uma mensagem informando que já tinha deixado o pacote com Larissa, então todos nós aguardávamos pelo vídeo dela recebendo nosso “presente”. De repente escuto o som de duas crianças correndo.
– Papai! Papai! Vem brincar com a gente! – Minhas duas filhas sorriam para mim, inocentes como crianças que são – Mamãe disse que a gente podia ir pro parque!
– Hum… não sei… – eu me divertia com a cara de “raiva” elas fizeram – bem… se sua mãe deixou vamos né?
– ISSO!
– Vão se arrumar e deem uns minutos pro papai. Vamos já já.
– Tá bom! – as duas saíram correndo para seus quartos. Era lindo ver a felicidade nos rostinhos delas.
Eis que o celular vibra e vejo um arquivo de vídeo no nosso grupo. Quando dei o play, pude ver Larissa no seu quarto. Ela tinha colocado o celular e um jeito que filmava sua cama onde ela tinha colocado a caixa que nós enviamos para ela. Seu cabelo estava meio bagunçado e podia ver que estava sem soutien, seus apetitosos peitos marcando vulgarmente aquela roupa de trabalho, além daquela blusa que nada escondia, estava de calcinha preta fio dental que se escondia em suas nádegas.
Ela sentou na cama virada para a câmera e abriu a caixa. Ficou parada por um momento e tirou de dentro um papel, lá estavam as instruções para ela seguir para o nosso fim de semana. Quando terminou de ler, seu rosto estava vermelho. Deixou a carta de lado e tirou de dentro uma saída de praia que era a coisa mais próxima de transparente que encontramos.
Mesmo a colocando na sua frente, distante do seu corpo, pude ver sua forma através do tecido. Colocou a saída na cama e se levantou olhando para a câmera. Aos poucos foi abrindo os botões de sua blusa e liberou seus peitinhos, entumecidos de tesão, depois abaixou sua calcinha da onde era possível ver um fio que ligava sua intimidade à linjerie. Por fim colocou a saída de praia por cima do seu corpo desnudo e ficou se olhando no espelho.
Não havia margem para imaginação, tudo era possível de ser observado através daquela roupa. Ela então molhou os lábios com a língua e passou suas mãos por cima do seu corpo, fazendo tudo ficar ainda mais justo nela. Sorriu para a câmera e foi “em minha direção”. Mandou um beijinho e desligou.
No grupo os outros estavam em êxtase, mandando várias mensagens pornográficas. Mas o que eu mais gostei foi da sua mensagem.
– Adorei o presente. Seguirei tudo direitinho… até sexta…
Meu pau estava querendo endurecer pensando em tudo que faria com aquela novinha. Eis que escuto minha esposa gritando de dentro da casa.
– Naldo! Suas filhas estão esperando! Vai brincar com elas!
– Tá! Tá! Tô indo!
Terminei minha cerveja, respirei fundo para evitar uma ereção. Sorri e fiquei pensando “Esse fim de semana prometia!”.