Olá Leitores, este é meu primeiro conto, espero que gostem e deixem o que posso melhorar nos comentários.
Tudo que irei contar é 100% real e não usarei nomes fictícios, rs
Me chamo Sophia, tenho 23 anos, 1,49 e 48kg, sou bem pequena e magrinha, tenho cabelo castanho cacheado até o ombro, olhos castanhos, sou bem branquinha, minha bunda e meus peitos são pequenos e bem durinhos, sou rosadinha e pra quem gosta, pézinhos 33.
Tudo começou no começou no dia 22 de Dezembro, minha prima Valéria me convidou para descer para Monguaguá, litoral de SP.
Conversei com meu namorado (moramos juntos) e resolvemos ir.
Arrumamos nossas coisas e saímos no dia 23 às 6 da manhã, no meio do caminho paramos num Frango Assado para tomar café, uns 15 minutos depois que saímos do restaurante fomos parados numa blitz, até aí tudo bem, estava super tranquila.
Quando para paramos, vi que Rafael (meu namorado) estava pálido, o guarda se aproximou e pediu os documentos, assim que ele pegou, olhou pra gente e disse.
-Já sabe, né?
Fiquei com cara de interrogação, me perguntando o que estava rolando.
Resumindo, ele levou uma multa no passado, tentando empinar a moto, pensei que tinha sido paga, mas não, também descobri que licenciamento e afins também estavam todos atrasados.
Chorei de raiva, estava muito puta com ele.
O guarda ainda foi legal, disse que daria até o almoço pra gente resolver, caso contrário iria recolher a moto pro pátio, fora que meu namorado teve a carta apreendida.
Tentamos com o banco, com minha mãe, mãe dele, ninguém tinha como ajudar, todo mundo com pouco dinheiro nesse fim de ano, até porque, para pagar tudo seriam quase 5mil reais.
Por fim, liguei pra minha irmã como ela é concursada, tive uma esperança.
Expliquei a situação pra ela, ela disse que iria falar com meu cunhado e já retornava.
Uns 5 minutos depois meu telefone toca, era meu cunhado (Gustavo).
Ele me acalmou e pediu pra mandar a localização, conversou com o guarda e disse que já iriam para lá.
Passaram umas 2 horas até eles chegarem.
Eles vieram nos acalmar, falando que daria tudo certo e então o Gu já foi falar com o guarda.
Fiquei só observando, o Gu chamou o Rafa, eles puxaram a multa, fiquei admirada olhando meu cunhado, ele não fez cara feia, não questionou, não perguntou como iríamos pagar ele, ele só resolveu, pagou a multa, pediu pra entrar no aplicativo do banco pra puxarem os documentos da moto e também pagou, pouco tempo depois o guarda liberou a gente.
Como tenho carta, fui subir na moto, meu cunhado não deixou, falou que eu estava nervosa e emocionada, além de nunca ter pego estrada, que não iria deixar eu pegar serra.
Conversamos e minha irmã (ela é 8 anos mais velha que eu) disse que iria descer com o carro e meu cunhado levava a moto.
Tenho que dizer novamente, fiquei admirada com a postura do meu cunhado, não sei se é por ele ser mais velho (33 anos), ou se pela experiência mesmo, mas não pude deixar de comparar com meu namorado que tem 25 anos.
Enfim, chegamos na minha prima, nos organizamos, agradeci muito minha irmã e meu cunhado.
O Rafa parecia que nem ligou, como já estava tudo resolvido, ficou tranquilo na dele, como se fosse um problema qualquer, o que me deixou mais puta.
Almoçamos e logo após meu cunhado disse que iriam procurar um airbnb pra ficarem, pois na minha prima realmente não tinha espaço.
Falei com minha prima e minha irmã, decidimos que minha irmã e minha sobrinha e meu cunhado ficariam na cama que eu iria dormir, o Rafa e eu ficaríamos no sofá.
Levei minha irmã no centrinho, quis comprar um presente pra ela e minha sobrinha como agradecimento.
A noite quando fomos dormir, vi meu cunhado indo pro carro, perguntei pra minha irmã se eles estavam bem, ela disse que sim, como minha sobrinha é enteada dele e ela já tem 8 anos, ele não acha certo dormirem na mesma cama, então ele deixou pra elas e foi dormir no carro.
Pqp, isso só me fez admirar ainda mais ele, deitei no sofá e não consegui tirar ele da cabeca, quando dei por mim, estava com dois dedos na minha bucetinha, me masturando enquanto pensava no meu cunhado, gozei quietinha nessa madrugada, mas estava louca pelo meu cunhado.
Acordei no dia 24 cheia de fogo, combinamos todos de ir praia cedinho pra podermos voltar edo pra preparar a ceia.
Coloquei o meu menor biquíni, ele é azul e destaca bem na minha brancura, a parte de cima cobre tudo, pois como disse meu corpo é de loli, a parte de baixo era minúscula, o suficiente pra cobrir minha bucetinha e a parte de trás só tinha um mini triângulo em cima, deixando minha bunda redondinha toda a mostra.
Amarrei uma canga transparente na cintura e fomos pra praia.
Fiz questão de deitar pra tomar um sol bem na frente do meu cunhado, mas não notei nenhum olhar, eu sabia que não iria rolar nada, mas eu estava tão excitada, com tanto fogo, que eu sentia prazer comigo mesmo só de tentar provocar ele.
Minha irmã foi levar minha sobrinha no mar, meu cunhado e o Rafa estavam sentados tomando caipirinha, aproveitei e virei de barriga pra cima, afastei um pouco as pernas, deixando minha boceta na visão do meu cunhado, puxei assunto com eles, mas meu cunhado continuava respondendo sem nem me olhar.
Ele então levantou e foi pro mar ficar com minha irmã, me senti frustrada, mas não menos excitada.
Quando voltamos fomos fazer as comidas e os meninos foram comprar gelo, bebidas e petiscos.
Já era quase hora da ceia quando fomos falar com minha irmã e meu cunhado, pra saber como iríamos pagar e tudo mais, minha irmã disse que o Gu decidisse estava certo.
Então ele riu, e ainda brincou, "vamos aproveitar o fim de ano, esse assunto fica pra 2026, aliás quem nunca fez uma camada?" Demos risadas e o assunto morreu.
Já era duas da manhã, só restavam o marido da minha prima, meu cunhado e eu acordados.
O resto dormiram de tanto beber, menos a minha irmã que toma remédio e sente muito sono.
O Gu levantou, disse que iria escovar os dentes e ia deitar, passou indo pro carro e deu boa noite.
Uns 10 minutos depois o marido da minha prima fez o mesmo, eu disse que iria tomar um banho e tb ia dormir.
Apaguei todas as luzes, dei uma mexida no Rafa, mas ele estava capotado de tanto que bebeu.
Tomei um banho gelado bem rápido, enquanto me secava pensei em ir pelada até o carro, minha boceta continuava encharcada, era tanto tesão que eu não me segurei mais, sai do banheiro, fui até minha mala, peguei minha mini camisola, como iríamos dormir num quarto só nosso, levei umas roupas bem safadas pra transar com o Rafa... mas... Os planos mudam.. minha camisola era de seda branca, praticamente transparente, só cobria até metade da minha bundinha, coloquei uma micro calcinha de renda fio dental, só por charme.
Mexi no Rafa de novo e nada, fui caminhando até o carro, estava nervosa, molhada e cheia de tesão.
Cheguei do lado do carro, meu cunhado estava dormindo, os vidros abertos, o banco todo deitado, e um shorts de dormir, conseguia ver o volume da rola mole, aquilo me deixou ainda mais louca, parei de raciocinar e deixei meu tesão falar por mim.
Coloquei minha calcinha de lado, abri a porta do carro bem devagar, baixei um pouco o shorts do meu cunhado, suficiente pra deixar a rola e as bolas de fora, fui bem delicada, não queria acordar ou assustar ele (ainda), como sou baixinha, consegui entrar no carro, coloquei uma perna entre o freio de mão e o banco, encaixando no vãozinho que fica, nesse hora minha bocetinha abriu um pouco e senti meu líquido escorrer, peguei devagar a rola do meu cunhado, acho que por conta das caipirinhas e do cansaço ele ainda n tinha acordado, como minha boceta estava extramente molhada, coloquei a rola dentro pra dentro, mesmo mole, sentei, ele acordou meio tonto, coloquei a outra perna no banco, e fechei a porta, estava ajoelhada no banco e com a rola dentro da minha boceta.
-So, vc tá lou...
Coloquei um dedo na boca dele
-Tô louca de tesão desde ontem, esse é meu presente de Natal, por favor, aceita e me come, por favor...
-So..
Coloquei o dedo na boca dele de novo.
-Por favor... depois não precisa mais olhar na minha cara... mas deixa eu te agradecer por tudo.
Sem pensar comecei a me esfregar nele, ele estava zonzo ainda, coloquei as mãos na barriga dele e comecei a cavalgar muito de leve pra rola não escapar.
Eu estava nervosa e envergonhada, mas o tesaoestava foda.
Meu cunhado despertou de vez, senti aquele cacete gostoso começando a crescer dentro de mim.
Ele me segurou forte pela cintura, me ajudando com o vai e vem.
Seu cacete ficou duro dentro da minha boceta, nessa hora me dei conta que eu não tinha pensado sobre... eu perdi minha virgindade com meu namorado, então nunca tinha experimentado outro homem.
O cacete do Gustavo tem uns 18cm, o que é parecido com o do Rafa, só que tem um detalhe, é muito grosso, muito mesmo, e eu nem tinha imaginado isso.
Senti aquele cacete me alargando por dentro, era muito grosso e eu sou bem pequena, não consigo descrever o tesão wue senti, minha bocetinha etapa lisinha e rosada, não dá pra ver meus lábios, só aparece o risquinho... senti ela sendo rasgada, apertada contra aquele mastro de mim.
Eu queria gritar de tesão, mas não podia, levei minhas mãos na boca, gozei freneticamente, estava segurando esse tesão por quase 2 dias.
Tremi montada na rola do meu cunhado, ele não perdoou, ele levantou o corpo, segurou meu pescoço e me forçou para trás, minhas costas encostaram no volante, com a outra mão ele ajustou o banco pra ele poder ficar sentado e depois levou até meu grelinho que tb é pequeno, sentia minha boceta rasgada e ardendo, ele começou a esfregar meu clitóris, enquanto me enforcava um pouco, não conseguia tirar minhas mãos da boca pqe eu queria muito gritar, gozei de novo comecei a me sentir mole, minhas pernas estavam adormecidas pela posição.
Ele forçava aquele cacete pra dentro de mim, como eu estava arqueada pra frente, senti ele me rasgar até a entrada do meu útero, meu olhos rolavam, eu já não tinha forças, tinha gozado duas vezes, deixei ele me dominar, finalmente, que homem gostoso, que pegada boa, como era diferente.
Ele parou, me recobrei um pouco, ele soltou meu pescoço, relaxei meu braços, ele passou a mão na minha nuca e me puxou, me deu beijo gostoso, quente, caralho, até o beijo desse filho da puta era bom, aproveitei cada segundo.
Quando ele me afastou eu me percebi ofegante, não sabia se era pela adrenalina, o sexo ou beijo.
Não sei como ele fez, mas ele tinha deitado o banco sem eu perceber, quando me dei conta, senti ele me virando, fiquei deitada no banco com ele por cima de mim, ele ergueu uma das minhas pernas e colocou pro lado de fora da janela, a outra ele abriu muito, deixando minha boceta rasgada só pelo movimento e apoio meu pé no apoio de braço pero do freio de mão.
Quando digo que me deixou a rasgada é pqe minha boceta é realmente bem pequena e apertada, me senti dominada, aquele homem em cima de mim, ele me olhou.
-Não quero só um presente de Natal, agora vc é minha.
Eu só balancei a cabeça, o tesão era tanto que eu seria qualquer coisa.
-Então fala... vc é minha...?
-Sou sua cunhadinha, sua putinha, sua cadela, sua vadia.... sou o que você quiser que eu..
Não consegui terminar a frase... ele enterrou aquele cacete grosso de uma vez, gritei, não teve como segurar... ele tirava tudo e estocava de novo, tirava e estocava, eu estava toda aberta, minha boceta fazia barulho toda vez que ele me fodia, perdi o fôlego de novo, joguei a cabeça pra trás e gozei de novo, foi a primeira vez que gozei três vezes seguidas... ele tirou a mão da minha perna que estava pra fora, pois estava bem apoiada, levantou minha camisola revelando meus peitinhos a primeira vez, senti vergonha, minha irmã é bem mais gostosa, mas ele só demonstrou mais tesão, ele abaixou como deu e começou a sugar meus peitos, porra... gritei de novo... Então ele parou, me olhou...
-Quieta sua putinha... e meu deu um tapa na cara.... o tesão era tanto que nem senti se foi forte ou não.
Então ele voltou a me comer e chupar meu peitinho, alternando conforme dava, não consegui me controlar e comecei a gemer de novo.
Então com a mão que estava segurando minha camisola pra cima, ele colocou no meu rosto, colocou o dedão dentro da minha boca e puxou um pouco, segurando meu rosto enquanto seu dedão fodia minha boca... passavam mil e uma coisas na minha mente, nunca tinha sido fodida assim...
Ele não parava de me estocar... eu já estava fraca... percebi ele diminuindo o ritmo... sabia que ele ia gozar, minha bocetinha ia poder descansar... me enganei... ele parou...
Mais uma vez, não sei como ele fez, mas me virou e ficou por baixo, então ele me virou de costas pra ele, fiquei deitada no peito dele, ele guiou minhas pernas, uma ficou no volante e a outra na janela, me deixando toda aberta de novo...
Então ele encaixou seu cacete pra dentro de mim...
-Rebola minha cadela, rebola pra cunhado.
-tô sem força (falei ofegante)
-Rebola putinha, não é isso que você é? Puta não escolhe.
Comecei a me contorcer, não podia chamar aquilo de rebolado.
Ele levou uma mão até meu grelo e começou a esfregar de novo enquanto a outra apertava o biquinho do meu leito.
Fiquei louca de novo e gozei uma quarta vez, sem forças comecei a implorar pra ele gozar, as palavras quase não saiam.
-você é muito gostosa cunhadinha, um tesão de mulher, toda pequena e apertada, quero te comer muito.
-você vaiquando quiser..... goza.... por favor.
Pareceu que demorei uma eternidade pra falar essa frase.
-Minha cunhadinha vai me dar sempre que quiser?
-Si..Sim... sou sua... cunhadinha pu...putinha.
Então ele sentou, comigo ainda apoiada no peito dele, minha perna pra fora... eu estava tão mole, que a perna que estava no volante veio parar no meu peito, ele envolveu passou um braço prendendo minha perna e me segurando pela cintura, a outra mão ele levou até meu pescoço, ele me erguia e descia naquele mastro, só segurando meu pescoço e minha cintura, minha cabeça estava jogada para trás, encostando no ombro dele, sempre que ele fazia força pra levantar eu fica sem ar, quase engasgando, ficou um tempo nisso, até que me forçou toda pra baixo, a mão na cintura me puxava pra baixo enquanto ele forçava a cintura pra cima... então senti aquele jato de porra... uma, duas, três, quatro grandes jatos dentro da minha boceta, sentia a porra quente, tava grossa, senti um jatos batendo no meu útero, ele gemia no meu ouvido, me chamando de gostosa, puta, cunhadinha...
Meu corpo respondeu, tremi... cinco vezes, pensei... Estava tão mole que nem senti gozando...
Ficamos descansando por um tempo, recuperei um pouco do fôlego, abri a porta... sua rola meia bomba se recusa a sair de mim... ou minha boceta apertada se recusava a deixar sair, aliás boceta arrombada...
Comecei a tentar a sair...mas ele me parou... me virou uma ultima vez... eu estava praticamente desfalecida... ele me beijou, senti ele puxando minha calcinha enquanto me beijava, ouvi o barulho dela rasgando, quando paramos de nos beijar, ele tirou seu pau de dentro de mim e enfiou minha calcinha na minha boceta.
-Só vai tirar quando voltarmos pra casa... até lá vai minha com minha porra e sua calcinha na sua boceta.
Olhei pra ele, admirada novamente, não consegu encarar, virou o rosto e olhei pro lado com vergonha.
-Sim cunhadinho.
Ele saiu de cima de mim, me ajudou a descer do carro, comecei a andar pra casa, sentia o desconforto da calcinha dentro de mim... entrei na casa, me joguei no sofá, deitando de bruços, estava exausta...
Vi o Gu indo pro banheiro... tentei manter os olhos abertos mas era impossível...
Mas ainda não tinha acabado...
Se derem estrelinhas e comentarem, continuo a história...
Sophiacunhadinha@gmail.com
Beijinhos da Sophia